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08 fev 2022 - 09:19
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Lentamente, energias limpas ganham espaço no mercado de veículos

Embora lenta, a eletrificação dos veículos avança no Brasil. Em janeiro, foram vendidos 2,5 mil veículos híbridos ou elétricos. Isso representa, ainda, uma fatia pequena do mercado de  carros. Apenas 2,2%. Equivale, no entanto, a um aumento de 93% na comparação com janeiro de 2021. Híbridos representam a maior parte. Só 368 unidades licenciadas em janeiro foram modelos 100% elétricos. Ainda assim, é mais do que o dobro do que um ano atrás.

O segmento de caminhões e ônibus merece destaque porque o uso de energias limpas - gás e eletricidade - também começa a aparecer nos registros da Anfavea, a associação que representa as montadoras. Segundo a entidade, 0,1% e 0,6% das vendas em janeiro, foram, respectivamente, de veículos comerciais a gás e elétricos.

O diesel ficou, ainda, com 99,4% do mercado. Mas os modelos a gás e elétricos sequer apareciam nos registros da Anfavea há um ano. Na semana passada, a entidade também  mostrou apoio a um novo programa do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para financiamento de veículos movidos a energias limpas. O chamado Finame baixo carbono é voltado à aquisição de máquinas e equipamentos que contribuam para a redução da emissão de carbono. A linha abrange ônibus e caminhões elétricos
(bateria ou célula de combustível), híbridos, a gás ou movidos exclusivamente a biocombustível, bem como veículos comerciais leves elétricos e híbridos.

O programa atende também frotistas e locadoras interessados na compra de carros de passeio elétricos ou híbridos; motocicletas, bicicletas, triciclos e patinetes elétricos. Além disso, o Finame baixo carbono pode ser usado no financiamento de itens de infraestrutura e de tecnologias de geração de energia solar e eólica.

Para o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, o programa do BNDES poderá estimular os bancos a oferecer planos semelhantes à pessoa física. “Como esse tipo de veículo ainda é mais caro o financiamento ajuda. É uma forma de inserir o Brasil na estratégia global da nova tecnologia”.

Fonte: Valor

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