Brasil continua exportando biodiesel; período é recorde

O Brasil entrou em seu oitavo mês consecutivo como exportador de biodiesel. A informação foi divulgada pelo Ministério da Economia. Essa é a série contínua mais longa de exportações desde que o país embarcou sua primeiríssima carga – 45 kg com destino a Cingapura –, em outubro de 2012.

Em maio, 19,4 toneladas de biodiesel saíram do país com destino aos Estados Unidos, país que tem sido o destino recorrente do biocombustível brasileiro desde outubro passado. No acumulado, os norte-americanos já receberam 371,4 toneladas de biodiesel brasileiro.

No mês também foram feitos dois embarques para a Alemanha e um para a Índia. Nesses casos, no entanto, foram enviados apenas alguns quilos de biodiesel.

Em maio, as vendas de biodiesel renderam US$ 33,8 mil aos exportadores. O valor corresponde a US$ 1.743,00 por tonelada – em linha com os valores praticados nos últimos oito meses.

Fonte: BiodieselBR

67º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 984,443 milhões de litros

No 67º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 984,443 milhões de litros de biodiesel (volume obrigatório e voluntário), para atendimento às misturas obrigatória e voluntária. Desse volume, 983,543 milhões de litros foram para mistura obrigatória, sendo 99,95% deste total oriundos de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio de negociação foi de R$ 2,329/L, sem considerar a margem da Adquirente, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 2,29 bilhões, refletindo um deságio médio de 23,64% quando comparado com a média ponderada dos “Preços Máximos de Referência” regionais (R$ 3,050/L).

A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (03/06), com 39 produtores disponibilizando um volume total de 1,124 bilhão de litros, sendo 99,64% de produtores detentores do selo Combustível Social.

Em continuidade ao processo do Leilão de Biodiesel, foram arrematados 920,49 milhões de litros de biodiesel no primeiro dia de seleção das ofertas (05/06) pelos distribuidores de combustíveis. Esse volume foi oriundo exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social e representou 81,93% do total ofertado no leilão.

No segundo dia de seleção das ofertas (06/06), foram arrematados 63,05 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 5,61% do total ofertado no leilão.

O processo de apresentação de ofertas de biodiesel pelas usinas e de seleção pelos distribuidores para mistura voluntária ocorreu no dia 10/06. Foram disponibilizados 30,38 mil litros, sendo 93,42% de produtores detentores do selo Combustível Social, volume que representou 21,69% do saldo total de oferta não vendida para fins de adição obrigatória. Foram negociados 0,9 milhão de litros de biodiesel, representando 2,96% do total ofertado no leilão autorizativo.

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.263, publicada no DOU em 24/03/16, que estabelece em 10% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B10), em até trinta e seis meses após a data de promulgação da Lei.

Ressalta-se que o 67º Leilão (L67) visa a garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de 01 de julho a 31 de agosto de 2019, conforme os critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 003/19-ANP, e que os volumes comercializados no leilão somente serão validados após homologação pela Diretoria Colegiada da ANP.

Fonte: ANP

Biodiesel: Congresso Brasileiro vai incentivar inovação e empreendedorismo

O evento contará com uma programação repleta de novidades, abordando os temas mais relevantes do setor de Biodiesel, além do Grand Prix de Inovação, da Rodada de Inovação e Negócios e da Feira Tecnológica.

O Ministro de estado Astronauta Marcos Pontes, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), convida aos pesquisadores, professores, empresários, produtores, empreendedores, estudantes e outros profissionais do biodiesel para participarem do VII Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação do Biodiesel.

O Congresso ocorrerá entre 4 a 7 de novembro de 2019, na cidade de Florianópolis-SC, no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira.

