BSBIOS – Passo Fundo amplia capacidade de produção de biodiesel em 33%

A unidade matriz da BSBIOS, uma das associadas Aprobio, teve publicada hoje (27), no Diário Oficial da União, a licença da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP para produzir com capacidade ampliada em 33%, ou seja, dos atuais 216 milhões de litros de biodiesel/ano está autorizada a produzir 288 milhões de litros/ano.

“Essa autorização chega em um ótimo momento para nós e também para Passo Fundo, que completa 160 anos em agosto. Essa é uma retribuição ao município e a região por acreditarem em nós,” afirmou o diretor presidente da BSBIOS Erasmo Carlos Battistella, lembrando que no início do ano quando foi requerido para a Prefeitura e para a Câmara de Vereadores uma contribuição havia um projeto de crescimento que agora está sendo concretizado, com uma empresa maior, que terá possibilidade de faturar mais e gerar novos empregos diretos e indiretos.

Para alcançar essa marca nos últimos meses a empresa fez investimentos em equipamentos e tecnologia na planta de Passo Fundo na ordem de R$10 milhões. “Com a ampliação estamos otimizando insumos e mão-de-obra, mas também estaremos demando mais matéria-prima – soja –, para atender a essa nova capacidade. Com isso, estaremos gerando um faturamento adicional de R$200 milhões e um retorno maior de ICMS ao município,” destacou o empresário, agradecendo o empenho e a competência da equipe que trabalhou incansavelmente para que essa ampliação pudesse ser concluída.

Com isso, a companhia reafirma sua crença no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB e se capacita ainda mais para atender ao mercado de Biodiesel que está em expansão. O Brasil está atualmente com o B8 – 8% de mistura de Biodiesel ao óleo diesel – em vigor, com um horizonte programado de crescimento de chegar ao B10 em março de 2018.

Esse é o quarto aumento de capacidade da planta desde que ela entrou no mercado em 2007. Quando foi inaugurada, o complexo podia colocar no mercado até 124,2 milhões de litros. Em junho de 2009 e junho de 2015, a usina completou outros processos de atualização de suas instalações. A Unidade de Processamento de grãos também passou por uma recente ampliação, tendo capacidade de esmagar 3000 ton/soja por dia.

AMPLIAÇÕES DE CAPACIDADE BIODIESEL

PASSO FUNDO

ANO

CAPACIDADE/DIA

CAPACIDADE/ANO

2007

345 m3

124,2 milhões litros

2009

444 m3

159,8 milhões litros

2015

600 m3

216 milhões litros

2017

800 m3

288 milhões litros

No ano de 2016 a BSBIOS foi à indústria que mais comercializou biodiesel no país, 10,4% do total. Atualmente, o Brasil conta com 51 fábricas de biodiesel aptas a funcionar. Em breve, a companhia estará divulgando o seu Relatório de Sustentabilidade trazendo mais dados sobre os investimentos realizados.

Unidade de Marialva

A unidade de Marialva/PR também recebeu hoje (27) da ANP autorização para iniciar as operações de ampliação da unidade em 38%, dos atuais 208,4 milhões de litros de biodiesel/ano poderá produzir 288 milhões de litros/ano.

Fonte: Assessoria BSBIOS

Buenos Aires, óleo de cozinha usado e biodiesel

Preservar recursos para incorporar o conceito de economia circular baseada na transformação de resíduos. Capital Argentina pretende ampliar o uso do biocombustível obtido a partir do óleo de cozinha usado. 

O governo da Província de Buenos Aires, através do Ministério da Agro Indústria, começou a desenvolver biodiesel a partir de óleo de cozinha usado. Esta fonte de energia já está sendo implementada em caráter experimental em tratores que fazem parte da frota ministerial apresentando resultados “totalmente satisfatórios”, segundo dados oficiais.

Os principais objetivos deste biocombustível, produzido no laboratório da entidade, são promover o avanço do uso de energia alternativa amigável ao meio ambiente, ajudar a preservar os recursos e começar a incorporar o conceito de economia circular, baseada na transformação dos rejeitos e subprodutos de outras cadeias. Estudos realizados no Reino Unido mostram que o biodiesel produzido nesse formato reduz até 84% das emissões de gases de efeito estufa.

