Exportação de soja do Brasil em março é a 2ª maior para o mês na história, aponta Secex

As exportações de soja do Brasil aumentaram 1,6 por cento no terceiro mês do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, para 8,96 milhões de toneladas, configurando-se como o segundo maior volume já exportado pelo país em meses de março, de acordo com dados do governo divulgados nesta segunda-feira.

Navio é carregado com soja para exportação no porto de Paranaguá (PR)
27/03/2003
REUTERS/Paulo Whitaker

Navio é carregado com soja para exportação no porto de Paranaguá (PR) 27/03/2003 REUTERS/Paulo Whitaker Foto: Reuters

Para meses de março, os embarques do último mês só perderam para março de 2017, quando somaram 8,98 milhões de toneladas, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Reuters.

O volume registrado em março é quase 3 milhões de toneladas superior ao visto em fevereiro, quando o país estava apenas começando a exportar a soja de sua safra 2018/19, que estará entre as maiores da história do Brasil, apesar de perdas pela seca.

A soja, o principal produto exportado pelo Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, rendeu ao país em março 3,25 bilhões de dólares, levemente abaixo do mesmo perído do ano passado (3,4 bilhões de dólares), quando o preço do produto estava mais alto.

Segundo a Secex, o preço médio de exportação de soja atingiu 363,3 dólares por tonelada em março, ante 389,7 dólares no mesmo mês de 2018.

Os embarques foram fortes em março apesar de vendas mais lentas de produtores no início do ano. Mais recentemente, devido a um dólar mais forte, em torno de 4 reais, foram verificados mais negócios.

TRIMESTRE

As exportações de soja no primeiro trimestre somaram 17,2 milhões de toneladas, ante 13,2 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, com o impulso de uma colheita antecipada da oleaginosa neste ano.

Os embarques de milho também foram maiores no primeiro trimestre. O país exportou 891,9 mil toneladas em março e 6,8 milhões de toneladas nos três primeiros meses do ano, ante 4,88 milhões no mesmo período de 2018.

Exportadores disseram que os embarques de milho vão ganhar força em abril e maio, em meio à necessidade de liberar espaço nos armazéns para a segunda safra do cereal, a ser colhida em meados do ano.

Fonte: Reuters

Exportação de soja ultrapassa US$ 2,5 bi em fevereiro

As exportações do complexo soja (grãos, farelo e óleo) suplantaram pela primeira vez a barreira dos US$ 2 bilhões para os meses de fevereiro, registrando US$ 2,58 bilhões no segundo mês deste ano. O grande destaque foi a venda de soja em grão, com 6,1 milhões de toneladas. Com esse recorde na quantidade exportada (+112,7%), mesmo com a queda de 5,1% no preço médio de exportação, o valor de soja foi recorde no mês, atingindo US$ 2,21 bilhões (+101,8%).

Esse desempenho contribuiu para que as exportações do agronegócio crescessem de US$ 6,27 bilhões para US$ 7,25 bilhões no mês passado. O incremento das exportações em 15,6% ocorreu, especialmente, devido à elevação de 20,8% no índice de quantum das exportações. As importações também aumentaram, passando de US$ 1,08 bilhão para US$ 1,20 bilhão em fevereiro deste ano (+10,4%).

A participação do agronegócio nas exportações totais do Brasil em fevereiro atingiu 44,5%, de acordo com dados da Balança Comercial do Agronegócio, elaborados pela Secretaria Comercial e Relações Internacionais, foi feita nesta segunda-feira (18).

Além das exportações de soja em grão, o setor exportou US$ 341,9 milhões de farelo de soja (-29,0%) e US$ 28,6 milhões de óleo de soja (-71,3%).

As vendas de carnes foram de US$ 1,17 bilhão em fevereiro, em alta de 4,8% em relação ao valor exportado em no mesmo mês de 2018. A quantidade exportada de todas as carnes foi recorde para os meses de fevereiro, com 520 mil toneladas. O valor registrado em carne bovina e de frango foi praticamente igual, US$ 518 milhões de cada tipo. Além dessas carnes, foram negociados US$ 99 milhões de carne suína (+7,5%) e US$ 4,3 milhões de carne de peru (-64,5%).

O café também teve destaque, sendo exportados US$ 452,31 milhões, sendo US$ 409,23 milhões de café verde (+13,1%) e US$ 40,75 milhões do solúvel (-2,5%). A quantidade exportada de café verde, 186,71 mil toneladas, foi recorde para fevereiro.

No agrupamento cereais, farinhas e preparações houve aumento das vendas externas de US$ 265,57 milhões para US$ 373,47 milhões (+40,6%). O milho é o principal produto de exportação do segmento, com US$ 309,88 milhões (+54,8%).

