Demanda e dificuldades logísticas sustentam valores da soja

No acumulado de maio, os valores do grão e do farelo de soja subiram pelo quarto mês consecutivo

De acordo com informações do Cepea, a forte valorização do dólar frente ao Real em maio (de 6,7% frente a abril, a R$ 3,6370, a maior média desde março/16), as firmes demandas interna e externa na primeira quinzena do mês e dificuldades logísticas causadas pela greve dos caminhoneiros sustentaram as cotações da soja.

No acumulado de maio, os valores do grão e do farelo de soja subiram pelo quarto mês consecutivo.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) registrou elevação de 0,7% entre abril e maio, a R$ 86,12/saca de 60 kg no mês passado. No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná subiu 0,9%, a R$ 80,32/sc de 60 kg na média de maio.

Fonte: Cepea

Argentina: Bolsa de Rosario estima perda de US$8 bi por seca e produção de soja em 35,75 mi t

Na Argentina, a conta do impacto da seca para os produtores, a economia e a entrada de divisas não para de apresentar números em vermelho. No mês de março passado se esperava que o país perdesse um montante de US$5,2 bilhões pelas exportações do agronegócio. Agora, a Bolsa de Comércio de Rosario (BCR) divulgou uma nova estimativa, que eleva esse número a US$8 bilhões, quase 54% a mais. A menor produção, que seguiu caindo como um tobogã nos últimos meses, foi o fator determinante, já que entre soja e milho foram perdidas 30 milhões de toneladas.

Para os produtores, não ter 30 milhões de toneladas significa uma forte queda em seus ingressos brutos. Nos preços de hoje, significa US$7,5 bilhões a menos.

O dado foi divulgado em meio a rumores de que o Ministério da Fazenda do país estaria avaliando frear a queda dos direitos de exportação, as chamadas “retenciones”, sobre a soja (que vêm sendo reduzidas 0,5% mês a mês desde janeiro), algo que o ministro da Agroindústria, Luís Miguel Etchevehere, negou anteontem em uma conferência. Essa análise também surge em meio à preocupação pela alta do dólar nas últimas semanas.

Segundo o boletim da BCR, os produtores sofreram um recorte de quase 20 milhões de toneladas na soja e outros 10,5 milhões de toneladas no milho a respeito do que se esperava para a safra 2017/18.

O novo trabalho também aponta que as condições úmidas de abril e princípios de maio ocasionariam um recorte adicional de 1,75 milhões de toneladas para a produção estimada de soja da BCR – reduzida, assim, para 35,75 milhões de toneladas. A produção de milho, por sua vez, foi reduzida para 31,7 milhões de toneladas.

Fonte: La Nacion – traduzida por Notícias Agrícolas

Valor de comercialização da soja sobe mais de 20% em um ano no MS

Momento é bom para quem ainda tem soja armazenada no estado.
Cenário externo aquece mercado e projeção para próxima safra é otimista.

O mercado de soja está aquecido no Mato Grosso do Sul: em um ano, subiu mais de 20% o preço de comercialização do grão no estado. “Ano passado a gente vendia por R$ 58 a saca de soja. Este ano, estamos vendendo por R$ 73 [a saca]”, conta o agricultor Márcio Duch.

Até agora, Duch já vendeu 58% das 700 mil sacas de soja que colheu no município de Terenos, região central do Mato Grosso do Sul.

A alta no preço da soja pode ser explicada pela movimentação no cenário externo. A queda da safra argentina e a valorização do dólar impulsionaram os preços da nossa safra ainda no fim da colheita. E as perspectivas continuam boas, segundo especialistas.

“Os preços para a próxima safra, 2018/2019, vão ser muito favoráveis também. Hoje nós temos uma precificação pra safra em 2019 em torno de R$ 70,e os preços praticados em contratos futuros para a safra 2017/2018 foram de R$ 60”, explica o corretor de grãos Eduardo Flores.

Na última safra, Mato Grosso do Sul colheu mais de nove milhões de toneladas de soja. Cerca de 40% desse volume ainda não foi vendido.

Clique aqui para assistir a reportagem.

