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03 nov 2016 - 08:54
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Ceará pede mais seis meses para desativação da usina de Quixadá

O prazo seria para encontrar uma alternativa à desativação da usina de biodiesel de Quixadá. Governo do Estado busca parceiros


O Governo do Estado negocia uma alternativa para a usina de biodiesel de Quixadá, de propriedade da Petrobras. A ideia é que o empreendimento continue em operação nos próximos seis meses até encontrar uma solução definitiva. Ontem o tema foi debatido em reunião entre o governador Camilo Santana e o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Luiz Fernando Marinho, e o diretor-executivo de Refino e Gás Natural da Petrobras, Jorge Celestino Ramos.


'Propusemos aos diretores que a decisão possa ser revista até que seja encontrada uma alternativa para manter a usina aberta, seja via Petrobras Biocombustíveis ou por meio de outro investidor', destacou Camilo Santana. Segundo ele, a decisão unilateral da Petrobras em encerrar as atividades prejudica e economia do município. 'Recebemos a garantia de que a proposta do Estado será levada à presidência da Petrobras e esperamos que o Ceará não seja novamente prejudicado'.

A expectativa é que a demanda seja encaminhada para o presidente da Petrobras, Pedro Parente, amanhã. Se acolhida, na próxima semana será marcada uma reunião para assinar um memorando de entendimento. A Petrobras foi procurada pelo O POVO, mas não se pronunciou sobre a reunião.


A decisão de encerrar as atividades da unidade de Quixadá se deve à saída da estatal do setor de biocombustíveis. O empreendimento foi inaugurada em agosto de 2008 com investimento de R$ 76 milhões. Aproximadamente 9 mil agricultores familiares faziam parte do programa de suprimento agrícola para produção da mamona, matéria-prima da usina.


Mercado


O encerramento das atividades da usina e o provável desmonte pode prejudicar a Petrobras caso queira ofertá-la para um investidor. De acordo com Bruno Iughetti, consultor de Petróleo e Gás, o mais viável seria estabelecer um prazo para buscar um parceiro para a atividade e acomodar o capital humano hoje empregado na unidade.


Mas o futuro agente de mercado terá de fazer ajustes para manter a usina em operação. Um deles seria a substituição da mamona por outra oleaginosa 'É preciso encontrar um parceiro que possa mudar a fonte de matéria-prima e produzindo biodiesel de qualidade', diz Iughetti.

O óleo produzido pela mamona não atende as especificações da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).


Fonte: O Povo Online

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