Criação de boi fatura R$ 76 bilhões por ano no Brasil

Depois da soja, é a maior renda do campo brasileiro

O Brasil é um dos maiores criadores de boi do mundo. Depois da soja, a maior renda do campo brasileiro vem da criação de boi. São R$ 76 bilhões por ano.

Boi é genética, é tecnologia. Nas criações modernas, se usa menos pasto diminuindo o impacto ambiental e aumentando a produção.

Nos últimos dez anos, a produção de carne triplicou, tornando o Brasil o maior exportador de carne bovina do mundo.

Além da carne, quase tudo se aproveita do boi: O couro que vai para bolsas e calçados; o pelo para os pincéis; da gordura se faz biodiesel e sabão e o chifre vira berrante.

Fonte: G1

SP: projeto sobre indicação de produtos com origem animal é vetado pelo governador Doria

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vetou o Projeto de Lei nº 684/2018, que obriga a superexposição nas gôndolas de supermercados e afins, de expressões que indiquem produtos de origem animal, que contenham em sua composição elementos de origem animal ou que tenham sido elaborados por processo que utilizem animais em testes. As informações são da Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA)

A decisão foi embasada por pareceres técnicos da SAA, bem como da Consultoria Jurídica da Casa Civil do Governo do Estado, que avaliaram que a exigência era desproporcional e inconstitucional. Para a SAA, a medida provocaria a falsa impressão nos consumidores de que os produtos assinalados causam malefício à saúde.

Ainda de acordo com a secretaria estadual, essa percepção ocasionaria consequente queda de vendas, o que impactaria todos os elos das cadeias produtivas, desde o produtor do insumo, passando pela indústria e pelo comerciante varejista e afetando consequentemente emprego, renda e comprometendo o desenvolvimento econômico e o empreendedorismo.

Para o Secretário Estadual da Agricultura e Abastecimento, Gustavo Diniz Junqueira, a propositura vai em desencontro com os anseios da população paulista.

“O governador foi eleito com a missão de reduzir a burocracia, incentivar o empreendedorismo e combater as iniciativas que interferem desnecessariamente na vida do morador de SP. As pessoas querem liberdade, e não que o Estado induza suas escolhas”, diz

Para a PGE, o PL é inconstitucional uma vez que afronta o princípio da livre iniciativa e legisla sobre matéria federal, além de tratar de objeto já amplamente garantido pelo Código de Defesa do Consumidor. Operacionalmente, a aplicação da lei enfrentaria grandes dificuldades.

“Os pareceres elaborados pelos técnicos da SAA indicam uma infinidade de produtos, agrícolas ou não, que contém traços de origem animal em sua composição. Desde o biodiesel, que conta com sebo bovino na elaboração, até a água mineral engarrafada que leva colágeno hidrolisado, também de origem animal, em sua formulação”, arremata Junqueira.

Fonte: RVTV

65º Leilão de biodiesel tem 41 usinas interessadas em participar

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta quarta-feira (16) a pré-habilitação para o 65º Leilão de Biodiesel. O documento mostra que 41 unidades produtivas demonstraram interesse em participar do leilão para o segundo bimestre de 2019.

Ao todo, a capacidade produtiva inscrita no processo se aproxima dos 1,32 bilhões de litros.

De cara, já sabemos pelo menos uma delas vai ficar de fora. A solicitação da Biotins foi barrada com base regra que impede usinas que tenham ficado paradas durante mais de um ano voltarem ao mercado sem, antes, passarem por uma vistoria da ANP. Instalada no município de Paraíso do Tocantins (TO), a planta sem fabricar biodiesel desde agosto de 2013.

Essa regra ganhou notoriedade no L61 quando foi usado pela ANP para negar a habilitação da Camera de Ijuí, mesmo tendo habilitado outras duas empresas que estavam na mesma situação – posteriormente a empresa recorreria da decisão e conseguiria participar do certame.

A inabilitação da Bioitins terá pouco efeito sobre o resultado do leilão. A empresa tem capacidade para ofertar, no máximo, 4,86 milhões de litros por bimestre – menos de 0,4% do total.

Pendências

Há ainda duas usinas com pendências apontadas pela ANP e que ainda poderão regularizar suas situações até a próxima segunda-feira (21).

Uma delas é a Prisma que precisa mostrar que sua planta de Sumaré (SP) está em situação regular junto ao governo municipal. A outra é a Cooperfeliz que apresenta pendências em relação ao fisco estadual. As duas juntas podem fabricar até 12,6 milhões de litros.

Mesmo que as duas usinas não consigam resolver suas pendências a tempo, a capacidade produtiva que já se encontra devidamente habilitada beira os 1,3 bilhão de litros e já garante para o L65 o título de maior potencial de oferta entre os leilões bimestrais.