Fonte: Globo Rural

Colheita da safra de soja alcança 98% da área e do milho 95%, aponta Datagro

Segundo o analista de grãos da DATAGRO, Flávio Roberto de França Júnior, trabalhos estão virtualmente encerrados

A colheita da safra de soja 2017/18 no Brasil alcançou 98% da área semeada, considerando a data de 04 de maio, ligeiro avanço contra o percentual de 95% da semana anterior, apontam dados da DATAGRO.
Segundo o analista de grãos da DATAGRO, Flávio Roberto de França Júnior, o ritmo de retirada da oleaginosa das lavouras atingiu o mesmo percentual de 98% registrado em igual período de 2017, ficando levemente acima da média normal de 97% das últimas cinco temporadas. De acordo com França Júnior, a produção de soja deve somar 116,768 milhões de toneladas, crescimento de 2% sobre o resultado da temporada 2016/17.
Milho
No caso da primeira safra de milho, a colheita atingiu 95% da área semeada, pequena evolução em relação ao percentual de 91% da semana anterior. Entretanto, França Júnior ressalta que o ritmo de retirada do grão das lavouras está atrasado na comparação com o percentual de 99% registrado em igual período de 2017, bem como se comparado à média de 97% dos últimos cinco ciclos. A produção do milho verão deve totalizar 26,010 milhões de toneladas, queda de 16% ante o resultado da temporada 2016/17.
Comercialização 
Soja
A comercialização da safra brasileira 2017/18 de soja alcançou 64% da produção obtida, também considerando a data de 04 de maio. Segundo França Júnior, o percentual se encontra acima dos 52% registrados em igual período do ano passado e dos 62% da média das últimas cinco temporadas.
“O avanço foi de expressivos 10% sobre o relatório anterior, bem acima do crescimento normal de 6% para o período. A boa e extemporânea elevação dos preços durante abril foi o motivo central para o disparo de volumosas negociações”, assinala o analista de grãos da DATAGRO.
Milho
Por sua vez, a comercialização da safra brasileira 2017/18 do milho verão atingiu 27% da produção obtida, ainda considerando a data de 04 de maio, contra 16% do levantamento de um mês atrás. Entretanto, segundo França Júnior, o percentual se encontra inferior aos 46% registrados em igual período do ano passado e abaixo dos 37% da média das últimas cinco temporadas.
No caso do milho de inverno 2018 [segunda safra], as vendas alcançaram 32% da produção esperada, contra 26% do relatório do mês anterior. Contudo, de acordo com França Júnior, o percentual de comercialização do milho de inverno 2018 se encontra acima dos 29% de igual período de 2017, mas abaixo dos 40% da média dos últimos cinco ciclos.
Fonte: DATAGRO

China adquire 20% menos soja dos EUA na safra 2017/18, e Brasil é beneficiado

Redução de compras é anterior à guerra comercial anunciada entre os dois países

A guerra comercial entre Estados Unidos e China deve ficar mais nas discussões do que na prática, quando se trata de soja. A dependência externa chinesa da oleaginosa é muito grande.

Nas últimas três semanas, a China cancelou a compra de 200 mil toneladas dos EUA, segundo informações desta quinta-feira (3) do Usda (Departamento de Agricultura dos EUA).

A presença menor dos chineses no mercado americano, porém, vem ocorrendo durante toda a safra 2017/18 de soja.

De setembro de 2017 —início do ano-safra dos EUA— ao final do mês passado, os chineses compraram 28,7 milhões de toneladas de soja nos Estados Unidos. No mesmo período anterior, haviam adquirido 35,8 milhões de toneladas. A queda foi de 20%.

A redução de compras é anterior, portanto, à guerra comercial anunciada entre os dois países, diz Daniele Siqueira, da AgRural.

Os chineses vêm deixando um pouco de lado o mercado dos EUA e se abastecendo mais na América do Sul, afirma ela.

Apesar dessa redução de compras de 7 milhões de toneladas no mercado americano nesta safra, a China elevou as compras mundiais da oleaginosa no período.

O grande fornecedor foi o Brasil, cujas exportações subiram para 54 milhões de toneladas no ano passado, bem acima dos 39 milhões de 2016.

Com consumo elevado e produção limitada, a China deverá importar 97 milhões de toneladas durante a safra 2017/18. Na anterior, havia comprado 94 milhões.

Muito dependente desse produto, a China já começou a fazer compras antecipadas da soja americana da safra 2018/19, que só será colhida no segundo semestre do ano.

As encomendas somam 1 milhão de toneladas, mas bem abaixo da média de 3 milhões dos anos anteriores.

Os Estados Unidos participaram menos do mercado mundial de commodities neste ano. Dados divulgados nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Comércio indicam exportações de commodities no valor de US$ 35,5 bilhões no primeiro trimestre, abaixo dos US$ 36,1 bilhões de igual período de 2017.

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Fonte: Vaivém das Commodities – Folha de S.Paulo

Conab passa a projetar safra de soja recorde no Brasil

Órgão do governo estimou uma colheita de 114,96 milhões de toneladas, contra 113,02 milhões em março e 114,07 milhões registrados em 2016/17.

oas produtividades” levaram a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a apostar, pela primeira vez, em uma safra recorde de soja neste ano no Brasil, superando em quase 1 milhão de toneladas o volume do ciclo anterior.

