67º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 984,443 milhões de litros

No 67º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 984,443 milhões de litros de biodiesel (volume obrigatório e voluntário), para atendimento às misturas obrigatória e voluntária. Desse volume, 983,543 milhões de litros foram para mistura obrigatória, sendo 99,95% deste total oriundos de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio de negociação foi de R$ 2,329/L, sem considerar a margem da Adquirente, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 2,29 bilhões, refletindo um deságio médio de 23,64% quando comparado com a média ponderada dos “Preços Máximos de Referência” regionais (R$ 3,050/L).

A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (03/06), com 39 produtores disponibilizando um volume total de 1,124 bilhão de litros, sendo 99,64% de produtores detentores do selo Combustível Social.

Em continuidade ao processo do Leilão de Biodiesel, foram arrematados 920,49 milhões de litros de biodiesel no primeiro dia de seleção das ofertas (05/06) pelos distribuidores de combustíveis. Esse volume foi oriundo exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social e representou 81,93% do total ofertado no leilão.

No segundo dia de seleção das ofertas (06/06), foram arrematados 63,05 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 5,61% do total ofertado no leilão.

O processo de apresentação de ofertas de biodiesel pelas usinas e de seleção pelos distribuidores para mistura voluntária ocorreu no dia 10/06. Foram disponibilizados 30,38 mil litros, sendo 93,42% de produtores detentores do selo Combustível Social, volume que representou 21,69% do saldo total de oferta não vendida para fins de adição obrigatória. Foram negociados 0,9 milhão de litros de biodiesel, representando 2,96% do total ofertado no leilão autorizativo.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.263, publicada no DOU em 24/03/16, que estabelece em 10% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B10), em até trinta e seis meses após a data de promulgação da Lei.

Ressalta-se que o 67º Leilão (L67) visa a garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de 01 de julho a 31 de agosto de 2019, conforme os critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 003/19-ANP, e que os volumes comercializados no leilão somente serão validados após homologação pela Diretoria Colegiada da ANP.

Fonte: ANP

Distribuidoras levam 920 milhões de litros na Etapa 3

As distribuidoras já têm garantida a compra de 920,4 milhões de litros de biodiesel. Foi esse o resultado final da Etapa 3 do 67º Leilão de Biodiesel da ANP. Aberto nessa segunda-feira (03), o processo vai adquirir o biocombustível necessário para atender à demanda do mercado compulsório e voluntário nos meses de julho e agosto.

A rodada de hoje aconteceu dentro da normalidade. As compras foram abertas pontualmente às 10h00 e demoraram um pouco para embalar, mas, então, atingiram um bom ritmo e seguram assim até as 20h39 quando o processo foi dado por encerrado.

O volume comprado hoje pode ser considerado muito bom. As estimativas de BiodieselBR.com eram de que as compras da Etapa 3 ficassem por volta dos 810 milhões de litros. Em relação ao mesmo ponto do L66 – quando a demanda foi de 809,8 milhões de litros –, as compras avançaram 13,6%.

Das ofertas feitas pelas usinas da Etapa 2, sobraram 203 milhões de litros ainda por serem vendido.

Teto

O resultado de hoje permite que as distribuidoras adquiram mais 230 milhões de litros na Etapa 5. Se atingir o teto, o L67 terá negociado um total de 1.150 milhões de litros – 97.6% da oferta das usinas que foi de 1,12 bilhão de litros.

Nas negociações de hoje, o preço médio do biodiesel vendido ficou em R$ 2.358,80 por metro cúbico. Multiplicando esse valor pelo volume negociado até agora, temos uma movimentação financeira de R$ 2,1 bilhões.

No encerramento da Etapa 3, o L66 havia gerado um faturamento de R$ 1,87 bilhão.

Esgotado

Fechadas as compras do dia, a maior vendedora de biodiesel até o momento é a Potencial com 61,78 milhões de litros arrematados por um preço médio de R$ 2.332,18.

Das 39 unidades produtivas que se habilitaram para participar do processo, 12 já venderam a totalidade de suas ofertas. Destas, 5 esgotaram toda sua capacidade produtiva para o bimestre.

Do outro lado apenas a Granol do Rio Grande do Sul ainda não vendeu uma única gota de biodiesel.

Fonte: BiodieselBr

Oferta de biodiesel sobe no 67º Leilão de Biodiesel

Depois de ter recuado um pouco no bimestre passado, o volume de biodiesel ofertado pelas usinas voltou a crescer e se aproximar de sua máxima no 67º Leilão de Biodiesel (L67). Encerrada a Etapa 2 do processo registrou ofertas que totalizam os 1,12 bilhão de litros; crescimento de 2,8% sobre o resultado que havia sido registrado no Leilão 66.