Se elas conseguirem, teremos 40 unidades produtivas participando da disputa, um número que não se via desde o L41.

Fonte: BiodieselBR

China planta algodão na Lua, mas sementes de colza e batata também germinaram

Depois de entrar para a história como a primeira nação a pousar uma nave no lado afastado da Lua, a China segue ampliando sua relevância na exploração espacial. Agora, o país anunciou que a missão Chang’e 4 obteve sucesso em plantar algodão em nosso satélite natural.

As sementes levadas pela sonda já brotaram, com esta sendo a primeira ocorrência de matéria biológica crescendo na Lua em toda a história. A agência espacial chinesa (CNSA, ou China National Space Administration) liberou uma imagem mostrando as sementes de algodão brotando em um recipiente fechado, com a foto em questão sendo divulgada no Twitter pelo jornal People’s Daily.

View image on Twitter

People’s Daily, China

Na legenda, o jornal diz: “Primeira na história da humanidade: uma semente de algodão trazida à Lua pela sonda chinesa Chang’e 4 brotou, conforme mostra a foto de teste mais recente, marcando a conclusão do primeiro experimento biológico da humanidade na Lua”.

O professor Liu Hanlong, da Universidade de Chongqing, que liderou a pesquisa, disse também que sementes de colza e batata chegaram a germinar, mas que as sementes de algodão foram as primeiras a brotar. O avanço inédito pode abrir caminho para que novas espécies de vegetais sejam cultivadas na Lua dentro de um ambiente artificial e controlado, com as batatas podendo ser usadas como fonte de alimento para futuros exploradores espaciais, enquanto o algodão pode ser usado para confeccionar roupas e a colza gera um óleo utilizado na produção de biodiesel.

Fonte: Canal Tech

Com RenovaBio, ANP vê potencial para segmento de certificadoras de biocombustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia que o segmento de certificadoras de produtores de biocombustíveis têm potencial para crescimento no Brasil à medida que o RenovaBio for ganhando escala, disse nesta sexta-feira o diretor-geral da reguladora, Décio Oddone.

RenovaBio em operacionalização

Com a publicação no Diário Oficial da União (DOU), a empresa estará apta a atender demandas de certificação de produtores.

Análise de pedido de uma segunda empresa interessada encontra-se na iminência de ser concluída pela Agência.

Em fevereiro, estará pronta minuta de resolução que regulamentará as metas compulsórias individuais de que trata o art. 7° da Lei 13576/2017, aplicáveis a distribuidores de combustíveis (prazo para publicação fixado na Resolução CNPE 5/2018: até 01/07/19). Aprovada internamente a minuta, serão realizadas consulta e audiência públicas sobre o tema.

A certificação, já regulamentada pela Resolução ANP 758/2018, e a individualização das metas compulsórias (em processo de regulamentação) atendem às atribuições estabelecidas para a ANP pelo Decreto 9308, de 2018.

Fonte: ANP

Um guia completo para 7 fontes de energias renováveis

O QUE É ENERGIA RENOVÁVEL E COMO ELA FUNCIONA?

Você já se perguntou o que “energia renovável” realmente significa? Fontes de energia renováveis ​​são literalmente encontradas na luz do sol, no ar, no subsolo profundo e nos oceanos. Eles são parte da estrutura física do planeta, o que significa que eles estão sendo constantemente renovados por meios naturais. Eles simplesmente não podem acabar.

Essas fontes de energia sustentáveis ​​são freqüentemente chamadas de “energia alternativa” porque são consideradas uma alternativa aos combustíveis fósseis tradicionais, como o petróleo e o carvão. Só porque uma fonte de energia é renovável não significa que seja 100% ambientalmente segura. Por exemplo, as barragens aproveitam o poder da água em movimento, mas também podem prejudicar peixes e animais selvagens. As turbinas eólicas usam a energia do sol para gerar eletricidade limpa, mas há impactos ambientais do processo de fabricação.

Tudo dito, porém, recursos energéticos alternativos embalam uma pegada ambiental muito mais leve que combustíveis fósseis. É por isso que as fontes de energia renováveis ​​são tão importantes – elas são nosso ingresso para um mundo menos poluído. Mesmo que não enfrentássemos a ameaça da mudança climática, minimizar a poluição é fundamental para uma boa saúde.

E o que é bom para o meio ambiente é cada vez mais bom economicamente para os proprietários e empresas. As energias solar e eólica, em particular, são agora menos dispendiosas do que os combustíveis fósseis em muitas partes do mundo, e o preço continua a diminuir anualmente. (Aprenda tudo sobre a energia solar em nosso Solar Resource Center .)

Então, como funciona a energia renovável? Aqui está uma olhada em sete fontes de energia limpa que podem ser usadas direta ou indiretamente para ajudar nosso mundo a se tornar verde e combater o aquecimento global. Além de geotérmica e hidrogênio, o sol desempenha um papel significativo em cada um desses tipos de energia renovável.

