Pesquisa da PUC-Rio mostra que biodiesel ajuda a melhorar qualidade do ar

Estima-se que a poluição do ar mate cerca de 6,5 milhões de pessoas por ano, estabelecendo-se entre as maiores ameaças à saúde humana. Um estudo realizado pela professora Adriana Gioda, do Departamento de Química do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), mostrou que o biodiesel de soja utilizado no Brasil não tem efeitos negativos diretos sobre as células pulmonares humanas. A pesquisa ganhou destaque internacional com a publicação em maio pela Toxicology in Vitro, o periódico científico oficial da Sociedade Europeia de Toxicologia in Vitro.

Para realizar as análises, a equipe de Gioda coletou material particulado emitido durante a queima de quatro tipos de combustíveis (diesel para uso comercial, biodiesel de soja, biodiesel de soja aditivado e etanol aditivado) em um motor de ciclo diesel (presente em veículos de grande porte) alocado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). As partículas foram trazidas para o Rio de Janeiro e analisadas na PUC-Rio. Alguns testes adicionais foram realizados em amostras enviadas ao Dr. Braulio Jimenez, toxicologista e coordenador do Center for Environmental and Toxicological Research, da University of Puerto Rico (USA).

Com estes ensaios foi possível avaliar a toxicidade e o comportamento das partículas geradas durante a queima dos combustíveis frente à secreção de citocinas, proteínas responsáveis pelos processos pró-inflamatórios que iniciam doenças respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), e que também estão relacionadas a doenças cardíacas.

Por meio desse experimento, a pesquisadora descobriu que a exposição das células pulmonares ao resíduo da queima do biodiesel de soja não estimula a secreção de citocinas.

“Diferentes tipos de biodiesel se comportam de formas variadas. O que descobrimos com nosso estudo é que o biodiesel feito a partir da soja não cria uma reação adversa nas células do pulmão”, explicou Gioda, que reforça: “Ainda que outros testes precisem ser feitos para avaliar todos os efeitos que o biodiesel de soja pode causar à saúde humana, os resultados destes nossos testes iniciais confirmam que estamos no caminho certo”.

O uso de biocombustíveis é um caminho para melhorar a qualidade do ar. Tendo isso em vista, desde 2014 todo o diesel comercializado no Brasil deve conter 7 % de biodiesel, o chamado B7. Devido aos benefícios obtidos do uso desses combustíveis, em 2016 o governo estipulou que a porcentagem de biodiesel nessas misturas seja de 8 % até março de 2017, chegando a 15% até 2019.

Os dados apontam para a ampliação e manutenção do uso do biodiesel de soja como fonte de energia renovável. Os resultados obtidos na pesquisa da Profª Adriana Gioda trazem boas perspectivas para o futuro e podem servir de base para que o País invista em mais recursos para o estudo dos efeitos do biodiesel sobre a saúde.

Fonte: Ascom CTC/PUC-Rio

Ar do Rio de Janeiro está mais poluído do que a água

Paulo Saldiva, patologista que já integrou a Organização Mundial de Saúde, considera a poluição do ar mais alarmante do que a verificada nas águas onde vão ocorrer as provas, uma vez que “ninguém é obrigado a beber água da Baía de Guanabara, mas necessita respirar o ar do Rio de Janeiro”

Tal como a promessa de tornar as águas mais limpas não passou de uma intenção, também a de tornar o ar mais limpo parece ter ficado por concretizar. Depois de uma análise de dados governamentais e de testes levados a cabo pela agência Reuters, confirma-se que o ar do Rio de Janeiro está tão ou mais poluído como antes da atribuição dos Jogos Olímpicos à cidade carioca, em 2009.

Desde que, em 1980, os cientistas começaram a monitorar os níveis de material particulado – partículas finas de material sólido ou líquido que ficam suspensas no ar – emitido para a atmosfera e a analisar os seus efeitos na saúde do homem, o Rio de Janeiro é a cidade anfitriã das Olimpíadas com o segundo valor mais elevado, sendo apenas suplantada pelas realizadas em Pequim, no ano de 2008.

Quando a candidatura do Rio foi submetida, os responsáveis brasileiros garantiram que os níveis de qualidade de ar estavam dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas os registros de material particulado (MP), um dos poluentes mais perigosos, já há muitos anos que excedem os limites definidos pela OMS para a emissão deste poluente para o ar.