E foi por muito pouco que o L67 não tomou do L65 a posição de maior volume de biodiesel ofertada na história. Ficaram faltando apenas 530 m³ para que as ofertas nos dois certames se igualassem.

Capacidade mais curta

Com menos usinas partipantes colocando mais biodiesel à venda, o percentual da capacidade habilitada que foi efetivamente ofertado voltou a aumentar e fechou a Etapa 2 do L67 em 84,1%.

Nos nove leilões de biodiesel realizados desde que B10 foi implementado em março de 2018, as usinas concorrentes vêm ofertando sempre acima de 80% de sua capacidade instalada – o teto foram os 86,5% do L62 e o piso foram os 80,4% do L63.

Preços

O enxugamento na capacidade não tem, necessariamente, levado a preços maiores. Nas últimas nove disputas, o valor pedido pelas usinas por seu produto tem andado mais de lado do para cima ou para baixo.

Dessa vez, o preço médio da Etapa 2 ficou em R$ 2.332,75 cerca de 2% maior do que o valor de pedido pelas usinas no L66 . Vale recordar, no entanto, que esse valor para o biodiesel só foi atingido depois da pouco ortodoxa reabertura da Etapa 2 determinada pela ANP para tentar sanar problemas ocorridos no processo regulamentar.

Se tudo tivesse corrido normalmente, o metro cúbico do biodiesel no L66 teria sido negociado por R$ 2.307,04 e, agora, teríamos uma variação de apenas 1,1%

O deságio em relação aos preços de máximos de referência estipulados pela ANP, ficou em 23,7%.

Fonte: BiodieselBR

ANP eleva teto de preços do biodiesel no Leilão 67

Aos proverbiais 45 do segundo tempo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) finalmente divulgou os preços de referência para o 67º Leilão de Biodiesel (L67). Com a Etapa 2 do processo marcada para ser aberta na manhã dessa segunda-feira (03), a publicação aconteceu praticamente último momento possível.

Em relação ao certame anterior, os PMRs tiveram uma ligeira alta. Em média, as usinas detentoras do Selo Social poderão cobrar até R$ 3.134,00 pelo metro cúbico do biodiesel enquanto as unidades que não compram matérias-primas a agricultura familiar poderão cobrar no máximo R$ 3.108,00. Respectivamente, os reajustes aplicados foram de aproximadamente 0,6% e 1%.

Somando as altas que haviam sido aplicadas no L66 o teto para a cobrança do biodiesel aumentou 2,4% (usinas com Selo) e 2,8% (usinas sem Selo) ao longo dos dois últimos bimestres.

O maior preço possível para o biodiesel no L67 será de R$ 3.290,00 para as usinas com Selo Social operando a partir do Nordeste enquanto o menor será de R$ 2.960,00 para usinas sem Selo instaladas na Região Centro-Oeste.

Fonte: BiodieselBR

Resultado do Leilão 66 se recupera com vendas robustas na Etapa 5

Depois de dar muita dor de cabeça e pano para mangas, o 66º Leilão de Biodiesel está – finalmente – voltando aos eixos. Encerrado às 16h20, o processo negociou um pouco menos de 927,4 milhões de litros de biodiesel que serão usados pelas distribuidoras para atender ao mercado obrigatório durante o terceiro bimestre.

Embora esse resultado final tenha ficado aquém dos 950 milhões dos litros que BiodieselBR.com havia antecipado inicialmente – a projeção foi corrigida para 930 milhões de litros –, ele está longe do desastre que havia se insinuado nessa segunda-feira (08) depois que a Etapa 3 foi encerrada com preocupantes 809,8 milhões de litros comprados.

Dos 1,09 bilhão de litros que as usinas colocaram a venda na Etapa 2, ainda sobraram 165,5 milhões de litros para venda no mercado autorizativo e para o compor os estoques reguladores. Se não houver mais nenhum contratempo, o L66 deverá ser encerrado na próxima segunda-feira (15).

Maior Etapa 5

Depois de mais um adiamento na terça, dessa vez por conta das chuvas intensas registradas no Rio de Janeiro. A segunda rodada de compras das distribuidoras terminou com a aquisição de um pouco mais de 117,5 milhões de litros de biodiesel; um volume que faz desta a maior Etapa 5 entre todos os leilões bimestrais.

