Coletora sergipana reutiliza óleo para transformar em biodiesel

Ações que envolvem a mudança de hábitos na busca por um mundo mais sustentável podem fazer grande diferença. A reutilização de óleo é uma das diversas alternativas capazes de amenizar os impactos ambientais causados pela poluição. Mesmo sendo tão desconhecida por grande parte da população, cresce o número de empresas que aderiram a prática de armazenar e trocar o óleo.

Assim como explica a analista ambiental, Viviane Andrade, apesar de ser biodegradável, o óleo é um forte poluidor e está presente diariamente em nossas rotinas. “Um litro de óleo de cozinha polui cerca de vinte mil litros de água. Sobre a poluição dos oceanos, por não se misturar com a água ele acaba ficando na superfície, impedindo a entrada da luz e do próprio oxigênio”, explicou ela. Ela ressalta ainda que a iniciativa de armazenar o óleo utilizado, tanto em ambientes comerciais quanto em residências, é capaz de aliviar o cenário crítico da poluição ambiental e que o próprio armazenamento é uma atitude simples.

“O ideal é usar garrafas pets ou garrafas de iogurte, com tampa, para evitar que o óleo vaze. Basta lavar a garrafa para retirar os resíduos e armazenar o óleo até a quantidade desejada. Ele não possui prazo de validade e pode ser entregue em pontos de doação a qualquer momento. Inclusive, o próprio óleo fora da validade é aceito. Aceitamos óleos de soja, de milho, dendê, azeite e diversos outros tipos que servem para fazer sabão, para reutilização e para ser transformado em biodiesel”, explica a Analista.

Armazenamento de óleo saturado num estabelecimento da capital sergipana

Na capital sergipana, cresce o número de empresas que fazem o armazenamento do óleo utilizado em suas cozinhas, em parceria com coletoras. Antes de conhecer a opção de armazenar o óleo acumulado, o lojista Paulo Barreto sentia dificuldade para encontrar uma empresa que o ajudasse a repassar o resíduo da forma correta. Hoje, praticando a mudança de hábito há 10 anos, ele afirma que o suporte de uma empresa que atue no descarte ideal é de extrema importância para que a atitude flua bem. “Mesmo armazenando, tínhamos problemas para encontrar empresas que repassassem o resíduo da forma correta e isso deixava o ambiente até mesmo com um cheiro forte”, contou Paulo.

A Recigraxe

A empresa sergipana nasceu em 2009, fruto da ideia de Rejane Lemos e seu marido, que decidiram investir no empreendimento para fabricação própria de produtos provenientes da reutilização do óleo. A Recigraxe trabalha com o reaproveitamento de óleo vegetal e é responsável por etapas que vão desde do recolhimento até a destinação correta dos resíduos. Devidamente licenciada, a empresa está situada em São Cristóvão, conta com o suporte de 10 funcionários e exerce um papel de extrema importância para o meio ambiente.

Além de pontos fixos de coleta, a empresa agenda o recolhimento e busca os óleos armazenados nas próprias residências e estabelecimentos que adotam o hábito. Rejane Lemos, uma das fundadoras da empresa, contou que mesmo fazendo um trabalho de alta frequência, com coletas diárias, ainda não conseguem resgatar nem mesmo 10% do óleo acumulado na cidade, levando em consideração que, na cidade, são utilizados cerca de 300 mil litros de óleo por mês. “É um trabalho que depende muito mais da população que do próprio governo, fazendo com que a gente precise somente de divulgação. Fazemos o trabalho não somente em comércios, mas em comunidades em geral”.

Neste sábado, 30, os shoppings RioMar e Jardins estarão participando do movimento “A hora do Planeta”. Os dois estabelecimentos receberão doações de óleo usado ou fora da validade, das 10h às 22h, em troca de lanternas sustentáveis.

O evento acontece mundialmente, promovido pela Organização não-governamental WWF, com a finalidade de contribuir com a preservação do planeta. Simbolizando a ação, os estabelecimentos terão suas luzes apagadas das 20h30 às 21h30.

