Brasil direciona 80% da exportação de soja para China de janeiro a agosto

As exportações de soja do Brasil para a China somaram 50,9 milhões de toneladas de janeiro a agosto, volume que representa 78,8 por cento de toda a oleaginosa exportada pelos brasileiros no período, à medida que o gigante asiático evita comprar o produto dos EUA devido a uma tarifa de 25 por cento.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, que apontou também que as exportações totais do Brasil nos oito primeiros meses de 2018 somaram um recorde de 64,6 milhões de toneladas, versus 56,9 milhões de toneladas no mesmo período de 2017.

De janeiro a agosto de 2017, as exportações do Brasil para a China haviam atingido 44,1 milhões de toneladas, o que representou uma fatia de cerca de 77,5 por cento de tudo o que o país exportou no período.

As exportações brasileiras de soja do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, estão estimadas em 76 milhões de toneladas em 2017/18, resultando em estoques finais mínimos, o que indica que o país não terá muito mais soja para ofertar aos chineses nos próximos meses, até a entrada da nova safra, a partir de janeiro.

Buscando evitar a soja dos EUA, taxada em 25 por cento pelos chineses desde julho, em meio a uma guerra comercial, a China já deu mostras de que busca alternativas.

Nesta semana, a China reduziu sua previsão de importações anuais de soja no ano-safra que começa em 1º de outubro para 83,65 milhões de toneladas, ante 93,8 milhões de toneladas na previsão anterior, planejando recorrer a outros produtos para fabricar ração animal.

O ministério brasileiro informou ainda que, de janeiro a agosto, as exportações de soja, o principal produto exportado pelo país, somaram 25,72 bilhões de dólares, alta de 20 por cento na comparação anual.

O governo relatou também que as exportações de soja em grão para a China responderam por quase 30 por cento do valor total exportado em produtos do agronegócio brasileiro (68,52 bilhões de dólares, de janeiro a agosto), o que ressalta a dependência brasileira da China no comércio global.

O gigante asiático comprou sozinho, de janeiro a agosto, 42,7 por cento da safra de soja em grão brasileira 2017/2018, que atingiu um recorde de 119,3 milhões de toneladas.

Já as exportações de farelo de soja também atingiram volume recorde, com 11,8 milhões de toneladas de janeiro a agosto, gerando divisas de 4,69 bilhões de dólares (+32 por cento), de acordo com o ministério. O produto, no entanto, teve como principal destino a União Europeia.

Fonte: Brasil Agro – Online

Califórnia lidera luta contra a mudança climática nos EUA de Trump

Apesar da luta contra a mudança climática ter deixado de ser prioritária para o Governo dos Estados Unidos desde a chegada de Donald Trump à Presidência, o estado da Califórnia surgiu como uma referência mundial com compromissos tão ambiciosos como usar 100% de energia limpa em sua rede elétrica em 2045.

Este acordo, aprovado recentemente pelas duas câmaras legislativas, está à espera da assinatura do governador, Jerry Brown, que na próxima semana será um dos anfitriões da Cúpula Mundial de Ação Climática, que será realizada em São Francisco, por isso que especula-se que o anúncio sobre o tema nos próximos dias.

“Quando o governador assinar a lei, a Califórnia se transformará na maior economia do mundo com a meta de gerar toda sua eletricidade de forma limpa”, explicou à Agência Efe o senador e impulsor da medida Kevin de León. “De fato, acredito que alcançaremos este objetivo inclusive antes, em 2035”, acrescentou.

O estado mais populoso dos EUA foi um dos que mais notou durante os últimos anos os efeitos da mudança no clima: a Califórnia sofreu a pior seca em mais de mil anos (2012-2016), seguida por devastadores episódios de fortes chuvas (2017), que multiplicaram os deslizamentos de terras e criaram as condições para os gigantescos incêndios florestais deste ano.

O compromisso adquirido por este estado tem um grande simbolismo dado o contexto em nível nacional, onde a luta contra a mudança climática, da qual o ex-presidente Barack Obama (2009-2017) tinha feito um de seus pilares, foi praticamente abandonada pela atual Administração liderada por Trump.

O episódio mais famoso desta mudança de posicionamento foi a retirada dos EUA do Acordo de Paris, adotado por 195 países em 2015 e em virtude do qual Washington se comprometia a reduzir para 2025 as emissões de gases do efeito estufa entre 26% e 28% com relação aos níveis de 2005.

Além disso, a Casa Branca também anunciou medidas para eliminar o Plano de Energia Limpa contra as emissões, cortar políticas ambientais, expandir as zonas abertas a perfurações petrolíferas, reduzir os parques naturais e relaxar as restrições de emissões aos veículos.