Em seu sétimo levantamento sobre a temporada 2017/18, divulgado nesta terça-feira, o órgão do governo estimou uma colheita de 114,96 milhões de toneladas da oleaginosa, contra 113,02 milhões em março e 114,07 milhões registrados em 2016/17.

Em outubro do ano passado, quando a Conab divulgou a primeira previsão para o ciclo vigente, a expectativa era de uma produção entre 106 milhões e 108 milhões de toneladas.

A reversão de expectativas também tem sido reportada por consultorias do mercado, com algumas apostando em uma safra de soja bem próxima da dos Estados Unidos, líder mundial na produção da commodity.

A perspectiva de uma colheita ainda maior coloca o Brasil, principal exportador mundial da oleaginosa há alguns anos, em posição mais competitiva no cenário internacional, marcado pela crescente tensão comercial entre EUA e China e uma forte quebra de safra na Argentina.

Segundo a Conab, a revisão para cima na estimativa de produção de soja também puxa a perspectiva da safra total 2017/18 do Brasil.

A companhia espera, agora, uma colheita de 229,53 milhões de toneladas de grãos e oleaginosas em 2017/18, ante 226,03 milhões na previsão de março.

“A soja é a maior responsável pelo desempenho exemplar da produção”, afirmou a Conab, em relatório, prevendo rendimento de 3,27 toneladas por hectare, acima das 3,22 t/ha de março.

A safra total de grãos e oleaginosas, contudo, ainda deverá ficar aquém dos 237,67 milhões do ano anterior, quando a safra de milho foi maior que a esperada para este ano.

Mais milho

A Conab elevou sua estimativa de produção total de milho para 88,61 milhões de toneladas, ante 87,3 milhões em março, mas ainda aquém das quase 100 milhões do ano passado.

Houve reajustes positivos tanto para a primeira safra, já em colheita e que também tem apresentado rendimentos satisfatórios, quanto para a segunda safra, cujo plantio foi concluído recentemente e deve alcançar 11,54 milhões de hectares, acima dos 11,39 milhões de março e perto dos 12,1 milhões de 2016/17.

Conforme a Conab, a produção do chamado milho safrinha, colhido em meados do ano, deve alcançar 63,01 milhões de toneladas, contra 62,15 milhões em março.

Segundo a companhia, a “boa estimativa” para a safra total de grãos e oleaginosas “deve-se ao resultado do avanço da colheita da soja e do milho primeira safra, que vem confirmando boas produtividades, e uma perspectiva maior de área para o segunda safra”.

IBGE prevê safra total 4,7% inferior à de 2017

Já o IBGE passou a estimar uma safra de grãos 4,7% menor em 2018 em relação à obtida em 2017 (240,6 milhões de toneladas). A terceira estimativa para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 229,3 milhões de toneladas, ante previsão anterior de 227,2 milhões de toneladas.

Juntos, o arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, representaram 93,1% da estimativa da produção e 87,2% da área a ser colhida.

 Fonte: Reuters

AgRural estima que 77% da área de soja foi colhida

O levantamento da consultoria AgRural mostrou que até quinta-feira (5) a colheita da soja chegou 77% da área cultivada. O ritmo dos trabalhos, que está em linha com a média dos últimos cinco anos, representa um avanço de seis pontos em uma semana e atraso de cinco pontos na comparação com os 82% do ano passado.

Segundo a AgRural, os trabalhos estão concluídos em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Entre os estados onde a colheita ainda está em andamento, os mais adiantados são Rondônia (99%), Goiás (96%) e Minas Gerais (94%).

Na região Sul, a colheita chegou a 84% no Paraná, 40% em Santa Catarina e 25% no Rio Grande do Sul. “Por conta da chuva, nesta semana as colheitadeiras só entraram nos campos gaúchos a partir da terça-feira (03). Os produtores estão tirando a soja mesmo úmida, para tentar evitar problemas com grãos avariados”, diz a consultoria.

Fonte: Revista Globo Rural

Produção de algodão deve crescer em 2017/2018, prevê Câmara Setorial

A produtividade média nas lavouras do país deverá ser de 1,66 mil quilos por hectare, cerca de 4% menor que na safra passada

Com um crescimento de 20,7% ante a safra anterior, a produção brasileira de algodão deve chegar a dois milhões de toneladas de pluma em 2017/2018. A expectativa oficial do setor foi divulgada na 50ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial do Algodão e Derivados, realizada na quarta-feira (28/03), na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília.

O incremento de 337 mil toneladas acompanha a expansão da área plantada, 25,6% superior ao ciclo 2016/2017, alcançando 1,174 milhão de hectares. A produtividade média nas lavouras do país deverá ser de 1,66 mil quilos por hectare, cerca de 4% menor que na safra passada. Entre os dez estados produtores, os três maiores são o Mato Grosso, que plantou 783 mil hectares, seguido de Bahia, com 263,7 mil hectares, e Goiás, cuja área plantada é de 33 mil hectares.

