Saiba como fazer o descarte correto do óleo de cozinha

Um dos produtos domésticos mais danosos ao meio ambiente é o óleo de cozinha usado. Para se ter uma ideia do seu potencial poluente, alguns estudos sugerem que o descarte incorreto de um litro de óleo de cozinha pode contaminar até um milhão de litros de água.

Ao atingir o solo, ele facilita a sua impermeabilização, fazendo com que não absorva tanto a água das chuvas e, consequentemente, as enchentes sejam mais frequentes. Os efeitos negativos também se estendem para a atmosfera, pois quando o óleo de cozinha usado se decompõe ocorre a emissão de metano, um gás que também causa o efeito estufa.

Com o material é possível produzir diversos produtos. Por exemplo, o óleo é base para a fabricação do biodiesel, sabão, tintas a óleo e massa de vidraceiro. Para ajudar na preservação do meio ambiente, a Biblioteca Virtual do Estado de São Paulo disponibiliza um material on-line especial e bem completo sobre reciclagem, inclusive com orientação sobre como descartar o óleo de cozinha.

Armazenamento
A melhor maneira de armazenar o óleo usado em frituras é em garrafas PET. Para facilitar a entrada do óleo na garrafa é recomendado utilizar um funil. Se necessário, peneire o líquido para evitar o excesso de detritos de fritura.

Depois de encher as garrafas, feche bem para evitar vazamento e armazene num local longe da curiosidade de crianças e animais domésticos. Depois, basta levar para um posto de entrega voluntária (alguns postos ficam em supermercados e estabelecimentos comerciais) ou entre em contato com uma empresa ou ONG que possa fazer a coleta do material.

Confira pela internet onde deixar o material. Nunca faça o descarte na pia da cozinha. Normalmente, as residências possuem um sistema conhecido como caixa de gordura que é instalado no encanamento. Feito de PVC ou concreto, sua função é armazenar a gordura proveniente das pias.

Contudo, com o tempo o descarte incorreto de óleo pela pia poderá acumular excesso de gordura e, consequentemente, entupir os encanamentos. Uma vez entupido, o processo para limpar o encanamento é trabalhoso. Além disso, o óleo usado que passa pelos encanamentos pode atingir rios e causar problemas ao meio ambiente.

Fonte: Rápido do ar

Óleo de cozinha e a poluição das águas

Projeto de extensão Educação Ambiental Comunitária, realiza um trabalho de conscientização com toda a comunidade para promover a reciclagem

Estima-se que cerca de 97,5% da água existente no mundo é salgada, e apenas 2,5% de água doce, potável ao ser humano. Era de se esperar que houvesse um maior cuidado então com a água que bebemos, não é mesmo? Porém, de acordo com um relatório divulgado pela ONU Meio Ambiente na última quarta-feira, os poluentes nos sistemas de água potável farão com que a resistência antimicrobiana se torne a maior causa de mortes até 2050.

Em alusão ao Dia Mundial da Água, na próxima sexta-feira, o projeto, juntamente com a Fundação do Meio Ambiente de Tubarão, a Tubarão Saneamento e a AFUBRA promovem um evento sobre a preservação e o uso consciente da água. A ação tem início nesta quarta-feira (20) e segue até a próxima sexta.

Fonte: Notisul

Reciclagem: aprenda a descartar corretamente o óleo de cozinha

Produto de uso doméstico é um dos mais danosos ao meio ambiente, com alto potencial poluente tanto para o solo como para a atmosfera

Para ajudar na preservação do meio ambiente, a Biblioteca Virtual do Estado de São Paulo disponibiliza um material on-line especial e bem completo sobre reciclagem, inclusive com orientação sobre como descartar o óleo de cozinha.

Um dos produtos domésticos mais danosos ao meio ambiente é o óleo de cozinha usado. Para dar uma ideia do seu potencial poluente, alguns estudos sugerem que o descarte incorreto de um litro de óleo de cozinha pode contaminar até um milhão de litros de água.

Ao atingir o solo, ele facilita a sua impermeabilização, fazendo com que não absorva tanto a água das chuvas e, consequentemente, as enchentes sejam mais frequentes. Os efeitos negativos também se estendem para a atmosfera, pois quando o óleo de cozinha usado se decompõe ocorre a emissão de metano, um gás que também causa o efeito estufa.