VERDE E LIMPO: FONTES DE ENERGIA SUSTENTÁVEIS

Cinco tipos de energia alternativa são gerados pelo aproveitamento de um processo natural, como a luz solar ou ondas. Eles são geralmente as formas mais sustentáveis ​​de energia.

ENERGIA SOLAR

A luz solar é um recurso renovável, e seu uso mais direto é conseguido capturando a energia do sol. Uma variedade de tecnologias de energia solar é usada para converter a energia e a luz do sol em calor: iluminação, água quente, eletricidade e (paradoxalmente) sistemas de refrigeração para empresas e indústrias.

Sistemas fotovoltaicos (PV) usam células solares para converter luz solar em eletricidade . Os sistemas de água quente solar podem ser usados ​​para aquecer edifícios através da circulação de água através de coletores solares de placa plana. Pratos espelhados que são focados para ferver água em um gerador de vapor convencional podem produzir eletricidade concentrando o calor do sol. Edifícios comerciais e industriais também podem alavancar a energia do sol para necessidades de maior escala, como ventilação, aquecimento e resfriamento. Finalmente, projetos arquitetônicos inteligentes podem aproveitar o sol como fonte de luz para aquecimento e resfriamento.

Proprietários de casas , empresas e entidades governamentais  podem aproveitar os benefícios da energia solar de várias maneiras: Instale um  sistema solar residencial ou painéis solares comerciais; construir ou reformar um edifício para incorporar sistemas de água quente solar, refrigeração ou ventilação; projetar a partir de estruturas de risco que aproveitam os atributos naturais do sol para aquecimento e iluminação passivos.

CAPTURANDO O VENTO

O vento pode ser considerado uma forma de energia solar porque o aquecimento desigual e o resfriamento da atmosfera causam ventos (assim como a rotação da terra e outros fatores topográficos). O fluxo de vento pode ser capturado por turbinas eólicas e convertido em eletricidade. Em menor escala, os moinhos de vento ainda são usados ​​hoje para bombear água nas fazendas.

Sistemas de geração movidos a energia eólica de nível comercial estão disponíveis para atender às necessidades de energia renovável de muitas organizações.

As turbinas de vento único podem gerar eletricidade para complementar um fornecimento elétrico existente. Quando o vento sopra, a energia gerada pelo sistema vai compensar a necessidade de eletricidade fornecida pela concessionária.

Os parques eólicos em escala de utilidade pública geram eletricidade que pode ser comprada no mercado atacadista de energia, seja contratualmente ou por meio de um processo de licitação competitivo.

GEOTÉRMICA: PODER DA TERRA

A energia geotérmica é derivada do calor da terra. Este calor pode ser obtido perto da superfície ou de rochas aquecidas e reservatórios de água quente debaixo de nossos pés.

Usinas geotérmicas aproveitam essas fontes de calor para gerar eletricidade. Em uma escala muito menor, um sistema de bomba de calor geotérmica pode aproveitar a temperatura constante do solo, encontrada a apenas três metros abaixo da superfície, para ajudar a fornecer calor a um edifício próximo no inverno ou para ajudar a resfriá-lo no verão.

A energia geotérmica pode ser parte de uma solução energética comercial de utilidade em larga escala, ou pode ser parte de uma prática sustentável em nível local. O uso direto de energia geotérmica pode incluir: aquecimento de edifícios comerciais ou fábricas; ajudando a cultivar plantas de efeito estufa; aquecimento de água em fazendas de peixes; e ajudando com vários processos industriais (por exemplo, pasteurizando o leite).

A HIDROELETRICIDADE

A energia hidrelétrica não é uma invenção nova, embora as rodas d’água antes usadas para operar os moinhos e as serrarias dos primeiros Estados Unidos agora estejam funcionando em grande parte como locais históricos e museus.

Hoje, a energia cinética dos rios que correm é capturada de maneira muito diferente e convertida em hidreletricidade. Provavelmente, o tipo mais familiar de energia hidrelétrica é gerado por um sistema onde barragens são construídas para armazenar água em um reservatório que, quando liberado, flui através de turbinas para produzir eletricidade.

Isso é conhecido como “energia hidrelétrica com armazenamento bombeado”, onde a água é reciclada entre os reservatórios inferiores e superiores para controlar a geração de eletricidade entre os períodos de baixa e alta demanda.

Outro tipo, chamado de “energia hidrelétrica a fio d’água”, canaliza uma parte do fluxo do rio através de um canal e não requer uma represa. As usinas hidrelétricas podem variar em tamanho, desde projetos massivos como a Hoover Dam até sistemas de energia micro-hidrelétrica.

