Para brasileiro, mudança climática é maior ameaça à segurança

América Latina e na África, regiões do planeta que mais devem sofrer com os graves impactos das transformações causadas pelo clima, registram preocupação acima da média; levantamento de organização americana ouviu mais de 40 mil pessoas em 38 países

Os brasileiros consideram a mudança climática a principal ameaça à segurança do país e do planeta – acima do terrorismo e da economia. Os dados são de uma pesquisa de opiniãodivulgada na última terça-feira pelo Pew Research Center, um instituto de pesquisa sobre tendências globais com sede em Washington. O país é uma das sete nações latino-americanas ouvidas, que colocaram as mudanças climáticas como a ameaça mais relevante da atualidade. Situação semelhante foi registrada na África, onde quatro dos seis países analisados pelo estudo destacaram as transformações no clima como o perigo mais relevante do país.

O levantamento mapeou o grau de sensibilidade de 38 países a oito graves ameaças globais: ataques cibernéticos, situação da economia global, poderio americano, poderio chinês, refugiados, influência russa, ameaça do Estado Islâmico e das mudanças climáticas. No total, foram ouvidas 41.953 pessoas.

A Espanha lidera o ranking geral dos países que colocaram as ameaças climáticas no topo das preocupações nacionais. Estima-se que 89% dos espanhóis considerem as alterações ambientais como a ameaça mais importante para a nação. O país já sofre com os efeitos da mudança no clima e teme que a diminuição das chuvas e a elevação do nível do mar afetem o turismo, uma das principais fontes de renda da população. Atrás da Espanha, no ranking geral, aparece a Suécia (64%), seguida pelo Canadá (60%). O Brasil ocupa a 11a posição global, e os Estados Unidos, a 27a.

A América Latina e a África foram os dois blocos de países que demonstraram maior preocupação com as mudanças climáticas. Os chilenos são os latino-americanos mais preocupados (86%) com o clima, seguidos pelos peruanos (79%) e argentinos (76%). Já no continente africano, o ranking é liderado pelo Quênia (76%), seguido pela Tanzânia (64%), África do Sul (59%) e Senegal (56%).

O alto índice de preocupação de países da África e da América Latina se explica especialmente pelas dificuldades com a produção de alimentos, o aumento da incidência de doenças e a intensificação dos eventos climáticos extremos. O Brasil aparece na lista dos dez países mais afetados pelas mudanças do clima, ao lado de países africanos, de acordo com o último relatório da ONG Germanwatch, que monitora as políticas climáticas de diversos países. E, ainda que a África produza menos de 5% das emissões de gases de efeito estufa, será um dos mais atingidos pela miséria acentuada pelas alterações no clima, revela o Global Climate Risk Index, o Índice Global de Risco Climático.

“O Brasil é muito vulnerável e o brasileiro já seu deu conta disso. Mas existe um abismo entre o mundo real, a opinião pública e o comportamento do presidente Michel Temer e da bancada ruralista”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “Temer decidiu ignorar o mundo real e a opinião pública e troca favores por proteção da bancada ruralista. O resultado é a ameaça de o Brasil se tornar um problema maior para o clima do planeta que Donald Trump e o os republicanos do Congresso americano.”

Fonte: Observatório do Clima

Primeira fazenda solar fotovoltaica do sul de Minas Gerais promete economia na região

Consumidores industriais e comerciais podem se beneficiar de projeto desenvolvido pela Solution Energia No segundo semestre de 2017 será inaugurada a primeira usina (ou fazenda) solar fotovoltaica de geração distribuída no Sul de Minas Gerais, no município de Jacutinga. O projeto, que está sendo desenvolvido em parceria pelas empresas Solution Energia, Ecogen e WEG, terá uma potência nominal aproximadamente 975 KWp (mega-watts pico) e abastecerá diversos consumidores industriais e comerciais atendidos em baixa tensão na região.

De acordo com a Solution, a fazenda será capaz de gerar aproximadamente 1.500.000 KWh ano, atendendo os clientes no modelo de autoconsumo remoto, onde o consumidor aluga uma fração da fazenda solar, que produzirá créditos de energia que serão abatidos nas demais unidades consumidoras de sua propriedade. O investimento todo é realizado pelas empresas e não é necessário realizar nenhum tipo de alteração nas instalações das unidades consumidoras que receberão os créditos de energia.