Com o óleo de cozinha usado é possível produzir diversos produtos. Por exemplo, o óleo é base para a fabricação do biodiesel, sabão, tintas a óleo e massa de vidraceiro.

Onde descartar

A melhor maneira de armazenar o óleo usado em frituras é em garrafas PET. Para facilitar a entrada do óleo na garrafa é recomendado utilizar um funil. Se necessário, peneire o líquido para evitar o excesso de detritos de fritura.

Depois de encher as garrafas, feche bem para evitar vazamento e armazene num local longe da curiosidade de crianças e animais domésticos. Depois, basta levar para um posto de entrega voluntária (alguns postos ficam em supermercados e estabelecimentos comerciais) ou entre em contato com uma empresa ou ONG que possa fazer a coleta do material.

Confira aqui onde deixar o material.

Nunca faça o descarte na pia da cozinha. Normalmente, as residências possuem um sistema conhecido como caixa de gordura que é instalado no encanamento. Feito de PVC ou concreto, sua função é armazenar a gordura proveniente das pias.

Contudo, com o tempo o descarte incorreto de óleo pela pia poderá acumular excesso de gordura e, consequentemente, entupir os encanamentos. Uma vez entupido, o processo para limpar o encanamento é trabalhoso. Além disso, o óleo usado que passa pelos encanamentos pode atingir rios e causar problemas ao meio ambiente.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois

Você sabe a forma correta de descartar óleo de cozinha? Quantas vezes ele pode ser utilizado? Veja a importância de saber o que fazer com seu óleo

O óleo de cozinha é um daqueles ingredientes que estão presentes em praticamente todos os tipos de preparo de alimentos. No caso de frituras, o óleo é indispensável e utilizado em grandes quantidades, sendo, inclusive, o responsável por parte do sabor do prato. Ele pode ser reutilizado algumas vezes dependendo do tipo de alimento, porém, uma hora ele terá que ser descartado.

Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois
Reciclagem de óleo de cozinha: até quando usar e o que fazer depois

Foto: Descubra até que momento usar o mesmo óleo de cozinha | Shutterstock / Guia da Cozinha

Mas, você sabe a forma correta de descartar o produtoQuantas vezes ele pode ser utilizado? Ou o que pode ser feito a partir do óleo velho? Veja a importância de saber o que fazer com seu óleo usado para não agredir o meio ambiente.

Foto: Guia da Cozinha

O tipo de alimento que é colocado no óleo faz toda diferença no tempo que ele pode ser utilizado. Por exemplo, alimentos empanados soltam mais partículas no óleo por conta da farinha, fazendo com que o produto fique sujo e velho mais rápido.

Em bares e botecos, o óleo pode durar mais tempo por conta do uso de fritadeiras, que diminuem a quantidade de sobras que caem na panela.
Nas receitas em casa, como os alimentos vão direto na panela, o óleo acaba ficando velho mais rápido.

Substituição do óleo

Para saber quando é o momento de fazer a troca, preste atenção em dois detalhes:

  • Se o óleo, depois de quente, liberar um cheiro forte e uma fumaça escura, ele não deve ser utilizado.
  • Se o alimento, depois de frito, estiver com uma cor escura ou murcho, quer dizer que o óleo já está muito velho e também não deve ser usado novamente.

Descarte do óleo de cozinha velho

Foto: Guia da Cozinha

Por ser um grande poluente, o óleo não pode ser jogado fora de qualquer maneira. Se jogado diretamente no ralo da pia, por exemplo, ele dificulta o tratamento de esgoto, pode entupir o encanamento, poluir rios e lagos e desregular todo o ecossistema do local. O descarte de óleo não é difícil de ser feito, mas, por falta de informação, muitas pessoas não sabem ao certo o que fazer com ele.

Como descartar

Após utilizar o óleo em frituras, espere esfriar e passe-o para um recipiente com tampa, como uma garrafa pet, por exemplo, utilizando um funil. Armazene o recipiente em local seco, sem contato com calor e vá adicionando óleo usado conforme o consumo. Quando o recipiente estiver cheio, você pode levar até pontos de coleta de óleo, que são bastante comuns na maioria das cidades. Além da coleta, muitas pessoas utilizam o óleo velho para fazer sabão. Assim, você pode doar para alguém que faça o produto ou você mesmo pode produzi-lo, se desejar.