O uso direto de energia hidrelétrica depende naturalmente da localização geográfica. Supondo-se que uma fonte confiável de hidrovia esteja acessível e disponível, as micro-usinas hidrelétricas podem ser construídas para fornecer eletricidade para as operações de fazenda e pecuária ou pequenos municípios.

As pequenas cidades podem aproveitar a energia das hidrovias locais construindo sistemas de energia hidrelétrica de tamanho moderado.

PODER DO OCEANO

Existem dois tipos de energia que podem ser produzidos pelo oceano: energia térmica do calor do sol e energia mecânica do movimento das marés e das ondas.

A energia térmica oceânica pode ser convertida em eletricidade usando alguns sistemas diferentes que dependem da temperatura da água na superfície aquecida. “Energia mecânica do oceano” aproveita os fluxos e refluxos das marés causados ​​pela rotação da Terra e a influência gravitacional da lua. A energia das ondas movidas pelo vento também pode ser convertida e usada para ajudar a reduzir os custos de eletricidade.

Há também tecnologias menos desenvolvidas que aproveitam as correntes oceânicas, os ventos oceânicos e os gradientes de salinidade como fontes de conversão de energia.

A água fria do oceano pode ser usada para resfriar edifícios (com água dessalinizada, muitas vezes produzida como subproduto), e comunidades costeiras podem empregar os métodos para explorar a energia oceânica natural descrita acima para suplementar as necessidades municipais de energia e energia.

A energia oceânica é uma fonte em evolução de produção de energia alternativa e, com mais de 70% da superfície do nosso planeta coberta por oceano, seu futuro parece promissor, dependendo de regiões geográficas e diretrizes reguladoras.

OUTRAS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA

Esses dois tipos de energia renovável têm que ser produzidos usando meios mecânicos, em vez de aproveitar um processo natural.

A bioenergia é um tipo de energia renovável derivada da biomassa para criar calor e eletricidade ou para produzir combustíveis líquidos, como o etanol e o biodiesel, usados ​​no transporte.

Biomassa refere-se a qualquer matéria orgânica proveniente de plantas ou animais que vivem recentemente. Embora a bioenergia gere aproximadamente a mesma quantidade de dióxido de carbono que os combustíveis fósseis, as plantas de substituição cultivadas como biomassa removem uma quantidade igual de CO2 da atmosfera, mantendo o impacto ambiental relativamente neutro.

Há uma variedade de sistemas usados ​​para gerar esse tipo de eletricidade, desde a queima direta da biomassa até a captura e uso do gás metano produzido pela decomposição natural do material orgânico.

Como a bioenergia é usada? Empresas ou organizações que transportam mercadorias ou pessoas podem converter suas frotas em veículos que usam biocombustíveis como o etanol ou o biodiesel.

Instalações de fabricação podem ser equipadas para queimar biomassa diretamente para produzir vapor capturado por uma turbina para gerar eletricidade.

Em alguns casos, esse processo pode ter um duplo propósito, alimentando a instalação e aquecendo-a. Por exemplo, fábricas de papel podem usar resíduos de madeira para produzir eletricidade e vapor para aquecimento. As operações agrícolas podem converter resíduos do gado em eletricidade usando sistemas modulares pequenos.

As cidades podem explorar o gás metano criado pela digestão anaeróbica de resíduos orgânicos em aterros e usá-lo como combustível para gerar eletricidade.

HIDROGÊNIO: ALTA ENERGIA / BAIXA POLUIÇÃO

O hidrogênio é o mais simples (composto de um próton e um elétron) e o elemento mais abundante no universo, ainda que não ocorra naturalmente como um gás na Terra. Em vez disso, ele é encontrado em compostos orgânicos (hidrocarbonetos, como gasolina, gás natural, metanol e propano) e água (H2O). O hidrogênio também pode ser produzido sob certas condições por algumas algas e bactérias usando a luz solar como fonte de energia.

O hidrogênio é rico em energia, mas produz pouca ou nenhuma poluição quando queimado. O hidrogênio líquido tem sido usado para lançar ônibus espaciais e outros foguetes em órbita desde a década de 1950. Células a combustível de hidrogênio convertem a energia química potencial do hidrogênio em eletricidade , com água pura e calor como os únicos subprodutos.

No entanto, a comercialização dessas células de combustível como uma fonte prática de energia verde provavelmente será limitada até que os custos diminuam e a durabilidade melhore. Quase todo o hidrogênio usado nos Estados Unidos é usado na indústria para refinar petróleo, tratar metais, produzir fertilizantes e processar alimentos. Além disso, as células de combustível de hidrogênio são usadas como fonte de energia, onde os átomos de hidrogênio e oxigênio são combinados para gerar eletricidade.