De acordo com a Solution, o modelo é uma alternativa atrativa para o consumidor que não possui capital para investimento próprio ou não tem acesso a linhas de crédito atrativas, dois dos principais gargalos que atrasam o desenvolvimento do setor fotovoltaico no Brasil. O cliente final recebe uma energia limpa, mais barata do que da distribuidora, sai das bandeiras tarifárias e ainda contribui com o aumento da matriz energética brasileira. De acordo com a empresa, esse é o primeiro de diversos projetos que serão instalados pelo Brasil. Após Minas Gerais, serão iniciados projetos no Rio de Janeiro (regiões atendidas pelas distribuidoras Ampla e Light), Bahia (Coelba) e Ceará (Coelce). Fundada em 2015, a Solution Energia é uma empresa de eficiência energética que surgiu com o objetivo de desenvolver projetos de geração e fornecimento deenergia renovável aos diversos tipos de consumidores, contribuindo para o desenvolvimento do país através da geração de energia solar.

A Solution nasce da ampla expertise de seus sócios tanto na área de geração e comercialização de energia, quanto na engenharia e mercado financeiro; o que capacita a empresa a desenvolver, em conjunto com as principais referências do mercado, projetos que alinhem os resultados econômicos ao desenvolvimento sustentável de longo prazo. A Solution também atua no segmento de vendas de sistemas fotovoltaicos para todos os tipos de consumidores, realizando desde a instalação à homologação do sistema com a distribuidora local. Através de uma análise completa dos dados de consumo, a empresa elabora um Estudo de Viabilidade detalhado sobre os resultados obtidos em termos de produção energética e economia financeira.

Fonte: Brasil Energia

ANP: combustíveis brasileiros têm qualidade semelhante aos de Primeiro Mundo

Os índices de combustíveis dentro dos padrões de qualidade vendidos no Brasil, em junho deste ano, foram semelhantes aos de países de Primeiro Mundo, conforme avaliação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a ANP, 98,5% da quantidade de amostras de gasolina analisadas atendiam às exigências. Quanto ao etanol, 98,7% estavam de acordo com o padrão. Já o diesel alcançou 96,2%.

O programa, que é um dos principais instrumentos de planejamento das ações de fiscalização da ANP, monitora permanentemente os postos de combustíveis de todo o país. No entendimento da agência, a pesquisa reflete o universo geral da qualidade dos combustíveis. Por meio de critérios estatísticos de amostragem, são selecionados postos para estabelecer um índice de conformidade que represente panorama representativo do mercado de combustíveis por estado. O trabalho é feito por instituições e laboratórios de universidades contratados pela ANP por meio de licitação pública.

Já a fiscalização da ANP se concentra nos postos de combustíveis com indícios de irregularidades e é feita a partir de um trabalho de planejamento orientado, entre outros itens, por informações do PMQC, por denúncias ao Centro de Relações com o Consumidor da Agência (CRC), pelo Sistema de Informação de Movimentação de Produtos (SIMP) e pelo intercâmbio de informações com outros órgãos.

No primeiro semestre de 2017, a ANP realizou 9.793 ações de fiscalização e assinou 2.836 autos de infração. Os dados foram superiores aos números do mesmo período do ano anterior: 9.709 ações de fiscalização e 2.793 autos de infração.

Fonte: Agência Brasil

RenovaBio é destaque em publicação sobre petróleo dos EUA

O Programa RenovaBio, do Ministério de Minas e Energia foi destacado em artigo do editor executivo do Serviço de Informação sobre o Preço do Petróleo (OPIS na sigla em inglês), Brad Addington, especialista em matérias-primas de biocombustíveis e refinarias. O artigo tem como tema: “RenovaBio: A Paradigm Shift for Biofuels in Brazil” (RenovaBio: uma mudança de paradigma para os biocombustíveis no Brasil, em tradução livre).

O artigo destaca a importância do RenovaBio para uma mudança na forma como o governo brasileiro estimula a produção de etanol, enaltecendo que, com o programa, o Brasil dará um passo importante rumo à concretização das metas assumidas pelo país na COP21, visando 2030.

O programa, na interpretação de Brad Addington, deve contribuir para que o Brasil reduza as emissões de gases de efeito estufa em 43% em relação aos níveis de 2005; tenha 45% da matriz energética baseada em energia renovável, com 18% da fatia destinada aos biocombustíveis.

“Pela primeira vez, o Brasil está pronto para: atribuir de forma efetiva classificações de Intensidade de Carbono (CI) aos combustíveis de transporte, com base nas classificações dos processos de produção de cada produtor de biocombustíveis e na medida em que reduzem as emissão de gases de efeito estufa”, destaca o editor executivo da OPIS.