Faça sua inscrição e submeta seu trabalho técnico-científico até 04 de setembro de 2019 pelo site: www.congressobiodiesel.com.br

Olá Turma do Biodiesel… segue convite do Ministro Astronauta Marcos Pontes! Não percam a oportunidade!“Empreendedorismo e inovação: construindo um futuro competitivo para o biodiesel”, será o tema da sétima edição do Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia e Inovação de Biodiesel que acontecerá entre os dias 4 e 7 de novembro, em Florianópolis/SC.O evento terá uma programação com palestras (nacionais e internacionais, exposições, rodada de inovação tecnológica e a primeira edição do Grand Prix da Inovação em Biodiesel, em parceria com o SENAI.Se você é pesquisador, estudante, técnico, produtor, empreendedor e/ou empresário participe das discussões sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação na produção e no uso do biodiesel. Envie seu trabalho técnico-científico até o dia 04 de setembro e acompanhe as novidades no nosso portal, nas mídias sociais e no site do evento: www.congressobiodiesel.com.br#mctic #embrapaagroenergia #congressobiodiesel2019 #rbtb #astronautamarcospontes

Publicado por Rafael Menezes em Domingo, 9 de junho de 2019

Aprobio muda estatuto para abranger outros biocombustíveis

A Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio) está para mudar. Fundada em 2011, como uma organização exclusiva para fabricantes de biodiesel, a entidade vai passar a abranger outros biocombustíveis. A mudança do estatuto foi aprovada no final do mês passado.

Embora o novo estatuto a autorize a representar os biocombustíveis de forma ampla – a entidade até já conta com empresas que atuam no ramo de etanol –, a ideia central da mudança é acolher empresas fabricantes de outras alternativas renováveis ao óleo diesel fóssil. Especialmente o óleo vegetal hidrotratado (HVO) e o bioquerosene de aviação (bioQAV).

“A alteração no nosso estatuto reforça esse posicionamento, demonstrando que estamos atentos à evolução tecnológica dos biocombustíveis e comprometidos com a adoção de uma matriz energética cada vez mais limpa e eficiente no país”, diz o presidente do Conselho de Administração da entidade, Erasmo Carlos Battistella. Em fevereiro, Battistella anunciou a intenção de investir US$ 800 milhões para montar uma unidade produtora de HVO no Paraguai.

Novo conselho

Na mesma assembleia, foi eleita a nova composição do Conselho de Administração da Aprobio. Erasmo Carlos Battistella segue como presidente do colegiado e Rodrigo Prosdócimo Guerra, como vice-presidente.

Para integrar o Conselho, foram eleitos Alberto Borges de Souza, Marcelo Alcantara de Queiroz, Silvio Henrique da Silveira Roman e Fernanda Bocchi. Os membros escolhidos para o Conselho Fiscal são Luiz Osório Dumoncel e Silvio Cezar Pereira Rangel.

Fonte: BiodieselBR

Concessionária de água lança projeto de coleta de óleo visando reduzir entupimentos nas redes e contaminações no meio ambiente

Um programa de coleta de óleo usado foi iniciada pela concessionária de água e saneamento, responsável pela Região dos Lagos. O objetivo de acordo com a empresa é evitar o descarte inadequada deste produto, que pode provar entupimento nas redes, causando extravasamentos em vias públicas e refluxo nos imóveis. Além disso, o resíduo pode interferir no processo de tratamento de esgoto nas estações, além de contaminar praias, lagoas e o solo.

Com o programa ‘De Olho no Óleo’, as seis lojas comerciais e a sede da concessionária se transformarão em ecopontos e contarão com um coletor para receber o material. A iniciativa é em parceria com a ONG Reciclóleo, que ficará responsável pela coleta do resíduo e sua correta destinação, como a venda para a produção de biodiesel e fabricação de sabão. Parte do valor é destinado para a aquisição de material esportivo para projetos sociais. “Este é um trabalho de formiguinha e contar com esses novos postos de coleta em várias cidades da região será muito importante. A expectativa é que a cada 15 dias consigamos ao menos 200 litros de óleo em cada ecoponto deste”, espera Marco Campos, o Macarrão, responsável pela ONG.

Para impulsionar as doações e, principalmente, a conscientização sobre o descarte correto, o tema de ‘De Olho no Óleo’ passará a integrar o ‘Saúde Nota 10’, programa de educação socioambiental desenvolvido nas escolas públicas dos cinco municípios da área de concessão.