A expansão nas lavouras, segundo o presidente da Câmara Setorial, Arlindo de Azevedo Moura, que também preside a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), é o resultado de uma convergência de fatores como preços favoráveis da commodity, redução dos estoques chineses e a crescente utilização do algodão nas matrizes produtivas, na rotação de cultura.

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Fonte: Globo Rural

Taxa da China sobre soja dos EUA pode favorecer Brasil

Para a consultoria INTL FCStone, prêmios sobre cotações internacionais poderiam ser ainda maiores para o grão exportado pelo Brasil

A taxa de 25% anunciada pela China em relação à soja dos Estados Unidos pode refletir nos valores pagos pela soja brasileira, acredita a consultoria INTL FC Stone. Com a guerra comercial entre chineses e americanos e a quebra da safra na Argentina, existe a possibilidade de um direcionamento de demanda para o grão produzido no Brasil, deslocando outros compradores.

No entanto, os analistas consideram que, mesmo se toda a soja brasileira para exportação fosse direcionada ao mercado chinês, ainda não seria suficiente para atendê-lo. A consultoria estima os embarques do Brasil 69,5 milhões de toneladas neste ano. Faltariam ainda 30 milhões de toneladas para satisfazer a demanda do país asiático.

“Dessa forma, não teria como deixar de importar soja dos EUA”, explica a Analista de Mercado, Ana Luiza Lodi, no comunicado divulgado pela consultoria.

De todo modo, os prêmios a serem pagos pela soja brasileira sobre as cotações internacionais tenderiam a subir com a demanda maior. Em relação à soja norte-americana, a tendência é contrária, ainda que os asiáticos tenham que comprar o produto do país em menos escala.

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Fonte: Globo Rural

Agroconsult eleva safra de soja do país para 118,9 mi t; prevê exportação recorde

SÃO PAULO (Reuters) – Os produtores brasileiros de soja estão diante de outro forte ano depois que a seca na Argentina e tensões comerciais internacionais envolvendo os Estados Unidos e a China impulsionaram as perspectivas para a indústria da oleaginosa do país.

O Brasil deve exportar um recorde de 72 milhões de toneladas de soja este ano, ante 68 milhões de toneladas na temporada passada, já que a seca danificou os grãos argentinos e a potencial retaliação da China sobre o protecionismo dos EUA ampliou os prêmios da soja brasileira em relação aos preços em Chicago, disse André Pessôa, sócio-diretor da consultora Agroconsult, em coletiva de imprensa nesta terça-feira(27/03).

Os produtores colherão quase 119 milhões de toneladas de soja nesta temporada, com o crescimento dos rendimentos em regiões chave, apesar da falta de chuvas no Sul, que prejudicou a safra do Rio Grande do Sul, disse Pessôa.

“Se o tempo fosse tão perfeito quanto no ano passado, a safra de soja do Brasil teria ultrapassado os 120 milhões de toneladas”, disse Pessôa durante evento para apresentar os resultados do Rally da Safra, organizado pela empresa, que começou em janeiro e terminou na semana passada.

“Parte dos prêmios sobre Chicago pagos pela soja do Brasil estão relacionados à Argentina”, ele disse.

Há, também, “um aumento no apetite da China pela soja brasileira”, relacionado à potencial intensificação de uma guerra comercial opondo o maior importador de soja do mundo e os EUA, que lideram em produção.

“Apesar da possibilidade de maiores tensões, o Brasil e a Argentina não estão em posição de aumentar o fornecimento para a China do dia para a noite. Nem a China está em posição de parar de comprar a soja dos EUA de uma vez”, ele disse, referindo-se à forte demanda da indústria de processamento chinesa que não pode ser substituída imediatamente.

No início da temporada, havia preocupações com o fenômeno climático La Niña, disse o analista, acrescentando que as inquietações relacionadas ao clima se atenuaram no decorrer da safra.

“Esse cenário apontava que a safra seria menor, mas eventualmente a produção e os rendimentos superaram as nossas expectativas.”

O Brasil, maior exportador de soja do mundo, produziu um recorde de 114,6 milhões de toneladas na safra passada, de acordo com as estimativas da Agroconsult.

Os rendimentos médios do país subiram para uma estimativa de 56,5 sacas por hectare neste ano, ante 55,8 hectares na colheita passada, disse Pessôa.

O tour da Agroconsult passou por 13 dos maiores Estados produtores de grãos brasileiros, correspondendo a 95 por cento da área da soja e 75 por cento da área do milho, disse a empresa.

Outra edição da expedição, focando a segunda safra do milho, começará em maio e terminará em junho.

Fonte: Reuters

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