BSBios expande faturamento e lucratividade em 2018

O ano passado foi muito bom para a BSBios. Ao longo de 2018, a empresa conseguiu dar saltos relevantes tanto em seu faturamento quanto na lucratividade de suas operações. De acordo com dados divulgados pela própria empresa na edição 2018 de seu relatório de sustentabilidade, as receitas do grupo se aproximaram da marca dos R$ 3,15 bilhões. O valor é inédito e representa um crescimento de impressionantes 44,8% sobre o valor apurado em 2017.

O crescimento robusto se contrasta com o recuo anterior. Entre 2016 e 2017, o faturamento da empresa havia caído 5,5% indo de R$ 2,30 para R$ 2,17 bilhões.

A renda auferida no negócio de biodiesel seguem representando aproximadamente metade – 48,6% – do dinheiro que entrou nas contas da companhia. De acordo com dados da plataforma BiodieselDATA, entre pagamentos pela entrega do biodiesel arrematado nos leilões regulares da ANP e ganhos com a participação nos estoques reguladores mantidos pela Petrobras, a BSBios recebeu R$ 1,53 bilhão.

Outras fontes de receita acrescentaram cerca de R$ 1,62 ao caixa da companhia no ano passado.

Produção

Boa parte do aumento no faturamento da BSBios foi puxado pelo crescimento na produção de biodiesel da empresa. Em 2018, o grupo industrial retomou a liderança do setor desbancando a ADM.

As usinas de Passo Fundo (RS) e de Marialva (RP) fabricaram um total de 545,8 milhões de litros o equivalente a 10,2% de toda a produção nacional do período. O volume fabricado aumentou em praticamente um terço de um ano para o outro. Além disso, as duas unidades fabris colocaram um pouco menos de 58,5 mil toneladas de glicerina no mercado – 31% mais do que em 2017.

No processamento de soja, o desempenho da BSBios foi menos vistoso com um aumento de 7% no volume de soja esmagada. Pela primeira vez, a empresa processou mais de um milhão de toneladas do grão num mesmo ano gerando 772,9 mil toneladas de farelo e 201 mil toneladas de óleo degomado

Os números refletem a expansão da capacidade instalada das duas usinas ocorrida em 2017. Segundo relatório de sustentabilidade, a BSBios investiu cerca de R$ 13,6 milhões no ano passado.

Em julho, a planta de Passo Fundo completou um processo de ampliação que elevou seu potencial de produção em 33%. Já, em novembro, foi a vez de Marialva com 37,9% de aumento. Somando tudo, a BSBios encerrou 2018 com 576 milhões de litros em capacidade instalada; cerca de 35,6% a mais do que no começo do ano.

Novos investimentos estão para vir. Em novembro do ano passado, o grupo anunciou planos de investir outros R$ 72 milhões em suas plantas este ano. Esses recursos serão usados para aumentar a capacidade instalada de biodiesel em 43% – chegando a 823,7 milhões de litros – e elevando o processamento de grãos em 18,5% para chegar a 1.280 toneladas por dia.

Também estão previstos investimentos numa unidade pré-processamento de gordura animal. Isso permitirá que a BSBios passe a fabricar biodiesel com até 40% de gordura animal – dobrando o limite atual de 20%.

Novamente lucrativa

Alimentado com crescimento operacional e no faturamento, o lucro da empresa também avançou. Segundo o relatório de demonstrações financeiras da Petrobras Biocombustível – dona de 50% do capital da BSBios –, a companhia teve lucro líquido de R$ 111,6 milhões no ano passado praticamente triplicando os R$ 38,3 milhões do ano anterior.

O valor mais do que compensa as perdas que a companhia amargou entre 2013 e 2016. No balanço geral, de 2012 para cá, a BSBios lucrou R$ 43,7 milhões.

Fonte: BiodieselBr

Maior produtora brasileira de biodiesel, empresa gaúcha divulga Relatório da Sustentabilidade 2018

Números da BSBIOS, que tem sede em Passo Fundo, mostram também os dados de gestão da companhia

Pioneira na exportação de biodiesel no país, a BSBIOS divulgou seu relatório de sustentabilidade de 2018, que traz informações importantes para o setor. No último ano, a empresa, maior produtora brasileira de biodiesel, produziu 545.677 m³ do produto nas unidades de Passo Fundo e Marialva, município paranaense que conta com uma unidade da empresa.