Há também atualmente algumas centenas de veículos movidos a hidrogênio operando nos Estados Unidos, um número que poderia aumentar à medida que o custo da produção de células de combustível caísse e o número de postos de reabastecimento aumentasse. Outras aplicações práticas para esse tipo de energia renovável incluem grandes células de combustível que fornecem eletricidade de emergência para edifícios e locais remotos, veículos a motor elétricos alimentados por células a combustível de hidrogênio e embarcações marítimas alimentadas por células a combustível de hidrogênio.

Fonte: O Petróleo

Bioenergia

Bioenergia é o nome dado à energia proveniente da biomassa, que pode ser usada para gerar eletricidade e produzir biocombustíveis.

Bioenergia é o nome dado à energia proveniente da biomassa, ou seja, da matéria orgânica de origem vegetal e animal. Esse tipo de energia pode ser utilizado para produzir combustíveis, eletricidade e calor, sendo considerado uma alternativa às fontes de energia convencionais, que vigoram na matriz energética mundial.

Principais fontes para produção de bioenergia

A bioenergia pode ser produzida por meio de fontes provenientes de matéria-prima renovável, como:

  • Madeira;
  • Produtos agrícolas (milho, cereais);
  • Bagaço de cana-de-açúcar;
  • Dejetos orgânicos (serragem, lixo orgânico);
  • Vegetais e frutas.

Essas fontes são classificadas em quatro categorias:

1. Culturas: produtos agrícolas cultivados para produção de energia, como milho e cereais.

2. Resíduos agrícolas e florestais: resíduos produzidos durante a colheita e o corte de árvores, como palha e resíduos de madeira.

3. Subprodutos orgânicos: resíduos orgânicos, efluentes da agropecuária e resíduos provenientes do processamento da madeira.

4. Resíduos orgânicos: resíduos domésticos, efluentes domésticos e industriais e resíduos da produção alimentar.

Biomassa e bioenergia

A biomassa, matéria orgânica usada para produção de energia, pode ser de origem vegetal ou animal. Essa matéria orgânica produz a bioenergia, uma energia renovável, limpa, com baixo custo e que não emite gases poluentes à atmosfera.

Apesar de liberar gás carbônico, a queima da biomassa para a produção bioenergética não altera a atmosfera, visto que esse gás é utilizado pelos vegetais no processo de fotossíntese.

Há três classes de biomassa:

1. Biomassa sólida: produtos e resíduos agrícolas, florestais e resíduos biodegradáveis das indústrias e da área urbana.

2. Biomassa líquida: proveniente das “culturas energéticas”, resulta em biocombustíveis líquidos, como etanol e biodiesel.

3. Biomassa gasosa: pode ser encontrada nos efluentes agropecuários advindos da indústria e da zona urbana.

O uso da biomassa passou a ser mais presente nas matrizes energéticas em decorrência da exaustão de algumas fontes de energia não renováveis, tornando-se uma alternativa à matriz energética mundial.

Além disso, a produção de bioenergia representa uma resposta ao apelo da comunidade científica em relação aos impactos negativos provocados ao meio ambiente.

Os combustíveis como etanol e biodiesel são um dos principais produtos provenientes da biomassa. Esses biocombustíveis, além de mais econômicos, são sustentáveis, já que sua produção não emite gases poluentes à atmosfera.

Contudo, é válido ressaltar que o uso da biomassa para produção de energia está associado a alguns problemas ambientais, como a intensificação do desmatamento para viabilizar a produção agrícola. Essa retirada da cobertura vegetal provoca vários problemas, como desequilíbrio ecológico, perda de habitat dos animais e alterações climáticas.

Importância da bioenergia

A bioenergia é uma fonte de energia limpa e renovável. Logo, representa uma alternativa à matriz energética mundial, que é dependente das fontes não renováveis de energia, especialmente dos combustíveis fósseis.

Além de emitir menos poluentes, a energia gerada pela biomassa permite o reaproveitamento de resíduos que são, normalmente, descartados.

De acordo com o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique, a bioenergia poderá ser uma solução para os danos provocados ao meio ambiente.

Combustíveis produzidos por meio da bioenergia

Produção de biocombustíveis
Os biocombustíveis podem ser produzidos por meio de produtos agrícolas, como milho, madeira e cana-de-açúcar.

→ Bioetanol

O etanol é produzido a partir de resíduos agroindustriais, como milho e cana-de-açúcar. No Brasil, sua produção intensificou-se no ano de 1975 com o Programa Nacional do Álcool. Em 1994, passou a representar cerca de 50% do consumo nacional de combustíveis do país.

→ Biodiesel

O biodiesel é produzido a partir de óleos vegetais. Representa uma alternativa ao uso do óleo diesel, contudo não é um combustível totalmente limpo, visto que sua produção gera emissão de gases poluentes.

→ Biogás

O biogás é um combustível de alto poder calorífico, gasoso e constituído, principalmente, por metano. Esse combustível pode ser usado para substituir o uso de gás natural, resultado de fontes de energia não renováveis.

