Preço do carbono sobe e países buscam restrições

(Bloomberg) — Os preços do carbono estão subindo da Califórnia à Nova Zelândia em um momento em que parlamentares do mundo inteiro buscam regras mais rígidas para seus mercados de gases causadores do efeito estufa.

As licenças para emissões da Califórnia atingiram o maior patamar em quatro anos nesta semana depois que o governador Jerry Brown publicou um plano para estender o maior programa de comércio de carbono dos EUA. Na Europa, as permissões atingiram o maior nível desde março em um momento em que os políticos discutem propostas para reduzir o excesso de autorizações, e os contratos de carbono da Nova Zelândia aumentaram antes da modificação de seu sistema.

A maioria dos países está procurando a maneira mais econômica de deixar de lado os combustíveis fósseis responsabilizados pelas mudanças climáticas. Até mesmo nos EUA, a decisão do presidente Donald Trump, no mês passado, de retirar o país do histórico Acordo de Paris sobre cortes nas emissões foi amplamente condenada por líderes municipais e estaduais de todo o país, inclusive pelos governadores de Nova York e Massachusetts.

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Fonte: Bloomberg publicado no Portal UOL

Soja deverá ter preços melhores com clima nos EUA, diz Agroconsult

Devido aos distúrbios no câmbio na semana passada, causados pelo cenário político no Brasil, estima-se que 5 milhões de toneladas de soja e milho foram comercializadas no país.

De acordo com André Pessoa, da Agroconsult, a mudança no patamar de câmbio permitiu a retomada da comercialização, tendo em vista que algumas regiões, como Rio Grande do Sul, Paraná e Matopiba, que estavam atrasadas, conseguiram dar andamento às suas vendas.

A comercialização, assim, tomou um ritmo um pouco mais acelerado, já que, em reais, os preços maiores permitiram aos produtores a volta às vendas.

Pessoa aponta que, para os produtores, pensando na competitividade da soja e do milho, os patamares  anteriores de câmbio eram preocupantes, deixando as margens apertadas, dificilmente oferecendo rentabilidade ao produtor mesmo com uma produção elevada. Um dólar a partir de R$3,40, portanto, é um cenário bastante favorável para os produtores.

Clique aqui para acessar a íntegra da reportagem.

Fonte: Notícias Agrícolas

Mercado do sebo com preços em queda

A oferta maior que a demanda está forçando uma queda nos preços do sebo bovino em todo o país segundo levantamento da Scot Consultoria. A maior disponibilidade do óleo de soja tem levado os fabricantes de biodiesel a optarem por esse insumo reduzindo a participação do sebo.

Com isso os preços do quilo do sebo no Brasil Central atingiram seu menor valor desde novembro de 2015. Desde a quinta-feira (18), a matéria-prima passou a ser negociada por uma média de R$1,90.

Na comparação com à semana anterior houve queda de 2,6%. Já frente ao mesmo período do ano anterior a desvalorização chega a 20,8%.

No Rio Grande do Sul, o cenário é semelhante e o sebo está cotado em R$2,05/kg. Queda de 2,4% na comparação semanal.

A cotação da gordura animal já vinha apresentando tendência de queda desde o início do ano. Do começo de janeiro até agora, os preços já recuaram praticamente 27%.

Para o curto e médio prazos a perspectiva é de que mercado continue pressionado.

Fonte: Scot Consultoria

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