O relatório mostra também como as atividades ajudaram a girar a economia nas duas cidades. Só em 2016, a BSBIOS foi responsável por 24,2% do PIB de Passo Fundo e 35,2% do PIB de Marialva-PR. Nos últimos três anos, foram R$ 7,6 bilhões em receitas e R$ 119,6 bilhões em impostos gerados pela empresa somando-se os dois municípios. Isso sem falar nos 3,9 mil empregos diretos e indiretos criados pela presença da empresa nos locais.

A troca entre companhia e as cidades-sede é considerada fundamental para o futuro. Só em 2018, a BSBIOS investiu R$ 1,9 milhão em projetos socioambientais, esportivos e culturais. Pelo programa “Sementinhas do Futuro”, que promove a reflexão sobre equilíbrio entre preservação ambiental, desenvolvimento social e crescimento econômico, no ano de 2018, a empresa recebeu a visita de 1300 alunos, de 24 escolas de ambas cidades.

Sustentabilidade é prioridade estratégica

A preocupação com o meio ambiente está na essência da empresa e, portanto, a BSBIOS atua na economia de baixo carbono. A estimativa do valor social —  dano evitado —  gerado pelo processo produtivo da BSBIOS está entre R$ 20 milhões e R$ 66 milhões, em média.

O Relatório da Sustentabilidade foi produzido, pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative – GRI, de forma engajadora, por meio de seus colaboradores, de stakeholders e da consultoria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — FIPE.

— Estamos de forma transparente e responsável fazendo  a nossa prestação de contas à sociedade. Alinhados a isso, neste ano, criamos uma área de Gestão de Riscos Corporativo e Compliance e estamos evoluindo com a implementação do Programa Integridade BSBIOS — amplia e orgulha-se o presidente da BSBIOS Erasmo Carlos Battistella.

Fonte: Zero Hora

Biodiesel tem papel fundamental na redução de gases de efeito estufa

Erasmo Battistella, presidente da Aprobio, é o entrevistado desta semana do programa Conexão Agro

A BSBIOS é uma das três maiores empresas produtoras de biodiesel no país, biocombustível que vem ganhando espaço no país. Em 2008, o produto era adicionado ao diesel numa proporção de 2%; em 2018, a taxa passou para 10%. Segundo Battistella, o biodiesel tem um papel fundamental no processo na redução de emissão de gases de efeito estufa.

Indústria de biodiesel está otimista com mistura de combustíveis de fontes renováveis

A indústria de biodiesel está otimista com o aumento da mistura de combustíveis de fontes renováveis ao diesel, a partir do próximo ano. No Rio Grande do Sul, a expectativa é de que a procura pela soja, a principal matéria-prima do biocombustível cresça, já na próxima safra.

O biodiesel é um combustível extraído de fontes renováveis, principalmente da soja.

No Brasil, ele misturado ao diesel, que a partir do próximo ano, essa mistura vai ser maior. O Conselho Nacional de Política Energética garantiu a adição gradual de biodiesel no diesel, a partir de 2019. Hoje são 10%, até 2023 serão 15%. É 1% por ano que representa muito, principalmente para cadeia da soja. “A oportunidade de crescimento de mercado vai gerar mais empregos, novos investimentos e mais demanda de matéria prima.”, disse Erasmo Carlos Battistela, presidente do Conselho da APROBIO e diretor-presidente da BSBIOS.

Só a BSBIOS, com um unidade de produção em Passo Fundo/RS, é responsável pela produção de 540 milhões de litros de biodiesel por ano. A soja representa mais de 70% do que é produzido pela empresa.

Ela é a maior indústria de biodiesel no Sul do país e já prepara uma ampliação pra produzir mais a partir do próximo ano. Em todo o país, a produção de biodiesel atingiu a marca de quase 5,5 bilhões de litros em 2018.

O engenheiro agrônomo, Elmar Floss, acredita que os efeitos do incremento do biocombustível no diesel já vão aparecer na próxima safra de soja. “Isso ajuda a garantir bons preços para a soja, porque vai somando além do valor econômico maior, que é a proteína da soja, tem ainda também a valorização desse óleo, que como eu disse, representa 20% do peso do grão.”