→ Biometano

O biometano é produzido por meio da limpeza e da purificação do biogás e é constituído, principalmente, por metano. Pode ser obtido em estações de tratamento de águas residuais, aterros sanitários, ou resíduos pecuários. O Brasil produz cerca de 30 milhões de m3 de biometano por dia.

Vantagens e desvantagens

Apesar de a bioenergia representar uma fonte de energia alternativa ao modelo energético atual, seu uso e produção apresentam algumas desvantagens. Veja abaixo algumas dessas vantagens e desvantagens:

Vantagens

– É uma fonte de energia renovável;

– Gera poucos poluentes quando comparada à utilização de fontes não renováveis de energia;

– Possui baixo custo e alta capacidade de reaproveitamento de resíduos;

– Apresenta menor risco ambiental;

– Não colabora para a intensificação do efeito estufa.

Desvantagens

– Provoca desmatamento de extensas áreas, resultando em perda de habitat, desequilíbrio ecológico e alterações climáticas;

– Apresenta menor poder calorífico quando comparado a outros combustíveis;

– Possui maior dificuldade no transporte e armazenamento da biomassa sólida;

– Apresenta eficiência reduzida;

– Biocombustíveis líquidos podem provocar aumento das chuvas ácidas.

Bioenergia no Brasil

A produção de bioenergia no Brasil está relacionada ao uso de fontes primárias, como bagaço da cana-de-açúcar e madeira. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o Brasil ocupa a segunda posição na produção de bioetanol no mundo.

A biomassa é também bastante utilizada pra produzir eletricidade no Brasil, estando atrás apenas da hidreletricidade. Cerca de 43% da energia produzida no país provém de fontes renováveis. Hoje, a cana-de-açúcar corresponde a, aproximadamente, 17% da matriz energética brasileira.

Bagaço da cana-de-açúcar
Uma das principais fontes utilizadas para produção de biocombustíveis no Brasil é o bagaço da cana-de-açúcar.

No ano de 2016, o Ministério de Minas e Energia divulgou que a biomassa é a segunda fonte mais importante para geração de energia do Brasil. Dados divulgados pela Resenha Energética Brasileira no mesmo ano indicaram que a bioenergia corresponde a 29,9% da matriz energética do país.

O maior potencial de produção de energia por meio da biomassa é na região Sudeste, especialmente no estado de São Paulo.

Desafios

A bioenergia apresenta dois problemas para o meio ambiente: retirada da cobertura vegetal de grandes áreas para produção agrícola e utilização de grande quantidade de água.

Outra preocupação refere-se à demanda de alimentos, que pode ser prejudicada pela produção agrícola destinada à obtenção de energia.

Assim, cabe à sociedade e aos governos encontrar uma maneira de aumentar o uso de bioenergia sem causar grandes impactos negativos ao meio ambiente e sem afetar a produção de alimentos.

Fonte: Brasil Escola

Biocombustível demanda R$ 90 bilhões até 2030

Brasil precisará investir para ter etanol, biodisel e biogás suficientes.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que serão necessários R$ 90 bilhões em investimentos para atender o consumo de biocombustíveis no Brasil até 2030. Etanol, biodiesel e biogás são os principais. Só o etanol demandaria R$ 60 bilhões para elevar a produção dos atuais 32 bilhões de litros para 49 bilhões de litros.

Seriam R$ 15 bilhões em 19 novas usinas processadoras de cana-de-açúcar no País, o que não acontece há uma década, além de R$ 8 bilhões para expandir as já existentes. Segundo a EPE, outros R$ 13 bilhões teriam de ser aportados no etanol de segunda geração, normalmente produzido a partir do bagaço ou palha da cana, R$ 5 bilhões em usinas de álcool de milho e outros R$ 4 bilhões no transporte do combustível.

Vegetal

Com demanda crescente pelo aumento da mistura obrigatória ao diesel de 10% para 15% até 2023, o biodiesel necessitaria de R$ 3 bilhões em investimentos, de acordo com a EPE. Para outros produtos além do biocombustível, como farelo e óleo de soja, o aporte total no setor é estimado em R$ 11 bilhões até 2030. O investimento previsto em biogás, fabricado a partir da fermentação, é de R$ 19 bilhões.

Fica Temer

Plinio Nastari, presidente da Datagro Consultoria e membro do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), rasga elogios às políticas para biocombustíveis e para o setor produtor de etanol, os programas Rota 2030 e RenovaBio, do presidente Michel Temer. “Os programas transformados em lei são grandes conquistas do governo Temer, porque fomentam o livre mercado, sem subsídios, sem novos impostos e em defesa de combustíveis renováveis.”

