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28 mai 2020 - 12:30
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União Europeia lança plano de recuperação econômica com incentivos verdes

Depois de muita especulação, finalmente a Comissão Europeia apresentou ontem (27/5) sua proposta para retomada da economia pós-pandemia. Batizado de “Next Generation EU”, o plano prevê investimentos de 750 bilhões de euros para ajudar os países afetados pela crise econômica resultante da pandemia de COVID-19, e inclui também mais 1,1 trilhão de euros via o orçamento da União Europeia para os próximos sete anos.


Os 750 bilhões de euros devem ser captados diretamente nos mercados financeiros, sendo que a maior parte, 500 bi, será revertida em subsídios, e o restante será utilizado para financiar empréstimos para os governos. Para cobrir os custos relativos aos juros do levantamento desses recursos no mercado financeiro, a UE deverá criar novas taxas e tarifas.


O Financial Times destaca que um dos caminhos explorados por Bruxelas para isso está nas políticas do bloco para mudança do clima. Uma reforma do mercado de emissões de carbono do bloco, por exemplo, poderia agregar cerca de 10 bilhões de euros anuais ao orçamento da UE. Além disso, o imposto sobre produtos carbono intensivos importados também é apontado como uma fonte eventual de recursos, com potencial de arrecadação entre 5 a 14 bilhões de euros anuais.


Um ponto importante do novo plano europeu é que ele reserva 25% dos recursos levantados destinados especificamente para iniciativas alinhadas com esforços de mitigação e adaptação à mudança do clima. “O plano de recuperação transforma o imenso desafio que estamos enfrentando hoje em uma oportunidade, não apenas para apoiar a retomada econômica, mas também para investir em nosso futuro: o Green Deal europeu e a digitalização”, disse Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, em discurso no Parlamento Europeu nesta 4ª feira.


Além disso, o plano mostra que os recursos serão aplicados a partir de uma “taxonomia financeira sustentável”, que busca canalizar investimentos privados para tecnologias que contribuam com ao menos um dos seis objetivos ambientais da União Europeia – entre eles, ação climática. A base desta taxonomia é um “teste de dano” que impedirá investimentos em projetos que causem dano ambiental, como energia nuclear ou combustíveis fósseis.


Fonte: ClimaInfo

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