O Ministério da Agro Indústria está trabalhando para tornar a produção desse tipo de biodiesel uma alternativa fácil para toda a comunidade de produtores de Buenos Aires e, assim, reduzir substancialmente seus custos de produção. Atualmente, o novo produto tem sido utilizado em testes-piloto, para tratores e máquinas de cortar relva, acrescidos ao diesel convencional. O objetivo do projeto é fornecer um volume cada vez maior de biodiesel, que alcance mais unidades na frota, poupando assim milhares de litros de diesel.

Uma das medidas tomadas pelo Ministro Leonardo Sarquís, para fomentar o setor, foi criar o Departamento de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, sob o primeiro Plano de Bioeconomia do país. Sarquis afirma que “este é mais um sinal de que estamos caminhando para uma produção sustentável no setor agro-industrial. Desde o início dessa administração, temos o compromisso de trabalhar para conservar os recursos da nossa província e estamos no caminho certo. Com essas ações buscamos contribuir para o crescimento das pequenas empresas e com a geração de empregos”.

“Nosso plano de Bioeconomia visa alcançar um endereço diferente na forma como produzimos. Esperamos que todos possam desfrutar e envolver-se com o pensamento da agricultura sustentável e da industrialização inteligente”, finalizou o ministro.

Renovável, econômico, alternativo e limpo, seu processo de produção envolve a reação de (triglicéridos de óleos vegetais ou outras gorduras) com um reagente (geralmente metóxido de sódio), resultando numa reação de transesterificação onde os esteres metílicos de glicerol são separados. Um processo de lavagem, secagem e esteres metílicos neutralizados resulta no produto final: comercialmente conhecido como biodiesel.

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Fonte: Info Ecos

Alunos da FEI desenvolvem projetos que estimulam a Sustentabilidade

Os trabalhos de conclusão de curso que alunos da FEI desenvolvem, destacam geração de energia renovável, reciclagem de lixo e tratamento de águas contaminadas

Formandos do Centro Universitário FEI produziram diversos projetos de conclusão do curso, que visam melhorar e contribuir para uma sociedade mais sustentável. Entre os trabalhos de destaque está a Selecta, um protótipo de equipamento para a triagem de lixo reciclável (pré-selecionado). A máquina contém três etapas de separação, cada um separa tipos de materiais diferentes, agilizando o processo de separação de lixo e gerando empregos.

Outro grupo desenvolveu o Helios FEI, um concentrador cilíndrico parabólico capaz de gerar energia heliotérmica, que é limpa e barata. Já na área de Engenharia Química, destacam-se estudos voltados para tratamento da água, com destaque para a água ácida, bastante comum em refinarias de petróleo.

Saiba mais sobre os projetos:

Helios FEI- O projeto consiste em um concentrador cilíndrico parabólico no qual foram colados espelhos coletores utilizados para concentrar a luz solar em tubos receptores posicionados ao longo da linha focal dos espelhos que são desenhados para seguir a posição do Sol. Dentro do tubo temos um fluxo de água passando que é aquecida pela concentração de luz solar incidente. Essa mesma água quente será a fonte de energia para um “chiller” de absorção que nada mais é do que uma máquina frigorífica. A ideia é tentar substituir a eletricidade, como fonte de energia, pela enérgica heliotérmica, que é limpa e barata. Pode ser empregado em sistemas de refrigeração (geladeiras, ar condicionado, frigobar) e para sistemas de aquecimento (chuveiros e aquecedores).

Fusion – O projeto une o fornecimento de calor ao controle de sua umidade interna, oferecendo uma alternativa de fornos voltados às cozinhas e restaurantes no mercado nacional.

Selecta – O projeto é basicamente uma máquina de seleção de lixo reciclável (pré-selecionado). A máquina trabalha com duas esteiras de transporte e três esteiras de separação. O material entra na esteira de transporte e é desvinculado um do outro e arremessado para cima por bicos pneumáticos alcançando assim uma área de arrasto de ventiladores que empurram esse material para uma coifa, chegando a uma esteira de separação. A máquina contém três etapas de separação, onde cada etapa separa uma gama de material diferente.

