18 de setembro de 2019

Em dez anos, produção de biodiesel de Mato Grosso do Sul cresce 3.292%, aponta ANP

Estado atualmente é o sexto maior produtor brasileiro e atingiu no primeiro trimestre de 2019 um volume processado de 80,713 milhões de litros

Mato Grosso do Sul produziu no primeiro trimestre de 2019, 80,713 milhões de litros de biodiesel. Frente ao mesmo período de 2018, quando processou 80,864 milhões de litros, houve, conforme dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), uma ligeira queda de 0,2%.

Entretanto, quando a produção do acumulado de janeiro a março de 2019 é comparada com o mesmo intervalo de tempo de 2010 – totalizando dez anos, que foi de 2,379 milhões de litros, o incremento percentual é de 3.292%.

Nos primeiros três meses de 2010, conforme a ANP, o estado tinha apenas uma planta de produção de biodiesel operando, a Biocar, em Dourados. Na época, Mato Grosso do Sul terminou o ano como o 12º maior produtor desse biocombustível.

Já em 2019, o estado conta com duas usinas de produção de biodiesel em atividade. A Delta, em Rio Brilhante e a Cargill, em Três Lagoas. Com o processamento dessas duas indústrias, Mato Grosso do Sul é o sexto maior fabricante de biodiesel do Brasil.

Neste primeiro trimestre produziram mais biodiesel que o estado somente: Rio Grande do Sul, com 354,988 milhões de litros; Mato Grosso, com 283,906 milhões de litros; Goiás, com 183,113 milhões de litros, Paraná, com 149,236 milhões de litros e a Bahia, com 108,613 milhões de litros.

No país, a produção de biodiesel cresceu nestes três meses iniciais de 2019, 17,3%, passando de 1,128 bilhão de litros para 1,323 bilhão de litros.

Desde 2008, a mistura de biodiesel ao óleo diesel passou a ser obrigatória. Inicialmente o percentual determinado pelo governo federal foi de 2%. Foram ocorrendo aumentos gradativos do percentual e atualmente é 8%.

Fonte: G1

Esmagamento de soja aumenta 7,25% em janeiro

Foi realizado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) um levantamento referente ao esmagamento mensal de soja do mês de janeiro em Mato Grosso. O valor aproximado do total esmagado foi de 756,25 mil toneladas, 7,25% maior quando comparado ao do mês de dezembro.

Os economistas ressaltam que historicamente o mês de janeiro apresentou média de esmagamento menor do que a do mês de dezembro, isso se deve principalmente ao
fato de que janeiro é um mês de transição entre safras e algumas esmagadoras preferem parar suas atividades para realizar a manutenção anual de seus equipamentos. Porém,
é possível que algumas fábricas tenham virado o ano com boa cobertura, além da antecipação da colheita, fatores que contribuíram para o aumento do volume esmagado em
relação a dezembro.

Já quando comparado com o mês de janeiro de 2018, houve um aumento de 14,08% no volume de soja esmagada, o que é um aumento considerável em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Agora Mato Grosso

Colheita de soja 18/19 do Brasil avança para 19% da área, diz AgRural

SÃO PAULO (Reuters) – A colheita da safra de soja 2018/19 do Brasil, maior exportador global da oleaginosa, avançou para 19 por cento da área cultivada até a última quinta-feira, ante 13 por cento uma semana antes, informou a consultoria AgRural nesta segunda-feira.

Os trabalhos seguem à frente dos 6 por cento observados tanto no ano passado quanto na média de cinco anos.

“Os trabalhos poderiam ter avançado ainda mais rapidamente, não fosse o retorno das chuvas a Mato Grosso após um período de tempo mais seco. Mesmo assim, as colheitadeiras já passaram por 40 por cento da área de soja do Estado”, afirmou a consultoria em relatório semanal.

No Paraná, 25 por cento da área está colhida, acrescentou a AgRural, que já adiantou que revisará para baixo sua estimativa de produção nacional em 2018/19, atualmente em 116,9 milhões de toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas

Mato Grosso exportou 6,7% mais farelo de soja de janeiro a novembro

De acordo com o Imea, movimento foi estimulado por maior demanda e pela quebra de safra da Argentina

As exportações de farelo de soja de Mato Grosso somaram 5,26 milhões de toneladas de janeiro a novembro deste ano, volume 6,74% maior que o registrado no mesmo período no ano passado. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o Estado foi favorecida pela demanda maior pelo produto e pela quebra da safra da Argentina.

“Para os próximos anos, a demanda por soja para esmagamento e produção de biodiesel tende a continuar fortalecendo a oferta de farelo no Estado, e este mercado possui uma grande importância, visto que a demanda interna tem dificuldade em absorver toda a produção”, avaliam os técnicos do Instituto, em boletim semanal divulgado nesta segunda-feira (10/12).

Desde 2010, quando os embarques foram de 4,43 milhões de toneladas, o crescimento das vendas externas desse subproduto da soja a partir de Mato Grosso cresceu 18,73% considerando intervalos de janeiro a novembro (veja gráfico abaixo). “Mato Grosso, além de ser um grande exportador de soja em grão, é um grande esmagador de soja e, consequentemente, apresenta uma significativa produção de subprodutos, dentre eles, farelo”, afirma o Imea, no boletim.

