Caramuru eleva investimentos em 2018

Depois de uma freada brusca em 2017, a Caramuru está voltando a ampliar seus investimentos. A informação consta da edição 2018 do Relatório de Sustentabilidade publicado na semana passada pelo grupo industrial de origem goiana.

Segundo do documento com desembolsos passaram dos R$ 68,6 milhões no ano passado. Alta de 31% em relação aos R$ 52,3 milhões do ano passado.

Se trata muito mais de uma retomada do que de um crescimento propriamente dito. Entre 2014 e 2016, o grupo investiu em média R$ 79,4 milhões por ano – o pico foi em 2016 com R$ 89,7 milhões.

Em 2017, no entanto, o grupo pisou no freio e mesmo o crescimento do último ano, ainda não foi suficiente para que o grupo voltasse aos níveis anteriores.

Mudança de perfil

Uma comparação entre os números da edição mais recente do relatório com os das edições anteriores também revela uma mudança importante no perfil de investimentos do grupo, com um crescimento importante nos gastos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Com R$ 27 milhões, os gastos com P&D passaram a liderar a pauta de investimentos do grupo que multiplicou por 9 os recursos destinados à legenda.

Segundo o relatório foram firmadas parcerias com as universidades federais de Viçosa e de Uberlândia, e com a Embrapa para o lançamento de novas variedades de sementes de soja não transgênicas – foram lançadas cinco novas variedades voltadas para o estado de Goiás e fomentado o plantio de outras duas no estado do Mato Grosso. A comercialização de soja não transgênica (NGMO) para o mercado europeu foi um dos principais focos da estratégia de crescimento do grupo no ano passado.

Com isso, os investimentos em “Aumento de Capacidade” e “Logística e Distribuição” – que dominaram a pauta entre 2014 e 2017 – perderam peso.

Em 2018, a Caramuru colocou R$ 12,1 milhões na ampliação de suas unidades produtivas. O valor é cerca de metade do investido em 2017 e vem abaixo do que vinha sendo gasto desde 2014. A logística que, em 2016, liderou os investimentos com R$ 42,1 milhões – para a instalação de uma rota de escoamento da produção pela Hidrovia do Rio Tapajós – recuou para módicos R$ 2,8.

A situação deve sofrer uma nova reviravolta este ano. Em janeiro, a Caramuru anunciou investimentos de R$ 115 milhões para a instalação de uma unidade de produção de etanol a partir do melaço da soja em Sorriso (MT) e aportes nas linhas de glicerina e farelo de soja em Ipameri (GO).

Faturamento

Embora os dados não constem do Relatório de Sustentabilidade, a empresa reportou à imprensa que teve faturamento de R$ 4,2 bilhões no ano passado. O resultado representa um avanço em relação à 2017 de aproximadamente 13,5%.

Dados da plataforma BiodieselDATA indicam que as entregas de biodiesel agregaram um pouco menos de R$ 1,08 bilhão às contas da empresa no ano passado. Esse valor representa um pouco mais de um quarto do faturamento para o período – maior fatia no histórico da empresa.

Rede

O relatório aponta que o Grupo Caramuru atua em 55 localidades.

Nessa conta entra uma rede de 44 armazéns, 6 terminais e 5 unidades industriais.

Fonte: BiodieselBR

Oportunidades e desafios para desenvolvimento de bioprodutos a partir de biomassa é tema de debate durante evento em Brasília

A obtenção e o desenvolvimento de bioprodutos a partir da biomassa no conceito de biorrefinaria é a temática da segunda mesa redonda do V EnPI, que acontece na próxima terça-feira (09/10) das 15h40 as 17h30, no auditório da Confederação Nacional da Agricultura – CNA. Esta mesa redonda, coordenada pelo pesquisador da Embrapa Agroenergia, Dr Félix Siqueira, conta como palestrantes Roberto Yokoyama, Rogério Balieiro e Bruno Laviola.

O primeiro palestrante é Roberto Yoshitami Yokoyama, Presidente da Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma) e da Câmara Setorial de Palma de Óleo (Belém – PA). É graduado em agronomia pela Universidade de São Paulo (1977), e atualmente é Diretor Presidente da Dendê do Pará S.A. e Diretor de Meio Ambiente da Guaporé Pecuária S/A. O tema de sua palestra é “Usos do Óleo de Palma e Coprodutos”. Sua apresentação, conta Yokoyama, vai focar nas “possibilidades de usos da torta de amêndoas, fibras, cachos vazios, efluente líquido da extração do óleo, casca de nozes e a borra”.

O segundo palestrante Rogério Balieiro, engenheiro químico formado pela Universidade Federal de Uberlândia e diretor de novos negócios da Caramuru Alimentos S.A. Em sua palestra Balieiro irá tratar do aproveitamento integral da soja e do milho.