A concessionária explica que um litro de óleo de cozinha usado pode poluir cerca de um milhão de litros de água, volume aproximado que seria consumido por uma pessoa em 14 anos. Ao ser despejado na pia ou no vaso sanitário, o óleo usado passa pelos canos da rede de esgoto e fica retido em forma de gordura, podendo entupir a tubulação interna e atrair pragas que podem causar doenças como leptospirose, febre tifoide, cólera, salmonelose, hepatites, esquistossomose, amebíase e giardíase.

Além do óleo, a graxa, restos de alimentos, preservativos, absorventes, fraldas descartáveis e embalagens de produtos de beleza estão entre os materiais que mais obstruem a rede e impactam o sistema de esgotamento sanitário. “O uso incorreto das redes gera transtornos para a própria população, como transbordamentos de poços de visita, extravasamentos e até mesmo o retorno para os imóveis. Essas situações podem ser evitadas com ações simples, como a destinação correta dos resíduos”, comenta o gerente de Operações de Esgoto da Prolagos, Mário Márcio Gonçalves.

Fonte: Clique Diário

Demanda de biodiesel volta a crescer no L67

Apesar da frustração das usinas com o atraso do B11, o resultado final do 67º Leilão de Biodiesel não dá muita margem para reclamações. Nos dois últimos dias, as distribuidoras arremataram um total de 983,5 milhões de litros de biodiesel. Foram 920,4 milhões de litros na Etapa 3 e mais 63 milhões de litros na rodada de hoje (06).

O que coloca este certame num respeitável terceiro lugar no ranking dos maiores da história do setor, sendo o de maior volume dos últimos cinco bimestres, com um crescimento de 6,1% na demanda das distribuidoras em relação ao L66.

Comparação anual

Já quando comparado ao certame equivalente do ano passado – L61 –, o resultado é um pouco menos animador com uma contração de 2,4% nas compras.

Vale lembrar, no entanto, que o L61 detém o recorde de aquisições sendo o único leilão de biodiesel a ter passado da marca de um bilhão de litros negociados. Em parte isso aconteceu porque as distribuidoras não conseguiram retirar biodiesel no 3º bimestre de 2018 por causa da greve dos caminhoneiros e gastaram todo o estoque que dispunham tendo, assim, que compensar comprando mais no L61.

O volume de biodiesel arrematado permite às distribuidoras colocar no mercado 9,83 bilhões de litros de B10 ao longo dos meses de julho e agosto. São 344,3 milhões de litros abaixo dos quase 10,2 que foram consumidos durante o quarto bimestre de 2018.

Etapa 5

Se olharmos só para a rodada de hoje ela comprou o equivalente a 6,4% da demanda total.

Desde o L63, quando o segundo dia de aquisições respondeu por apenas 2,3% das vendas, as distribuidoras vinham aumentando suas compras na Etapa 5 chegando a 12,3% do total no bimestre passado. Esse processo retrocedeu consideravelmente no L67.

As compras efetuadas hoje representam cerca de um quarto dos 230,1 milhões de litros a que as distribuidoras poderiam comprar.

Com isso, sobram 140 milhões de litros em ofertas de biodiesel não vendidas. Esse montante será reapresentado na semana que vem quando serão realizadas as aquisições para o mercado autorizativo e, também, para abastecer os estoques reguladores.

Faturamento

A movimentação financeira do setor também apresentou uma melhora no L67 revertendo uma tendência de queda nos ganhos que já vinha de três leilões consecutivos.

Com o metro cúbico do biodiesel comprado, em média, por R$ 2.354,91, o certame apresentou um faturamento geral de R$ 2,31 bilhões. Desse montante R$ 2,29 bilhões vão para o caixa das usinas enquanto R$ 24,6 milhões deverão remunerar a Petrobras.