Comparação entre os tratamentos por esgotamento e membrana para a água ácida proveniente de refinaria de petróleo – A água ácida ou sour water é um tipo de efluente bastante comum em refinarias de petróleo e contém resíduos de substâncias tóxicas. Nesse projeto, fez-se uma análise do tratamento da água ácida, comparando-se o esgotamento por vapor e a separação por osmose reversa.

Estudo da separação de fases biodiesel-glicerina da reação de transesterificação etílica – A purificação do biodiesel é uma etapa bastante importante em seu processo de obtenção. Nesse projeto, promoveu-se a separação de fases entre biodiesel e glicerina, verificando-se a eficiência do processo por meio de decantação, centrifugação e através de lavagem a com água quente.

Desenvolvimento do processo de tratamento de efluente de uma indústria de tinturaria – Efluentes provenientes de tinturaria tem grande potencial para provocar danos ao meio ambiente. Nesse projeto, desenvolveu-se uma estação de tratamento para esse tipo de efluente, promovendo-se seu posterior reuso na própria tinturaria.

Estudo da extração da quercetina a partir da cebola roxa e seu uso como conservante alimentar natural – A quercetina é uma substância antioxidante encontrada na cebola roxa (Allium Ceppa L.) e tem potencial para ser usada como conservante natural de alimentos. Nesse trabalho, foram determinadas em laboratório as melhores condições para a extração da quercetina.

Fonte: ABC do ABC – Focado em você

Integração reduz gases de efeito estufa na produção de biodiesel de soja

Extração do óleo e fabricação na mesma unidade industrial diminuem emissões na produção de biocombustível

O óleo de soja é a matéria-prima mais utilizada para produção de biodiesel no Brasil, com participação de 75% em média entre 2014 e 2016. Para tornar a produção mais sustentável, pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba, verificou as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) durante o cultivo da soja, a extração do óleo, a produção e a distribuição do combustível. O estudo coordenado pelo professor Carlos Eduardo Cerri mostra que integrar a extração do óleo e a fabricação do biodiesel na mesma unidade industrial reduz as emissões na etapa de produção.

O trabalho também recomenda o uso responsável de insumos durante o cultivo da soja, pois fertilizantes e corretivos respondem pela maior parte das emissões da fase agrícola. A avaliação das emissões foi dividida em quatro etapas: agrícola, extração, produção de biodiesel e distribuição. “Neste estudo, foram consideradas duas configurações de produção do biocombustível, o sistema de produção não integrado e o integrado”, explica o professor. “No sistema não integrado, as etapas de extração do óleo de soja e produção do biocombustível ocorrem em unidades industriais diferentes e no sistema integrado, as etapas de extração e produção ocorrem na mesma unidade industrial.”

Para obter os dados da etapa agrícola, o estudo reuniu informações sobre a produção de soja em 114 fazendas no Mato Grosso, entre as safras de 2007/2008 e 2009/2010. “Foram consideradas emissões diretas da produção de soja, que incluem a aplicação de fertilizantes nitrogenados, calcário, insumos orgânicos e defensivos agrícolas, além da produção de sementes e decomposição de resíduos da colheita, e emissões indiretas da aquisição de insumos agrícolas”, observa o professor. “Na etapa de extração, além das emissões diretas provenientes da combustão em geradores, caldeiras e silos, foram consideradas emissões indiretas originadas pela produção e transporte dos insumos industriais e combustíveis e pela aquisição de energia elétrica para armazenamento e processamento dos grãos.”

Na etapa de produção, foram contabilizadas emissões diretas de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes da combustão estacionária em geradores e caldeiras e emissões indiretas da produção e transporte de insumos industriais e combustíveis e pelo consumo de eletricidade nas fábricas. “Na distribuição, foram levadas em conta emissões diretas da combustão em fontes móveis do transporte rodoviário e marítimo e emissões indiretas da produção e transporte de combustíveis”, afirma Cerri. “A pesquisa considerou quatro rotas de distribuição do biocombustível produzido no Mato Grosso, para Paulínia (interior de São Paulo), visando ao mercado interno, Santos, Paranaguá (Paraná) e de Santos à Europa, para o mercado externo.”