Por fim, a palestra é do pesquisador Bruno Galveas Laviola, que desenvolve pesquisas as áreas de Melhoramento e Produção de biomassas para fins Energéticos e atua como membro da Rede Brasileira de Tecnologia do Biodiesel (RBTB/MCTIC) e da Câmara Setorial de Oleaginosas e Biodiesel (CSOB/MAPA). O pesquisador apresentará em sua palestra “Sistemas de Inteligência e Gestão Territorial de Biomassa”.

A quinta edição do Encontro de Pesquisa e Inovação da Embrapa Agroenergia tem em sua programação além de quatro mesas redondas na temática de Biomassa para a Bioeconomia, a apresentação e premiação de trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela Embrapa Agroenegria e parceiros. O evento, acontece de 09 a 10 de outubro no auditório da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) em Brasília.

Veja a programação completa e faça sua inscrição no site www.embrapa.br/enpi2018. O evento, realizado pela Embrapa Agroenergia, tem apoio da CNA, Ceres, Denpasa, Ubrabio e o patrocínio da ABDI, da Gol Linhas Aéreas/Curcas, do Sinpaf e da FS Bioenergia.

Serviço:

Dias: 9 e 10 de outubro

Local: Sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

Endereço: Setor de Grandes Áreas Norte 601 Modulo K – Asa Norte, Brasília

Horário: Terça-feira (8h15 – 17h30)

Quarta-feira (8h30 – 16h50)

Fonte: SEGS

Representantes da ANP e da APROBIO debatem uso da RenovaCalc no Rio Grande do Sul

Em dois dias de trabalho, representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) visitaram unidades de empresas associadas à APROBIO para observar a realidade dos produtores de biodiesel no preenchimento da ferramenta RenovaCalc.

Na quarta-feira (5), o grupo esteve na unidade de Originação da 3 Tentos, em Santa Bárbara do Sul, e nesta quinta (6) o destino é a BSBios, em Passo Fundo. Além dessas duas empresas, a Caramuru e a Bocchi enviaram profissionais para esse trabalho de campo, acompanhado pelo diretor superintendente da APROBIO, Julio Minelli, e

pelo assessor técnico Antonio Ventilii.

 

 

O RenovaBio é a  política nacional para os biocombustíveis, criada para fomentar o aumento da produção em padrões mais sustentáveis e oferecer instrumentos para o cumprimento das metas de redução de emissões com as quais o Brasil se comprometeu no Acordo de Paris. Além disso, o programa determina o cálculo da intensidade de carbono dos biocombustíveis e sua comparação com os combustíveis fósseis.

A confiabilidade deste processo é proveniente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a participação no RenovaBio é voluntária de cada agroindústria.

 

Uma vez tendo aderido ao programa, cada unidade agroindustrial, produtora de biocombustível, deve fornecer parâmetros técnicos do seu processo produtivo – desde as fases de produção, passando pelo tratamento, até a conversão da biomassa em biocombustível – visando que os dados sejam passíveis de cálculo pela RenovaCalc.

A RenovaCalc é uma ferramenta que contabiliza a intensidade de carbono de um biocombustível (em g CO2 eq./MJ), comparando-a à do seu combustível fóssil equivalente.

Esta corresponde a um conjunto de planilhas que contém um banco de dados e uma estrutura de cálculo específica para cada tipo de biocombustível.

Hoje, a RenovaCalcMD já é um sistema informatizado, resultado de um trabalho conjunto entre ANP e IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

Caramuru anuncia investimento de R$ 40 mi em sua planta de Ipameri

A Caramuru Alimentos anunciou que pretende fazer investimentos de R$ 40 milhões em sua unidade de Ipameri (GO). O presidente da empresa, Alberto Borges, explicou que no prazo máximo de nove meses a empresa passará a conter com unidades de destilação de glicerina e produção de sal mineral.

Serão 150 toneladas de glicerina loira por dia que vão resultar em 108 toneladas de glicerina bidestilada (grau farmacêutico) por dia e 15 toneladas de sal mineral.

De acordo com Alberto Borges, a produção de biodiesel vem crescendo no Brasil. O estado de Goiás terceiro em termos de capacidade instalada – atrás do RS e MT – com seis unidades produtivas autorizadas pela ANP que, juntas, representam um pouco mais de 14,5% do potencial produtivo brasileiro. No ano passado, as usinas goianas fabricaram 716,5 milhões de litros de biodiesel.

Por isso, a Caramuru decidiu ampliar investimentos em sua planta de biodiesel de Ipameri agregando valor a seu principal coproduto – a glicerina. Segundo dados da Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em julho cada a glicerina loira foi exportada valendo, em média, US$ 302,54. Já o produto destilado recebeu US$ 708,78.

A empresa

Além do processamento de grãos, a planta em Ipameri conta com uma usina de biodiesel com capacidade para fabricar até 225 milhões de litros por ano sendo a 12ª maior do país.