Em relação ao grão, a última semana foi de queda de 0,21% na cotação no Estado. De acordo com o Imea, uma saca de 60 quilos valia, em média R$ 65,66. A baixa é explicada pela desvalorização do dólar e dos prêmios pagos nos terminais portuários, fatores importantes para a formação do preço da soja. Ainda assim, o valor é maior que o registrado no mesmo período em 2017.

“Com a intervenção do Banco Central e as movimentações no cenário político externo, a taxa de câmbio teve um recuo de 0,21% quando comparada à da semana anterior”, informa o boletim.

Com a safra já plantada e o início da colheita cada vez mais próximo, a venda da produção avança. A soja da safra 2017/2018 estava 98,7% comprometida até novembro, estima o Instituto, um progresso de 1,87 ponto percentual em relação a outubro. Nessa mesma época na safra passada, o nível de soja contratada estava em 97,5% do total.

A comercialização antecipada da safra nova também está mais adiantada na comparação com uma ano atrás, mostram os números do Imea. Até novembro, os sojicultores mato-grossenses haviam comercializado 41,33% da sua produção. No mesmo período em 2017, a proporção estava em 38,62%.

“Este progresso para ambas as safras no período é reflexo da aproximação da colheita da nova safra, seja para liberar espaço nos armazéns, quanto para a garantia de preços”, diz o Imea.

grafico-exportacao-farelo-mt (Foto: Imea)

Plantio de soja chega a 71% e segue em ritmo recorde, diz consultoria

Um ano antes, plantio estava em 57%. Em Mato Grosso, maior produtor nacional, 96% da área já foi semeada

O plantio da safra de soja 2018/19 no Brasil chegou a 71% da área nesta semana, um aumento de 11 pontos percentuais ante a semana passada e acima dos 57% de um ano atrás, mantendo-se como o mais rápido da história, informou a AgRural nesta sexta-feira (9).

Mato Grosso, maior produtor nacional, lidera os trabalho com 96% de sua área já semeada, registrando também ritmo recorde, ante 79% no ano passado, segundo a consultoria, acrescentando que o tempo permanece favorável ao plantio e que as lavouras estão se desenvolvendo bem.

Outro destaque feito no relatório semanal da AgRural é o avanço da semeadura no Rio Grande do Sul, que atingiu 39% da área, mas que pode apresentar necessidade de replantio em alguns pontos.

“As chuvas deram uma trégua e permitiram o avanço das máquinas, mas a umidade alta herdada da semana passada tem resultado em tombamento e pode haver replantio”, disse a consultoria.

Milho

A semeadura da primeira safra de milho 2018/19 na região centro-sul do Brasil alcançou 82% da área, alta de 17 pontos percentuais na semana e à frente dos 55% há um ano atrás e dos 63% na média de cinco anos.

No Sul do país, o único Estado que ainda está plantando é o Paraná, segundo maior produtor, disse a AgRural.

Fonte: G1

Com trabalhos acelerados, plantio de soja chega a 46%

O plantio da safra brasileira de soja avançou para 46% da área na última semana, um recorde para esta época do ano, puxado pelo forte ritmo dos trabalhos no Centro-Oeste.

Conforme levantamento da consultoria , no mesmo período do ano passado, 30% da área havia sido cultivada. A média dos últimos cinco anos é de 28%. Mato Grosso é o estado em que os trabalhos estão mais adiantados, com 77% da área plantada, ante 43% em 2017 e 40% na média de cinco anos.

Fonte: DCI

Plantio de soja está acelerado em MT e fazendeiros já olham para algodão

Correndo contra o tempo, produtores estão trabalhando até durante a noite com a chamada ‘soja precoce’, para dar lugar ao próximo cultivo.

O plantio de soja em Mato Grosso está em ritmo acelerado. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a expectativa é que sejam plantados 10 milhões de hectares do grão no estado, um aumento de 2% em relação ao ano passado.

Diferentemente de 2017, as chuvas estão melhores neste ano.

No maior estado produtor do grão no país, os agricultores trabalham com um planejamento de longo prazo. Apesar de a época ainda ser de pleno plantio da soja, já tem produtor preocupado com o cultivo do algodão, que virá em seguida.

Em uma fazenda em Pedra Preta, os primeiros hectares plantados foram da soja precoce, que em cem dias será colhida para dar lugar ao próximo cultivo.

Preço do algodão em alta

Lá, apesar da boa perspectiva com o cereal, os agricultores vão aumentar a aposta no algodão, que está com preço em alta – na última safra, a arroba foi vendida por pouco mais de R$ 100 e os contratos fechados até agora conseguiram manter esse valor.

A janela de plantio do algodão segunda safra termina no próximo dia 25 de janeiro e os produtores que vão destinar áreas à cultura correm contra o tempo: as máquinas plantadeiras permanecem no campo noite adentro.

