Biodiesel: Congresso Brasileiro vai incentivar inovação e empreendedorismo

O evento contará com uma programação repleta de novidades, abordando os temas mais relevantes do setor de Biodiesel, além do Grand Prix de Inovação, da Rodada de Inovação e Negócios e da Feira Tecnológica.

O Ministro de estado Astronauta Marcos Pontes, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), convida aos pesquisadores, professores, empresários, produtores, empreendedores, estudantes e outros profissionais do biodiesel para participarem do VII Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação do Biodiesel.

O Congresso ocorrerá entre 4 a 7 de novembro de 2019, na cidade de Florianópolis-SC, no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira.

Faça sua inscrição e submeta seu trabalho técnico-científico até 04 de setembro de 2019 pelo site: www.congressobiodiesel.com.br

Olá Turma do Biodiesel… segue convite do Ministro Astronauta Marcos Pontes! Não percam a oportunidade!“Empreendedorismo e inovação: construindo um futuro competitivo para o biodiesel”, será o tema da sétima edição do Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação de Biodiesel que acontecerá entre os dias 4 e 7 de novembro, em Florianópolis/SC.O evento terá uma programação com palestras (nacionais e internacionais, exposições, rodada de inovação tecnológica e a primeira edição do Grand Prix da Inovação em Biodiesel, em parceria com o SENAI.Se você é pesquisador, estudante, técnico, produtor, empreendedor e/ou empresário participe das discussões sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação na produção e no uso do biodiesel. Envie seu trabalho técnico-científico até o dia 04 de setembro e acompanhe as novidades no nosso portal, nas mídias sociais e no site do evento: www.congressobiodiesel.com.br#mctic #embrapaagroenergia #congressobiodiesel2019 #rbtb #astronautamarcospontes

Publicado por Rafael Menezes em Domingo, 9 de junho de 2019

Brasil tem todas as condições para ser referência mundial em energias renováveis, segundo especialistas

O Brasil é incrível no aspecto energético, e devemos caminhar para a nossa sustentabilidade. A afirmação foi feita pelo secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Alvaro Prata, durante o seminário “O Mundo, o Brasil e as energias renováveis: eólica e solar”. A declaração do secretário foi reforçada pelos palestrantes durante o evento. De acordo com dados apresentados por eles, o Brasil é hoje a 9ª economia mundial em capacidade de geração de energia eólica.

“Ultrapassamos a Itália no ano passado. Somos o quinto país que mais investiu em energia eólica no ano passado, cerca de R$ 18 bilhões. O Brasil tem o melhor vento do mundo para produção de energia eólica, segundo especialistas do setor”, afirmou a presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum.

Ela acrescentou que a capacidade do país “é altíssima” e acima da média mundial. “O Brasil figura como o terceiro país mais atrativo em investimentos no setor de fontes renováveis, sendo a eólica a principal protagonista. Hoje, o país tem 11,6 gigawatts de capacidade instalada. Somos uma usina de Belo Monte em capacidade e em geração de energia. A diferença é que essa usina está espalhada pelo Nordeste brasileiro e demais regiões do país”, disse.

Bons ventos e muito sol

Segundo Gannoum, a média de aproveitamento da matriz eólica em países desenvolvidos fica em torno de 23%, enquanto, no Brasil, é de 38%. “Mas também chegamos à situação excepcional muito acima dessa média”, afirmou o secretário Prata, referindo-se à capacidade eólica de estados brasileiros, como o Piauí. “Lá, o aproveitamento da energia eólica é de 70%, ou seja, a perda é de apenas 30%. Na Europa, a eficiência do aproveitamento fica em torno dos 30%. É muito difícil conseguir aproveitar porcentagem tão alta de uma energia que vem para nós de graça. O vento está aí.”

O vento e o sol. De graça ou quase de graça. O presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, apresentou dados que comprovam a redução dos valores cobrados pela comercialização da energia solar fotovoltaica em alguns países, que podem chegar a US$ 30 o megawatt/hora. “Isso é mais barato que o carvão mineral, considerado custo mais baixo do mundo. Especialistas apontam que essa fonte será, a partir de 2030, uma das mais baratas para geração de energia elétrica do planeta e vai ser tornar fonte do nosso cotidiano”, explicou.