O grupo também conta com parques industrias no Paraná, Mato Grosso e São Paulo.

Fonte: O Hoje

Etanol de soja: empresa brasileira investe na produção do biocombustível

A Caramuru será pioneira no negócio e vai aplicar R$ 115 milhões na ampliação do complexo industrial de Sorriso (MT)

A Caramuru, empresa de processamento de grãos de capital nacional, vai investir R$ 115 milhões na ampliação do complexo industrial de Sorriso, no Mato Grosso, para a produção de etanol hidratado a partir de soja e também no processamento de lecitina. A iniciativa com o biocombustível é pioneira na indústria mundial.

As experiências atuais são a partir de cana-de-açúcar, milho ou beterraba. A unidade terá capacidade anual de 6,8 milhões de litros de etanol hidratado e 3.000 toneladas de lecitina.   “Esse projeto é mais uma iniciativa que a Caramuru empreende para agregar valor à sua produção. Paralelamente, o investimento abre novas oportunidades de negócios para o produtor do Mato Grosso”, diz César Borges de Sousa, vice-presidente da empresa.

O etanol hidratado, além de ser usado como combustível para veículos, na sua forma pura, é também matéria-prima industrial, largamente utilizada na fabricação de perfumes, materiais de limpeza, solventes e tintas. A lecitina de soja é aplicada em vários segmentos, como: chocolates, margarinas, sorvetes, biscoitos, pães e massas, produtos instantâneos, doces e molhos, além de ser utilizada na fabricação de produtos dietéticos, farmacêuticos e em cosméticos.

Continue lendo aqui.

Fonte: SF Agro

Biocombustível aumenta demanda interna

Caramuru anuncia investimentos de R$ 24,5 milhões em sua nova unidade em Sorriso, município líder na produção e na exportação da oleaginosa mato-grossense

500123
Vice-predisente da Caramuru Alimentos, César Borges, comemorou autorização da ANP para construção da nova planta

O ano de 2017 começou com boas novas a cadeia produtiva da soja, tanto pelo aumento da demanda interna como pelos investimentos e pela geração de empregos, renda e impostos diretos e indiretos que serão gerados a partir da produção de biocombustível. A Caramuru Alimentos vai investir cerca de R$ 24,5 milhões na construção de sua terceira unidade de produção. A autorização veio nesse início de ano da Agência Nacional de Petróleo e Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A Caramuru Alimentos é uma das maiores processadoras de grãos do país e escolheu Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), para ser a sede de sua nova planta no Estado. Terá capacidade para produzir 285 mil litros por dia, ou cerca de 104 milhões de litros por ano. “Sorriso, a propósito, é o município líder em exportações do Mato Grosso, movimentando US$ 1,36 bilhão e, além disso, detém a maior área e produção de grãos do país, tanto em soja, quanto em milho, pontua o vice-presidente da Caramuru Alimentos, César Borges.

Os recursos para a construção da nova planta serão financiados pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Esta será a terceira fábrica de biodiesel da empresa no país. A companhia já opera duas unidades em Goiás que, juntas, têm capacidade para processar 450 milhões de litros por ano.

“Com mais está unidade de produção, cresce a demanda pela soja produzida em Mato Grosso e, consequentemente, as oportunidades de negócios dos produtores locais”, defende o vice-presidente.

Ainda como argumenta, outro aspecto positivo segundo Borges, é a retomada do mercado brasileiro de petróleo. A produção cresceu no ano anterior, bem como a balança comercial, que registrou superávit de R$ 410 milhões. As exportações somaram US$ 13,47 bilhões, enquanto as importações movimentaram US$ 13,06 bilhões.

De outra parte, a Petrobrás anunciou um aumento de 6,1% sobre os preços do diesel no início de janeiro deste ano. A informação é relevante porque, como se sabe, o biodiesel é acrescentado hoje ao diesel na proporção de 7%, índice que passará para 8% até 2017, 9%, até 2018 e 10%, até 2019. “Ganham, particularmente, com isso os produtores do Mato Grosso, o maior produtor de soja – principal matéria-prima do biodiesel”.

“Com a maior oferta do biocombustível, os produtores do Estado têm, paralelamente, a oportunidade de promover maior utilização em seu maquinário – tratores, pulverizadores, colheitadeiras, caminhonetes etc., substituindo o diesel, mais oneroso, e reduzindo, assim, o custo de transporte. A maior disponibilidade de farelo de soja, resultante da produção do processamento do grão para a produção do biodiesel, abre outro promissor horizonte: a oportunidade de agregar valor, investindo com eficiência e competitividade na produção de carnes de frango, suínos e derivados bovinos. Esse sistema otimiza a produção de milho necessária para a cobertura da terra, no intervalo da soja e que tem um ônus enorme quando paga frete aos portos, já que é um produto de muito baixo valor”, completa.