Fonte: TN Petróleo Online

Safra 2017/18 de soja do Brasil pode cair para 110,6 mi t, diz Ministério

A produção de soja em grão pelo Brasil na safra 2017/18 deverá totalizar 110,66 milhões de toneladas, queda de 2 por cento em relação a 2016/17, projetou o Ministério da Agricultura nesta sexta-feira (21), em boletim que traça perspectivas também para os próximos dez anos.

De acordo com a pasta, o ciclo 2017/18, cujo plantio se dá no segundo semestre, tem como limite superior de estimativa 121,50 milhões de toneladas, o que representaria, neste caso, aumento de 7,5 por cento em relação ao registrado no anterior, quando as produtividades foram excelentes.

Para o longo prazo, o Ministério diz que o Brasil poderá colher até 175,28 milhões de toneladas em 2026/27, com a área passando de quase 34 milhões de hectares atualmente para mais de 54 milhões de hectares daqui dez anos, no cenário mais otimista.

“Estima-se que a expansão de área deve ocorrer em áreas de grande potencial produtivo, como as áreas de cerrados compreendidas na região que atualmente é chamada de Matopiba, por compreender terras situadas nos Estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia”, informa o Ministério.

Em relação ao milho, a pasta prevê que a produção total (primeira e segunda safras) em 2017/18 seja de 95,42 milhões de toneladas, podendo chegar a um máximo de 113,91 milhões de toneladas, ante 96 milhões de toneladas esperadas para 2016/17 na última estimativa da Conab.

Em 10 anos, a produção do grão pode alcançar até 177,23 milhões de toneladas (limite superior das projeções), com a área plantada passando de 17,2 milhões para até 24,1 milhões de hectares.

Compreendendo-se todos os grãos, para 2026/17, a safra nacional de grãos está estimada pelo ministério em 288,17 milhões de toneladas, alta de mais de 50 milhões de toneladas ante os volumes atuais, podendo atingir 343,81 milhões de toneladas na projeção mais otimista.

Paralelamente, a área plantada com grãos em dez anos deve passar dos atuais 60,36 milhões de hectares para 70,82 milhões de hectares –o limite superior, neste caso, é de 85,84 milhões de hectares.

Fonte: Reuters

Governo quer mercado de carbono para estimular biocombustível

O Brasil está trabalhando em uma nova legislação que abre o mercado de certificados de emissões de carbono, segundo Paulo Pedrosa, secretário executivo do ministério e Minas e Energia. As empresas de energia que produzem os certificados de melhor qualidade obterão mais facilmente o acesso ao financiamento.

A medida vem em um momento no qual o Brasil, o segundo maior produtor mundial de biodiesel e etanol, atrás dos EUA, tenta atingir seu objetivo de reduzir as emissões como parte do acordo climático de Paris. Ele também atende às demandas dos produtores de biocombustíveis para políticas de longo prazo de apoio à indústria após anos de intervenção pesada do governo no mercado de combustíveis e energia.

O projeto de lei que cria o programa RenovaBio está sendo finalizado e deve ser enviado ao Congresso até o final deste mês.

“Esperamos que o mercado de negociação de títulos de emissão de crédito esteja em plena operação até 2019”, disse Pedrosa em uma entrevista de seu escritório em Brasília. “A certificação individual pode estimular a concorrência, aumentar a produção e premiar as empresas que investem na produção de energia limpa”.

Cerca de 13% das emissões globais de gases de efeito estufa são cobertas por regulamentos de preços de emissões, como o imposto sobre o capital e o carbono, de acordo com um relatório da Bloomberg New Energy Finance. Isso deverá aumentar para quase o dobro nos próximos anos à medida que o preço do carbono se expande em vários países.

Fonte: Bloomberg

Brasil vai ultrapassar Estados Unidos na produção de soja até 2026

Relatório da FAO prevê que produção de soja no Brasil cresça a 2,6% por ano, o maior crescimento entre os principais produtores

O Brasil vai ultrapassar os Estados Unidos e será o maior produtor de soja mundial em dez anos. A previsão é do relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

De acordo com o relatório, a produção de soja no Brasil deve crescer a 2,6% por ano, o maior crescimento entre os principais produtores, já que dispõe de mais terras, comparado com a Argentina, com crescimento projetado de 2,1% por ano, e os Estados Unidos, de 1% por ano.

Com isso, as exportações do produto em 2026 serão dominadas pelo Brasil e Estados Unidos que, juntos, respondem por quase 80% das exportações mundiais.

Durante o período analisado, espera-se que a produção mundial de soja continue expandindo, mas em um ritmo de 1,9% por ano, abaixo da taxa de crescimento de 4,9% anual da última década.