Em meio a tudo isso, a Califórnia já obteve 29% de sua eletricidade no ano passado mediante fontes renováveis, o que significou praticamente triplicar o número de 2007, graças em grande medida à indústria que cada vez mais aposta com mais força pela energia solar, eólica e geotérmica.

“Era necessária uma lei para mostrar compromisso e motivar ainda mais investimentos no setor privado”, apontou De León, que explicou que uma vez superada a data limite de 2045, a lei contempla medidas punitivas para aqueles produtores que não tenham passado completamente à energia limpa.

A lei, que recebe o nome de SB 100, prevê avançar passo a passo em relação com a meta final, com um objetivo de 50% de energias limpas para 2016; 60% para 2013; e finalmente 100% para 2045.

Esses 100%, por sua vez, devem incluir pelo menos 60% de energias renováveis – solar, eólica, geotérmica, e geração hidrelétrica de pequena escala -, e 40% restantes, que pode provir de fontes limpas, mas não estritamente renováveis, o que inclui nuclear, grandes hidrelétricas, e plantas de gás natural que capturem e armazenem o dióxido de carbono.

Longe do forte partidarismo com o qual as questões ambientais são frequentemente tratadas em Washington, na Califórnia inclusive o ex-governador republicano e ator de Hollywood Arnold Schwarzenegger apoiou a medida no Twitter. “Somos californianos. Não esperamos. Construímos a economia do futuro aqui”, publicou.

Fonte: UOL Notícias

Produção de biodiesel dos EUA cresceu 20% no primeiro semestre

A despeito das polêmicas em torno das metas para os próximos anos do aumento de isenções dadas às refinarias, os fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos não têm do que se queixar. Segundo dados da Administração em Informação em Energia (EIA) a produção das usinas norte-americanas nos primeiros seis meses do ano já se aproximam dos 3,19 bilhões de litros.

Para fins de comparação, a produção semestral brasileira ficou em 2,42 bilhões de litros.

O volume fabricado do período é 19,2% maior do que o que havia sido registrado de janeiro a junho de 2017 e supera em muito os 2,73 bilhões de litros que haviam sido produzidos na primeira metade de 2016 – ano que detinha o recorde anterior –.

Se depender do histórico, o ritmo deverá se acelerar ainda mais nos próximos meses. Em média, a produção norte-americana aumenta 18,2% no segundo semestre o que fabrica a produção de biodiesel dos EUA se aproximar dos 6,95 bilhões de litros este ano.

As vendas de biodiesel apuradas pela EIA até o momento chegam perto dos 3,17 bilhões de litros. Apesar de ser um volume bastante respeitável, o biodiesel representa uma fração realmente diminuta na matriz norte-americana de combustíveis com 2,6% do consumo de óleo diesel.

Importação

Em grande parte, esse aumento na produção local corresponde à substituição das importações por biocombustível local. Em outubro, o Departamento de Comércio passou a tarifar o biodiesel originado na Argentina e na Indonésia.

Nos primeiros seis meses do ano, entraram no mercado norte-americano 282,6 milhões de litros de biodiesel. São 481,2 milhões a menos que em 2017 um pouco menos que os 514,7 milhões de litros a mais que foram fabricados.

Do outro lado do balcão, as exportações também deram uma força.

Os embarques nos primeiros seis meses do ano chegaram a 212,1 milhões de litros – alta de 35,6% em relação à 2017. Essa foi a primeira vez em nove semestres que as exportações de biodiesel dos Estados Unidos superar a barreira dos 200 milhões de litros. O Canadá foi o maior comprador com 161,2 milhões de litros importados.

Fonte: BiodieselBR.com

Brasil e EUA podem formar aliança para estimular produção e consumo de biocombustíveis

O economista-chefe do Conselho de Grãos dos Estados Unidos (US Grains Council, na sigla em inglês), Mike Dwyer, propôs nesta terça-feira (24), durante painel sobre bioeconomia, no Global Agribusiness Forum, em São Paulo (SP), que Brasil e Estados Unidos trabalhem juntos para estimular produção e consumo de biocombustíveis no mundo. Juntos, ambos os países, por exemplo, respondem por 80% da produção e consumo de etanol no globo.

O etanol brasileiro é originário da cana-de-açúcar e o norte-americano do milho. “Precisamos de alianças”, ressaltou Dwyer, acrescentando que a parceria Brasil e EUA pode facilitar a capacidade de persuasão junto a outros países. Ademais, segundo Dwyer, o RenovaBio pode ser um exemplo de política pública para incentivar os biocombustíveis em outras nações.

Moderador do painel, André Rocha, presidente do Fórum Nacional do Setor Sucroenergético, disse que a proposta norte-americana é bem-vinda. Por sua vez, em sua exposição o deputado-federal e presidente da Frente Parlamentar do Biodiesel, Evando Gussi, criticou informações equivocadas sobre o agronegócio brasileiro.