A sua presença ar aumenta a probabilidade de contrair doenças no sistema respiratório ou circulatório. E milhares de pessoas no Rio de Janeiro morrem de complicações respiratórias ou cardíacas devido à poluição. Paulo Saldiva, diretor do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e antigo membro do comité da OMS – que definiu limites mais estritos para a emissão de poluentes para o ar no ano de 2006 -, classificou o ar da cidade de Rio de Janeiro como “ar não olímpico”. O especialista considera até que esta poluição é uma ameaça maior para os atletas do que a verificada nas águas do Rio de Janeiro, uma vez que “ninguém é obrigado a beber água da Baía de Guanabara, mas necessita respirar o ar do Rio de Janeiro”.

Esta poluição no ar é, na sua maioria, causada pela emissão de gases de escape por parte dos cerca de 2,7 milhões de veículos que atravessam as estradas da cidade maravilhosa, de acordo com o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (INEA). Os dados da agência ambiental do estado mostram que, desde 2008, os níveis de material particulado no ar do Rio de Janeiro têm sido quase sempre três vezes superiores ao limite anual de 20 estabelecido pela OMS.

Enquanto Paulo Saldiva diz que a poluição causada por materiais particulados é “a que mais danos faz à saúde por ser dos poluentes mais perigosos”, Tania Braga, responsável pela sustentabilidade e legado destes Jogos Olímpicos, defende que “a qualidade do ar não pode ser simplesmente julgada pelos dados da emissão de material particulado”, salientando que “as emissões de gases como o dióxido e o monóxido de carbono estão dentro dos limites estabelecidos pela OMS”.

Ao estimar a mortalidade causada pela poluição no ar através de métodos estabelecidos pela OMS, Saldiva calcula que cerca de 5.400 pessoas morreram na zona da área metropolitana do Rio de Janeiro, em 2014, devido a complicações respiratória. Este é o ano com dados mais recentes disponibilizados pelo INEA, que se recusou a dar acesso à Reuters aos números de 2015 e aos primeiros seis meses deste ano.

De 2010 a 2014, segundo o INEA, o nível de PM no Rio de Janeiro rondou sempre os 52 PM por metro cúbico de ar, quando o limite da OMS é de 20. Jamie Mullins, professor de economia de recursos naturais na Universidade do Massachussets-Amtherst, concluiu num estudo, com base em resultados de mais de 600 mil atletas americanos, que por cada 10 unidades de PM acima do limite da OMS o rendimento do atleta caía em 0,2%.

Em testes realizados pela Reuters no Estádio Olímpico, cujos resultados foram agora divulgados, foi possível perceber que o nível de PM na área circundante se localiza nos 65, abaixo do nível de 82 registado em 2008 na cidade de Pequim. Contudo, muitos especialistas vieram questionar os dados fornecidos pelo INEA, que são obtidos através de 64 estações de monitorização espalhadas pelo Rio de Janeiro, das quais a grande maioria são propriedade de empresas privadas poluentes.

Fonte: Visão

Sem legado olímpico, ar do Rio é poluído e mortal

RIO DE JANEIRO (Reuters) – O ar do Rio de Janeiro é muito mais poluído e letal do que o retratado pelas autoridades, e a promessa de uma cidade mais limpa como legado dos Jogos Olímpicos, que começam nesta semana, ficou longe de se tornar realidade, mostraram análises de dados do governo e testes realizados pela Reuters.

Quando o Brasil apresentou há sete anos a sua bem-sucedida candidatura para ser o primeiro país sul-americano a sediar o evento, afirmou que os níveis de poluição atmosférica estavam “dentro dos limites recomendados pela Organização Mundial da Saúde”.

Isso não era verdade na época e tampouco é verdade agora, apesar das promessas das autoridades de que o ar do Rio estaria menos poluído devido ao controle de emissões e melhores condições do transporte público de massa antes da Olimpíada, cuja abertura será na sexta-feira.

Há anos o Rio vem excedendo os padrões da OMS para a classe mais perigosa de poluentes do ar, o material particulado (MP), que é lançado na atmosfera por milhões de veículos que cruzam as ruas e avenidas da cidade.

Em uma região metropolitana que abriga cerca de 12 milhões de pessoas, o número anual de mortos por complicações relacionadas às más condições do ar chega aos milhares. Especialistas dizem que as pessoas expostas à poluição carioca têm maior risco de desenvolver câncer de pulmão, enfarte, derrame, asma e outras doenças. “Definitivamente, isso não é ‘ar olímpico’”, disse o patologista Paulo Saldiva, da Universidade de São Paulo (USP) e membro de um seleto comitê de cientistas da OMS que estabeleceu padrões mais rígidos para a poluição em 2006. “Muito se falou sobre a poluição da água no Rio, mas muito mais pessoas morrem por causa da sujeira do ar do que da água”, afirmou. “Você não é obrigado a beber água da Baía de Guanabara, mas você é obrigado a respirar o ar do Rio.”