Fonte: Hora 1

Presidente da BSBIOS e da APROBIO recebe troféu O Equilibrista como Executivo de Finanças do Ano

Para Erasmo Carlos Battistella, prêmio concedido pelo IBEF-RS é um reconhecimento das boas práticas de gestão aplicadas por todos os colaboradores da empresa

Na noite de sexta-feira (30), no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre/RS, o presidente da BSBIOS e do Conselho de Administração da APROBIO, Erasmo Carlos Battistella, recebeu o Troféu O Equilibrista – Executivo de Finanças do Ano, concedido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul (IBEF-RS). O prêmio é o reconhecimento dos profissionais de finanças com performance diferenciada e carreira sólida.

A escolha dos nomes pelo conselho do IBEF-RS foi feita a partir da avaliação dos projetos inscritos por uma banca composta por representantes das auditorias Deloitte, KPMG, PwC e Ernst&Young, levando em consideração diversos fatores, como a capacidade de reação em um cenário adverso. Ao todo, 11 cases se inscreveram para a premiação.

Battistella apresentou o case do plano de restruturação administrativa e financeira da BSBIOS, evidenciando as iniciativas de gestão tomadas para buscar a reversão de resultados e tornar a companhia mais saudável economicamente. Tendo como norte a sustentabilidade e acreditando nas premissas que o fizeram fundar a BSBIOS, o empresário aplicou medidas para aumentar a competitividade da companhia.

O presidente da BSBIOS destaca que está muito honrado em receber o prêmio. “Esse troféu reconhece e simboliza os esforços de boas práticas de gestão, que fizemos na liderança da BSBIOS, com a finalidade de reestruturar a empresa. Agora, aumenta ainda mais a responsabilidade em continuarmos buscando melhores resultados”, pontuou Battistella, dividindo e agradecendo a contribuição de todos os colaboradores da empresa.

Na edição deste ano, ainda foi concedido o Prêmio de Destaques em Finanças 2018. Receberam a honraria a diretora administrativa e de RH da Fruki, Aline Eggers Bagatini, e a diretora financeira e de operações de RH do Grupo RBS, Mariana Guedes Silveira.

De pequeno empresário a líder do setor de biodiesel e agroenergia

Sempre com veia de empreendedor, Battistella fundou em 2005 a BSBIOS. Ele já atuava como pequeno empresário no ramo de varejo de combustíveis, e o biodiesel surgiu de um questionamento de alguns agricultores na fila do banco, que queriam saber a opinião do empreendedor. Com pouco conhecimento sobre o assunto, o empresário procurou entender mais sobre o tema que começava a ganhar espaços nos noticiários, graças à preparação, pelo governo, do Plano Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB.

Buscando informações através de assessoria e de uma consultoria especializada, apostou na ideia e a transformou em oportunidade. Para tanto, uniu-se a outros três empresários, que deram o suporte necessário para a concretização da companhia. O negócio cresceu e expandiu para o Paraná, com a abertura de mais uma planta produtora de biodiesel. Com visão de tornar a companhia ainda mais sustentável, optou-se pela verticalização da indústria, com uma unidade de Processamento de Grãos.

Battistella sempre buscou desenvolver o setor, sendo cofundador e presidente da Associação de Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), e também contribuiu para fundar a Associação Brasileira de Produtores de Canola – Abrascanola.

Atualmente, o empresário é proprietário do ECB Group, que tem por foco atuar na área da Agroenergia, trabalhando para promover o desenvolvimento da produção agrícola e uso de energia limpa.

Analítica Comunicação (11) 2579-5520

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É fundamental novo governo manter o RenovaBio e o aumento da mistura de biodiesel, diz Erasmo Battistella

Na abertura da Conferência BiodieselBR 2018, presidente do Conselho de Administração da APROBIO destacou potencial de crescimento do biodiesel brasileiro, com investimentos estimados em R$ 22 bilhões na próxima década

Em apresentação na abertura da Conferência BiodieselBR 2018, realizada nesta segunda-feira (5) em São Paulo, o presidente do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (APROBIO), Erasmo Carlos Battistella, disse esperar do futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL) a manutenção de políticas que visam a um maior uso de biocombustíveis no Brasil, como o cronograma de aumento anual da adição de biodiesel ao diesel derivado de petróleo e a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).