Óleo reciclado

A partir do óleo reciclado, muitos outros produtos podem ser feitos. Tintas à base de óleo, resinas, glicerinas e detergentes são alguns. O biodiesel, alternativa de combustível que agride menos o meio ambiente, também pode ser feito a partir do óleo de cozinha usado.

Fonte: Terra

RMR ganha rede para o descarte limpo de óleo

Projeto de reciclagem e descarte tem início hoje na Região Metropolitana do Recife promovido pela marca Soya

Cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) recebem a partir deste mês o projeto Soya Recicla, um dos maiores programas nacionais de reciclagem e descarte de óleo de cozinha, que é capitaneado pela marca Soya. A iniciativa criou uma grande rede de coleta que envolve a disponibilização de locais e veículos de revendas da Ultragaz no Grande Recife e pontos de descarte voluntários (PEV). O lançamento da estratégia aconteceu, na última sexta-feira, no Recifel, durante os preparativos finais da expedição da Família Schurmann para a 30ª edição da Regata Recife-Fernando de Noronha. Conhecidos pelos desafios no mar e pelo ativismo ecológico, os Schurmann são os embaixadores do projeto.

No próximo dia 11, a família fará o descarte dos resíduos da viagem, na Universidade Estácio de Sá, que receberá o primeiro PEV do Soya Recicla. “A Refeno, neste ano, e a Família Schurmann estão trabalhando o tema da sustentabilidade com a questão da poluição dos mares e um dos principais fatores de poluição dos mares é o óleo, além do plástico”, comentou o gerente de marketing da Bunge, Rafael Sá, sobre o momento de startar o projeto no Recife e Região Metropolitana. Soya Recicla começou no País por São Paulo ainda em 2006.

De lá para cá, já chegou a 115 cidades e recolheu quase seis milhões de litros de óleo de cozinha que foram transformados em sabão biodegradável ou biodiesel. Em grande parte dos municípios, há uma parceria entre o Instituto Triângulo – ONG de desenvolvimento sustentável – e a empresa Ultragaz, que será replicada também na Região Metropolitana do Recife. Nos próximos dias, uma equipe do Instituto Triângulo estará capacitando funcionários das revendas Ultragaz, que aderiram à iniciativa, sobre como captar o descarte. Pelo menos 30 revendas já demonstraram interesse em participar da iniciativa.

“As revendas vão aderindo ao programa organicamente. A Ultragaz não as força a aceitar. Cada revenda será um ponto de coleta do descarte onde o consumidor pode ir lá e deixar (o óleo) ou ela pode recolher na casa das pessoas quando estiver ocorrendo à venda do gás”, disse. A cada dois litros levados pelos consumidores, eles ganham um kit com o sabão ecológico. O descarte fica armazenado nas revendas até que um preposto local (a empresa Recioleo) dê destinação tanto para a produção de sabão ou de entrega para usinas de biodiesel. O alvo inicial do programa são os consumidores domiciliares, mas numa próxima fase grandes produtores desse resíduo como restaurantes e hotéis devem ter uma ação de adesão específica.

“O Recife e região ganham uma rede de mobilização ecológica, onde as pessoas podem guardar o óleo vegetal, encontrar pontos de entrega e receber de volta um símbolo importante que é o sabão reciclado”, reforçou o presidente do Instituto Triângulo, Eduardo Maki.

Fonte: Folha de Pernambuco

Projeto conscientiza alunos sobre descarte correto do óleo de cozinha

Em favor da ecologia

Escolas da cidade de Congonhas participam de projeto que conscientiza alunos sobre descarte correto do óleo de cozinha

Você sabia que o descarte incorreto do óleo de cozinha pode contaminar o solo e as águas? Para conscientizar os alunos e a população sobre os malefícios dessa prática ao meio ambiente e buscar alternativas para o reaproveitamento da substância, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) está desenvolvendo o projeto “Óleo do Bem” em 11 escolas municipais. O trabalho tem parceria da Recomix, empresa que coleta o óleo usado para produção de biodiesel. As atividades acontecem até novembro.