Fonte: Investimentos e Negócios

Brasil segue fazendo pequenas exportações de biodiesel

As usinas brasileiras continuam tateando atrás de uma brecha que permita abrir o mercado de exportação para o produto brasileiro. Segundo dados levantados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) sobre as vendas externas do país, durante o mês de fevereiro mais 39,1 toneladas de biodiesel foram enviadas para os Estados Unidos.

Embora esse não seja exatamente um volume dos mais impressionantes, as exportações vêm se sucedendo com boa regularidade. De outubro até agora não houve um único mês sem que fossem registradas saídas de biodiesel. Ao todo, foram feitos sete embarques ao longo desse período, em cinco tendo os EUA como destino e dois para a Alemanha.

No total, as vendas nesses meses ultrapassam a marca de 214,5 toneladas e movimentaram US$ 382,1 mil. O maior negócio unitário aconteceu no mês passado quando uma carga de 97,4 toneladas saiu do Porto de Santos com destino ao mercado norte-americano.

Este mês tivemos, portanto, uma queda de quase 60% no volume exportado. O valor recebido foi de US$ 68,3 mil. A tonelada do biodiesel brasileiro, portanto, foi comercializada por US$ 1.746,10 – aproximadamente R$ 6.715,85 pelo câmbio desta segunda-feira.

Exceto por curtos períodos entre 2013 e 2015, a indústria nacional de biodiesel não teve sucesso no mercado internacional. Tanto que as vendas realizadas nos dois primeiros meses de 2019 bastam para tornar este ano o de melhor resultado desde 2015 quando as exportações de biodiesel passaram um pouco das 10,3 mil toneladas.

Fonte: BiodieselBR

Brasil exporta recorde de soja em fevereiro e mais de 80% tem destino China

O Carnaval passou e o ano finalmente deve começar no Brasil, o que pode puxar também mais negócios com a soja, segundo acredita o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting. Para ele, novos fechamentos da safra nova, que vinham escassos nas últimas semanas, podem se intensificar nos próximos dias.

“Tenderemos a ver mais pressão de fechamento na safra nova brasileira via trocas por insumos. A safra velha pode dar mais movimentação se houver notícias novas e positivas da disputa entre os EUA e China, já que poderá trazer apelo de alta em Chicago”, explica o executivo.

No entanto, caso o caminhar das relações entre chineses e americanos continuar acontecendo na corda bamba, “vamos de fechamentos internos para indústria, que deve voltar às compras e agora com atividade de esmagamento forte”, completa Brandalizze.

Entre as exportações, o ritmo também deverá continuar forte, segundo ele, e podendo, inclusive, trazer prêmios melhores nestes próximos dias. “E assim estamos no ano novo comercial”, diz Brandalizze.

Desde o início de março, em Paranaguá, a posição de entrega março/19 tem 35 cents de dólar sobre os valores de Chicago, enquanto o junho já carrega 52 centavos para a soja brasileira. Assim, as últimas referências de preços nos terminais ainda trabalhavam no intervalo de R$ 79,00 a R$ 80,00 por saca, sentindo também as oscilações do dólar. Já para as entregas no meio do ano, os indicativos subiam para algo entre R$ 81,00 e R$ 82,00.

Em fevereiro, por mais um mês, as exportações brasileiras de soja bateram recorde e chegaram a 6,09 milhões de toneladas, segundo números da Secex (Secretaria de Comércio Exterior). O volume é bem maior do que o de fevereiro passado, quando o Brasil exportou 3,51 milhões de toneladas. Em todo o complexo soja, o acumulado das exportações do Brsil é de 10,5 milhões de toneladas.

Como explica o consultor, os compradores chineses, mesmo que em um ritmo mais comedido, seguem focados no produto brasileiro com a guerra comercial com os EUA ainda em curso, o que muda a cena do comércio global de soja neste ano. “Normalmente, os primeiros dois meses do ano são fracos para a soja em grão, mas neste ano o acelerador está puxado porque a China segue agressiva, comprando nos nossos portos”.

Segundo o Cepea, do total exportado pelo Brasil em fevereiro, 82,4% – 5,02 milhões de toneladas – foi destinado à China. Ainda segundo a instituição, estes embarques acelerados da soja no Brasil ajudaram a puxar os preços no cenário nacional. “Além da entrega de contrato a termo, agora, as negociações no mercado spot também começaram a ganhar força, especialmente devido à valorização do dólar frente ao Real, que torna o produto nacional mais atrativo aos importadores”, explicaram os pesquisadores da instituição.

