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25 out 2021 - 08:50
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Jovens do G20 querem políticas climáticas imediatas

Pesquisa “The G20 Climate People Vote” identifica as demandas dos cidadãos do bloco no enfrentamento da crise ambiental


A maioria das pessoas que vivem em países do G20, o grupo das maiores economias do mundo, acredita que o mundo vive uma emergência global. Esta opinião é expressa com mais força por jovens com menos de 18 anos do que por adultos e, principalmente, na Austrália, EUA e Índia.


Há forte apoio por políticas que estimulem empregos e negócios verdes em 14 países do G20, com mais evidência no Reino Unido, Alemanha e Austrália. A ideia que sugere que empresas paguem pelas suas emissões é popular entre jovens com menos de 18 residentes no Japão, México e Coreia.


Estas são algumas das mensagens da pesquisa “The G20 Climate People Vote”, feita com mais de 689 mil pessoas, incluindo 302 mil menores de 18 anos, em países do G20. A ideia era identificar demandas de políticas públicas necessárias para enfrentar a crise climática.


Os resultados foram divulgados hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e pela Universidade de Oxford, que coordenaram a maior pesquisa do gênero já feita. Faltam poucos dias para a reunião dos países do G20, em Roma, e da COP26, em Glasgow, na Escócia.


A sondagem mediu o nível de apoio público a 14 políticas climáticas, entre adultos e menores de 18 anos, em três áreas - finanças, redução das emissões e adaptação a eventos climáticos extremos.


Tanto adultos quanto jovens e adolescentes apoiam a transição para a economia verde. Os adultos são mais favoráveis a intervenções, como fazer com que o setor privado pague por suas emissões. Menores de 18 tendem a aprovar políticas como o estímulo às fontes renováveis, carros elétricos e o abandono de combustíveis poluentes.


Nos EUA, o apoio a veículos elétricos e bicicletas é muito expressivo. Nos EUA, Brasil e Turquia, jovens expressam claramente seu apoio ao estímulo das energias renováveis. Também no Brasil, Rússia e Índia, os jovens querem políticas que protejam as florestas.


“A tendência é clara: uma evidente maioria dos cidadãos do G20 acredita que estamos em uma emergência global e o apoio a uma forte ação climática é expresso com clareza”, diz Achim Steiner, diretor-executivo do Pnud. “E a cobrança irá se fortalecer nos próximos anos, à medida em que os jovens forem às urnas”, continua ele.


“Os líderes do G20 são responsáveis por algumas das mais importantes e históricas decisões. Eles devem escutar as demandas de suas populações e das gerações futuras, que herdarão as consequências das ações - ou da falta delas”, diz Steiner.


Os países do G20 respondem por 80% da economia global e produzem 75% das emissões. “Sem uma ação ousada desses países, será impossível manter o aquecimento global em 1,5° C como está no Acordo de Paris”, diz o texto.


Adultos na Alemanha apoiam mais políticas que tenham por objetivo reduzir o desperdício de energia ou o uso de energia limpa no transporte de mercadorias.


Jovens que vivem na França querem mais sistemas de alerta precoce para desastres. Os americanos demandam práticas agrícolas mais sustentáveis. Adultos que vivem no Canadá querem políticas públicas que ajustem a expansão da infraestrutura mais resiliente.


Stephen Fisher, professor do departamento de sociologia da Universidade de Oxford, diz que jovens do G20 exigem dos governos políticas climáticas imediatas. “Como esta geração logo estará em idade de votar, os líderes não podem ignorar suas expectativas por mais ambição e ousadia na elaboração de políticas públicas”, diz Fischer, em nota à imprensa. Os resultados incluem todos os membros do G20, exceto a China. A margem de erro é de mais ou menos 2%.


Fonte: Valor

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