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02 out 2018 - 11:01
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Deixado de lado pelos presidenciáveis nas entrevistas, combate a mudanças climáticas divide programas de governo






Ainda que a maioria dos candidatos defenda o Acordo de Paris, poucos se comprometem a reduzir combustíveis fósseis

Eles quase não tocaram no assunto. Com tantas crises urgentes no país, o aquecimento global ainda parece um assunto frio para a disputa eleitoral. Mas os programas de governo dos presidenciáveis marcam posição sobre o compromisso com o clima: Geraldo Alckmin, João Amoêdo, Guilherme Boulos, Ciro Gomes e Marina Silva prometem cumprir o Acordo de Paris - assinado por 195 países com o objetivo de neutralizar as emissões de gases causadores do efeito-estufa até 2050. Apenas Jair Bolsonaro se posicionou contra o acordo, em declarações à imprensa.

A análise das propostas climáticas dos presidenciáveis também denota escolhas para o desenvolvimento do país. Todos o candidatos analisados defendem investimentos em energia renovável, como hidrelétricas, solar e eólica. Por outro lado, a maioria, à exceção de Marina Silva, não se compromete explicitamente a retirar investimentos dos combustíveis fósseis, como a gasolina e o diesel. Embora não sejam o principal culpado pelas emissões de carbono brasileiras, os combustíveis estão entre as pautas urgentes para o próximo presidente, que já em janeiro terá de decidir se continua ou não com o subsídio ao diesel dado por Temer, em resposta à recente greve dos caminhoneiros.

O grande responsável pelas emissões de gases-estufa no Brasil continua sendo o desmatamento, em grande parte associado à abertura de novas pastagens para a pecuária - o setor tem representação cada vez mais expressiva no Congresso, através da bancada ruralista. Embora o Brasil tenha apresentado à ONU a sua meta nacionalmente determinada de zerar o desmatamento ilegal até 2030, apenas dois candidatos, Boulos e Marina, citam em seus programas metas de desmate zero.






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