RMR ganha rede para o descarte limpo de óleo

Projeto de reciclagem e descarte tem início hoje na Região Metropolitana do Recife promovido pela marca Soya

Cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) recebem a partir deste mês o projeto Soya Recicla, um dos maiores programas nacionais de reciclagem e descarte de óleo de cozinha, que é capitaneado pela marca Soya. A iniciativa criou uma grande rede de coleta que envolve a disponibilização de locais e veículos de revendas da Ultragaz no Grande Recife e pontos de descarte voluntários (PEV). O lançamento da estratégia aconteceu, na última sexta-feira, no Recifel, durante os preparativos finais da expedição da Família Schurmann para a 30ª edição da Regata Recife-Fernando de Noronha. Conhecidos pelos desafios no mar e pelo ativismo ecológico, os Schurmann são os embaixadores do projeto.

No próximo dia 11, a família fará o descarte dos resíduos da viagem, na Universidade Estácio de Sá, que receberá o primeiro PEV do Soya Recicla. “A Refeno, neste ano, e a Família Schurmann estão trabalhando o tema da sustentabilidade com a questão da poluição dos mares e um dos principais fatores de poluição dos mares é o óleo, além do plástico”, comentou o gerente de marketing da Bunge, Rafael Sá, sobre o momento de startar o projeto no Recife e Região Metropolitana. Soya Recicla começou no País por São Paulo ainda em 2006.

De lá para cá, já chegou a 115 cidades e recolheu quase seis milhões de litros de óleo de cozinha que foram transformados em sabão biodegradável ou biodiesel. Em grande parte dos municípios, há uma parceria entre o Instituto Triângulo – ONG de desenvolvimento sustentável – e a empresa Ultragaz, que será replicada também na Região Metropolitana do Recife. Nos próximos dias, uma equipe do Instituto Triângulo estará capacitando funcionários das revendas Ultragaz, que aderiram à iniciativa, sobre como captar o descarte. Pelo menos 30 revendas já demonstraram interesse em participar da iniciativa.

“As revendas vão aderindo ao programa organicamente. A Ultragaz não as força a aceitar. Cada revenda será um ponto de coleta do descarte onde o consumidor pode ir lá e deixar (o óleo) ou ela pode recolher na casa das pessoas quando estiver ocorrendo à venda do gás”, disse. A cada dois litros levados pelos consumidores, eles ganham um kit com o sabão ecológico. O descarte fica armazenado nas revendas até que um preposto local (a empresa Recioleo) dê destinação tanto para a produção de sabão ou de entrega para usinas de biodiesel. O alvo inicial do programa são os consumidores domiciliares, mas numa próxima fase grandes produtores desse resíduo como restaurantes e hotéis devem ter uma ação de adesão específica.

“O Recife e região ganham uma rede de mobilização ecológica, onde as pessoas podem guardar o óleo vegetal, encontrar pontos de entrega e receber de volta um símbolo importante que é o sabão reciclado”, reforçou o presidente do Instituto Triângulo, Eduardo Maki.

Fonte: Folha de Pernambuco

Plano de redução de gases poluentes é lançado no Recife

A prefeitura do Recife quer incentivar o uso de combustíveis menos poluentes. Na capital, os dois grandes vilões do meio ambiente são os setores de transportes e energia

Se você mora em Recife, admira as pontes e as praias, pode estar deixando passar por despercebido os sérios riscos do aumento da temperatura, das chuvas e do nível do mar. A capital pernambucana, considerada a 16° cidade mais vulnerável do mundo , registrou no inventário de emissão de gases do efeito estufa de 2012, que três toneladas de gás carbônico foram jogadas na atmosfera e que desde a criação da comissão do clima do Recife tenta baixar esses números.

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Fonte: Rádio Jornal Pernambuco

Monitoramento da poluição atmosférica no Grande Recife é deficiente

Na semana em que é comemorado o Dia Nacional do Combate à Poluição, o NE10 chega à conclusão que a qualidade do ar que respiramos na Região Metropolitana do Recife (RMR) é um mistério. A falta de um monitoramento contínuo faz com que informações acerca do tema sejam desconhecidas, acendendo um alerta sobre em que nível pode estar a poluição atmosférica da região.

A Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) alega que, no caso das cidades que conquistaram o direito sobre o licenciamento ambiental, como aconteceu com a capital pernambucana em 2009, tal monitoramento deve ser feito por meio de projetos da gestão municipal.

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Fonte: NE 10

Prefeitura do Recife discute impacto de mudanças climáticas na cidade

No 9º Encontro do Comitê de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas (Comclima) foram discutidos temas como a situação de áreas alagáveis, o avanço do mar, a emissão de gases de efeito estufa e suas consequências para o município nos próximos anos

9º Encontro do Comitê de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas (Comclima) – Foto: JC Online

Recife é a 16ª cidade do mundo mais vulnerável às mudanças climáticas, segundo o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, da ONU) e, estudos apontam que em 2100, devido ao aumento do nível dos oceanos, a capital pernambucana pode ter 33,7 km² de seu território suscetíveis a inundações.

O quadro alarmante foi apresentado e debatido na manhã da última quinta-feira (21) no Auditório do Museu da Cidade de Recife, no bairro de São José, área central da cidade, no 9º Encontro do Comitê de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas (Comclima), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SMAS).

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Fonte: Jornal do Comércio

Recife mais quente e mais seco até 2070

Numa projeção para o período entre 2041 e 2070, a temperatura do Recife pode aumentar em 1,9 grau Celsius, e que haja um total de 53 dias sem chuvas consecutivos na cidade. É uma das conclusões de um estudo apresentado agora há pouco pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, e que mostra o índice de vulnerabilidade às mudanças climáticas no Brasil.

O trabalho foi iniciado em outubro de 2014 e consiste em um mapeamento  de como os municípios brasileiros podem (ou não) lidar com as mudanças no clima. Os pesquisadores utilizaram georreferenciamento das cidades e indicadores que variam da cobertura florestal à ocorrência de enchentes, passando pela incidência de doenças como dengue, malária e leptospirose e informações socioeconômicas da população. “O índice de vulnerabilidade é medido pela junção de todos esses dados e da estrutura que cada município combater os problemas”, afirma o pesquisador Ulisses Confalonieri, na Fiocruz, coordenador da pesquisa.

Outro resultado da pesquisa foi a criação de um software, batizado de Índice Municipal de Vulnerabilidade. Ele será utilizado, em caráter experimental, em  seis Estados: Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Amazonas. “A ferramenta será disponibilizada aos governos, e os servidores, treinados para continuar o mapeamento da vulnerabilidade em cada município”, completa Confalonieri.

Fonte: JC Online

Recife concorre a título de cidade mais sustentável do Brasil e do mundo

No País também estão na final Belo Horizonte e Rio. Resultado será divulgado no Equador, em outubro

O título de cidade mais sustentável do Brasil e do mundo pode vir para o Recife. A cidade está entre as três selecionadas no País para participar do concurso promovido pela organização ambientalista WWF, por meio da campanha Hora do Planeta: Desafio das Cidades. As outras são Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

A iniciativa seleciona os finalistas com base em relatórios apresentados pelas cidades, detalhando seus projetos na área de desenvolvimento sustentável. Dados que serão mais profundamente analisados por especialistas. A Capital Global da Hora do Planeta será anunciada em Quito, no Equador, durante a Conferência das Nações Unidas Habitat III, de 17 a 20 de outubro.

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Fonte: JC Online

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