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Fonte: Jornal da USP

Óleo de cozinha: veja os problemas quando despejamos na pia

Despejar óleo de cozinha no ralo da pia não é uma atitude ambiental mais correta a ser tomada. O que fazer com ele então? Saiba tudo agora.

óleo de cozinha é um grande aliado na hora de fritar alimentos nas residências e estabelecimentos comerciais. Mas, após a utilização do óleo surge aqueles segundos de dúvida, onde colocar o óleo de cozinha usado? Quando é despejado no ralo da pia, colocado em sacos de lixo ou acondicionado em recipientes para depois descartar como lixo comum, estará prejudicando o meio ambiente, com riscos em contaminar a água, o solo e ar.

Se livrar do problema do óleo inservível de maneira errada, prejudica o ecossistema, causa prejuízos financeiros e, por isso devemos tomar muito cuidado na hora de pensar em jogar fora.

Problemas causados com descarte inadequado do óleo de cozinha usado:

Entupimento da rede de esgoto

Quando o óleo é jogado na pia, junto com restos de alimentos, obstrui as canalizações com formação de placas de gorduras que, por sua vez geram mais problemas, pois, atrai animais e insetos, tais como: ratos, baratas etc.

Causa entupimentos na rede de esgoto, o que resulta em prejuízos econômicos.

Contaminação da água

Além disso, o óleo de cozinha usado vai para as estações de tratamento de esgoto (ETEs), onde passam por um processo de depuração química para, só depois ser descartado com segurança. Mas, boa parte das cidades brasileiras, não possuem tratamento de esgoto em sua totalidade, e a parte não tratada segue para os mananciais, contaminando-os, prejudicando o ecossistema marinho.

Contaminação do solo

O óleo de cozinha usado, quando acondicionado e descartado com o lixo comum, existe grande probabilidade de ir parar nos lixões, que é um local totalmente inadequado para depósito de lixo, pois, não possui nenhum tipo de controle ambiental do solo, afim de evitar sua #contaminação. Pode ocorrer, tanto a contaminação do solo, quanto dos lenções freáticos, através da infiltração do óleo na terra.

Contaminação do ar

O descarte irregular do óleo usado pode também ocasionar poluição do ar, já que o processo da sua decomposição libera gás metano, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, causador do aquecimento global, aumentando a temperatura da terra.

Solução: o que fazer com óleo usado?

#reciclagem, ou seja, transformá-lo em outro produto, como o sabão em barra. É a alternativa mais viável a ser tomada, pois a simples ação em descartar o óleo de cozinha de forma errada pode gerar muitos problemas para o meio ambiente e, consequente para nós mesmo.

Como fazer: acondicione o óleo de cozinha usado, livre de restos de alimentos, em um recipiente fechado e, procure um ponto de recebimento desse material em sua cidade. Se não souber onde se localizam, procure o órgão ambiental municipal responsável e solicite orientações.

#Produzir biodiesel, são várias as vantagens do biodiesel de óleo de fritura em relação ao diesel de petróleo: renovável e isento de enxofre, esse biodiesel pode ser usado em motores diesel sem necessidade de adaptação dos veículos. Além disso, apresenta maior lubrificamento, acarretando maior vida útil do motor, e polui 80% menos na emissão de gases de efeito estufa. Quando se fala em biodiesel produzido a partir do óleo de fritura, o pesquisador lembra também que o resíduo da cozinha deixa de ser descartado no meio ambiente. Apenas no Brasil, são gerados cerca de 5,5 bilhões de litros de óleo de fritura por mês. Menos de 5% desse resíduo é reciclado ou tem destinação ambiental correta. E o mais grave: um litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água potável, dados alarmantes que apontam a importância do desenvolvimento de estudos como esse.