Na última sexta-feira (08), o Notícias Agrícolas divulgou uma imagem do sistema Refinitiv Eikon, da Reuters, mostrando uma considerável fila de navios carregados com soja – e outros produtos – seguindo do Brasil para a China. Estas são cargas de compras feitas há alguns meses, com os embarques previstos para este período do ano.

Ainda segundo Brandalizze, há alguns negócios da safra 2019/20 do Brasil começando a serem registrados, com valores na casa dos R$ 85 para pagamento no fim de abril, principalmente com ofertas do Centro-Oeste do país. “A safra nova está começando a ganhar forças e os negócios fluindo”, diz.

Fonte: BiodieselBR

Alemanha bate recorde de exportação de biodiesel

A indústria de biodiesel da Alemanha tem dado novos sinais de vitalidade depois de anos em ponto morto. Além de ganhos na demanda interna, o país europeu vem aumentando sua participação no mercado internacional do produto.

Segundo dados do Escritório Federal de Estatística, no ano passado as exportações de biodiesel alemãs somaram 1,86 milhão de toneladas – aproximadamente 2,06 bilhões de litros. Esse foi o quarto ano consecutivo de crescimento nas vendas externas do país. Em relação ao ano passado, o aumento foi de 15,8%.

O recorde anterior era de 2014 quando as exportações foram de 1,71 milhão de toneladas. Em 2015, no entanto, os embarques murcharam 12,9%. Foram necessários quatro anos para que o nível fosse retomado.

Saldo menor

O aumento nas vendas não bastou para compensar as importações. Em 2018, o mercado alemão recebeu perto de 1,22 milhão de toneladas em biodiesel. O crescimento em comparação à 2017 foi de 54,4%.

A maior parte desse volume – cerca de 860 mil toneladas – vieram da Holanda e Bélgica. Esses dois países, no entanto, não foram a fonte original deste biodiesel. Ele foi importado de outros países e, então, redistribuído pela Europa Central.

Com isso, o saldo ficou positivo em 646 mil toneladas. Esse é o menor resultado positivo desde 2014 quando as exportações superaram as importações em quase 1,13 milhão de toneladas.

Fonte: BiodieselBR

Brasil exportou biodiesel em janeiro

Tem algo de diferente acontecendo no mercado brasileiro de biodiesel. Em janeiro foi registrada a exportação de 97,5 toneladas do biocombustível com destino aos Estados Unidos. Com mais este embarque já são quatro meses seguidos de presença brasileira no mercado internacional – algo que já não acontecia desde a primeira metade de 2014.

Houve ainda um embarque isolado em julho passado. Também para o mercado norte-americano.

Ainda não dá para falar que as exportações que estão acontecendo agora tenham escala comercial. Todas elas estão na faixa das dezenas de toneladas sendo que a maior foi justamente a de janeiro. Somando os cinco negócios registrados no ano passado tivemos 194,7 toneladas de biodiesel exportado por um total de US$ 342,7 mil – o equivalente a R$ 1,28 milhão pela cotação desta sexta-feira (08).

A última exportação de bom porte feita pelo Brasil foi em dezembro de 2015 quando 10 mil toneladas foram embarcadas para a Holanda por um total de US$ 7,6 milhões. No total, as exportações brasileiras de biodiesel se restringem a 80,3 mil toneladas e faturamento de US$ 74,9 milhões.

Para fins de comparação, apenas no ano passado a Argentina exportou 1,14 milhão de toneladas de biodiesel e recebeu US$ 794,3 milhões.

Roteiro parecido

O roteiro de cada um desses negócios que vem acontecendo desde julho tem sido similar: o biodiesel é sempre embarcado a partir do Porto de Santos e tem seu estado de origem declarado como sendo de São Paulo. Os preços praticados nos três últimos meses também foram praticamente idênticos com a tonelada. Em dezembro, a tonelada de biodiesel foi vendida por US$ 1.794,20.

Isso parece indicar que temos pelo menos uma usina ou companhia de trading testando a rentabilidade do biodiesel brasileiro no mercado norte-americano.

Fonte: BiodieselBR

Com quase 200 startups, país pode brigar por protagonismo na agricultura 4.0

Com uma das indústrias mais desenvolvidas do planeta, Brasil já tem quase 200 startups de agricultura. Mas ainda não é protagonista deste processo de transformação digital.

Nas últimas décadas, o Brasil passou de um importador líquido de alimentos para uma potência agrícola. O país é o maior produtor mundial de suco de laranja, café e açúcar, e segundo em soja, etanol e carne bovina. Mas o país ainda não assumiu o protagonismo na nova era de revolução no campo, a da agricultura 4.0. O número de startups agrícolas no país é metade do encontrado em Israel, país com área 400 vezes menor do que a brasileira — e que só tem 20% do solo arável.