Fonte: Infonet

Reciclagem: aprenda a descartar corretamente o óleo de cozinha

Produto de uso doméstico é um dos mais danosos ao meio ambiente, com alto potencial poluente tanto para o solo como para a atmosfera

Para ajudar na preservação do meio ambiente, a Biblioteca Virtual do Estado de São Paulo disponibiliza um material on-line especial e bem completo sobre reciclagem, inclusive com orientação sobre como descartar o óleo de cozinha.

Um dos produtos domésticos mais danosos ao meio ambiente é o óleo de cozinha usado. Para dar uma ideia do seu potencial poluente, alguns estudos sugerem que o descarte incorreto de um litro de óleo de cozinha pode contaminar até um milhão de litros de água.

Ao atingir o solo, ele facilita a sua impermeabilização, fazendo com que não absorva tanto a água das chuvas e, consequentemente, as enchentes sejam mais frequentes. Os efeitos negativos também se estendem para a atmosfera, pois quando o óleo de cozinha usado se decompõe ocorre a emissão de metano, um gás que também causa o efeito estufa.

Com o óleo de cozinha usado é possível produzir diversos produtos. Por exemplo, o óleo é base para a fabricação do biodiesel, sabão, tintas a óleo e massa de vidraceiro.

Onde descartar

A melhor maneira de armazenar o óleo usado em frituras é em garrafas PET. Para facilitar a entrada do óleo na garrafa é recomendado utilizar um funil. Se necessário, peneire o líquido para evitar o excesso de detritos de fritura.

Depois de encher as garrafas, feche bem para evitar vazamento e armazene num local longe da curiosidade de crianças e animais domésticos. Depois, basta levar para um posto de entrega voluntária (alguns postos ficam em supermercados e estabelecimentos comerciais) ou entre em contato com uma empresa ou ONG que possa fazer a coleta do material.

Confira aqui onde deixar o material.

Nunca faça o descarte na pia da cozinha. Normalmente, as residências possuem um sistema conhecido como caixa de gordura que é instalado no encanamento. Feito de PVC ou concreto, sua função é armazenar a gordura proveniente das pias.

Contudo, com o tempo o descarte incorreto de óleo pela pia poderá acumular excesso de gordura e, consequentemente, entupir os encanamentos. Uma vez entupido, o processo para limpar o encanamento é trabalhoso. Além disso, o óleo usado que passa pelos encanamentos pode atingir rios e causar problemas ao meio ambiente.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois

Você sabe a forma correta de descartar óleo de cozinha? Quantas vezes ele pode ser utilizado? Veja a importância de saber o que fazer com seu óleo

O óleo de cozinha é um daqueles ingredientes que estão presentes em praticamente todos os tipos de preparo de alimentos. No caso de frituras, o óleo é indispensável e utilizado em grandes quantidades, sendo, inclusive, o responsável por parte do sabor do prato. Ele pode ser reutilizado algumas vezes dependendo do tipo de alimento, porém, uma hora ele terá que ser descartado.

Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois
Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois

Foto: Descubra até que momento usar o mesmo óleo de cozinha | Shutterstock / Guia da Cozinha

Mas, você sabe a forma correta de descartar o produtoQuantas vezes ele pode ser utilizado? Ou o que pode ser feito a partir do óleo velho? Veja a importância de saber o que fazer com seu óleo usado para não agredir o meio ambiente.

Foto: Guia da Cozinha

O tipo de alimento que é colocado no óleo faz toda diferença no tempo que ele pode ser utilizado. Por exemplo, alimentos empanados soltam mais partículas no óleo por conta da farinha, fazendo com que o produto fique sujo e velho mais rápido.

Em bares e botecos, o óleo pode durar mais tempo por conta do uso de fritadeiras, que diminuem a quantidade de sobras que caem na panela.
Nas receitas em casa, como os alimentos vão direto na panela, o óleo acaba ficando velho mais rápido.

Substituição do óleo

Para saber quando é o momento de fazer a troca, preste atenção em dois detalhes:

  • Se o óleo, depois de quente, liberar um cheiro forte e uma fumaça escura, ele não deve ser utilizado.
  • Se o alimento, depois de frito, estiver com uma cor escura ou murcho, quer dizer que o óleo já está muito velho e também não deve ser usado novamente.