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Fonte: Reuters 

Grupo de trabalho fará monitoramento da qualidade do ar na Região Metropolitana

Oito instituições compõem o grupo que fará a medição da quantidade real de poluentes e nível de toxidade dos gases na atmosfera em Manaus e nos municípios da RMM

Um grupo de trabalho (GT) estadual foi criado nesta quarta-feira, 22, para fazer o monitoramento da qualidade do ar de Manaus e da Região Metropolitana. A formalização foi realizada com a assinatura de um termo de cooperação na Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), na Zona Centro-Sul de Manaus. Oito instituições compõem o grupo que fará a medição da quantidade real de poluentes e nível de toxidade dos gases na atmosfera da região. As informações são da assessoria da Sema.

A iniciativa é estratégica para a execução do “Plano de prevenção, controle e combate às queimadas” do Governo do Estado, que será permanente. Diariamente, o GT emitirá boletins sobre as condições da qualidade do ar, o que será fundamental para adotar medidas preventivas em setores prioritários como a Saúde, segundo explica o titular da Sema, Antonio Stroski. “No caso das queimadas, será possível identificar as áreas afetadas por fumaça e alertar os órgãos competentes para as devidas providências”, destacou Stroski.

O plano de trabalho do grupo deve ser executado em três anos com início das operações conjuntas em 2017. A base do GT será concentrada na Sala de Situação da Sema, onde já é feito o monitoramento via satélite de focos de calor, velocidade dos ventos, pluviosidade, entre outros. O grupo pretende operar com uma rede de seis estações de medição da qualidade do ar. A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) já tem duas em operação, a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) tem uma, e as outras três devem ser adquiridas por meio de projeto que será submetido para captação de recursos e aprovação do Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema).

No entanto, algumas empresas que atuam em Manaus e possuem estações de monitoramento da qualidade do ar para atender aos critérios de licenciamento do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) também devem colaborar fornecendo dados.

Integração – O grupo é formado pela Sema, que coordena os trabalhos, Ipaam, UEA, Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Ufam, Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), além das secretarias municipais de Meio Ambiente e Sustentabilidade, e Saúde, Semmas e Semsa, respectivamente. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), além da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeam) e a Eletrobras Amazonas Energia são parceiros do projeto.

“As estações são automatizadas e fornecerão dados em tempo real para a emissão de boletins que serão compartilhados entre os órgãos parceiros. O GT oficializa a integração das instituições que hoje atuam de forma isolada no monitoramento do ar e concentra os dados na Sala de Situação da Sema. Essa iniciativa será de grande importância para evitar impacto na saúde da população”, destacou secretário adjunto da Sema, Luiz Andrade.

Fonte: A Crítica

Desenvolvimento econômico danifica qualidade do ar e da água na A. Latina

A alta taxa de urbanização e o rápido crescimento econômico da América Latina estão pondo em risco a qualidade do ar e da água na região, advertiu nesta quinta-feira o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

O estudo de Previsão Meio Ambiental Global (GEO-6), apresentado nesta jornada em Nairóbi, revela que a contínua expansão das áreas urbanas, o crescimento da população e o aumento do consumo, dispararam as emissões de gases poluentes deixando mais de 100 milhões de pessoas em situação de risco.

Outra das grandes ameaças para o futuro da América Latina é a gestão dos recursos aquíferos, especialmente os dedicados à agricultura, que consomem 68% de água na região.

Segundo as estimativas do PNUMA, 30 milhões de pessoas não tinham fornecimento de água em 2013, o que aumentou a probabilidade de contrair doenças como malária, cólera ou disenteria.

O estudo do GEO-6 calcula que cerca de 45% de água é perdida inclusive antes de chegar ao consumidor final e, ao mesmo tempo, as altas temperaturas e as baixas precipitações registradas nos dois últimos anos produzem secas cada vez mais graves.

A proliferação de gados e zonas de pasto também tiveram um grande impacto nas emissões de óxido nitroso (+29%) e metano (+19%), mas sobretudo supuseram uma enorme perda para a massa florestal da zona.

Entre 2001 e 2013, 17% dos novos cultivos e 57% dos novos gramados se estabeleceram em áreas não florestadas, que além disso são mais suscetíveis a sofrer inundações e enchentes.

Keisha García, cientísta de Trinidad e Tobago encarregada de coordenar o estudo sobre a América Latina e Caribe, lembrou que as economias desta região têm uma grande dependência dos recursos naturais, por isso que se adaptar ao novo contexto climático é fundamental para sobrevivência.

O relatório Previsão Meio Ambiental Global (GEO-6) faz parte dos esforços globais para combater a mudança climática e é um antecipação da segunda Assembleia Meio Ambiental das Nações Unidas (UNEA-2), que acontecerá na próxima semana em Nairóbi.