Fonte: Brasil Agro

Movido a urina e fezes: o potencial dos dejetos humanos como combustíveis do futuro

A falta de água tratada e de saneamento básico ainda é um enorme problema em regiões em desenvolvimento, e nas áreas mais avançadas grandes quantidades de energia são necessárias para o tratamento.

Mas talvez estejamos olhando para nosso esgoto pelo lado errado – ele pode ser uma commodity preciosa, em vez de um subproduto malcheiroso das nossas vidas diárias.

Vários engenheiros criativos estão encontrando maneiras de aproveitar o potencial dos nossos dejetos corporais, transformando-os em energia para iluminar nossas casas e dar combustível aos nossos carros. Aqui estão alguns exemplos de como algumas ideias, digamos, nojentas podem ser grandiosas:

Bactérias estão gerando energia para as luzes de um banheiro de uma escola de meninas em um vilarejo em Uganda | Foto: Bristol BioEnergy Centre

Bactérias estão gerando energia para as luzes de um banheiro de uma escola de meninas em um vilarejo em Uganda | Foto: Bristol BioEnergy Centre

 

O poder do xixi

Uma abordagem inovadora é transformar urina em eletricidade com ajuda de bactérias.

Pesquisadores da Universidade do Oeste da Inglaterra criaram estações compactas de eletricidade conhecidas como pilhas de combustível microbiótico capazes de transformar xixi em energia elétrica que pode ser usada para iluminar salas pequenas ou ligar pequenos aparelhos eletrônicos.

As pilhas de combustíveis são únicas por conter bactéria que geralmente é encontrada na parte de baixo de navios ou plataformas de petróleo no oceano.

Elas crescem em eletrodos e se alimentam do material orgânico presente na urina conforme ele passa por elas, produzindo uma pequena corrente de energia.

Pesquisadores já conseguiram reduzir o tamanho e aumentar a eficiência das pilhas de combustível micribiótico entre 2015 e 2017 | Foto: Bristol BioEnergy Centre

Pesquisadores já conseguiram reduzir o tamanho e aumentar a eficiência das pilhas de combustível micribiótico entre 2015 e 2017 | Foto: Bristol BioEnergy Centre

“Essa tecnologia não apenas limpa a água do esgoto, portanto melhora o saneamento e a higiene, como também gera energia ao mesmo tempo”, diz Ioannis Ieropoulos, diretor do Centro de Bioenergia de Bristol, líder do projeto e professor da mesma universidade.

Os pesquisadores já usaram as pilhas movidas a xixi para recarregar um smartphone, apesar de ter demorado cerca de 64 horas para encher a bateria totalmente.

As pilhas produzem apenas 1 AMP de corrente e cerca de 3 volts de eletricidade. Mas Ieropoulos acredita que será possível aumentar a potência com alguns ajustes ao material e ao processo.

Nas regiões do mundo onde o saneamento e a eletricidade são escassos, o impacto pode ser enorme. No mundo todo, há mais de 2,5 bilhões de pessoas sem acesso a um saneamento seguro, enquanto 1,2 bilhões não têm eletricidade.

Em julho, a equipe instalou um conjunto de pilhas em um banheiro de uma escola para meninas em Uganda para gerar luz no cubículo e na parte externa para iluminar o caminho em direção ao prédio à noite.

Um cano saindo dos banheiros em direção a um prédio onde ficam as pilhas | Foto: Bristol BioEnergy Centre

Um cano saindo dos banheiros em direção a um prédio onde ficam as pilhas | Foto: Bristol BioEnergy Centre

E essa tecnologia também pode ser útil a países desenvolvidos. “Há uma enorme quantidade de água de esgoto que é desperdiçada toda hora pelo mundo inteiro”, diz ele.

“É aí que está o maior potencial para a tecnologia, se conseguirmos implementá-la o mais perto da fonte do esgoto possível. Ela pode criar eletricidade para o uso de eletrônicos na casa e também diminuir a pressão nas plantas de esgoto.”

Mas o combustível do futuro não está apenas nos nossos dejetos, bem… líquidos.

O potencial do cocô

Pilhas de combustível microbiótico podem lidar com os dejetos sólidos do nosso corpo também.

Ieropoulos está trabalhando com pesquisadores nos Estados Unidos através da Fundação Bill & Melinda Gates. Eles estão desenvolvendo técnicas para transformar fezes em um sedimento que possa passar pelas pilhas.

“Nós temos testado nosso sistema com sedimentos fecais”, diz. “É muito mais enriquecido, então os micróbios geram mais energia.”

“Sedimentos fecais” pode parecer uma frase estranha no contexto de energia limpa, mas esse não é o único projeto da área envolvendo o chamado número dois.

Em Bristol, na Inglaterra, a companhia Wessex Water instalou uma planta de biogás no seu tratamento de esgoto para transformá-lo em 56 milhões de litros de biometano por dia.

