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03 jun 2020 - 10:00
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Em debate internacional Albuquerque enaltece a matriz elétrica brasileira 83% limpa

O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participou hoje, 29, de videoconferência com líderes empresariais e autoridades governamentais de energia na Mesa Redonda Ministerial organizada pela Agência Internacional de Energia (AIE) e pelo Governo do Reino Unido sobre a Mobilização de Investimentos para Sistemas de Energia Seguros e Sustentáveis.


Durante duas horas, ministros e autoridades governamentais de 11 países (Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Polônia e Singapura), mais o Diretor Executivo da AIE, Fatih Birol, debateram com presidentes de dez empresas globais de energia, sobre o status atual e o futuro dos investimentos em energia e sua sustentabilidade e segurança.


O Ministro de Minas e Energia do Brasil detalhou sobre “Como estamos incluindo a energia limpa nos pacotes de recuperação da Covid-19 e visando sistemas elétricos mais sustentáveis e resilientes”.


Albuquerque discorreu sobre a matriz elétrica brasileira, com seu sistema interligado, que exige um planejamento detalhado e cuidadoso, especialmente considerando o tamanho do Brasil e as características e disponibiilidades de recursos regionais. “Baseamos nossas estratégias de investimento em um plano de 10 anos e em outro de 30 anos, que estabelecem as diretrizes que garantirão a segurança energética do Brasil e a redução das emissões de carbono”, avançou. 


O ministro apontou o atual cenário desafiador de enfrentamento da pandemia em que o Brasil conseguiu garantir, com sucesso, o fornecimento de energia elétrica durante os últimos três meses de distanciamento social e de forte contração da atividade econômica. “Tudo isso só foi possível com a participação muito importante das fontes renováveis em nossa matriz”, destacou.


Albuquerque também falou sobre a necessidade que impôs o adiamento das licitações de energia elétrica previstas para este ano e a reexaminar o planejamento energético para os próximos dez anos (PDE 2030), para sua adaptação às condições impostas pela pandemia da Covid-19 e suas consequências.


“A crise está nos fazendo trabalhar ainda mais para garantir a saúde dos nossos setores de geração, transmissão e distribuição. Temos sido bem-sucedidos até agora e estamos confiantes de que voltaremos mais fortes e as energias renováveis continuarão sendo parte integrante dos nossos planos energéticos para o futuro”.


Fonte: MME

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