Também palestrante no painel, Luis Roberto Pogetti, presidente do Conselho da Copersucar, estimou que entre dez e quinze anos o Brasil deve dobrar a produtividade das lavouras de cana-de-açúcar, por meio de novas variedades e avanço da biotecnologia.

Fonte: Redação/Global Agribusiness Forum

China x EUA pode ampliar janela da soja da América do Sul por pelo menos 2 anos

A guerra comercial entre China e Estados Unidos continua muito presente no radar do cenário macroeconômico mundial, influenciando no andamento dos negócios e na ordem do comércio global, inevitavelmente. O momento poderia, inclusive, criar uma ampla janela de oportunidades para a soja da América do Sul por mais dois anos.

A análise é do chefe do Union Agriculture Group Corp., um dos maiores grupos agrícolas do Uruguai, Jose Pedro Sanchez, em entrevista à agência de notícias Bloomberg.

“Não só o Uruguai, mas a América do Sul tem a grande oportunidade de fornecer ainda mais oleaginosas para a China na medida em que o produto americano se torna menos competitivo em função dos altos preços por conta da tarifação”, diz Sanchez. “A China vai acabar comprando quase toda a soja uruguaia”, completa.

O mesmo já começa a ser observado no Brasil, em níveis ainda mais amplos. Somente na última semana, os chineses compraram de 19 a 20 navios de soja, o que corresponde a pouco mais de 1 milhão de toneladas, e os negócios continuam a acontecer.

Os números das exportações nacionais continuam mostrando dados recordes, segundo informações que partem da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e se estendem por todo o complexo da oleaginosa. No acumulado do ano, as exportações brasileiras de soja já somam 51.550,6 milhões de toneladas. Ao contabilizar os números de toda a cadeia, as vendas externas chegam a 61,7 milhões.

Continue lendo aqui.

Fontes: Notícias Agrícolas

Brasil poderá ter de importar soja com disputa entre EUA e China, diz Anec

Maior exportador de soja do mundo poderá ter de importar até 1 mi de toneladas do grão dos EUA até fim do ano para suprir demanda de processadores locais

São Paulo – O Brasil, maior exportador de soja do mundo, poderá ter de importar até 1 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos até o fim deste ano para suprir a demanda de processadores locais, disse um executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) nesta quinta-feira.

Se a demanda da China por soja brasileira crescer em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos, processadores locais poderão ter de recorrer a importações dos EUA, disse Luis Barbieri, um membro do conselho da Anec.

“Esse é um dos momentos de maior incerteza na história recente do comércio de grãos”, disse ele.

Fonte: Reuters

Biocombustíveis: agência dos EUA propõe aumento de 3% na exigência para 2019

Washington, 04 – A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) propôs os volumes mínimos de combustíveis renováveis que refinarias do país devem misturar a combustíveis fósseis em 2019. O chamado Padrão de Combustíveis Renováveis (RFS) para o ano que vem prevê um aumento de 3% no volume total em relação à exigência para 2018.

A proposta da agência é de 19,88 bilhões de galões (75,2 bilhões de litros) de etanol de milho e outros biocombustíveis, o que representa um aumento de 590 milhões de galões (2,2 bilhões de litros) em relação à exigência para este ano, de 19,29 bilhões de galões (73 bilhões de litros). O volume de combustíveis renováveis convencionais como etanol de milho foi mantido em 15 bilhões de galões (56,8 bilhões de litros).

O volume de biodiesel para 2019 também ficou inalterado ante a exigência para 2018, em 2,1 bilhões de galões (7,95 bilhões de litros), mas passará a 2,43 bilhões de galões (9,2 bilhões de litros) em 2020. Houve aumento no volume para biocombustíveis avançados, como biocombustíveis celulósicos e etanol de cana-de-açúcar, que passou de 4,29 bilhões (16,24 bilhões de litros) para 4,88 bilhões de galões (18,5 bilhões de litros). Dentro dos avançados, o volume exigido de biocombustíveis celulósicos passou de 288 milhões (1,09 bilhão de litros) para 381 milhões de galões (1,44 bilhão de litros).

O RFS foi criado em 2005 com o objetivo de diminuir as emissões de carbono e reduzir a dependência norte-americana do petróleo estrangeiro, num momento em que os preços do combustível fóssil começavam a subir. No entanto, a exigência não tem funcionado como se pretendia, e os níveis de produção de combustíveis renováveis, principalmente etanol, costumam ficar abaixo dos volumes estabelecidos por lei. Muitas refinarias de petróleo estão recorrendo diretamente à EPA para serem desobrigadas da exigência. Desde que Scott Pruitt assumiu o comando da agência, o número de concessões vem aumentando. Pequenas refinarias com capacidade inferior a 75 mil barris por dia, mesmo se controladas por uma grande empresa, podem obter isenções se comprovarem que a exigência está causando “dificuldades econômicas desproporcionais”, segundo o site da EPA.

A Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês), que representa o setor de etanol nos EUA, disse que a proposta da EPA para 2019 é superficial, já que a agência vem permitindo que pequenas refinarias não cumpram a exigência. Segundo o presidente e CEO da RFA, Bob Dinneen, em teoria a manutenção do volume de biocombustíveis convencionais como etanol de milho deveria enviar um sinal positivo para o mercado. No entanto, uma demanda de 1,6 bilhão de galões (6,1 bilhões de litros) foi “destruída por isenções ilegais para pequenas refinarias” e não há um comprometimento da EPA em mudar essa postura, afirmou Dinneen. “Isso não é apenas errado, mas vai de encontro ao compromisso assumido pelo presidente (Trump) junto a agricultores e consumidores que apoiam um maior uso de combustíveis renováveis.”

Nos EUA, o etanol é feito principalmente com milho e a indústria consome cerca de um terço da safra doméstica do cereal.

Fonte: Estadão Conteúdo

Soja em Chicago nessa segunda-feira

A semana começa com estabilidade para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity subiam entre 1,25 e 2,25 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h10 (horário de Brasília), no pregão desta segunda-feira (2). Dessa forma, o contrato julho/18 tinha US$ 8,60 e o setembro era cotado a US$ 8,70 por bushel.

O mercado segue aguardando por novidades, especialmente em relação à guerra comercial entre chineses e a americanos, bem como se ajusta depois das baixas acumuladas de mais de 4% na última semana e de 16% em todo mês de junho na CBOT.

Além disso, os traders acabam de digerir também os últimos números de estoques trimestrais e área de plantio dos EUA divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (30). E nesta segunda, esperam ainda pelos dados dos embarques semanais e das condições das lavouras americanas, as quais serão reportadas somente após o fechamento do mercado.

No cenário climático do Corn Belt, seguem mantidas as boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

“O ponto principal é que as condições de umidade do solo na maior parte do Meio-Oeste estão favoráveis e ainda leva algumas semanas para que algumas regiões sequem o suficiente para causar algum stress muito sério. Enquanto isso, no meio tempo, as últimas previsões seguem mostrando uma condição ainda um tanto incerta sobre as variações de temperaturas e chuvas, mas ainda sem indicar um cenário de muito stress até o final do verão”, diz um boletim do instituto internacional World Weather Inc.

Fonte: Notícias Agrícolas

Emissões de metano do setor de óleo e gás dos EUA preocupam

A maior parte das emissões é decorrente de vazamentos, equipamentos antigos e condições inadequadas de funcionamento

São Paulo – A indústria de óleo e gás americana emitiu cerca de 13 milhões de toneladas do potente gás de efeito estufa metano em suas operações no ano passado.

O valor é 60% superior ao anteriormente estimado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), de acordo com um estudo publicado nesta semana na revista científica Science.

A maior parte das emissões é decorrente de vazamentos, equipamentos sem manutenção e outras condições inadequadas de funcionamento.

Segundo o estudo, em 2015, o impacto climático desses vazamentos na indústria de óleo e gás foi equivalente ao impacto das emissões totais da inglória indústria do carvão nos EUA.

Principal composto encontrado no gás natural, o metano é um poderoso gás de efeito estufa – seu potencial de aquecimento é 80 vezes superior ao do dióxido de carbono (CO2), gás que mais contribui para o efeito estufa global produzido pelo homem.

Continue lendo aqui.

Fonte: Exame

Agência dos EUA vai propor alta de 3% no mandato de biocombustíveis, dizem fontes

SÃO PAULO, 22 Jun (Reuters) – A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) vai propor um
mandato de mistura de biocombustíveis de 19,88 bilhões de galões em 2019, dentro da política conhecida como Renewable Fuel Standard (RFS), o que seria uma alta de cerca de 3 por cento ante 2018, de acordo com duas fontes informadas sobre o assunto.

A proposta incluirá 15 bilhões de galões para biocombustíveis convencionais, como o etanol de milho, meta inalterada ante 2018, e 4,88 bilhões de galões para biocombustíveis avançados, ante 4,29 bilhões deste ano, disseram as fontes, pedindo não para ser nomeadas.

O etanol de cana do Brasil é considerado um biocombustível avançado dentro do RFS. As metas para o biodiesel serão de 2,43 bilhões de galões, versus 2,1 bilhões este ano.

Fonte: Reuters

Assine nossa newsletter e tenha acesso as principais notícias do setor


aprobio@aprobio.com.br
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 - Conj. 91 - Jd. Paulistano - 01452-911 - São Paulo - SP - Tel: 55 11 3031- 4721