Segundo ele, o uso das energias renováveis é uma oportunidade econômica. “As fontes renováveis já geram por volta de 10 milhões de empregos de qualidade no mundo. A energia solar sozinha é responsável por mais de 3 milhões de empregos no planeta. Esse é um potencial que nosso país precisa aproveitar. São empregos de qualidade, majoritariamente, de nível técnico e superior com salários acima da média nacional. O volume de empregos gerados pela fonte fotovoltaica é significativo: na faixa de 25 a 30 empregos diretos por megawatts instalado, o que faz dessa fonte uma locomotiva da geração de empregos”, observou.

Na Alemanha, de acordo com Sauaia, já são mais de 300 mil empregos no setor. “É uma decisão econômica do Brasil. Existe uma grande oportunidade de grande prazo e o país tem todas as condições de se tornar referência mundial”, acrescentou. No setor eólico não é diferente, a cada ano são gerados no país cerca de 40 mil postos de trabalho. No ano passado, a energia eólica cresceu 46% e colocou milhares de pessoas no setor produtivo gerando renda.”

Nesse sentido, a diretora de projeto da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ, na sigla em inglês), Tina Ziegler, defendeu que o país valorize o setor, observando as condições naturais privilegiadas do território nacional. “O Brasil tem uma radiação muito boa para energia solar, é muito privilegiado. Diversificar a matriz energética brasileira pode gerar muitos empregos e renda para o país”.

O secretário Prata está de acordo. “Mais e mais temos que fazer uso intensivo e inteligente da energia solar e das nossas fontes renováveis. Temos essas matrizes com muita abundância. Caminhemos para a sustentabilidade”.

Fonte: MCTIC, publicado no Portal Ambiente Energia

Em dez anos, MCTIC investiu R$ 180 milhões no desenvolvimento tecnológico do biodiesel

O montante foi aplicado para formar uma rede de 37 laboratórios e solucionar gargalos tecnológicos do setor. Resultados das pesquisas foram reunidos num livro lançado pela Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC durante o 6º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, em novembro. Brasil é um dos maiores produtores mundiais do combustível, com uma capacidade instalada de 7,3 bilhões de litros por ano. Em 2015, o consumo foi de 3,9 bilhões de litros.

Nos últimos dez anos, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações investiu R$ 180 milhões no desenvolvimento tecnológico do biodiesel no Brasil. Os recursos foram aplicados em uma série de projetos implantados por meio da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB), que é gerenciada pelo ministério. O resultado da atuação do MCTIC está no livro “Biodiesel no Brasil: Impulso Tecnológico – Volume 1”.

A publicação apresenta algumas das principais pesquisas sobre o combustível no país e os resultados de estudos recentes e inovadores. Dividido em dez capítulos, o livro mostra a evolução histórica da indústria brasileira de biodiesel e também aborda diferentes aspectos como logística e localização das usinas, tecnologias de produção existentes e tendências futuras, além da diversificação de matérias-primas na produção do combustível.

“O livro é um plano antigo do MCTIC para dar visibilidade às ações da rede na última década”, explica o coordenador de Inovação em Tecnologias Setoriais da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Rafael Menezes.

Para ele, o MCTIC teve um papel fundamental na estruturação de uma base tecnológica, na formação de uma rede de 37 laboratórios de caracterização e controle da qualidade do biodiesel no país, bem como na solução de gargalos tecnológicos do setor.

Esse trabalho começou em 2005, com a criação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB). Por meio dela, o MCTIC articula ações com outros órgãos de governo e com empresas privadas para impulsionar o desenvolvimento tecnológico do biodiesel no país. Somente por meio da Setec, até hoje já foram incentivados e elaborados termos de referência de 14 chamadas públicas, 32 encomendas tecnológicas e 60 projetos orçamentários.

Alternativa

Os biocombustíveis são uma alternativa sustentável à dependência energética de combustíveis de origem fóssil e contribuem para a redução das emissões de gases de efeito estufa e outros nocivos à saúde humana. Por meio de leis e do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), há dez anos o Brasil introduziu em sua matriz energética o biodiesel, uma mistura de monoésteres de ácidos graxos, que substitui o diesel fóssil em motores veiculares e estacionários.

