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06 ago 2018 - 02:55
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China pode reduzir importações de soja em mais de 10 mi t neste ano, diz mídia

PEQUIM (Reuters) - A China pode reduzir as importações de soja em mais de 10 milhões de toneladas neste ano, graças ao uso de nova tecnologia em farelo de soja e à adoção de suplementos como sementes de girassol e sementes de palmeira, segundo publicação no jornal estatal Economic Daily nesta segunda-feira.

O uso de fórmulas de baixa proteína para alimentação animal poderia reduzir a demanda anual da China por farelo de soja em entre 5 por cento e 7 por cento, o que significa cerca de 5 milhões de toneladas de soja, segundo o jornal, que citou um especialista da Academia de Ciência da China.

A China também pode aumentar importações de ração animal feita de sementes de girassol, de palmeira e colza, que poderiam substituir uma demanda anual por farelo de soja de cerca de 4,8 milhões de toneladas, equivalente a cerca de 6 milhões de toneladas de grãos de soja, disse a reportagem.

A demanda por farelo de soja deve continuar fraca nos próximos meses devido a perdas em alguns produtores de carne suína, adicionou o jornal. O consumo de farelo de soja caiu 1,3 por cento entre abril e junho ante o mesmo período do ano anterior.

A China começou em 6 de julho a impor uma tarifa de 25 por cento sobre uma lista de bens norte-americanos, incluindo soja, em resposta a tarifas similares aplicadas pelos EUA sobre bens chineses.

A soja, esmagada para produção de óleo de cozinha e farelo de soja, ingrediente rico em proteínas e utilizado para ração animal, foram os maiores itens agrícolas de exportação dos EUA para a China no ano passado, com um valor de 12,3 bilhões de dólares, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA.

A China, que importa 60 por cento da soja comercializada no mundo, comprou 32,9 milhões de toneladas dos Estados Unidos em 2017, o que representou 34 por cento das compras totais chinesas.

Fonte: Reuters, publicado no Notícias Agrícolas
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