Descarte do óleo de cozinha velho

Foto: Guia da Cozinha

Por ser um grande poluente, o óleo não pode ser jogado fora de qualquer maneira. Se jogado diretamente no ralo da pia, por exemplo, ele dificulta o tratamento de esgoto, pode entupir o encanamento, poluir rios e lagos e desregular todo o ecossistema do local. O descarte de óleo não é difícil de ser feito, mas, por falta de informação, muitas pessoas não sabem ao certo o que fazer com ele.

Como descartar

Após utilizar o óleo em frituras, espere esfriar e passe-o para um recipiente com tampa, como uma garrafa pet, por exemplo, utilizando um funil. Armazene o recipiente em local seco, sem contato com calor e vá adicionando óleo usado conforme o consumo. Quando o recipiente estiver cheio, você pode levar até pontos de coleta de óleo, que são bastante comuns na maioria das cidades. Além da coleta, muitas pessoas utilizam o óleo velho para fazer sabão. Assim, você pode doar para alguém que faça o produto ou você mesmo pode produzi-lo, se desejar.

Óleo reciclado

A partir do óleo reciclado, muitos outros produtos podem ser feitos. Tintas à base de óleo, resinas, glicerinas e detergentes são alguns. O biodiesel, alternativa de combustível que agride menos o meio ambiente, também pode ser feito a partir do óleo de cozinha usado.

Fonte: Terra

Lucas do Rio Verde deve ter centro para recebimento de óleo de cozinha

A prefeitura de Lucas do Rio Verde deve, em breve, conceder para a iniciativa privada um espaço que será usado para implantação de um centro de recebimento de óleo de cozinha usado. A área tem 1,6 mil metros quadrados, mas a parte que será destinada à concessão é de 200 metros quadrados. O imóvel fica na avenida da Fé, no setor 14.

Conforme ato de justificativa da concessão, o município não possui, atualmente, nenhum ponto de recebimento do resíduo, dificultando o descarte adequado. “Sem alternativas, boa parte do óleo de cozinha acaba sendo lançado na rede de esgoto doméstico, sistemas de tratamento unitários ou até mesmo sendo descartado como resíduo úmido. Esta última opção, eleva a quantidade e volume de material depositado no aterro sanitário, aumentando os custos e diminuindo a vida útil do local”.

A ideia da prefeitura é repassar o espaço para que uma empresa possa explorar o recebimento do óleo de cozinha, que pode ser transformado em matéria-prima para fabricação de sabão em barra, detergente, tinta, glicerina, ração de animais e biodiesel. A concessão terá o período de três anos e será feita mediante concorrência pública.

Fonte: Só Notícias/Herbert de Souza

Alunos do Sesi realizam campanha de coleta de óleo de cozinha usado

Resende- Moradores, empresas e comércio de Resende têm a oportunidade de dar o destino certo ao óleo de cozinha usado até a próxima quinta-feira (14). A campanha ‘Lugar de óleo não é na pia’, criada por alunos da Educação Infantil da Escola Sesi, em parceria com a empresa Óleo Local, com o objetivo conscientizar a comunidade escolar e população sobre a importância do descarte correto do resíduo.

De acordo com a professora Érida Braga, a ideia de abordar sobre a preservação do meio ambiente em sala de aula surgiu quando um aluno de cinco anos pegou seu carrinho e começou a encher a caçamba de lixo, com a ajuda de um amigo. “Quando perguntei o que faziam, eles responderam que estavam cuidando da natureza. Resolvi estender o assunto, que é essencial para formar cidadãos críticos e conscientes do seu papel na sociedade”, explicou.

A partir disso, foi desenvolvido o projeto ‘Lixo nosso de cada dia’, com atividades junto aos estudantes da Educação Infantil sobre o assunto. Eles aprenderam a construir brinquedos com materiais recicláveis, a reaproveitar os alimentos, a separar o lixo a partir das cores que classificam cada resíduo, e a identificar áreas poluídas com lixo, como os rios.