O documento afirma que o Brasil e a Argentina experimentaram a maior expansão das áreas cultivadas nos últimos dez anos, somando respectivamente 10 milhões de hectares e 8 milhões de hectares às terras de plantio em todo o mundo. Nos próximos dez anos, a expectativa é de expansão similar para esses países.

Supersafra

As estimativas do último levantamento da safra 2016/2017 divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirmam as expectativas traçadas pela FAO e OCDE. A Conab projeta que a safra seja de 237,2 milhões de toneladas de grãos. Uma produção recorde, com crescimento de 27,1% em relação ao período anterior.

De acordo com a pesquisa, a produção de soja deve crescer 19,4% e chegar a 113,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo assim a expectativa dos números divulgados em maio. Já a produção de milho pode chegar a 96 milhões de toneladas, 44,3% acima da safra 2015/2016.

Produtos agrícolas 

O relatório da OCDE e da FAO traz projeções até 2026 para os principais produtos agrícolas. No período analisado, a produção mundial de grãos crescerá cerca de 1% por ano, o que levará a um aumento total em 2026 de 11% para o trigo, 14% para o milho, 10% para os grãos secundários e 13% para o arroz.

Em relação à pecuária, é previsto que a participação dos dois maiores países exportadores de carne, que são Brasil e Estados Unidos, aumente até aproximadamente 44%, contribuindo com quase 70% no aumento previsto das exportações mundiais de carne durante o período analisado.

Já para os biocombustíveis, a expectativa é de a demanda brasileira de etanol se expandir em 6 bilhões de litros no período analisado, o que resultaria em um aumento na produção de mais de 40% nos próximos dez anos.

Brasil vai ultrapassar Estados Unidos na produção de soja até 2026

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e da FAO 

USDA eleva previsão de exportação de soja do Brasil em 2017/18; mantém safra

As exportações de soja do Brasil na nova safra (2017/18) foram estimadas em um recorde de 64 milhões de toneladas, de acordo com dados desta quarta-feira (12) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que elevou levemente a sua projeção.

No mês passado, o USDA havia estimado as vendas externas do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, em 63,5 milhões de toneladas em 2017/18.

O USDA ainda manteve a projeção de safra 2017/18 do Brasil em 107 milhões de toneladas.

Na safra anterior, a colheita do país foi estimada em um recorde de 114 milhões de toneladas, enquanto as exportações são vistas em 61,5 milhões de toneladas.

Fonte: Reuters

Energia solar, limpa e renovável, pode gerar grande economia para empresas

No Brasil, a energia solar fotovoltaica corresponde a aproximadamente 80 megawatts (MW) operacionais na matriz energética. No ano de 2016, houve crescimento de 320% da geração distribuída desta fonte – um salto de 1.827 sistemas para mais de 7.600 sistemas de micro e minigerações distribuída solar fotovoltaica. Em outubro de 2016, as energias renováveis tiveram participação de 43,2% na matriz energética brasileira, dois pontos percentuais a mais que no ano anterior, segundo dados do Boletim Mensal de Energia elaborado pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME).

De acordo com dados da Cushman & Wakefield, o mercado de galpões e armazéns industriais em uso no Brasil possui uma área total estimada em 12 milhões de metros quadrados. Isso representa um potencial de investimentos de R$ 6,8 bilhões para a geração solar fotovoltaica no Brasil, segundo estimativa conservadora da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Ainda de acordo a entidade, se a metade da área dos telhados de todos os galpões e armazéns ocupados no Brasil fosse aproveitada para gerar energia fotovoltaica, a potência instalada seria de cerca de mil MW, o suficiente para suprir as necessidades energéticas de aproximadamente dois milhões de brasileiros. Os empregos diretos gerados com o investimento seriam da ordem de 30 mil postos de trabalho. Considerado a estimativa, o potencial de geração de eletricidade seria de 1,7 mil megawatts/hora ao ano, correspondente a uma economia de aproximadamente R$ 900 milhões na conta de luz e uma redução de emissões de CO2 de aproximadamente 132,7 mil toneladas por ano. O payback para esses investimentos é estimado em 7,5 anos.

Continue lendo aqui.

Fonte: Jornal Canal da Bioenergia

Você conhece o perfil da emissão de gases de efeito estufa de cada Estado do Brasil?

Você saberia indicar a posição que seu Estado ocupa no ranking dos maiores poluidores do país? Conhece a origem dos poluentes? O que cabe ao desmatamento, qual a parte do setor agropecuário e da produção de energia? O mapa interativo do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), uma iniciativa do Observatório do Clima, te ajuda a conhecer um pouco mais sobre o perfil das emissões de cada um dos estados do país. Acesse o SEEG e descubra.

Fonte: Observatório do Clima

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