Destaques

– Foram arrematados mais de 983,5 milhões de litros de biodiesel no L67;
– Desse total, 920,5 milhões de litros foram negociados na Etapa 3 e pouco mais de 63 milhões de litros na rodada de hoje;
– O volume não vendido foi de 140 milhões de litros;
– O metro cúbico do biodiesel custará às distribuidoras uma média de R$ 2.353,91;
– Isso faz com que o certame tenha movimentado R$ 2,31 bilhões;
– 16 usinas esgotaram suas ofertas sendo que 8 venderam toda sua capacidade instalada;
– A Potencial foi a líder de mercado com cerca de 61,8 milhões de litros vendidos por R$ 2.332,18 o m³ gerando renda de R$ 144,1 milhões;
– Dos grupos empresariais, a BSBios foi a líder de vendas com 96 milhões de litros arrematados e um faturamento total que pode chegar a R$ 220,8 milhões;
– O maior valor médio foi pago à PBio de Candeias que receberá R$ 2.586,59 por m³;
– O menor coube à Caibiense que vai levar R$ 2.237,40 por m³;
– A Granol de Cachoeira do Sul foi a única usina que ficou sem vender biodiesel;
– O Rio Grande do Sul foi o estado que mais vendeu com 263,7 milhões de litros no total.

Fonte: BiodieselBr

Distribuidoras levam 920 milhões de litros na Etapa 3

As distribuidoras já têm garantida a compra de 920,4 milhões de litros de biodiesel. Foi esse o resultado final da Etapa 3 do 67º Leilão de Biodiesel da ANP. Aberto nessa segunda-feira (03), o processo vai adquirir o biocombustível necessário para atender à demanda do mercado compulsório e voluntário nos meses de julho e agosto.

A rodada de hoje aconteceu dentro da normalidade. As compras foram abertas pontualmente às 10h00 e demoraram um pouco para embalar, mas, então, atingiram um bom ritmo e seguram assim até as 20h39 quando o processo foi dado por encerrado.

O volume comprado hoje pode ser considerado muito bom. As estimativas de BiodieselBR.com eram de que as compras da Etapa 3 ficassem por volta dos 810 milhões de litros. Em relação ao mesmo ponto do L66 – quando a demanda foi de 809,8 milhões de litros –, as compras avançaram 13,6%.

Das ofertas feitas pelas usinas da Etapa 2, sobraram 203 milhões de litros ainda por serem vendido.

Teto

O resultado de hoje permite que as distribuidoras adquiram mais 230 milhões de litros na Etapa 5. Se atingir o teto, o L67 terá negociado um total de 1.150 milhões de litros – 97.6% da oferta das usinas que foi de 1,12 bilhão de litros.

Nas negociações de hoje, o preço médio do biodiesel vendido ficou em R$ 2.358,80 por metro cúbico. Multiplicando esse valor pelo volume negociado até agora, temos uma movimentação financeira de R$ 2,1 bilhões.

No encerramento da Etapa 3, o L66 havia gerado um faturamento de R$ 1,87 bilhão.

Esgotado

Fechadas as compras do dia, a maior vendedora de biodiesel até o momento é a Potencial com 61,78 milhões de litros arrematados por um preço médio de R$ 2.332,18.

Das 39 unidades produtivas que se habilitaram para participar do processo, 12 já venderam a totalidade de suas ofertas. Destas, 5 esgotaram toda sua capacidade produtiva para o bimestre.

Do outro lado apenas a Granol do Rio Grande do Sul ainda não vendeu uma única gota de biodiesel.

Fonte: BiodieselBr

Setor de biodiesel quer financiamento do BNDES

Apesar de alguma turbulência inicial relacionada à chegada do B11, o setor de biodiesel está para entrar numa nova fase de expansão acelerada. Para tanto, as entidades representativas da indústria esperam convencer o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a financiar de forma ativa a expansão da capacidade produtiva no país, como aconteceu durante o começo do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB).

Com o objetivo de iniciar uma conversa nesse sentido, nessa terça-feira (04) representantes das três principais entidades do setor – Abiove, Aprobio e Ubrabio – e da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FrenteBio) se reuniram com executivos do banco público de fomento.

“[Na reunião] deixamos claro o sentimento do setor da necessidade do BNDES voltar a ter um relacionamento efetivo, com linhas de acesso ao setor de biodiesel”, explicou o presidente da FrenteBio, deputado federal Jerônimo Goergen, num vídeo postado na Internet.

B15

Editada em novembro passado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a Resolução 16/2018 estipula que a mistura obrigatória de biodiesel deverá avançar para 15% até 2023. Isso deverá representar um aumento de pelo menos 50% sobre a atual produção de biodiesel – sem considerar a expansão no consumo de diesel ou os efeitos da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).

