HOME
ASSOCIAÇÃO
QUEM SOMOS
ASSOCIADAS
PRETENDENTES
LEGISLAÇÃO
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL
RENOVABIO
ESTUDOS TÉCNICOS
PNPB
LEGISLAÇÃO
MERCADO
SUSTENTABILIDADE
NOTÍCIAS
CONHECA O BIODIESEL
CONTATO
NOTÍCIA
28 out 2021 - 10:07
COMPARTILHAR
Compartilhar - Linkedin
Compartilhar - Facebook
Compartilhar - Twitter

ONU divulga vídeo criticando o uso de combustíveis fósseis às vésperas de conferência sobre o aquecimento global

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um novo vídeo de conscientização sobre o uso de combustíveis fósseis, em preparação para o painel de discussão organizado por ela sobre o aquecimento global, com início marcado para o próximo domingo (31).



Apesar do tema ser mais sombrio, o vídeo é apresentado de forma leve, contando com a narração do ator Jack Black (Escola do Rock; Nacho Libre; King Kong, para citar alguns). Ainda assim, a mensagem traz importância: o uso contínuo de combustíveis fósseis está levando a humanidade à extinção.


No vídeo, Black interpreta um dinossauro, que fala em um púlpito como se fosse um palestrante da ONU. A ideia é oferecer o “testemunho” de uma espécie extinta há milhões de anos e que, portanto, tem lugar de fala no que tange a como “deixar de existir é algo ruim”.


“Vocês estão a caminho de um desastre climático”, disse o personagem. “E mesmo assim, todo ano, governos gastam centenas de bilhões do dinheiro público em subsídios de combustíveis fósseis. Imagine se, na minha época, nós gastássemos milhões para subsidiar meteoros”.


O vídeo veio acompanhado de um novo relatório divulgado na manhã desta quarta-feira (27), onde a ONU cita pesquisa própria, que concluiu que os gastos governamentais com o financiamento de combustíveis fósseis é de aproximadamente US$ 423 bilhões (R$ 2,35 trilhões) – cerca de quatro vezes mais do que o volume gasto, por exemplo, com o auxílio ao combate ao aquecimento global em países mais pobres.


O líder do Programa de Desenvolvimento da ONU, Achim Steiner, reconheceu que uma reforma no sistema de subsídios a combustíveis fósseis não seria a mais fácil das empreitadas e cada país precisaria de uma abordagem diferente:


“Mas nós também sabemos que temos que nos distanciar dessas fontes de energia que contribuem para o declínio do nosso planeta”, ele disse. “Acabar com o suporte financeiro a esses combustíveis de forma justa e igualitária será um elemento essencial a essa transição”.


O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, por diversas vezes clamou pelo fim desse tipo de financiamento. E a redução do uso de combustíveis fósseis – bem como a pesquisa e desenvolvimento de fontes mais limpas de energia – é prerrogativa do Acordo Climático de Paris, apoiado formalmente por 197 países (mas assinado “apenas” por 192).


Fonte: Olhar Digital

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
06 dez 2021

ESG: Emissão de gases, crédito de carbono e padronização de informações devem ser centro das atenções em 2022

+
SAIBA MAIS
02 dez 2021

ABPA PREVÊ MENOR OFERTA DE FARELO DE SOJA E ALTA DE PREÇOS COM DECISÃO SOBRE BIODIESEL

+
SAIBA MAIS
02 dez 2021

Indústria de biodiesel e soja do Brasil crê em reversão de mistura menor

+
SAIBA MAIS
02 dez 2021

Biocombustíveis estão caminhando para a ‘comodotização’ com plataforma de negociação

+
SAIBA MAIS
02 dez 2021

Aprobio critica CNPE após redução de mistura obrigatória de biodiesel

+
SAIBA MAIS
TODAS AS NOTÍCIAS
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 – cj. 91
Jardim Paulistano
01452-001 – São Paulo/SP
+55 11 3031-4721
APROBIO