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02 mar 2021 - 08:00
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Desafios do setor de biocombustíveis

A reportagem da Revista Canavieiros entrevistou Pietro Adamo Sampaio Mendes, que recentemente foi nomeado como novo diretor do Departamento de Biocombustíveis do MME - Ministério de Minas e Energia, que está ligado à Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Graduado em Química pela UFF - Universidade Federal Fluminense e bacharel em Direito pela UniRio, com doutorado em Química pela UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pietro é grande conhecedor do setor. Antes de ser nomeado para a nova função, era assessor do diretor geral da ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. 


Revista Canavieiros: Como aconteceu o convite para que assumisse o Departamento de Biocombustíveis do MME – Ministério de Minas e Energia?
Pietro Adamo Sampaio Mendes: O convite foi feito pelo secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, José Mauro Coelho. Tivemos oportunidade de desenvolver trabalho em conjunto no RenovaBio, quando estava na ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis como superintendente adjunto da SBQ - Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos, e o secretário era diretor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE - Empresa de Pesquisa Energética.


Revista Canavieiros: O que espera aportar nesse cargo e o que há delineado em termo de ações práticas?
Mendes: Sou especialista em Regulação de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, concursado da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, desde 2006, com doutorado em tecnologia de processos químicos e bioquímicos pela UFRJ e estágio pós-doutoral na Beddie School of Business da Simon Fraser University. Pretendo trazer a experiência acumulada tanto nos biocombustíveis, como também no setor de abastecimento e de qualidade de produtos. Em termos de ações práticas, existe tendência global da transição energética e o papel dos biocombustíveis é muito importante para a descarbonização do setor de transportes, o que exige políticas públicas. Nesse sentido, é muito importante o acompanhamento do cumprimento da meta pelas distribuidoras e do mercado de CBIO; a tributação dos CBIOs; a internacionalização da plataforma de biocombustíveis desenvolvida no Brasil como solução para mobilidade sustentável; o cumprimento do cronograma estabelecido pelo CNPE - Conselho Nacional de Política Energética para aumento da mistura do biodiesel adicionado ao diesel, até que seja atingido o B15; as mudanças na comercialização do setor de biodiesel em função dos desinvestimentos da Petrobras no setor de refino; a inserção de novos biocombustíveis no ciclo diesel; a adequação dos combustíveis de referência à nova realidade com a nova especificação da gasolina A, sendo levado em consideração o teor de 27% de etanol anidro misturado à gasolina; e a isonomia tributária do etanol importado. Todos esses temas estão sendo tratados pelo Departamento de Biocombustíveis.


Fonte: Revista Canavieiros

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