Soja em Chicago nessa segunda-feira

A semana começa com estabilidade para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity subiam entre 1,25 e 2,25 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h10 (horário de Brasília), no pregão desta segunda-feira (2). Dessa forma, o contrato julho/18 tinha US$ 8,60 e o setembro era cotado a US$ 8,70 por bushel.

O mercado segue aguardando por novidades, especialmente em relação à guerra comercial entre chineses e a americanos, bem como se ajusta depois das baixas acumuladas de mais de 4% na última semana e de 16% em todo mês de junho na CBOT.

Além disso, os traders acabam de digerir também os últimos números de estoques trimestrais e área de plantio dos EUA divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (30). E nesta segunda, esperam ainda pelos dados dos embarques semanais e das condições das lavouras americanas, as quais serão reportadas somente após o fechamento do mercado.

No cenário climático do Corn Belt, seguem mantidas as boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

“O ponto principal é que as condições de umidade do solo na maior parte do Meio-Oeste estão favoráveis e ainda leva algumas semanas para que algumas regiões sequem o suficiente para causar algum stress muito sério. Enquanto isso, no meio tempo, as últimas previsões seguem mostrando uma condição ainda um tanto incerta sobre as variações de temperaturas e chuvas, mas ainda sem indicar um cenário de muito stress até o final do verão”, diz um boletim do instituto internacional World Weather Inc.

Fonte: Notícias Agrícolas

Semana começa com a soja pressionada em Chicago pela falta de novidades positivas nesta 2ª

A semama começa com baixas significativas para os preços da soja na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (25). Os futuros da commodity, por volta de 7h0h (horário de Brasília), perdiam entre 9,25 e 10 pontos nos principais contratos, com o julho/18  que segue como a posição mais negcoiada – valendo US$ 8,85 por bushel. Apenas o novembro/18 conseguia manter ainda o patamar dos US$ 9,00.

Não há grandes novidades neste mercado, porém, esse tem sido um dos principais fatores de pressão sobre as cotações. Os traders seguem cautelosos diante da guerra comercial entre chineses e americanos e frente ainda à falta de notícias sobre um possível acordo entre as duas nações.

As tarifações impostas por Donald Trump deverão começar a vigorar a partir do dia 6 próximo e a soja americana, nas mãos da China, funciona como um dos principais instrumentos de retaliação. Assim, a sinalização de uma possível demanda menor da China nos EUA mantém o mercado pressionado na CBOT.

Como se não bastasse, os preços da soja – assim como os do milho negociados no mercado futuro norte-americano – também são limitados por condições de clima bastante adequadas no Corn Belt até agora. Um cenário de tempo quente e úmido tem mantido um bom ritmo de desenvolvimento das lavouras. Um ponto que chama mais atenção agora, no entanto, ainda sem trazer ameaças, é o excesso de umidade em algumas regiões produtoras, como explicam analistas ouvidos pela Reuters internacional.

Hoje, ao final da tarde e pós fechamento de mercado em Chicago, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu reporte semanal de acompanhamento de safras com as condições das lavouras americanas. O boletim anterior trazia mais de 70% dos campos de soja em bom ou excelente estado. A expectativa para esta segunda é de que os índices venham mantidos nos 73%.

No radar dos players está ainda a divulgação de dois outros relatórios do USDA ainda nesta semana. No dia 29, sexta-feira, chegam números atualizados dos estoques trimestrais de grãos dos EUA e da área plantada da safra 2018/19. “E os traders buscam um bom posicionamento antes da chegada desses reportes”, diz a Allendale, inc.

Complementando o quadro de informações para a formação dos preços da oleaginosa nesta segunda-feira há também a atualização dos embarques semanais norte-americanos e a movimentação do dólar. No cenário externo, a moeda americana seguia avançando frente a uma cesta das principais divisas internacionais e batia em sua máxima em 11 meses.

Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

Soja: em um ano, cotação do farelo de soja valoriza 45%

A elevação nos preços do derivado, por sua vez, tem resultado em alta nos valores da soja em grão

Os valores do farelo de soja seguem em forte ritmo de alta no Brasil, de acordo com pesquisas do Cepea, impulsionados pela demanda externa, pela alta do dólar frente ao Real (que eleva a competitividade do derivado nacional) e pela valorização dos contratos na CME Group (Bolsa de Chicago).

A elevação nos preços do derivado, por sua vez, tem resultado em alta nos valores da soja em grão. Em abril, a média das regiões acompanhadas pelo Cepea foi 5,9% maior que a de março e expressivos 45% superior à de abril/17, em termos nominais.

Vale considerar, por outro lado, que a desaceleração no mercado doméstico de aves pode reduzir a demanda por farelo de soja nos próximos meses. Com as recentes altas nos preços do derivado, o poder de compra do avicultor paulista frente a esse insumo é o mais baixo desde agosto/12, segundo a Equipe de Aves do Cepea.

Fonte: Cepea

Soja tem leves baixas em Chicago nesta 5ª feira à espera de novidades e direção do clima

Nesta quinta-feira (4), os futuros da soja negcociados na Bolsa de Chicago seguem atuando com estabilidade, porém, nesta sessão em campo negativo. As cotações recuavam, por volta de 8h10 (horário de Brasília), entre 0,75 e 1,25 ponto. Com isso, o março/18 tinha US$ 9,67 por bushel.

Os traders seguem esperando por novidades mais fortes para promover oscilações mais intensas entre as cotações, principalmente aquelas que poderiam vir de notícias do clima na América do Sul.

Os mapas climáticos seguem divergindo entre os modelos mais utilizados no mercado internacional e, com isso, a volatilidade poderia se acentuar nos próximos dias, segundo acreditam analistas e consultores de mercado.

Além disso, na análise da Informa Economics, os prçeos poderiam ser favorecidos ainda por um aperto na relação entre a oferta e demanda no cenário global, com uma oferta que ainda é incerta na América do Sul, diante de um consumo crescente não só no Brasil, mas mundo a fora.

Os preços mais baixos da oleaginosa podem atrair ainda mais os compradores, principalmente em setores em que a demanda é crescente, como a pecuária e a produção de biodiesel, no Brasil, por exemplo.

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Fonte: Notícias Agrícolas

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