HOME
ASSOCIAÇÃO
QUEM SOMOS
ASSOCIADAS
PRETENDENTES
LEGISLAÇÃO
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL
RENOVABIO
ESTUDOS TÉCNICOS
PNPB
LEGISLAÇÃO
MERCADO
SUSTENTABILIDADE
NOTÍCIAS
CONTATO
NOTÍCIA
18 nov 2016 - 08:49
COMPARTILHAR
Compartilhar - Linkedin
Compartilhar - Facebook
Compartilhar - Twitter

Fundo contra impactos ambientais emperra negociações na COP 22

Diálogo não rendeu nada além de algumas promessas para a reserva.
Países ricos deveriam mobilizar 100 bilhões de dólares anuais para o clima.


As negociações de Marrakesh sobre o clima podem não resultar em um reforço substancial em um financiamento internacional para ajudar países pobres a lidar com o agravamento das enchentes, secas, tempestades e elevação do nível dos mares em decorrência da mudança climática, disseram negociadores e instituições de fomento que temem pela falta de um impulso nos recursos.

Um diálogo ministerial ocorrido durante as conversas desta quarta-feira (16) não rendeu nada de muito concreto além de algumas promessas de Estados europeus para fundos de adaptação criados durante as negociações na Organização das Nações Unidas (ONU), disseram.

Os países em desenvolvimento presentes em Marrakesh vêm fazendo apelos consistentes e apaixonados por mais financiamento que os ajude a se ajustar às alterações climáticas crescentes - mas até agora estas promessas vêm caindo em uma maioria de ouvidos moucos, segundo seus representantes.

Frank Bainimarama, primeiro-ministro de Fiji, nação-ilha do Oceano Pacífico, falou sobre a "nova era aterrorizante que enfrentamos por causa da mudança climática" depois que um ciclone intenso arrasou um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) de sua nação este ano.

Fiji precisa ter acesso a financiamento para poder se adaptar aos efeitos da mudança climática por meio de ações como o fortalecimento de residências e infraestrutura, o enterramento de linhas de energia e a realocação de pessoas, explicou.

Ele criticou o nível atual de financiamento governamental internacional para nações mais pobres se adequarem às pressões climáticas, classificando-o como "terrivelmente inadequado".

De acordo com um "roteiro" recente de países ricos que delineia como estes irão mobilizar os 100 bilhões de dólares anuais do fundo climático que prometeram até 2020, o valor alocado especificamente para adaptação em 2013 e 2014 foi de quase 10 bilhões de dólares por ano, ou cerca de 16 por cento do total.

A estimativa mais recente da ONU coloca a porção do fundo climático destinada à adaptação em uma cifra um pouco maior - cerca de 25 por cento.

O roteiro dos doadores projeta que o montante do financiamento internacional para a adaptação irá ao menos dobrar em volume até 2020.

Mas isso ainda ficaria muito aquém do "equilíbrio" no financiamento dividido entre medidas de adaptação e passos para o corte de emissões recomendado no novo acordo climático firmado em Paris no ano passado.

"Dobrar não basta", disse Lutz Weischer, do centro de estudos Germanwatch. "Temos que elevá-lo de forma muito mais agressiva".

Os países em desenvolvimento querem quadruplicar o fundo de adaptação em relação aos níveis atuais, e esperavam que os Estados ricos respondessem a esse clamor na cúpula de Marrakesh, que termina na sexta-feira - mas especialistas em finanças climáticas dizem que isso parece improvável.

Fonte: Reuters
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
09 abr 2021

Ministro do Meio Ambiente reafirma compromisso com o biodiesel

+
SAIBA MAIS
09 abr 2021

Setor aponta impactos que a redução da mistura de biodiesel representa para toda a cadeia produtiva

+
SAIBA MAIS
09 abr 2021

NOTA DE IMPRENSA CONJUNTA MME/MAPA - 79º Leilão de Biodiesel (L-79)

+
SAIBA MAIS
08 abr 2021

MME participa de webinar sobre o impacto positivo na saúde humana com o uso de biocombustíveis nos transportes

+
SAIBA MAIS
08 abr 2021

Produtoras de biocombustível emitiram 26,28 milhões de CBios na safra 2020/21

+
SAIBA MAIS
TODAS AS NOTÍCIAS
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 – cj. 91
Jardim Paulistano
01452-911 – São Paulo/SP
+55 11 3031-4721
APROBIO