“O mercado de algodão está bem aquecido e grande parte desse algodão que a gente vai plantar ainda está sendo comercializada”, diz Joanei Luiz Baldissera, gerente de produção da fazenda.

Na última safra, o Mato Grosso colheu mais de 3 milhões de toneladas de algodão em caroço e mais de 32 milhões de toneladas de soja.

Fonte: G1 – Globo Rural

Mercado da soja em Mato Grosso espera posições concretas do preço do frete, aponta instituto

O mercado de soja no Estado vem passando por um momento distinto nas últimas semanas. Além dos agentes estarem afastados do mercado, os principais indicadores que compõem o preço da soja se encontram em momentos divergentes. O contrato corrente da CME transita em baixa, na última quinta-feira alcançou US$ 8,81/bu. A última vez em que esteve nesse nível foi no terceiro trimestre de 2015. Um dos principais fatores que justificam essa desvalorização é a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China.

Por outro lado, o prêmio corrente pago nos portos brasileiros vem se recuperando, e se encontra em valorização. Já o dólar caminha de maneira volátil e tem favorecido as commodities, mas muitas incertezas ainda pairam, como as próximas eleições. Todavia, o maior entrave neste momento é o transporte rodoviário, que travou o mercado de soja, e começa a gerar questionamentos quanto à estocagem do milho no Estado.

Veja a notícia na íntegra no site do Só Notícias

Fonte: Notícias Agrícolas

Mato Grosso negocia em leilão 211 milhões de litros biodiesel

Dez usinas produtoras de Mato Grosso participaram do 61º Leilão de Biodiesel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ocorrido no dia 12 deste mês. As indústrias vão entregar 211,120 milhões de litros do biocombustível, pelos quais vão receber R$ 543,313 milhões. O volume representa 20,94% do total comercializado no leilão, que arrematou 1,010 bilhão de litros (volume obrigatório e voluntário). Destes, 1,008 bilhão de litros foram para mistura obrigatória ao óleo diesel, no percentual de 10% (B10).

O preço médio de venda, sem considerar a margem da Petrobras, foi de R$ 2,631 por litro. O valor é 8,5% superior ao do leilão anterior, de R$ 2,423/l sem a margem. De acordo com a ANP, este foi o leilão mais longo da história dos leilões de biodiesel e o 1º a arrematar mais de 1 bilhão de litros. A apresentação das ofertas ocorreu em um único dia, com 38 produtores disponibilizando um volume total de 1,040 bilhão de litros, sendo 97,66% de produtores detentores do selo Combustível Social.

Rodrigo Prosdocimo Guerra, presidente do Sindicato das Indústrias de Biodiesel de Mato Grosso (SindiBio/MT), destaca que o volume comercializado pelas usinas do Estado manteve a média percentual de leilões anteriores. Neste evento, a quantidade total cresceu porque a adição de biodiesel ao óleo diesel passou a ser maior e chega a 10%. “Os leilões têm a sazonalidade de preço. Tem período em que é maior e outro que é menor, devido à demanda. Porém, foi uma média de preço que permite que as empresas consigam ter viabilidade para produzir dentro dos próximos 2 meses, prazo em que dura essa entrega. Claro que isso depende da variação nos preços das commodities e do câmbio, mas há uma boa margem para a produção”.

O setor tem capacidade para produzir 24% do volume nacional, mas pode crescer ainda mais, de acordo com Prosdócimo. “O segmento é muito firme e as empresas são sólidas. Durante 10 anos de vigência do Programa Nacional de Biodiesel elas se consolidaram. E a especificação de biodiesel do Brasil hoje é a mais rigorosa do mundo. Com isso a produção de Mato Grosso está entre as mais modernas e de qualidade”.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei 13.263, publicada no DOU em 24/03/2016, que estabelece em 10% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B10), em até 36 meses após a data de promulgação da Lei.

Mato Grosso registra recorde com o esmagamento de 913,5 mil toneladas de soja em março

Segundo estimativa do Imea, durante a safra 2017/2018, o estado deve esmagar 9,25 milhões de toneladas de soja

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) atualizou o volume de soja esmagada em Mato Grosso, apresentando em março 913,5 mil toneladas, sendo o maior volume mensal já observado na série histórica do Estado. Nota-se que tal valor esmagado apresentou um aumento de 10,77% ante fevereiro, enquanto que, em relação ao mesmo período do ano passado, registrou um crescimento de 10,68%.

Demanda aquecida

De acordo com o Imea, isso se deve, principalmente, à maior disponibilidade de grão no mercado em decorrência do fluxo da colheita, em conjunto com a demanda mais aquecida pelo farelo, que proporcionou uma melhora na margem bruta de esmagamento neste último mês.

Esmagamento de soja

Apesar desse volume recorde nesse mês, espera-se que o fluxo siga em ritmo aproximado ao registrado nos últimos meses. Atrelado a isso, o Imea estima que, na safra 2017/2018, Mato Grosso esmague 9,25 milhões de toneladas, o que representa o segundo maior volume já previsto na série, ficando atrás apenas ao da safra 2016/2017, informou o Imea.

Continue lendo aqui.

Fonte: Farming Brasil – SF Agro

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