Fonte: EFE

Falta de chuvas derruba a qualidade do ar em São Paulo

Na manhã desta segunda-feira (18), uma faixa de poluição podia ser vista sobre a cidade de São Paulo, que passa por período de calor e seca

Na manhã desta segunda-feira (18), uma faixa de poluição podia ser vista sobre a cidade de São Paulo, que passa por período de calor e seca.

Segundo a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a qualidade do ar atingiu o nível 130 (classificado como muito ruim) no sábado (16), entre as 18h e 19h, conforme mediu a estação Cid. Universitária-USP-Ipen. Já no domingo (17), a qualidade ficou moderada das 16h às 21h.

Em dias de semana, quando o tráfego de veículos é mais intenso, o índice é mais alarmante. Na sexta (15), por exemplo, o ar teve índices ruim e muito ruim, das 16h às 21h. Em todos os casos, o poluente mais presente foi o ozônio (O3).

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Fonte: Diário do Litoral

Poluição na Índia mata pelo menos 650 mil pessoas todos os anos

Em 2015 país contabilizava 13 cidades na lista das 20 mais poluídas da Organização Mundial de Saúde

Considerada por muitos a “maior democracia do mundo”, a Índia é um dos países mais populosos do globo. A nação asiática faz parte dos BRICS — grupo de cooperação de países em desenvolvimento que inclui ainda Brasil, Rússia, China e África do Sul —, e tem visto sua economia crescer rapidamente nos últimos anos. No entanto, esse fenômeno veio acompanhado de uma consequência nociva para a população do país: uma poluição extrema.

Segundo informações do jornal The Guardian, cerca de 650 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência da poluição na Índia. Apenas na capital, Nova Délhi, estima-se que cerca de 32.000 pessoas vão morrer apenas pela inalação do ar poluído até 2025. Em fevereiro do ano passado, a Índia contabilizava 13 cidades na lista das 20 mais poluídas da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Um estudo promovido pela Universidade de Chicago em parceria com economistas ambientais das universidades de Harvard e Yale estima que 99,5% dos 1,2 bilhões de moradores da Índia estão respirando níveis de poluição acima do que a OMS considera como seguro. Mas o problema não é exclusivo da Índia.

Todos os anos, 3,3 milhões de pessoas morrem prematuramente por conta dos efeitos da poluição do ar. No entanto, o país asiático lidera a lista de mortes, ao lado da China. Segundo informações do Times of India, 75% das mortes prematuras em decorrência da poluição do ar em 2010 aconteceram no continente asiático. A indústria contribui para o crescimento econômico da Índia, mas, ao mesmo tempo, o excesso de atividade industrial ajuda a fazer com que os índices de poluição no país tornem a vida na região pouco saudável.

No entanto, uma porcentagem relevante das mortes por poluição do ar na Ásia acontece dentro das próprias casas das pessoas, por meio da combustão de combustíveis — como o diesel e o carvão — para a produção de energia. Em pleno século 21, mais de 300 milhões de indianos ainda não têm acesso à eletricidade

Fonte: R7.COM

Ambientalista chinês responde: quando Pequim se livrará da poluição?

PEQUIM (IPC Digital) – Ma Jun, ambientalista chinês, deu uma entrevista ao Yomiuri Shimbun e respondeu quando ele acredita que Pequim poderá resolver o problema da poluição.

“Para alcançar metas internacionais, vamos levar no mínimo 30 anos. Porém, essa poluição muito séria que encontramos hoje pode ser reduzida em 5 ou 10 anos. Para tal, essa questão tem que ser prioritária”, ele disse.

Desde que publicou seu livro “A crise da água na China”, em 1999, Ma expressa preocupações quanto ao risco da contaminação da água no país. Ele ficou, então, conhecido como um dos pioneiros quanto à questão ambiental chinesa.

Em 2011, Ma voltou aos holofotes ao criticar a empresa Apple. Ele alegou que fábricas da companhia norte-americana estavam colaborando para a poluição na China.

Ma passou a militar no intuito de que os consumidores escolhessem quais as empresas que apresentam produtos mais amigáveis ao meio ambiente. Porém, ele disse que “a estrada é longa”.

Ma, entretanto, se diz otimista com as novas tecnologias. Se, antes, os dados sobre a poluição eram confidenciais e só pertenciam aos estadistas, hoje, há vários aplicativos que mostram o mau nível da qualidade do ar em Pequim.

Ano passado, a China reviu uma lei sobre a poluição do ar. Agora, os governos das cidades são obrigados a tornar públicas as informações sobre as fontes dos poluentes.

FONTES: The Japan News, Yomiuri Shimbun

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