Boletim Mensal do Biodiesel ANP – junho de 2018

O Boletim Mensal do Biodiesel vem sendo publicado no sítio da ANP desde novembro de 2008, com o objetivo de difundir as informações relacionadas à atividade de produção de biodiesel no País. Entretanto, com o intuito de dar mais transparência aos dados e facilitar a busca de informações, a partir de abril de 2017, o conteúdo do boletim passou a ser disponibilizado através das planilhas e figuras.

São apresentados gráficos que mostram a capacidade nominal autorizada pela ANP e a produção de biodiesel nacional e regional ao longo do ano vigente, assim como a distribuição nacional e regional das matérias-primas consumidas para produção de biodiesel, considerando os dados informados através do Sistema de Informações de Movimentação de Produtos (I-SIMP).

Atualmente existem 51 plantas produtoras de biodiesel autorizadas pela ANP para operação no País, correspondendo a uma capacidade total autorizada de 22.620,02 m3/dia. Há ainda 2 novas plantas de biodiesel autorizadas para construção e 1 planta de biodiesel autorizada para aumento da capacidade de produção. Com a finalização das obras e posterior autorização para operação, a capacidade total de produção de biodiesel autorizada poderá ser aumentada em 2.100 m3/dia, que representa um acréscimo de 9,28% na capacidade atual.

Clique aqui para visualizar os dados.

Fonte: ANP

Consumo de combustíveis cresce 1,3% em junho, aponta ANP

O consumo nacional de combustíveis subiu 1,31% em junho, na comparação com igual período do ano passado, mas fechou o primeiro semestre com uma queda acumulada de 1,3%. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram vendidos, no mês retrasado, 11,386 bilhões de litros. A comercialização de diesel subiu pelo segundo mês consecutivo (1,3%), para 4,678 bilhões de litros. No acumulado do ano, houve uma retração de 1,4%.

Já o consumo de gasolina cresceu 11,6% em junho, para 3,762 bilhões de litros, e, no ano, acumula um crescimento de 7,3%. Esse aumento, o principal destaque positivo de 2017 no mercado de combustíveis, está deslocando o consumo de etanol hidratado, que por sua vez caiu 17,6% em junho e fechou o primeiro semestre com queda de 19,3%.

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Fonte: Valor Econômico

ANP: combustíveis brasileiros têm qualidade semelhante aos de Primeiro Mundo

Os índices de combustíveis dentro dos padrões de qualidade vendidos no Brasil, em junho deste ano, foram semelhantes aos de países de Primeiro Mundo, conforme avaliação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a ANP, 98,5% da quantidade de amostras de gasolina analisadas atendiam às exigências. Quanto ao etanol, 98,7% estavam de acordo com o padrão. Já o diesel alcançou 96,2%.

O programa, que é um dos principais instrumentos de planejamento das ações de fiscalização da ANP, monitora permanentemente os postos de combustíveis de todo o país. No entendimento da agência, a pesquisa reflete o universo geral da qualidade dos combustíveis. Por meio de critérios estatísticos de amostragem, são selecionados postos para estabelecer um índice de conformidade que represente panorama representativo do mercado de combustíveis por estado. O trabalho é feito por instituições e laboratórios de universidades contratados pela ANP por meio de licitação pública.

Já a fiscalização da ANP se concentra nos postos de combustíveis com indícios de irregularidades e é feita a partir de um trabalho de planejamento orientado, entre outros itens, por informações do PMQC, por denúncias ao Centro de Relações com o Consumidor da Agência (CRC), pelo Sistema de Informação de Movimentação de Produtos (SIMP) e pelo intercâmbio de informações com outros órgãos.

No primeiro semestre de 2017, a ANP realizou 9.793 ações de fiscalização e assinou 2.836 autos de infração. Os dados foram superiores aos números do mesmo período do ano anterior: 9.709 ações de fiscalização e 2.793 autos de infração.

Fonte: Agência Brasil

CNPE lança diretrizes para o mercado de combustíveis

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (25/7) a Resolução nº 15, de 8 de junho de 2017, que estabelece diretrizes estratégicas para o desenvolvimento do mercado de combustíveis, demais derivados de petróleo e biocombustíveis, com o objetivo de embasar a proposição de medidas que contribuam para a garantia do abastecimento nacional.

A resolução cria ainda o Comitê Técnico Integrado para o Desenvolvimento do Mercado de Combustíveis, demais Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (CT-CB), integrado pelo Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, pela ANP e outros órgãos.

Clique aqui para ler a Resolução CNPE nº 15/2017 no DOU.

Fonte: ANP

Temer indica José Cesário Cecchi ao cargo de diretor da ANP

O presidente Michel Temer encaminhou para a apreciação do Senado Federal o nome de José Cesário Cecchi para exercer o cargo de diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Cesário ocupará a vaga de José Gutman, cujo mandato se encerrou em maio.

