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19 nov 2021 - 10:18
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Ministro Bento Albuquerque participa da sessão ministerial “Combustíveis do Futuro: trabalhando juntos para criar um ecossistema de mudança” na ADIPEC

Bento Albuquerque comentou o processo de transição energética brasileiro, baseado na diversidade de fontes e que permitiu grande renovabilidade da matriz energética e elétrica do País


O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participou, nessa quarta-feira (17/11), durante a realização da ADIPEC 2021 (Exposição e Conferência de Petróleo e Gás), da sessão ministerial “Combustíveis do Futuro: trabalhando juntos para criar um ecossistema de mudança”. O evento em Abu Dhabi foi moderado pelo editor de mercados emergentes da CNN, John Defterios.


Bento Albuquerque comentou o processo de transição energética brasileiro, baseado na diversidade de fontes e que permitiu grande renovabilidade da matriz energética e elétrica do País. Reiterou a visão de que a transição energética global deve respeitar as necessidades e condições de cada país, região e localidade.


O Ministro recordou que o Brasil já trilha o caminho da transição energética e da descarbonização desde os anos 1970, e que o País vem avançando rápido no pleno aproveitamento do potencial da bioenergia, eólica, solar e, mais recentemente, o hidrogênio, entre outras fontes energéticas. O setor de biocombustíveis e, em particular, o programa Combustível do Futuro, que se propõe a fomentar os biocombustíveis de segunda geração, a células a combustível, o biogás e o bioqueresene de aviação, entre outros, foram comentados pelo Ministro.


Quanto ao setor de petróleo e gás, Bento Albuquerque apresentou as reformas modernizadoras avançadas nos últimos três anos, que visam ao aumento do número de agentes no mercado e concorrência em todos os elos da cadeia. Mencionou, também, o amplo trabalho de redução de incertezas e melhoria da competitividade para a segunda rodada do leilão da cessão onerosa dos blocos de Sépia e Atapu, a realizar-se em dezembro.


O Brasil dobrará a produção de gás natural até o fim da década, com mais de US$ 20 bilhões em investimentos em terminais, unidades de processamento e transporte, ao mesmo tempo em que cria condições para estimular a demanda e os usos dos recursos naturais do pré-sal e de outras bacias terrestres. Os recursos gerados pelo setor serão importantes para o desenvolvimento regional, financiamento e apoio à própria transição energética.


Fonte: MME

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