O Rio Grande do Sul atravessa um momento decisivo. Reconstruir depois das enchentes de 2024 exige mais do que vontade — exige investimento, geração de empregos e um ambiente institucional que dê segurança a quem quer apostar no Estado.
É nesse contexto que a APROBIO e a ABIOVE se posiciona em defesa da continuidade do Projeto Natureza, da CMPC. Não por ser um projeto de grande porte, mas porque o que está em jogo é a capacidade do Rio Grande do Sul de honrar os compromissos que assume com quem investe aqui.
Projetos estruturantes não sobrevivem à indefinição. Cada semana de incerteza tem um custo real — para os trabalhadores que esperavam as vagas, para os fornecedores locais que planejaram crescer junto e para a imagem do Estado e do Brasil diante de outros investidores que observam esse processo.
A ACEBRA e a APROBIO confiam nas instituições gaúchas e brasileiras. E é exatamente por isso que defende que esse processo seja conduzido com rigor técnico, dentro dos marcos legais — e com a clareza de que o desenvolvimento não pode ser tratado como um risco a evitar.
Jeronimo Goergen
Presidente da ACEBRA e da APROBIO