Cecchi deverá passar agora pela sabatina dos senadores. Se aprovado, a ANP terá novamente sua diretoria completa, composta por 5 membros.

Cesário atuava como superintendente de Comercialização e Movimentação de Petróleo, Seus Derivados e Gás Natural na ANP.

Fonte: Valor Econômico

ANP realiza audiência pública sobre regulação do metanol

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou na última quinta-feira (13/7) audiência pública sobre as minutas de resolução que propõem a inclusão o metanol no rol de produtos regulados pela ANP.

Uma das normas altera a regulamentação vigente para incluir o metanol na definição de solvente e tornar mais efetivo o controle sobre esse produto. A outra estabelece a autorização de terminais e dutos de movimentação e armazenamento de metanol.

Segundo o diretor da ANP Aurélio Amaral, o processo de estudos internos teve início em abril de 2016. “O objetivo é aumentar o controle da importação do metanol, aumentando a responsabilidade desde o importador até o último elo da cadeia, de modo a dar maior segurança no uso desse produto tão importante para a indústria. Não queremos criar barreiras, mas a ANP, dentro da sua responsabilidade fiscalizadora, viu a necessidade de acompanhar e criar modos de controle, para evitar desvios. Embora os desvios sejam pequenos, o impacto é grande”, afirmou.

As minutas de resolução ficaram em consulta pública por 30 dias, tendo recebido 53 contribuições da sociedade no período. As sugestões e comentários recebidos na consulta e na audiência serão analisados pela ANP e, após aprovação da diretoria, as resoluções serão publicadas.

Fonte: ANP

Boletim ANP e as matérias-primas para o biodiesel

A disputa entre o sebo e os ‘outros materiais graxos’ voltou a recrudescer em maio. Segundo dados divulgados pela ANP, o sebo só conseguiu se segurar na vice-liderança no ranking das matérias-primas mais consumidas pelas usinas brasileiras no mês de maio por míseros 0,1%. Foram 12,1% para a primeira enquanto a segunda ficou com pouco com 12% cravados – uma diferença de apenas 400 mil litros.

A conformação do mercado de matérias-primas do biodiesel brasileiro vem mudando de forma notável. O segmento que, durante anos, foi dominado pela soja, sebo e algodão – sempre nessa ordem – ganhou outra feição. Primeiro tivemos o virtual desaparecimento do óleo de algodão que, desde a virada do ano, não conseguiu ultrapassar a barreira de 1% de participação na produção mensal das usinas uma única vez.

Em abril, o algodão realmente sumiu das estatísticas oficiais da ANP. Agora ele retornou, mas com uma participação mínima – apenas 0,01%.

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Clique aqui para acessar o boletim completo.

Fonte: Portal BiodieselBR

ANP publica dados consolidados do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis em 2016

A ANP publicou ontem (3/7), em seu sítio eletrônico, dados estatísticos consolidados da evolução do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis no Brasil em 2016. Os gráficos e tabelas, que serão publicados posteriormente no Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 2017, podem ser consultados em: http://www.anp.gov.br/wwwanp/publicacoes/anuario-estatistico/3819-anuario-estatistico-2017.

De acordo com os dados, a produção nacional de petróleo cresceu 3,2% pelo terceiro ano consecutivo e atingiu 2,5 milhões de barris/dia. O principal motivo da elevação foi a oferta de petróleo do pré-sal, que alcançou a média de 1,0 milhão de barris/dia no ano, após variação anual de 33,1%. A produção nacional de gás natural teve acréscimo de 7,9%, alcançando 103,8 milhões de m³/dia.

A produção de gás natural do pré-sal segue aumentando sua participação no total nacional e correspondeu a 38,2% em 2016. Os resultados obtidos no pré-sal reforçam a atratividade dos blocos deste horizonte geológico a serem ofertados nas próximas rodadas de licitação, com calendário aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para os próximos três anos.

Como reflexo da maior produção nacional, em 2016 o Brasil reduziu sua necessidade de importação de petróleo em 44,9%, para média de 178,6 mil barris/dia, enquanto as exportações alcançaram o maior valor da série histórica, 798,2 mil barris/dia, aumento anual de 8,3%.

No mercado interno, as vendas de derivados pelas distribuidoras registraram declínio de 2,5%. As vendas de óleo diesel apresentaram queda de 5,1%, contrastando com a elevação de 4,6% das vendas de gasolina C. Já a comercialização de etanol hidratado teve redução de 18,1%.

Por sua vez, a produção nacional de derivados foi 6,3% inferior a 2015, e atingiu 2,0 milhões de barris/dia. Com isso, o volume de importações de derivados cresceu 10,1%, para 488,1 mil barris/dia. Apesar disso, em função da redução dos preços internacionais, houve um recuo do dispêndio com a importação em 15,2%.