Se mantidas as previsões de crescimento econômico e de maior uso de biodiesel no país, os investimentos no setor podem chegar a R$ 22 bilhões até 2030, conforme previsões da APROBIO. Só no período entre 2016 e 2018, o biodiesel contribuiu com geração de R$ 90 bilhões em Produto Interno Bruto (PIB), mais de 200 mil empregos e evitou a emissão de 20,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. “Nossa trajetória mostra que o biodiesel é uma política pública correta, inteligente, de vanguarda e com a qual o Brasil vem se destacando muito internacionalmente”, afirmou Erasmo Battistella.

Citando como exemplo as cidades em que há instaladas usinas de biodiesel da BSBIOS, da qual também é presidente, Erasmo Battistella mostrou que o PIB de Passo Fundo (RS) e Marialva (PR) cresceram mais que localidades equivalentes sem produção desse biocombustível. No município gaúcho, o biodiesel responde por quase 23% do PIB local, índice que sobe para 37% na cidade paranaense.

Nos próximos anos, o potencial de crescimento do biodiesel é ainda maior, em função da deliberação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que vai estipular o aumento anual de 1 ponto porcentual na mistura de biodiesel a partir de junho de 2019, até o limite de 15% de biocombustível (B15) adicionado ao diesel fóssil, em 2023. Hoje, é obrigatória a mistura B10, isto é, 10% de biodiesel e 90% de combustível mineral.

Erasmo Battistella reforçou que a previsibilidade assegurada pelo cronograma do CNPE e pelo RenovaBio, que prevê o uso do B20 até 2028, são fundamentais para a expansão do setor. Por isso, o momento é de “empolgação, mas com responsabilidade”.

“Nesses 14 anos de biodiesel, mesmo nos anos difíceis, de alta ociosidade nas usinas produtoras, o empresário brasileiro não fugiu à luta”, disse o presidente da APROBIO, em painel sobre o futuro do biodiesel com um novo presidente à frente do país. “Esperamos que o novo governo mantenha a previsibilidade conquistada. O RenovaBio é uma conquista do Brasil que trará ainda mais benefícios econômicos, sociais e ambientais ao país.”

Bolsonaro manterá RenovaBio, diz deputado federal

Na sequência do painel, o deputado federal Evandro Gussi (PV-SP), responsável pelo projeto de lei que deu origem ao RenovaBio, afirmou que o presidente eleito manterá a Política Nacional de Biocombustíveis, que prevê a redução de 10,1% nas emissões de gases de efeito estufa no Brasil até 2028. Na semana passada, Gussi gravou um vídeo ao lado do futuro mandatário, divulgado nas redes sociais, na qual Bolsonaro declara apoio aos biocombustíveis e reconhece a importância do setor para o agronegócio e para o Brasil como um todo.

O painel de abertura da Conferência BiodieselBR 2018 contou também com a presença do presidente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, e com a participação em vídeo de André Nassar, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Em dois dias de painéis, o evento debaterá os principais temas do setor de biodiesel, como o RenovaBio, os processos de leilões do produto e a cadeia produtiva da soja, entre outros assuntos.

Fonte: Analítica Comunicação – Assessoria de imprensa APROBIO

[CBBR 2018] A contribuição do biodiesel para o Brasil

Os últimos anos não foram dos mais brilhantes para a economia brasileira. Com o B15 e o RenovaBio a caminho, o biodiesel está para iniciar um novo ciclo sustentado de investimentos que poderá dar uma contribuição positiva para tirar o país da pasmaceira. Tentar mensurar o tamanho desse impacto será a missão da palestra do presidente da Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), Erasmo Carlos Battistella.

“É um tema bastante complexo”, admite o palestrante que diz ainda estar trabalhando nos números de sua apresentação que deverá tomar de empréstimo os recentes resultados obtidos no recentemente publicado Relatório de Sustentabilidade da BSBios – empresa fundada e comandada por ele – como uma linha de guia. “Em nosso relatório usados metodologias internacionalmente aceitas para medir o impacto econômico nas cidades de Passo Fundo e Marialva. Vamos usar nosso caso e extrapolar os resultados”, diz.