Por meio de uma gincana, os alunos estão coletando o óleo de cozinha. A turma vencedora fará uma visita ao Parque Ecológico da Cachoeira. Durante a realização do projeto, também estão sendo abordadas outras questões, como cooperação, trabalho em equipe, competição (com respeito às regras e entendimento de que ganhar e perder fazem parte da vida), autonomia e sustentabilidade. A Recomix está ministrando palestras e apresentando uma peça de teatro sobre o tema.

As escolas municipais participantes são: João Narciso, José Monteiro de Castro, Rosália Andrade da Glória, Dona Caetana Pereira Trindade, Conceição Lima Guimarães, Dom João Muniz, Judith Augusta Ferreira, Michael Pereira de Souza, Sr. Odorico Martinho da Silva, Fortunata de Freitas Junqueira e Jair Elias.

Fonte: Estado Atual

https://estadoatual.com.br/educacao/escola/em-favor-da-ecologia/

Programa Renova Palmas terá ponto de coleta de óleo de cozinha no 12º Festival Gastronômico de Taquaruçu

Sabe aquele óleo de cozinha usado nas frituras e agora não tem mais serventia? Ele pode ser reciclado, e entre as formas de reciclagem do óleo de cozinha usado, a mais importante é a produção de biodiesel. E pensando nisso, a Fundação do Meio Ambiente (FMA), por meio do Programa Renova Palmas, estará coletando o residual de óleo de cozinha utilizado nas barracas de alimentação durante a realização do 12º Festival Gastronômico de Taquaruçu, que começa nesta quarta-feira, 05.

O Programa Renova Palmas estará com um ponto de coleta na praça principal do distrito, com a disponibilização de três tambores de 220 litros devidamente identificados para que a população e os comerciantes possam fazer a doação do óleo residual produzido durante os quatro dias de festival.

Segundo o diretor de Gestão Ambiental, Marcelo Grison,  da FMA, a ideia é incentivar a população e principalmente os barraqueiros que trabalham com alimentação, durante o festival, a doar esse  óleo residual e não fazer o descarte indevido na pia ou no solo.

Ainda, de acordo com Grison, no ponto de coleta haverá um trabalho de educação ambiental, no qual os servidores da Fundação do Meio Ambiente com apoio dos alunos da Estação Juventude, distribuirão panfletos à população e aos comerciantes sobre como fazer o descarte correto do produto.

Em contrapartida, quem fizer o descarte do óleo residual no ponto de coleta em Taquaruçu, receberá como compensação a cada litro de óleo doado, uma muda de árvore frutífera ou nativa  do cerrado  a exemplo de ipê, oiti, guapeva e fava de bolota, dentre outras.

O óleo de cozinha recebido pela FMA, por meio do programa Renova Palmas é destinado a instituições filantrópicas, para que estas posam processá-lo, transformando o resíduo em sabão. Um dos beneficiários é o Programa Palmas que Te Acolhe, mantido em parceria entre a Secretaria Municipal da Juventude e Governo Federal. A produção é comercializada pelos beneficiários do programa, para ajudar em suas despesas pessoais.

Em Palmas o Programa Renova Palmas, tem um ponto de coleta  do óleo de cozinha utilizado, na sede da Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA), localizada no segundo andar do edifício do Resolve Palmas, na Avenida JK.

Fonte: Portal Surgiu

Prefeitura é posto de recebimento de óleo para reciclagem

Desde de sexta-feira (25), a Prefeitura de Pindamonhangaba instalou um coletor de óleo de cozinha usado para que a população possa destinar o produto recolhido à reciclagem. O coletor está instalado no hall da entrada principal da sede da Prefeitura.

Para doar, é preciso armazenar o óleo de cozinha usado em garrafas pet e depositar as garrafas no coletor. Cada recipiente de coleta tem capacidade para receber até 200 litros de óleo.

Vale ressaltar a participação da população participar na doação de garrafas pet com óleo, produto que gera grande impacto ambiental. Cada litro de óleo contamina mil litros de água, por isso, não se deve jogar óleo de cozinha usado no ralo da pia. O óleo é um material que pode ser reciclado e virar sabão ou biodiesel, por exemplo.