A partir de uma dinâmica de leitura do livro ‘O pequeno Crocodilo’, escolhido pelos alunos por se tratar de um animal grande e assustador, mas com uma atitude nobre de cuidar do outro, eles foram desafiados a construir uma nova história. Preocupados com a sobrevivência dos crocodilos em rios poluídos, decidiram mobilizar a comunidade escolar e promover a arrecadação de óleo de cozinha usado.

De acordo com o empresário Rafael Cabral, da Óleo Local, o material passará por um processo e será transformado em matéria prima para produção de biodiesel, combustível 70% menos poluente que o diesel convencional. “Cada litro de óleo descartado de forma incorreta pode poluir até 25 mil litros de água. Quando jogado em rios e mares, o resíduo cria uma película na superfície da água que impede, inclusive, a oxigenação e prejudica toda a vida existente neste ambiente”, frisa.

A campanha segue até a próxima quinta-feira (14) e toda população pode participar. O óleo de cozinha usado pode ser deixado na Escola SESI Resende, que fica na Avenida Marcílio Dias, Jardim Jalisco, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Os alunos já conseguiram arrecadar 120 litros do resíduo que é altamente poluente. O material arrecadado será coletado pela empresa Óleo Local no dia 15 de junho, às 10h.

Fonte: Diário do Vale

#ÓleodeCozinha: você doa, nós reciclamos e a natureza agradece

Unidade escolar de Francisco Morato mobiliza a comunidade para a campanha de arrecadação do produto

Com certeza, pelo menos uma vez na vida, você já ouviu alguém dizer que óleo de cozinha usado não pode ser reutilizado. Essa é uma afirmação verdadeira, mas somente em relação ao preparo de alimentos. O óleo que utilizado na cozinha deve ser armazenado e descartado de forma regular. Por saber de tudo isso, um grupo de  alunos do 6º ano da escola Aparecido Roberto Tonelloti, de Francisco Morato, firmou parceria com uma empresa especializada no reuso do material.

Orientados pela professora de Língua Portuguesa Tatiane Costa dos Santos Carvalho e pelo professor de ciências Misael Ferreira Silva, os estudantes participam do projeto “Sou responsável, eu reciclo!”. Durante as aulas, os professores passam filmes sobre o impacto do óleo no meio ambiente e também no esgoto, por conta do descarte ilegal. O projeto ganhou até slogan: você doa, nós reciclamos, a natureza agradece!

Depois, é a vez de ouvir a experiência de cada um em casa, sobre como o resíduo é descartado pelos seus familiares. Os educadores conduzem a roda de conversa direcionando o debate para a forma adequada de descarte.

Juntamente com o professor Misael, a educadora Tatiane tem preparado os estudantes da unidade para que tenham uma vida melhor. Com a iniciativa, eles acabam formando pessoas de bem que podem ser a diferença na sociedade. Segundo Tatiane, “o aluno precisa entender que os recursos naturais são esgotáveis e que eles são indispensáveis para que haja vida. É preciso poupar, economizar, reutilizar, preservar e pensar no meio ambiente, pois ele é o pulmão da terra. É responsabilidade de todos reciclar tudo que possa ser reciclado”, explica a professora.

Não existe uma gincana para alavancar a participação das crianças. O que os motiva é o protagonismo na coleta e organização do óleo na própria escola. Os educandos se tornam, assim, excelentes multiplicadores, pois, além de repassar o conhecimento para as outras séries, acabam coletando o material na vizinhança da unidade escolar e no comércio local, sempre levando o aprendizado aos colaboradores.

A aluna Emilly da Silva Souza explica que a comunidade nem sempre entende o recado. Mas, faz questão de relembrar que “o óleo prejudica o solo, os animais e a água.” A estudante explica que apenas 1 litro de óleo “pode contaminar vários litros de água”, do lençol freático.

A escola recebe um certificado a cada vez que a empresa responsável pela coleta vai retirar o material. Para essa semana, 200 litros de óleo já estão bem guardados e com destino certo: a venda. Com o dinheiro arrecadado, será possível comprar uma mesa de jogos para a escola, na qual o corpo discente poderá brincar durante o intervalo de aulas.