O recorde pertencia ao L41. Nele, as compras durante a Etapa 5 passaram de 113,4 milhões de litros.

O número robusto apurado hoje representa 12,7% do volume total negociado no L66. A última vez em que uma Etapa 5 teve um peso tão grande no resultado de um leilão de biodiesel foi no L53 quando 13,8% das compras aconteceram nessa fase

Esse é o terceiro certame em sequência onde a Etapa 5 aumenta seu espaço. No L63, a Etapa 5 movimentou somente 2,3% do biodiesel negociado no processo. Desde então, a situação vem se invertendo.

Em queda

O faturamento das usinas o L66 teve outra queda. A terceira seguida. No total, o L66 movimentou R$ 2,14 bilhões. O valor é 6,9% menor que o apurado no L65 e o menor dos últimos sete bimestres – o que cobre todos o período de vigência do B10.

Vale lembrar que ao menos uma parte dessa contração foi causada pela prorrogação da Etapa 2 do processo determinada pela ANP e realizada na última sexta-feira (05). Pressionadas, as usinas baixaram em cerca de 1% os valores que haviam pedido inicialmente por seu produto.

No fim, as distribuidoras pagaram, em média, R$ 2.312,06 por cada metro cúbico de biodiesel que adquiriram. No bimestre passado o valor havia ficado em R$ 2.358,31.

Destaques

– As distribuidoras adquiriram 927,3 milhões de litros de biodiesel no L66;
– Na Etapa 3 foram 809,8 milhões de litros complementados por mais 117,5 milhões de litros hoje;
– Com esse resultado, sobraram 165,5 milhões de litros das ofertas das usinas na Etapa 2;
– Em média, o metro cúbico custará R$ 2.312,06 às distribuidoras;
– A movimentação financeira total do L66 é de R$ 2,14 bilhões;
– Das 40 usinas habilitadas, 12 venderam completamente suas ofertas respondendo por 35,2% das vendas;
– Sete usinas venderam toda a capacidade instalada bimestral;
– Com 57,5 milhões de litros comercializados, a Granol de Anápolis ficou em primeiro lugar entre as usinas podendo faturar até R$ 137,2 milhões;
– Curiosamente, com um encalhe de 22,4 milhões de litros, a Granol de Anápolis também foi a usina com o maior volume não arremato;
– A BSBios foi o grupo empresarial do setor que mais vendeu com 95 milhões de litros arrematados por um total de R$ 215,5 milhões;
– A PBio de Candeias teve o produto mais caro e receberá R$ 2.501,44 por cada m³, cerca de 9,4% cima da média;
– Já produto mais barato, custando R$ 2.206,00, era da Caibiense;
– Bio Óleo e Cooperfeliz não encontraram compradores para os, respectivamente, 2 milhões e 400 mil litros que ofertaram;
– O Rio Grande do Sul foi o estado que mais vendeu biodiesel com 246,8 milhões de litros;

O resultado completo do Leilão 66 pode ser conferido clicando aqui.

Fonte: BiodieselBR

65º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 977,52 milhões de litros

No 65º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 977,52 milhões de litros de biodiesel (volume obrigatório e voluntário). Destes, 976,29 milhões de litros foram para mistura obrigatória, sendo 99,79% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,333/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 2,278 bilhões, refletindo um deságio médio de 20,64 % quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,940/L).

A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (4/2), com 40 produtores disponibilizando um volume total de 1,124 bilhões de litros, sendo 99,79% de produtores detentores do selo Combustível Social.

No primeiro dia de seleção das ofertas (6/2) foram arrematados 884,18 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 78,66% do total ofertado para todo o leilão.

No segundo dia (7/2) foram arrematados 92,11 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 8,19% do total ofertado no leilão.

A apresentação e a seleção de ofertas de biodiesel para mistura voluntária ao óleo diesel ocorreram no dia 11/2, quando foram disponibilizados 26,47 milhões de litros, sendo 100 % de produtores detentores do selo Combustível Social. Este volume representa 17,9 % do saldo total de oferta não vendida para fins de adição obrigatória. Foram negociados 1,23 milhão de litros de biodiesel, representando 4,65% do total ofertado no leilão autorizativo.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.263, publicada no DOU em 24/03/16, que estabelece em 10% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B10), em até 26 meses após a data de promulgação da Lei.

O 65º Leilão (L65) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de 1º de março a 30 de abril de 2019, conforme diretrizes das Portarias do Ministério de Minas e Energia nº 476, de 15/08/12, e nº 576, de 11/11/2015, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº001/19-ANP.

Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da ANP.

Fonte: ANP

Retiradas de biodiesel ficam em 96,8% do comprado para o último bimestre de 2018

A performance de entregas das usinas fechou 2018 com uma ligeira melhora. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no último bimestre do ano as distribuidoras receberam 96,8% do volume de biodiesel que foi negociado durante o Leilão 63.

Esse resultado representa uma melhoria um pouco maior que um ponto percentual sobre o indicador do bimestre anterior, quando as retiradas ficaram em 95,7%. Um ano antes – no sexto bimestre de 2017 –, o indicador havia ficado em 95,4%

Se dependesse só de novembro, as distribuidoras teriam beirado a perfeição com retiradas de quase 99,7%. Em dezembro, no entanto, a performance caiu para 94% derrubando o resultado geral do bimestre.

Queda no volume

Apesar de representar uma melhora na performance, o volume entregue no sexto bimestre ficou menor. Entre novembro e dezembro, um pouco mais de 933,9 milhões de litros de biodiesel. O volume é 1,7% inferior aos 950,5 milhões de litros que saíram das plantas durante o quinto bimestre de 2018

Uma queda no final do ano é esperada. Ao longo dos anos, a curva típica de entregas das usinas sobe ao longo do primeiro semestre até atingir um platô entre os meses de setembro e outubro para, depois, apresentar uma queda.

No caso de 2018, no entanto, a queda começou um pouco mais cedo. O pico do mercado foi atingido no quarto bimestre quando as entregas se aproximaram dos 980,5 milhões de litros perdendo força a partir daí.

Considerando apenas os volumes efetivamente entregues e os preços médios do leilão, o faturamento do setor no bimestre foi de R$ 2,63 bilhões. A cifra é R$ 85,8 milhões menor do que poderia ser faturado se as entregas tivessem sido de 100%.

Melhores

O maior volume entregue no bimestre foi da Granol de Anápolis. Da unidade goiana saíram 66,1 milhões de litros de biodiesel o que representa 97% do montante vendido para o período.

Ela, no entanto, não foi apresentou a melhor performance no período. Esse mérito cabe a Bio Vida que entregou 108,9% além do volume com que havia se comprometido no L63. A unidade entregou 98 m³ de biodiesel e havia vendido 90 m³.

Outras duas unidades – a Minerva e a BSBios de Passo Fundo – também superaram a barreira do 100%. Juntas, elas colocaram 172 m³ de biodiesel a mais do mercado.

No bimestre, apenas a Olfar de Porto Real não conseguiu atingir o piso de 90% exigido pela ANP. A planta fluminense entregou 15,2 milhões de litros, 84,4% dos 18 milhões de litros que negociou no L63.

Se a agência reguladora considerar que a responsabilidade pelo baixo resultado é da Olfar, a empresa poderá ter que cumprir uma suspensão precisamente no Leilão 66 o que a deixaria de fora da estreia do B11.

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Autorizativo

Além das entregas para o mercado regular, o mercado autorizativo movimentou 419 m³ de biodiesel no bimestre. Isso dá cerca de 94,1% dos 445 m³ negociados durante a Etapa 5A do L63. Com esse resultado, o segmento movimentou perto de R$ 1,25 milhão.

A Bocchi entregou 377 m³ – 94,2% – para projetos autorizativos engordando seus ganhos em R$ 1,1 milhões. A Granol de Anápolis entregou 93,3% dos 45 m³ devidos arrecadando R$ 125,1 mil.

Fonte: BiodieselBR

Oferta de biodiesel volta a bater recorde no Leilão 65

As usinas voltaram a bater recorde na oferta de biodiesel. Ao todo, elas colocaram à disposição do mercado nacional um pouco mais de 1,12 bilhão de litros para atender à demanda durante o segundo bimestre do ano. Este foi o volume ofertado pelos fabricantes durante no 65º Leilão de Biodiesel cuja Etapa 2 aconteceu na manhã e tarde dessa segunda-feira (04).

O volume atual supera em pouco mais de 2,8% o recorde anterior que pertencia ao L62. Nele, os fabricantes haviam colocado à venda cerca de 1,09 bilhão de litros. Em relação ao certame equivalente do ano passado – L59 – o aumento na oferta foi bem mais substancial: 10,9%.

Esse crescimento é particularmente vistoso se considerarmos que a mistura de biodiesel é a mesma de um ano atrás – o B11 deve chegar só a partir de meados do ano. O L59 foi o primeiro organizado já sob a bandeira do B10 e, também, o primeiro a superar a barreira de um bilhão de litros ofertados.