Segundo um relatório feito pela Universidade das Nações Unidas no Japão, se todas as fezes humanas forem transformadas em biogás, isso poderia gerar eletricidade para 138 milhões de lares.

E há outras coisas nojentas escondidas nos canos de esgoto embaixo de nossas cidades que poderiam ser utilizadas para o bem.

Em Bristol (Inglaterra), a empresa Wessex Water instalou uma planta de biogás para transformar esgoto em biometano | Foto: Wessex Water/GENeco

Em Bristol (Inglaterra), a empresa Wessex Water instalou uma planta de biogás para transformar esgoto em biometano | Foto: Wessex Water/GENeco

Combustível de gordura

Em quase toda cidade do mundo, há bolhas coaguladas de gordura, óleo e sebo que formam “fatbergs” (“icebergs de gordura”, em português) que entopem canos.

Entre os maiores descobertos publicamente está um encontrados neste ano nos túneis vitorianos embaixo do bairro de Whitechapel, em Londres.

O fatberg de 250 metros – o dobro do comprimento de um campo de futebol do Estádio Wembley – pesava 130 toneladas e levou quase três semanas para ser limpo.

Mas em vez de ser despejado em um aterro, o bloco de gordura foi enviado a uma planta de processamento inovador e transformado em 10 mil litros de biodiesel que pode ser usado em ônibus e caminhões.

A planta para onde ele foi levado é administrada pela empresa Argent Energy, na cidade de Ellesmere Port, no norte da Inglaterra.

A companhia desenvolveu um processo que pode transformar fatbergs sujos e fedorentos em combustível limpo ao filtrar o lodo, alterando quimicamente a gordura em um processo chamado esterificação, e, por fim, destilando-a.

O combustível resultante pode ser misturado com diesel normal para ser usado em motores.

“Essas coisas entopem os canos, mas estão cheias de materiais que podemos transformar em combustível”, explica Dickon Posnett, diretor de desenvolvimento da Argent Energy.

Posnett estima que entre 300 mil e 400 mil toneladas de gordura sejam tiradas dos encanamentos britânicos todo ano, enquanto o entupimento causado pela gordura deve custar cerca de US$ 18 milhões à cidade de Nova York no período de cinco anos.

A planta da Argent Energy atualmente recebe cerca de 30 toneladas de gordura de encanamentos de uma só estação de tratamento na cidade de Birmingham (Inglaterra) toda semana, produzindo cerca de 2 mil litros de combustível.

Mas Posnett acredita que a planta seja capaz de fazer 90 milhões de litros de biodiesel por ano quando estiver funcionando a pleno vapor.

A gordura nojenta que entope canos pode virar combustível limpo | Foto: Argent Energy

A gordura nojenta que entope canos pode virar combustível limpo | Foto: Argent Energy

E não são apenas os fatbergs. “A planta pode lidar com todo tipo de gorduras e óleos degradados”, diz. “Então ela pode pegar algo como uma maionese rançosa ou uma sopa que passou da validade. Recebemos baldes de manteiga indiana, por exemplo, que poderia ir para o lixão.”

No entanto, outra empresa – a AgriProtein, baseada na Cidade do Cabo – tem uma maneira ainda menos agradável de lidar com os restos de comida.

Ela cria larvas pretas voadoras que devoram os restos e então são mortas, desidratadas e esmagadas para extrair delas um óleo rico que pode ser vendido como um alimento ecofriendly para o gado.

A AgriProtein já tem uma fábrica operando na África do Sul para tratar essas restos, mas sua ideia agora está sendo usada com dejetos humanos.

“As moscas amam m****”, diz Marc Lewis, diretor da The BioCycle, uma companhia que usa as moscas da AgriProtein para transformar dejetos humanos. Ela criou uma usina piloto em Isipingo, na África do Sul, onde recebe três toneladas de fezes de 80 mil banheiros espalhados pela região.

Jason J Drew, o criador da AgriProtein, diante da fábrica de moscas que produz entre 90 e 100 toneladas de proteína por dia

Jason J Drew, o criador da AgriProtein, diante da fábrica de moscas que produz entre 90 e 100 toneladas de proteína por dia

Essa substância malcheirosa então é inoculada em larvas jovens, que são mortas 13 dias depois. Lewis prevê que será possível gerar até 940 litros de óleo por semana com os restos recebidos quando a fábrica estiver em pleno funcionamento.

Esse óleo é vendido como combustível, mas pode ser usado como ácido láurico, um componente encontrado no óleo de coco que é usado na fabricação de sabonetes e hidratantes.

Lewis acredita que há espaço para mais expansão no futuro. “Com mais pesquisas, podemos levar nosso conhecimento industrial para outros restos que estão se tornando problemáticos globalmente”, diz ele. Isso pode incluir esterco ou sobras de processamento de carne.

Fonte: Ambiente e Energia

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