Mas, nem todo o óleo coletado serve para ser vendido. A parte que não se encaixa na categoria aceitável é destinada para a produção de sabão e doado para a faxineira da escola, a dona Celinha. O restante pode ser utilizado para produção de resina para tinta, aditivo para ração, produção de biodiesel, fabricação de detergente e sabão.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Biodiesel Urbano dá destinação correta para o óleo de cozinha usado

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) e a Secretaria Municipal de Urbanismo e do Meio Ambiente mantêm em conjunto um projeto para dar a destinação correta para óleo de cozinha usado, para evitar que seja despejado na pia, no ralo, no vaso sanitário ou espalhá-lo sobre a terra, o Biodiesel Urbano converte este resíduo em biocombustível.

Biodiesel é uma alternativa aos combustíveis derivado do petróleo. Pode ser usado em carros e qualquer outro veículo com motor diesel. Fabricado a partir de fontes renováveis (óleo de soja, gordura animal, óleo de algodão), é um combustível que emite menos poluentes que o diesel. Saiba aqui porque todos estão falando deste biocombustível.

É uma resposta sustentável ao desafio de inibir o descarte inapropriado do óleo usado, que provocam o entupimento prematuro do encanamento da casa e contaminação de mananciais. Para que se ter ideia da gravidade do problema, um litro de óleo contamina em média 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa durante 14 anos. Ao chegar a rede de esgoto provoca rompimento e vazamentos além da proliferação de ratos e baratas e o tratamento do efluente contendo óleo tem um custo muito maior.

Despejá-lo sobre o solo ou derramá-lo dentro do saco de lixo também não resolvem a questão, pois cria uma camada impermeável sobre a superfície, o que facilita a ocorrência de enchentes e pode poluir as águas do subsolo que vão alimentar os rios.

BIODIESEL URBANO

Indaiatuba é a primeira cidade brasileira a produzir biodiesel com óleo vegetal e gordura animal usados, utilizando tecnologia desenvolvida e patenteada pela Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O biodiesel é um combustível limpo que não polui o meio ambiente e a atmosfera. A usina piloto de Indaiatuba, instalada pela Unicamp, entrou em operação em outubro de 2006.

Nossa cidade é pioneira nessa iniciativa, no aproveitamento do óleo vegetal e da gordura animal, para produção do biocombustível, que não polui o meio ambiente e a atmosfera. Colabore separando em garrafas pet todo o descarte de sua casa e/ou comércio, e deposite em um dos Ecopontos.

Se a quantidade separada for maior que 10 litros, entre em contato pelo telefone 0800 77 22 195, informando corretamente o local, para se fazer a retirada.

Fonte: Unicamp

Cidade no interior de SP recolhe óleo de cozinha usado e transforma em biodiesel

A cada 4 litros de óleo usado entregue para reciclagem, morador recebe 1 litro de óleo novo. São 3 pontos de coleta em Adamantina.

Hoje o óleo vegetal, utilizado, principalmente para fritar alimentos tem como destino os ralos das pias ou mesmo vasos sanitários. Uma pequena parte é colocada em recipiente vedado e descartado com o lixo orgânico comum. Entretanto, todos esses métodos de descarte do óleo de cozinha usado são meios de contaminação do meio ambiente, podendo poluir as águas, o solo e até mesmo a atmosfera.

O óleo despejado na pia ou no vaso sanitário passa pelos canos da rede de esgoto e fica retido em forma de gordura, atraindo pragas que podem proliferar doenças às pessoas e animais. Este óleo também chega ao solo, tanto por meio das águas pluviais que chegam aos mananciais aquáticos, quanto por meio dos lixões, tornando-se grande poluidor dos lençóis freáticos.

Buscando minimizar este problema a Prefeitura de Adamantina, através da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente de Adamantina (SAAMA), implantou o Programa “Água e óleo não se misturam”. Pelo programa, o interessado poderá levar 4 litros de óleo usado (de preferência armazenados em garrafas pet) em qualquer ponto de coleta e trocar por 1 litro novo. O óleo recolhido irá para a reciclagem, onde será transformado em biodiesel.