A iniciativa do coletor de óleo foi do Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura, que utilizou recurso do Fundo de Meio Ambiente para a compra, aprovada pelo Comdema – Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente. O coletor é ecologicamente correto, pois foi fabricado com tubos de pasta de dentes reciclados.

Fonte: Agora Vale

Restaurantes reciclam 30 mil litros de óleo todo mês em Vila Velha, ES

Em 2012, foi implantada uma lei que obriga o descarte correto do produto.
Desde então, foram reciclados mais de 1 milhão de litros de óleo.

Todo mês, são reciclados 30 mil litros de óleo em Vila Velha, na Grande Vitória. Em 2012, foi implantada uma lei que determina que os restaurantes façam o descarte correto do produto no município. E desde então, foram recuperados 1 milhão de litros.

Segundo Thiago Piccolo, que é sócio de um restaurante, são usados 150 litros por semana no estabelecimento. “Em torno de 150 litros. Nós trabalhamos com gordura de óleo de palma, que tem durabilidade maior que o óleo de soja. E então nós geramos menos detrito ainda para o meio ambiente”, afirmou.

Depois que não tem mais utilidade, é recolhido e colocado em tambores, para não ser descartado de forma errada. “A gente sempre teve essa preocupação. Nós trabalhamos com frutos do mar, e sabemos que se não for dado o destino adequado para esse óleo, isso vai interferir no ecossistema marinho. E isso prejudica todo mundo”, disse Thiago.

O óleo recolhido nos restaurantes de Vila Velha é levado para uma empresa de reciclagem em Cariacica, também na Grande Vitória. O produto passa por um processo de triagem, onde os resíduos ganham destinação adequada.

De acordo com o engenheiro responsável, Humberto Ferreira Martins, a empresa recebe óleo usado de mais de mil estabelecimentos só do município de Vila Velha. “Depois de tratado, o PH é corrigido e encaminhado para as indústrias químicas, para a produção de biodiesel, de sabão, de plastificantes e uma série de materiais”, relata.

O Secretário de Desenvolvimento de Vila Velha, José Merlo, explica que para funcionar, o estabelecimento que trabalha com o produto, tem que cumprir a lei.

“Só ajuda o meio ambiente e a população também. Porque a medida que você tem esse resíduo, nessa quantidade em quatro anos, você vê que deixou de ser despejado no meio ambiente, poluindo rios e solos. E os descarte correto retorna para a população, em forma de sabão. É um ciclo que se renova a cada descarte correto”, afirmou.

Clique aqui para assistir a reportagem.

Fonte: G1

Como fezes dos cavalos e óleo de cozinha dos Jogos serão úteis para o Rio

Os Jogos Olímpicos do Rio tiveram como uma de suas principais bandeiras a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente desde a cerimônia de abertura. No Parque Olímpico, o conceito ecologicamente correto também foi empregado em larga escala com ações como a reciclagem de material não orgânico e o reúso da água.

Menor pira olímpica da histórica

Os Jogos do Rio tiveram a menor pira olímpica de todas as edições das Olimpíadas. A pira que está na praça Mauá, região portuária da capital carioca, foi feita em um tamanho reduzido para consumir menos combustível e emitir menos gases poluentes.

A ideia do Comitê era usar a chama como um gesto simbólico para conscientizar a população e para que as pessoas repensem sua forma de consumo. Além da pira, as 14 mil tochas que circularam pelo país também foram produzidas com alumínio reciclado.

Óleo da cozinha dos atletas vai virar sabão e biodiesel

Litros e litros de óleo de cozinha foram usados para o preparo da comida dos atletas na Vila Olímpica e dos espectadores do Parque Olímpico. Mas todo o óleo que seria descartado não vai para o lixo. Ele é captado para ser transformado em combustível biodiesel e em sabão em barra. O sabão substitui o detergente que é considerado altamente poluente. Segundo dados da Rio 2016, cada litro jogado na rede de água pode poluir até mil litros.

O projeto chamado Prove foi feito em parceria da Rio 2016 com o governo do estado. Em todas as cozinhas da Vila e do Parque Olímpico, foram colocados galões onde são depositados todo o óleo usado. Esse material é encaminhado para as cooperativas da Ecoponto que repassam para as indústrias.

Clique aqui para continuar lendo.

Fonte: UOL

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