A ideia, no entanto, não é só olhar pelo retrovisor e ver tudo o que o setor de biodiesel já fez em termos de geração de riqueza e de empregos país afora, mas, sobretudo, tentar mirar o futuro. Isso num momento em que as usinas já começam a se movimentar em antecipação a proposta do Ministério de Minas e Energia (MME) de oficializar ainda este ano um cronograma de novos aumentos da mistura obrigatória que pode levar o país ao B15 nos próximos cinco anos.

“O setor vai demandar novos investimentos para chegar ao B15 e, talvez, até mais”, diz esperançoso de que novos aumentos da mistura venham a ser aprovados no futuro. “Quem sabe chegaremos a B30 antes de 2030”, prossegue acrescentando que também são grandes as expectativas sobre os possíveis estímulos gerados pelo RenovaBio.

Esmagamento

O setor de biodiesel ajudaria a puxar a competitividade em outros segmentos estratégicos para a economia brasileira. É o caso da indústria de esmagamento de soja. Nesse caso, no entanto, seria preciso uma política melhor coordenada.

“O novo governo brasileiro precisa ter uma estratégia de longo prazo para melhorar a competitividade do segmento de processamento de soja”, afirma e aponta que o país vem exportando parcelas cada vez maiores de soja em in natura e perdendo oportunidades de agregar mais valor a um de seus principais produtos agrícolas.

Erasmo Carlos Battistella apresentará a palestra “A capacidade do setor de biodiesel em contribuir com o crescimento do Brasil” marcada para o dia 05 de novembro.

Fonte: BiodieselBR

Representantes da ANP e da APROBIO debatem uso da RenovaCalc no Rio Grande do Sul

Em dois dias de trabalho, representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) visitaram unidades de empresas associadas à APROBIO para observar a realidade dos produtores de biodiesel no preenchimento da ferramenta RenovaCalc.

Na quarta-feira (5), o grupo esteve na unidade de Originação da 3 Tentos, em Santa Bárbara do Sul, e nesta quinta (6) o destino é a BSBios, em Passo Fundo. Além dessas duas empresas, a Caramuru e a Bocchi enviaram profissionais para esse trabalho de campo, acompanhado pelo diretor superintendente da APROBIO, Julio Minelli, e

pelo assessor técnico Antonio Ventilii.

 

 

O RenovaBio é a  política nacional para os biocombustíveis, criada para fomentar o aumento da produção em padrões mais sustentáveis e oferecer instrumentos para o cumprimento das metas de redução de emissões com as quais o Brasil se comprometeu no Acordo de Paris. Além disso, o programa determina o cálculo da intensidade de carbono dos biocombustíveis e sua comparação com os combustíveis fósseis.

A confiabilidade deste processo é proveniente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a participação no RenovaBio é voluntária de cada agroindústria.

 

Uma vez tendo aderido ao programa, cada unidade agroindustrial, produtora de biocombustível, deve fornecer parâmetros técnicos do seu processo produtivo – desde as fases de produção, passando pelo tratamento, até a conversão da biomassa em biocombustível – visando que os dados sejam passíveis de cálculo pela RenovaCalc.

A RenovaCalc é uma ferramenta que contabiliza a intensidade de carbono de um biocombustível (em g CO2 eq./MJ), comparando-a à do seu combustível fóssil equivalente.

Esta corresponde a um conjunto de planilhas que contém um banco de dados e uma estrutura de cálculo específica para cada tipo de biocombustível.

Hoje, a RenovaCalcMD já é um sistema informatizado, resultado de um trabalho conjunto entre ANP e IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

Crianças aprendem sobre preservação e respeito ao meio ambiente na BSBIOS

Cerca de 700 estudantes são estimulados a desenvolver a consciência ambiental

A preservação e o respeito ao meio ambiente pautam o Programa Sementinhas do Futuro, desenvolvido pela BSBIOS, uma das associadas APROBIO. De 5 à 11 de Junho cerca de 700 estudantes, do quarto ano do ensino fundamental, de 11 escolas da rede pública e privada visitaram a sede da empresa, em Passo Fundo/RS, e foram estimulados a desenvolver a consciência ambiental em uma atividade extra classe.

“Acreditamos que as crianças são disseminadoras do conhecimento e, replicarão em suas casas, no seu dia-a-dia, as boas práticas de preservação ambiental,” destacou o Diretor comercial da BSBIOS, Leandro Zat. A afirmativa foi corroborada pelo presidente da Companhia, Erasmo Carlos Battistella, que acrescentou que com orientação vamos ter adultos mais conscientes e responsáveis e, como resultado um mundo mais limpo e acolhedor. Esse foi o quarto ano consecutivo de realização do programa.