Para fazer frente aos investimentos que serão necessários para viabilizar essa expansão, o setor quer acesso facilitado aos fundos geridos pelo banco.

“Foi uma reunião importante. O início de conversa. Ficamos agendados de seguir conversando e construindo mecanismos e linhas que atendam a demanda do setor de biodiesel”, resume Jerônimo.

Fonte: BiodieselBr

ANP finaliza revisão no cálculo de emissões do biodiesel

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) colocou ontem (03) no ar uma nova versão da RenovaCalc. O processo de atualização da principal ferramenta de cálculo de emissões do RenovaBio demorou quase um mês e traz ajustes na forma como as emissões de gás carbônico das usinas de biodiesel são calculadas.

Essa será a versão 3.0 da ferramenta. De acordo com informações disponíveis dentro da própria RenovaCalc, foram feitas três mudanças: uma revisão na formação das células; a inclusão de um campo onde os fabricantes poderão informar o percentual da biomassa usada na produção de óleo que é elegível para o RenovaBio; e correções na forma como as emissões geradas durante a etapa agrícola da biomassa são calculadas.

Quando a revisão foi anunciada, BiodieselBR.com apurou que os usuários da versão 2.2 da RenovaCalc estavam tendo dificuldades em distinguir as emissões geradas durante o processamento de matérias-primas elegíveis e não elegíveis na hora de atribuir a nota final das fabricantes de biodiesel.

RenovaCalc

Desenvolvida pela ANP em parceria com a Embrapa, a RenovaCalc é usada pelas as usinas de biodiesel e etanol interessadas em participar do RenovaBio para calcular sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental. Esse número mostra a quantidade de gás carbônico que um biocombustível emite a menos do que o combustível fóssil que substitui.

Quanto mais ‘limpo’ for o processo produtivo de um fabricante, melhor essa nota.

Multiplicando essa nova pelo volume de biocombustível fabricado, as usinas podem emitir os Créditos de Descarbonização (CBios); certificados que poderão ser vendidos para distribuidoras que tenham metas de descarbonização a cumprir.

Fonte: BiodieselBR

Oferta de biodiesel sobe no 67º Leilão de Biodiesel

Depois de ter recuado um pouco no bimestre passado, o volume de biodiesel ofertado pelas usinas voltou a crescer e se aproximar de sua máxima no 67º Leilão de Biodiesel (L67). Encerrada a Etapa 2 do processo registrou ofertas que totalizam os 1,12 bilhão de litros; crescimento de 2,8% sobre o resultado que havia sido registrado no Leilão 66.

E foi por muito pouco que o L67 não tomou do L65 a posição de maior volume de biodiesel ofertada na história. Ficaram faltando apenas 530 m³ para que as ofertas nos dois certames se igualassem.

Capacidade mais curta

Com menos usinas partipantes colocando mais biodiesel à venda, o percentual da capacidade habilitada que foi efetivamente ofertado voltou a aumentar e fechou a Etapa 2 do L67 em 84,1%.

Nos nove leilões de biodiesel realizados desde que B10 foi implementado em março de 2018, as usinas concorrentes vêm ofertando sempre acima de 80% de sua capacidade instalada – o teto foram os 86,5% do L62 e o piso foram os 80,4% do L63.

Preços

O enxugamento na capacidade não tem, necessariamente, levado a preços maiores. Nas últimas nove disputas, o valor pedido pelas usinas por seu produto tem andado mais de lado do para cima ou para baixo.

Dessa vez, o preço médio da Etapa 2 ficou em R$ 2.332,75 cerca de 2% maior do que o valor de pedido pelas usinas no L66 . Vale recordar, no entanto, que esse valor para o biodiesel só foi atingido depois da pouco ortodoxa reabertura da Etapa 2 determinada pela ANP para tentar sanar problemas ocorridos no processo regulamentar.

Se tudo tivesse corrido normalmente, o metro cúbico do biodiesel no L66 teria sido negociado por R$ 2.307,04 e, agora, teríamos uma variação de apenas 1,1%

O deságio em relação aos preços de máximos de referência estipulados pela ANP, ficou em 23,7%.

Fonte: BiodieselBR

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