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06 nov 2017 - 04:28
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Consumo mundial de cereais atinge novo recorde devido aos biocombustíveis na China

O Conselho Internacional de Cereais destaca, na sua informação do mês de outubro, que o consumo mundial de cereais na campanha de 2017/2018 vai alcançar um novo recorde devido à expansão de biocombustíveis na China.

O Conselho reviu em alta o valor do consumo em mais oito milhões de toneladas em outubro em relação a setembro, até 2.104 milhões de toneladas, que é cerca de mais um por cento que na campanha passada. A procura por parte da China vê-se impulsionada pelas medidas governamentais para reduzir as existências de milho. Como resultado deste crescimento do consumo em todo mundo, as existências encaixam na baixa, marcando o primeiro declínio em cinco campanhas até 493 milhões de toneladas.

A produção mundial de cereais estima-se em 2.075 milhões de toneladas, quase menos três por cento que o ano passado mas mais seis milhões que o previsto em setembro. Este aumento deve-se a uma maior estimativa da produção de milho nos Estados Unidos da América (EUA), de mais 4,3 milhões de toneladas, até 362,7 milhões, para alcançar um nível mundial de colheita de 1.034 milhões de toneladas, que são menos 45 milhões que a campanha passada.

Outro dado a destacar é do crescimento das existências finais de trigo a nível mundial, que aumentam em um milhão de toneladas em relação a setembro para situar-se em 249 milhões, que são mais sete milhões que a campanha anterior.

A projeção mundial total de existências finais de cereais foi revista com uma baixa de quatro milhões de toneladas frente a setembro, com 493 milhões de toneladas previstas. As existências perdem 30 milhões de toneladas em relação ao ano passado, com -54, por cento. Esta importante descida deve-se, sobretudo, ao milho, com menos 32 milhões de toneladas.

Os índices de stocks de consumo variam em relação aos da campanha passada, No trigo sobe um ponto até 33,6 por cento, o mais elevado nos últimos anos e trata-se de uma relação tranquilizadora para o mercado.

No milho, a proporção perde mais de três pontos, situando-se em 19,21 por cento, um valor no limite da tranquilidade. Na cevada a perda é algo mais de um ponto, ficando nos 19,18 por cento.

Fonte: Agrodigital
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