“Aprendemos assuntos interessantes que vão servir para o nosso futuro, como do que é feito o biodiesel. É muito bom saber que a BSBIOS trabalha com isso, uma energia que dá para renovar e poluir menos o mundo,” destacou a estudante Helena Carboni, de 9 anos, do Colégio Bom Conselho. O aluno Francisco Ribeiro, de 10 anos, da Escola Municipal Pe. José de Anchieta ressaltou que o biodiesel reduz a poluição. Já a aluna Taila Oliveira Amaral, de 9 anos, da Escola Estadual Salomão Iochpe ressaltou que devemos cuidar do meio ambiente e do futuro das pessoas. “Devemos reciclar o que precisa, separando de forma correta o lixo.”

A professora da Escola Municipal Pe. José de Anchieta, Núbia Paula Carvalho, destacou a importância da atividade. “É uma outra forma de conhecimento, pois somente o ambiente de sala de aula não fornece todo o subsídio que eles recebem participando da visita,” contou a educadora.

A atividade contou com visita a unidade industrial e duas palestras explicando a transformação do grão de soja em biodiesel e destacando ações de preservação da natureza. E, para ilustrar de forma lúdica todo o conteúdo apresentado, os estudantes assistiram a peça de teatro “O Sumiço da Consciência”, com o Grupo Ritornelo.

Fonte: Assessoria BSBIOS

Maior produtora brasileira de biodiesel, empresa gaúcha divulga números de 2016

Relatório de sustentabilidade da BSBIOS, que tem sede em Passo Fundo, mostra também os números da gestão econômica-financeira da companhia

Pioneira na exportação de biodiesel no país, a BSBIOS – associada Aprobio – divulgou seu relatório de sustentabilidade de 2016, que traz informações importantes para o setor. Além de atingir uma receita superior a R$ 2,2 bilhões no ano passado, a empresa, maior produtora brasileira de biodiesel, alcançou a capacidade de produção de R$ 424,8 milhões de litros de biodiesel por ano.

O relatório mostra também como as atividades ajudaram a girar a economia, tanto na cidade-sede, Passo Fundo, quanto em Marialva, município paranaense que conta com uma unidade da empresa. Ao PIB da cidade gaúcha, a BSBIOS contribuiu de forma direta e indireta com R$ 7,6 bilhões no acumulado entre 2005 e 2014, além da geração de cerca de 15 mil empregos adicionais em 2014. Já em Marialva, estima-se que a contribuição para o PIB girou em torno de R$ 818 milhões, no período de 2010 a 2014, e que gerou 857 empregos adicionais para o município em 2014.

Outro ponto abordado no relatório é sobre a agricultura familiar: com 40% da matéria-prima vinda de cooperativas localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a companhia investiu apenas no ano passado, cerca de R$ 12 milhões em bônus e assistência técnica para os pequenos produtores de grãos de soja, canola e óleo de soja. A iniciativa beneficiou mais de 15 mil famílias dos três estados do sul do país.

Sustentabilidade é valor estratégico

No que se trata de práticas sustentáveis, a BSBIOS também pode ser considerada exemplo. Além de aumentar a produção do biodiesel – que por si só já tem uma representatividade enorme por ter matéria-prima renovável – a indústria, na sua cadeia produtiva, reduziu em 60,35% a emissão dos gases de efeito estufa, em comparação com o diesel de origem fóssil. Na contramão de grande parte das indústrias brasileiras, 61% do biodiesel que sai das duas unidades é transportado via linha ferroviária, o que gera ganhos ambientais e contribui para a manutenção das vias. Há ainda a ideia de ampliar o uso do combustível biodegradável no país – em Curitiba, por exemplo, coletivos urbanos rodam com o biodiesel (B100) produzido pela companhia desde 2009. Pelo programa “Sementinhas do Futuro”, que promove a reflexão sobre equilíbrio entre preservação ambiental, desenvolvimento social e crescimento econômico, até 2016,  já passaram mais de 2500 estudantes de 45 escolas.

Arte / Divulgação
Fonte: Clic Studio com informações da Assessoria BSBIOS

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