Atualmente, o país é um dos maiores produtores mundiais do combustível. A capacidade instalada da indústria nacional é de 7,3 bilhões de litros por ano, sendo que, em 2015, o consumo total foi de 3,9 bilhões de litros. Hoje, o percentual obrigatório de adição do biodiesel ao diesel mineral é de 7%. A perspectiva é que essa proporção suba para 15% até 2020.

Rafael Menezes destaca que o MCTIC tem investido no domínio tecnológico de outras culturas para obter fontes alternativas de matéria-prima para a produção do biodiesel e baratear o custo. Hoje, segundo ele, 80% do combustível produzido no Brasil têm como fonte a soja, 15% o sebo bovino e 5% outras matérias-primas graxas. E a matéria-prima responde por cerca de 80% do custo de produção. “O grande desafio é desenvolver novas fontes, em grande volume e de baixo custo nas principais regiões brasileiras produtoras de biodiesel.”

Congresso

O livro “Biodiesel no Brasil: Impulso Tecnológico – Volume 1”, que pode ser acessado na íntegra aqui, foi lançado durante o 6º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, realizado em novembro último. No evento, foram aprovados 716 artigos científicos em sete áreas temáticas relacionadas ao biodiesel. “É um número para se comemorar, levando em consideração a redução do investimento em pesquisa e novos projetos em virtude da crise econômica enfrentada pelo país”, aponta Rafael Menezes.

A média de artigos neste ano foi semelhante ao do último congresso da rede, em 2012, quando foram apresentados 800 trabalhos. Durante os quatro dias de realização, o evento contou com 750 participantes, entre pesquisadores, estudantes e representantes de empresas. “O congresso é uma ferramenta onde se mede a temperatura da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico no país”, conclui o coordenador da Setec.

Fonte: MCTIC

Congresso de Biodiesel recebe trabalhos científicos até 18 de setembro

Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC participa da organização do encontro, marcado para 22 a 25 de novembro, em Natal (RN).

Pesquisadores têm até 18 de setembro para entregar os trabalhos científicos que serão apresentados no 6º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB) e no 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, marcados para 22 a 25 de novembro, em Natal (RN). Desde 2006, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) promove o Congresso da RBTB para compartilhar pesquisas da cadeia produtiva do biodiesel.

O congresso envolve as comunidades científica e empresarial e abrange sete áreas temáticas: matéria prima; armazenamento, estabilidade e problemas associados; caracterização e controle da qualidade; coprodutos; produção do biocombustível; uso de biodiesel; e políticas públicas de desenvolvimento sustentável.

A escolha do Rio Grande do Norte como sede se deve à posição geográfica estratégica do estado, que desponta na produção de energia renovável e sedia um dos núcleos de desertificação do semiárido – motivo pelo qual o congresso oferecerá opções para inclusão do biodiesel na matriz energética, a fim de gerar conhecimento tecnológico e criar alternativas para o agricultor familiar.

Inscrições para o evento devem ser feitas pela internet até 4 de novembro.

A Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC (Setec) realiza o congresso ao lado das universidades federais de Lavras (Ufla), por meio do Núcleo de Estudos em Plantas Oleaginosas, Óleos Vegetais, Gorduras e Biocombustíveis (G-Óleo), e do Rio Grande do Norte (UFRN), além da RBTB, no contexto do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB).

O congresso tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), das associações Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), das fundações de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte (Fapern), da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), e da empresa Olea, incubada na Ufla e na UFRN.

Serviço
Evento: 6º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel
Data: 22 a 25 de novembro de 2016
Local: Praiamar Natal Hotel & Convention
Endereço: Rua Francisco Gurgel, 33, Ponta Negra
Cidade: Natal (RN)

Fonte: MCTIC

Assine nossa newsletter e tenha acesso as principais notícias do setor


aprobio@aprobio.com.br
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 - Conj. 91 - Jd. Paulistano - 01452-911 - São Paulo - SP - Tel: 55 11 3031- 4721