Fonte: Blasting News com complemento do jornal Estado de Minas

Terraviva Sustentável: produção de biodiesel no Mato Grosso

O Brasil tem hoje 50 usinas de biodiesel autorizadas a produzir. A produção nacional é de mais de 3 bilhões e 900 milhões de litros. Essas usinas estão concentradas principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e do Mato Grosso e 78% da matéria prima utilizada para a produção de biodiesel é o olho de soja.

Sobre a produção e a importância deste setor para a atividade econômica brasileira e para a produção cada vez maior de energia sustentável, Tobias Ferraz conversa com o engenheiro, professor e pesquisador na área de energia, Francisco Carlos Palleta.

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Fonte: Terra Viva

Proposta da EPA para os novos requisitos de biocombustíveis preocupa produtores de biodiesel nos EUA

Este mês, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (Environmental Protection AgencyEPA) divulgou os requisitos propostos para biocombustíveis nos próximos anos, um valor anual conhecido como Padrão de Combustível Renovável. E os produtores de biodiesel, especialmente os de Nebraska e Iowa, ficaram bastante preocupados com esses dados.

De acordo com o documento, a Agência propôs que 2,1 bilhões de galões de biodiesel, produzidos a partir de fontes como o óleo de milho e o óleo de soja, sejam usados ​​como combustível para motores em 2019, números inalterados em relação ao padrão anterior. O problema é que esse volume já está abaixo do consumo do ano passado, que foi de 2,9 bilhões de galões em todo o país, principalmente pela cortesia de veículos de frota, como os ônibus utilizados no transporte de passageiros.

Produtores em Iowa e Nebraska, dois grandes fornecedores de matéria-prima, estão se perguntando por que os volumes estimados para o biodiesel são quase 30 por cento abaixo da demanda que já foi utilizada no passado.

“É difícil imaginar”, disse Brian Cahill, diretor executivo da Southwest Iowa Renewable Energy, que produz cerca de 90 mil libras por dia de óleo de milho, “a indústria certamente tem a capacidade de produzir mais de 2,1 bilhões de galões. Nós esperávamos um aumento de produção, não um corte ” finalizou.

 

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Fonte: The Omaha Herald

Companhia férrea holandesa pretende usar biodiesel em sua frota

PAÍSES BAIXOS – As províncias de Groningen e Friesland nomearam a Arriva como vencedora do próximo contrato para operar seus serviços ferroviários regionais de passageiros. O contrato durará 15 anos, com início em 13 de dezembro de 2020, e deve render 6 bilhões de euros a empresa.

O contrato abrange serviços rápidos e de parada na rota Europapark Leeuwarden – Groningen e serviços de parada nas rotas Eemshaven – Roodeschool – Groningen – Winschoten – Leer (Alemanha), Delfzijl – Groningen – Veendam, Leeuwarden – Sneek – Stavoren e Leeuwarden – Harlingen Haven .

A frota atual de 51 unidades deve ser remodelada. Os trens serão equipados com baterias para permitir que a energia de frenagem seja recuperada para reutilização, reduzindo as emissões e o ruído provocado pelo processo de aceleração. Outras 18 novas máquinas, alimentadas por biodiesel,  serão introduzidas na rota Europapark de Leeuwarden – Groningen, aumentando a capacidade e possibilitando a prestação de serviços de fim de semana e noturnos mais freqüentes nas principais seções da rede.

“Ter a oportunidade de continuar a operar os serviços do trem do norte do país por mais 15 anos é testemunho não só da força de nossa proposta, mas também do ótimo serviço que oferecemos sob a atual concessão aos 32 mil passageiros que usam a rede de transporte regional todos os dias “, disse Manfred Rudhart, CEO do Grupo Arriva.

Fonte: Railway Gazette

Boletim ANP e as matérias-primas para o biodiesel

A disputa entre o sebo e os ‘outros materiais graxos’ voltou a recrudescer em maio. Segundo dados divulgados pela ANP, o sebo só conseguiu se segurar na vice-liderança no ranking das matérias-primas mais consumidas pelas usinas brasileiras no mês de maio por míseros 0,1%. Foram 12,1% para a primeira enquanto a segunda ficou com pouco com 12% cravados – uma diferença de apenas 400 mil litros.

