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24 out 2019 - 10:42
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Soja: Brasil amplia competitividade sobre os EUA e preços têm melhor momento de 2019

O dólar caiu mais de 1% frente ao real e os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago registraram uma nova sessão de estabilidade e terminaram o dia com pequenas baixas. Por outro lado, os prêmios voltaram a subir no Brasil e os valores têm sido importante fator de suporte para as cotações da oleaginosa no mercado brasileiro. 


Os produtores brasileiros estão mais retraídos neste momento, porém, quando o assunto são novos negócios, focados em seus trabalhos de campo e na implantação da safra 2019/20 com a maior eficiência que puderem. Assim, a comercialização, como explicou o analista de mercado Marcos Araújo, da Agrinvest Commodities, acaba ficando em segundo plano. 


Ainda assim, o momento segue muito favorável para a formação dos preços no Brasil, com margens operacionais ainda muito lucrativas, ficando perto de 76% no Paraná e 43% no Médio Norte de Mato Grosso. Referências melhores sendo praticadas na CBOT e mais uma recente valorização dos prêmios ajudam na formação de bons preços, inclusive para a safra nova.


Ainda segundo Araújo, a soja brasileira voltou a mostrar-se mais competitiva frente à norte-americana, o que fez com que o line-up do país aumentasse e já marque quase 68 milhões de toneladas. "Temos um espaço para exportações de até 72 milhões de toneladas, sem risco de desabastecimento. Acima disso, o risco aumenta", diz. 


Como explicou o analista, este é o melhor momento de preços para a safra velha ao longo de 2019, com as referências base porto batendo na casa dos R$ 90,00 por saca e acima. Do mesmo modo, para março e maio do ano que vem, os indicativos são de R$ 87,30 para março, R$ 87,70 para maio por saca da safra nova, também trazendo boas oportunidades. 


BOLSA DE CHICAGO


As cotações da soja na Bolsa de Chicago terminaram o dia com pequenas baixas no pregão desta quarta-feira. Faltam informações que possam motivar movimentos mais intensos das cotações neste momento e a cautela ajuda os traders a se manterem na defensiva. 


Nem mesmo o anúncio da venda de 128 mil toneladas de soja dos EUA para destinos não revelados foi suficiente para impulsionar as cotações nesta quarta. 


A falta de uma confirmação oficial pelos chineses da cota de 10 milhões de toneladas de soja podendo ser importada nos EUA sem tarifação deixa o mercado menos eufórico e ainda na defensiva à espera de mais notícias. 


Do mesmo modo, o mercado também observa, apesar do atraso, a boa evolução da colheita americana e espera agora por mais informações de produtividade. 


Fonte: Notícias Agrícolas

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