Pontos de coleta

– Iama – Rua Paraíba, 269 – Jd. Brasil
– Lar Cristão – Rua Arno Kiefer, 507 – Vila Cicma
– SAAMA (Poliesportivo)

Fonte: Siga Mais

Água e óleo não se misturam

Escola em Campina Grande do Sul, no Paraná, vira posto de coleta para reduzir descarte no meio ambiente

Qual é o destino que você dá para o seu óleo de cozinha usado? No Brasil, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, menos de 1% do óleo de cozinha utilizado pela população recebe o descarte correto. O dado é alarmante se levarmos em conta que cada litro de óleo pode contaminar até 20 mil litros de água, poluindo rios e afluentes importantes para a natureza.

Essa foi a pergunta norteadora do trabalho realizado pela professora Expedita Estevão, da Escola Municipal Augusto Staben, em Campina Grande do Sul. “Durante o projeto que estamos desenvolvendo sobre meio ambiente surgiu a curiosidade sobre o descarte correto de óleo. Os alunos ficaram muito preocupados, pois falaram que em suas casas o óleo é descartado na pia, no vaso sanitário ou no quintal”, contou Expedita.

A partir daí, alunos e professora pesquisaram a melhor forma de descartar o resíduo e a resposta estava em uma matéria da Gazeta do Povo intitulada Uma ideia azul contra a poluição. A reportagem é sobre uma iniciativa paranaense chamada Oliplanet, um instrumento que facilita a separação do óleo para descarte.

A descoberta chamou a atenção de toda a comunidade escolar, que resolveu entrar em contato com o Instituto Ecossolidariedade. Lá, foram informados que o projeto da Oliplanet arrecada os resíduos de óleo de cozinha e vende para que sejam transformados em biodiesel. O dinheiro arrecadado é todo revertido ao tratamento de dependentes químicos. O contato foi tão proveitoso que hoje a escola se tornou um ponto de coleta para a Instituição fabricante do Oliplanet.

Transmissão de conhecimentos 

Após o estabelecimento da parceria, faltava educar os pais e a comunidade escolar sobre a importância da coleta de óleo. A turma da professora Expedita elaborou cartazes e folhetos e realizaram uma blitz educativa na cidade, com o apoio da Guarda Municipal.

Para a professora , o mais importante do trabalho foi o exercício da cidadania. “O Ler e Pensar possibilitou aos alunos exercer a cidadania na prática. Preocupados com o meio ambiente, repassaram o que aprenderam e contribuíram para uma vida melhor na comunidade que integram”, disse . Expedita foi vencedora do Concurso Cultural Ler e Pensar em 2016 com um projeto sobre ética e o jeitinho brasileiro.

Fonte: Gazeta do Povo

Osasco promove 12ª gincana do Programa Biodiesel

Abertura contou com mais de 200 alunos de escolas vencedoras da edição do ano passado

Com a apresentação da peça teatral “Um socorro para o mundo”,  a abertura da 12ª gincana do Programa Biodiesel foi realizada ontem (28) na Sala Osasco e contou com a presença de 200 alunos de escolas vencedoras da 11ª gincana, além da presença de vice-diretores das escolas municipais parceiras do projeto.

Estiveram presentes também autoridades como a vice-prefeita Ana Maria Rossi, representanto o prefeito Rogério Lins, os secretários municipais Élio Salvini (Meio Ambiente), Suzete Souza Franco (Assistência Social), os secretários adjuntos Alexandre Capriotti (SEMA), Fabio Grossi (SETRAN), Márcia Brito (SE), o vereador Antônio Aparecido Toniolo e o assessor do deputado estadual Celso Giglio – representando-o -, Paulo  Siniauskas.

Neste ano, a gincana conta com a participação de 55 escolas municipais e sempre mobiliza alunos, professores, e diretores que colaboram com o meio ambiente, através da destinação adequada do óleo de cozinha usado, transformando-o em biodiesel, um combustível menos poluente.

A parceria entre as Secretarias de Meio Ambiente e Educação é de extrema importância, pois contribui para a elaboração e execução de políticas públicas com foco na educação ambiental aplicada nas instituições de ensino do município.

Mais informações sobre o Programa Biodiesel podem ser obtidas por meio do telefone (11) 3652-9041 e 3652-9324 ou pelo e-mail: biodiesel.sema@osasco.sp.gov.br.

Fonte: Portal Visão Oeste 

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