A conformação do mercado de matérias-primas do biodiesel brasileiro vem mudando de forma notável. O segmento que, durante anos, foi dominado pela soja, sebo e algodão – sempre nessa ordem – ganhou outra feição. Primeiro tivemos o virtual desaparecimento do óleo de algodão que, desde a virada do ano, não conseguiu ultrapassar a barreira de 1% de participação na produção mensal das usinas uma única vez.

Em abril, o algodão realmente sumiu das estatísticas oficiais da ANP. Agora ele retornou, mas com uma participação mínima – apenas 0,01%.

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Fonte: Portal BiodieselBR

EUA: NBB lança nova reivindicação e situação do biodiesel argentino no país piora

A National Biodiesel Board Fair Trade Coalition (NBB ou, em tradução livre, Coalisão Nacional para o Biodiesel) apresentou uma nova alegação ao Departamento de Comércio dos EUA afirmando que existem “circunstâncias críticas” sobre as importações de biodiesel da Argentina.

Nas leis antidumping e de direitos compensatórios dos EUA, a disposição de “circunstâncias críticas” permite a imposição de direitos sobre as importações antes mesmo que as determinações preliminares de subvenções e dumping sejam aplicadas. Essas proteções proporcionam um alívio sobre um aumento nas remessas, por exemplo, impondo direitos retroativos. Assim, distribuidores ficam impedidos de armazenar um grande volume do produto, contornando as leis de direitos antidumping e de compensação no tempo em que o processo ficará em curso.

O documento da NBB alega que todos os critérios para as “circunstâncias críticas” estão atendidos.

Uma longa controvérsia

Em março de 2017, a NBB apresentou uma petição de direitos antidumping e compensatórios junto ao governo dos EUA pedindo uma investigação sobre as importações de biodiesel da Argentina e da Indonésia. Em maio, a NBB testemunhou ante o Congresso sobre os danos causados ​​pelas importações da Indonésia. No final de junho, a NBB anunciou que estava considerando ações legais contra a Argentina depois de encontrar evidências de que 75 milhões de galões de biodiesel estavam destinados a “inundar” os portos dos EUA.

Em um comunicado de imprensa recente, a NBB diz que as importações de biodiesel da Argentina aumentaram 114,5% desde a apresentação das petições de direitos antidumping e compensatórios.

“Nossa indústria merece alívio. A lei fornece um remédio para as indústrias dos EUA prejudicadas por práticas comerciais ilegais dessa natureza, e por isso estamos tomando as medidas adequadas para garantir que essas ações ilegais sejam abordadas “, disse Anne Steckel, vice-presidente de assuntos federais da NBB. “Nossos produtores não devem continuar a ser lesados pelo aumento do volume de importações subsidiadas”.

“Quando vemos o biodiesel da Argentina sendo vendido com desconto quando comparado ao preço do mercado da soja – o principal insumo no biodiesel – sabemos que estamos enfrentando preços de dumping”, disse Paul Soanes, CEO de Renewable Biofuels (RBF). “Os Estados Unidos são um mercado-chave para esses exportadores, e sem um remédio, essas importações negociadas de forma injusta provavelmente continuarão inalteradas. Isso é uma ameaça adicional para nossos negócios”.

Em outro comunicado, a NBB destacou como as alegadas práticas injustas da Argentina prejudicavam a indústria de biodiesel dos EUA, levando a uma queda nos investimentos.

“Paramos vários projetos de modificação de plantas como resultado de redução do capital de giro, mesmo para projetos modestos”, disse Robert Morton, co-fundador do Newport Biodiesel em Rhode Island.

Recentemente, Gonzalo Ramirez Martiarena, CEO do comerciante de commodities Dreyfus, disse à Reuters que estava “confiante” que a Argentina prevaleceria no que ele classificou como um caso de dumping “injusto” contra a indústria de biodiesel do país.

“A Argentina não vende biodiesel abaixo do custo. Não há dumping “, disse Ramirez Martiarena.

Clique aqui e leia a publicação original na íntegra.

Fonte: Biodiesel Magazine

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