O crescimento das importações refletiu uma maior diversificação dos agentes responsáveis pela oferta interna de combustíveis, o que, por sua vez, tende a contribuir com a ampliação das oportunidades de investimentos em infraestrutura de armazenamento e movimentação de petróleo, derivados e biocombustíveis.

No setor de biocombustíveis, a produção total de etanol caiu 4,1% e a produção de biodiesel foi 3,5% inferior ao ano anterior, em decorrência da redução do consumo dos combustíveis.

O montante gerado de participações governamentais atingiu R$ 17,7 bilhões em 2016, sendo R$ 11,8 bilhões em royalties e R$ 5,9 bilhões em participação especial. Já o volume de obrigações relativas aos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D &I) foi de R$ 862 milhões.

Fonte: Assessoria ANP

55º Leilão de Biodiesel da ANP negocia 760,3 milhões de litros

No 55º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 760,3 milhões de litros de biodiesel, sendo 99,95% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,255/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,71 bilhão, refletindo num deságio médio de 79,8% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,827/L).

A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (06/06), com 34 produtores disponibilizando um volume total de 856,897 milhões de litros, sendo 94% de produtores detentores do selo Combustível Social.

No primeiro dia de seleção das ofertas (08/06), foram arrematados 664,9 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 77,6% do total ofertado para todo o leilão.

No segundo dia de seleção das ofertas (09/06), foram arrematados 95,2 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 11,1% do total ofertado no leilão.

A apresentação e a seleção de ofertas de biodiesel para mistura voluntária ao óleo diesel ocorreram no dia 12/06, onde foram disponibilizados 4,355 milhões de litros, sendo 67,85% de produtores detentores do selo Combustível Social. Este volume representa 4,50% do saldo total de oferta não vendida para fins de adição obrigatória. O volume arrematado para a mistura voluntária foi de 45 mil de litros, negociado a um preço médio de R$ 2,450/L, sem considerar a margem Petrobras, refletindo num deságio médio de 88,3% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,775/L).

Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.033, publicada no DOU em 24/09/14, que estabelece em 8% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B8), a partir de 01/03/17.

O 55º Leilão (L55) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de 01 de julho a 31 de agosto de 2017, conforme diretrizes das Portarias do Ministério de Minas e Energia nº 476, de 15/08/12, e nº 576, de 11/11/2015, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 003/17-ANP.

Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da ANP.

Fonte: ANP

ANP é autorizada a realizar leilões de óleo e gás em 2018 e 2019

Segundo publicação, agência também poderá licitar áreas devolvidas à União

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou nesta quarta-feira (24), no Diário Oficial da União, a Resolução que autoriza a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a realizar a 15ª e 16ª rodadas de licitações de blocos para exploração na modalidade de concessão e as 4ª e 5ª rodadas de licitação de blocos sob regime de partilha de produção.

A publicação estabelece diretrizes para o planejamento de licitações de blocos e campos para a exploração de petróleo e gás nos anos de 2018 e 2019.

Para a 15ª rodada de licitações na modalidade de concessão, deverão ser selecionados os blocos das bacias marítimas da Foz do Amazonas, do Ceará e Potiguar; de águas ultraprofundas fora do Polígono do pré-sal das bacias de Campos e de Santos; das bacias terrestres do Paraná e do Parnaíba; além de blocos de todos os setores terrestres das Bacias Maduras de Sergie-Alagoas, Recôncavo, Potiguar e Espírito Santo.

Já na 16ª rodada deverão ser selecionados os blocos da bacia de Camamu-Almada e Jacuípe; de águas ultraprofundas fora do Polígono do pré-sal das bacias de Campos e de Santos; das bacias terrestres do Solimões e Perecis; além de blocos de todos os setores terrestres das Bacias Maduras de Sergie-Alagoas, Recôncavo, Potiguar e Espírito Santo.

Na 4ª rodada sob regime de partilha de produção, deverão ser avaliados os parâmetros dos prospectos de Saturno, Três Marias e Uirapuru, na Bacia de Santos, e de blocos exploratórios situados na Bacia de Campos.

Por fim, na 5ª rodada sob regime de partilha de produção, deverão ser avaliados os parâmetros dos prospectos de Aram, Sudeste de Lula, Sul  Sudoeste de Júpiter e Bumerangue, na Bacia de Santos.

Ainda segundo o texto, a ANP está autorizada para licitar áreas devolvidas à União, contendo acumulações marginais de petróleo e gás natural, na 5ª Rodada de Licitações de Campos Marginais, a ser realizada em 2018, e na 6ª Rodada de Licitações de Campos Marginais, a ser realizada em 2019.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia 

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