Nas exportações, o país lidera em soja, carne bovina, aves, café, açúcar, etanol, suco de laranja, e vem em segundo lugar no milho. Tudo isso foi resultado de investimentos em ciência e tecnologia, a partir dos anos 1970, com a criação da Embrapa”,

Fonte: Brasil Agro

Exportação de soja do Brasil em janeiro cresce 56%; Anec vê 6 mi t em fevereiro

As exportações de soja do Brasil somaram 2,3 milhões de toneladas em janeiro, aumento de 56 por cento ante o volume do mesmo mês de 2018, ainda como reflexo da guerra comercial entre EUA e China, afirmou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este mês teve como destino a China, maior importador global.

O Brasil havia colhido até a semana passada pouco mais de 10 por cento da safra de soja, segundo dados de analistas, que destacaram que os trabalhos estão adiantados após o tempo seco reduzir a produtividade em várias áreas.

Os embarques de milho em janeiro totalizaram 3 milhões de toneladas em janeiro, 22 por cento abaixo do resultado de dezembro, mas 30 por cento acima do mesmo período do ano passado.

“A tendência é que, já a partir do próximo mês, os embarques de milho diminuam, abrindo espaço para o escoamento da nova safra de soja. Com isso, os embarques de milho programados para o mês de fevereiro apontam para uma exportação de aproximadamente 1,2 milhões de toneladas”, acrescentou a associação.

Os dados da Anec confirmam reportagem da Reuters que apontou na semana passada que o Brasil exportaria em janeiro mais milho que soja pela primeira vez em um ano.

Fonte: Terra

Exportação de soja do Brasil inicia ano com média diária 70,6% maior, diz Secex

SÃO PAULO (Reuters) – A média diária de exportações de soja do Brasil na primeira semana do ano foi 70,6 por cento maior na comparação com o registrado em todo o janeiro de 2017, informou nesta segunda-feira a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Os embarques ainda firmes de oleaginosa brasileira ocorrem após o país ter vendido um recorde de quase 84 milhões de toneladas de soja em 2018, na esteira de um forte apetite da China em meio à guerra comercial com os Estados Unidos.

Conforme a Secex, até a primeira semana de janeiro, o que compreende apenas três dias úteis, foram exportadas 121,3 mil toneladas de soja por dia, totalizando 363,9 mil toneladas. Há um ano, a média diária de embarques foi de 71,1 mil toneladas.

Em dezembro, contudo, o Brasil exportou mais, com cerca de 211,6 mil toneladas de soja por dia, ainda de acordo com os dados da secretaria.

A expectativa é de que esses negócios aumentem a partir de agora, tendo em vista que já há áreas com colheita de soja.

No caso do milho, houve incremento de 57,3 por cento na comparação anual, para uma média diária de 216,1 mil toneladas até a primeira semana de janeiro. Segundo a Secex, o total enviado ao exterior foi de 648,3 mil toneladas do cereal.

Em dezembro, o Brasil embarcou 200,7 mil toneladas de milho ao dia.

Fonte: R7

Santa Catarina tem exportação recorde de soja

Mais uma vez, Santa Catarina registra recordes na exportação de soja. O complexo soja já responde por 12,6% do faturamento catarinense com as exportações em 2018 – com um aumento de 43% em relação ao último ano. De janeiro a novembro, os embarques do produto passam de US$1 bilhão.

A verdade é que quase toda produção catarinense de soja está destinada à exportação – 91,2% da última safra foi para o mercado internacional. Este ano, Santa Catarina colheu 2,4 milhões de toneladas do grão e 2,19 milhões de toneladas foram exportadas, um aumento de 19% em relação a 2017.

Nos últimos três anos, as exportações catarinenses de soja, considerando apenas o grão, aumentaram 36%, passando de 1,61 milhões de toneladas em 2016 para 2,19 milhões de toneladas neste ano, com faturamento de US$ 813,6 milhões. Os principais destinos das exportações são China (mais de 90% do total), Irã,Tailândia e Holanda.

Os números foram divulgados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Safra 2018/19

Santa Catarina espera uma safra de 2,45 milhões de toneladas em 666,3 mil hectares. A produtividade das lavouras catarinenses deve aumentar 2,5% e chegar a 3,7 toneladas por hectare.

Os produtores catarinenses acabaram investindo na produção de milho e o estado terá uma redução de 2,6% na área plantada de soja. O milho deverá ampliar em 7,5% a área cultivada em Santa Catarina. As regiões de Xanxerê, Canoinhas e Curitibanos, incluindo Campos Novos, constituem os maiores produtores de soja em Santa Catarina, somando 388 mil hectares, mais de 58% da área cultivada do estado.

Fonte: Notícias Agrícolas

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