Esse novo modelo de produção é duplamente vantajoso, por reduzir o custo de fretes (substituindo a movimentação de volumosas partidas de grãos pelo transporte de derivados de carnes, mais compactos e, portanto, mais econômicos). De outra parte, a substituição da produção de grãos pela de carnes descortina ainda promissoras oportunidades no rentável mercado externo.

“Há ainda o papel social que a produção de biodiesel. Pela lei do chamado Selo Combustível Social, boa parte da produção deve ser reservada à agricultura familiar. Calcula-se que no ano passado mais de 70 mil pequenos produtores foram envolvidos no processo, promovendo, assim, a distribuição de riquezas no campo. Importa destacar as vantagens e propriedades ambientais do biodiesel, um combustível limpo, ecologicamente correto e que não concorre para o aumento do aquecimento global, ao contrário do diesel e demais derivados de petróleo”, argumenta.

Fonte: Diário de Cuiabá

Empresa quer ampliar produção e uso do Biodiesel

Em reunião ocorrida na última quarta-feira (18), o Gerente de Agricultura Familiar da Caramuru Alimentos, André Luiz e os diretores Adão da Silva (Sec. de Política Agrícola) e Orlando Luiz Nicolotti (Sec. De Meio Ambiente) conversaram  com objetivo de buscar meios para ampliar a participação da empresa Caramuru Alimentos no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) no estado.

Entre os principais focos do plano de trabalho das Secretarias de Política Agrícola e de Meio Ambiente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAGRI-MT) para o ano de 2017, está a de ampliar a atuação da cadeia do biodiesel na agricultura familiar em Mato Grosso, através do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB). Na Safra 2015/2016, a empresa comercializou cerca de 28 mil toneladas de soja não transgênica, por meio de contratos com mais de 200 famílias em todo o estado.

O objetivo é aumentar este número nas regiões que o programa já está em atividade e ampliar o número de municípios que tem contratos ativos. A Caramuru, que tem parceria com agricultores familiares por meio do PNPB há 5 anos no estado, conta atualmente armazéns em 6 municípios (Água Boa, Canarana, Nova Ubiratã, Ipiranga do Norte, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Querência), e está investindo em uma Unidade Fabril de Biodiesel em Sorriso.

Adão da Silva frisa que a Federação está empenhada em avançar com o programa no estado, no aumento do número de contratos com as famílias e o aumento da produção, possibilitando geração de emprego e renda às milhares de famílias participantes do PNPB. “Estamos buscando potencializar o programa, tornando-o mais eficiente para ambas as partes. Nossa preocupação maior é com os agricultores familiares, para que possam conquistar estabelecimento nos mercados e geração de emprego e renda.

Através das articulações estamos observando qual os melhores caminhos pra impulsionar o programa”, diz. Orlando Luiz Nicolotti afirma que a Fetagri está sempre em contato com as outras empresas que participam do programa no estado. “Estaremos nos reunindo com todas as outras empresas parceiras do PNPB, pois temos o compromisso de expandir ainda mais o programa para mais famílias de agricultores”, menciona.

Fonte: Mato Grosso Econômico

Caramuru recebe autorização da ANP para construir planta de biodiesel

A Caramuru Alimentos, uma das maiores processadoras de grãos de capital nacional, recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para construir sua fábrica de biodiesel em Sorriso, em Mato Grosso.

A autorização foi publicada na sexta-feira (30/12) no Diário Oficial da União. A planta, que será erguida no complexo industrial que a Caramuru possui em Sorriso,terá capacidade para produzir 285 mil litros por dia – ou cerca de 104 milhões de litros por ano.

Conforme o Valor já informou, a construção da unidade custará R$ 24,5 milhões, financiados pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro¬Oeste (FCO). Esta será a terceira fábrica de biodiesel da Caramuru no país. A companhia já opera duas unidades em Goiás que, juntas, têm capacidade para processar 450 milhões de litros por ano.

Fonte: Valor Econômico publicado em Revista Canavieiros

Caramuru Alimentos recebe acreditação do Inmetro

A Caramuru Alimentos, associada APROBIO, teve publicado no site do Inmetro a acreditação do laboratório da unidade de Ipameri/GO – segundo a norma ISO 17025 – para a certificação do biodiesel. A acreditação representa a confirmação da competência técnica, a qualidade do laboratório na execução dos ensaios e reforça o compromisso da empresa com a qualidade do biodiesel oferecido ao mercado.

Clique aqui e confira a publicação oficial.

Assine nossa newsletter e tenha acesso as principais notícias do setor


aprobio@aprobio.com.br
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 - Conj. 91 - Jd. Paulistano - 01452-911 - São Paulo - SP - Tel: 55 11 3031- 4721