Aumento no interesse

O resultado de hoje parece refletir um aumento de interesse das usinas em ofertar biodiesel. Tanto que o volume efetivamente ofertado representou 84,7% da capacidade que foi habilitada pela ANP.

Com quase três pontos percentuais a mais do que no leilão anterior, a relação entre capacidade e ofertas – que havia dado um passo atrás nos leilões 63 e 64 – volta a se aproximar da faixa na qual o mercado variou nos certames seguintes à chegada do B10. Nesse período a capacidade de oferta ainda avançou mais de 123,5 milhões de litros.

Preços em queda

A despeito do aparente entusiasmo do mercado, o preço do biodiesel caiu fechando o dia com uma média de R$ 2.324,41 por m³. A retração nos valores pedidos pelas usinas foi ainda maior do que a aplicada aos PMRs pela ANP.

Enquanto a queda determinada pela agência no teto de preços foi de 8%; em média, as usinas pediram 9,4% abaixo do preço que fixaram no mesmo ponto do L64.

O deságio em relação aos PMRs ficou em 21,1%, o maior desde o L61 quando as usinas aceitaram preços 22,6% abaixo do teto.

Na quarta-feira, às 10h, as distribuidoras irão começar as compras de biodiesel.

Fonte: BiodieselBR

65º Leilão de biodiesel tem 41 usinas interessadas em participar

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta quarta-feira (16) a pré-habilitação para o 65º Leilão de Biodiesel. O documento mostra que 41 unidades produtivas demonstraram interesse em participar do leilão para o segundo bimestre de 2019.

Ao todo, a capacidade produtiva inscrita no processo se aproxima dos 1,32 bilhões de litros.

De cara, já sabemos pelo menos uma delas vai ficar de fora. A solicitação da Biotins foi barrada com base regra que impede usinas que tenham ficado paradas durante mais de um ano voltarem ao mercado sem, antes, passarem por uma vistoria da ANP. Instalada no município de Paraíso do Tocantins (TO), a planta sem fabricar biodiesel desde agosto de 2013.

Essa regra ganhou notoriedade no L61 quando foi usado pela ANP para negar a habilitação da Camera de Ijuí, mesmo tendo habilitado outras duas empresas que estavam na mesma situação – posteriormente a empresa recorreria da decisão e conseguiria participar do certame.

A inabilitação da Bioitins terá pouco efeito sobre o resultado do leilão. A empresa tem capacidade para ofertar, no máximo, 4,86 milhões de litros por bimestre – menos de 0,4% do total.

Pendências

Há ainda duas usinas com pendências apontadas pela ANP e que ainda poderão regularizar suas situações até a próxima segunda-feira (21).

Uma delas é a Prisma que precisa mostrar que sua planta de Sumaré (SP) está em situação regular junto ao governo municipal. A outra é a Cooperfeliz que apresenta pendências em relação ao fisco estadual. As duas juntas podem fabricar até 12,6 milhões de litros.

Mesmo que as duas usinas não consigam resolver suas pendências a tempo, a capacidade produtiva que já se encontra devidamente habilitada beira os 1,3 bilhão de litros e já garante para o L65 o título de maior potencial de oferta entre os leilões bimestrais.

Se elas conseguirem, teremos 40 unidades produtivas participando da disputa, um número que não se via desde o L41.

Fonte: BiodieselBR

Distribuidoras compram 770 m³ de biodiesel para mercado autorizativo

Embora a demanda tenha crescido vistosos 73% em relação ao bimestre anterior quando as compras foram de 445 m³, o mercado autorizativo continua sendo somente uma nota de rodapé para a indústria como um todo – ele representa menos de 0,1% do que foi arrematado durante as Etapas 3 e 5 do processo regular.

Das 18 usinas que poderiam participar da Etapa 5A por terem saído das rodadas anteriores com volumes de biodiesel não vendidos, apenas sete fizeram ofertas que totalizazram 16,5 milhões de litros. Essas usinas poderiam ter oferecido 64,5 milhões de litros.

Apenas três usinas fizeram vendas: a BioVida com 325 m³; a Bocchi com 400 m³ e a Granol de Anápolis com 45 m³. Juntas, elas vão faturar um pouco mais de R$ 2 milhões o que dá uma média de R$ 2.684,55.

O valor é R$ 24,52 maior do que os R$ 2.660,03 apurado no mercado obrigatório.

As compras feitas hoje são suficientes para garantir a venda de 3,85 milhões de litros de B20.

Fonte: BiodieselBR

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