HOME
ASSOCIAÇÃO
QUEM SOMOS
ASSOCIADAS
PRETENDENTES
LEGISLAÇÃO
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL
RENOVABIO
ESTUDOS TÉCNICOS
PNPB
LEGISLAÇÃO
MERCADO
SUSTENTABILIDADE
NOTÍCIAS
CONTATO
NOTÍCIA
11 dez 2018 - 14:09
COMPARTILHAR
Compartilhar - Linkedin
Compartilhar - Facebook
Compartilhar - Twitter

Brasil deve permanecer no Acordo de Paris, diz futuro ministro do Meio Ambiente

O futuro ministro do Meio Ambiente no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, Ricardo Salles, disse à Reuters que o Brasil deve permanecer no Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, mas que o mundo também precisa respeitar a autonomia do país para estabelecer suas políticas ambientais.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro disse que poderia retirar o Brasil do Acordo de Paris, que estabelece metas de para os países signatários de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.

O presidente eleito, no entanto, tem feito declarações contraditórias sobre suas intenções desde eleito, dizendo que o país pode permanecer no acordo para o clima se forem cumpridas certas condições.

'A minha tendência... é dizer que nós não devemos deixar o acordo', disse Salles, que foi indicado no domingo por Bolsonaro para assumir o Ministério do Meio Ambiente no próximo governo, em entrevista na segunda-feira.

'Mas, por outro lado, isso também não significa que nós devemos aceitar toda e qualquer sanção, restrição e programa de maneira indiscutível. Todos os países têm que respeitar a autonomia brasileira para gerir seu território e decidir suas políticas do meio ambiente internamente', acrescentou.

O Brasil assumiu o compromisso de cortar as emissões em 37 por cento até 2025 e em 43 por cento até 2030 como parte do Acordo de Paris, apesar de ainda não ter apresentado um plano completo sobre como atingir essas metas.







Ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Salles disse que acredita na mudança climática, mas que não sabe dizer com certeza se ela é provocada pelo homem ou uma alteração que ocorre naturalmente.

O Brasil deveria deixar essa questão para os acadêmicos e seguir em frente com o negócio 'menos charmoso' da proteção ambiental, disse, o que inclui lidar com dejetos, biodiversidade, questões ligadas ao solo e a conversão da frota de veículos para combustíveis menos poluentes.

Bolsonaro não reduzirá o orçamento do ministério e das agências ambientais ligadas à pasta, entre elas o Ibama e o ICMBio, disse Salles.

Mas as agências ambientais não estão produzindo os resultados que deveriam com os recursos que recebem, e ele disse que buscará corrigir essa 'má administração' e 'ineficiência'.

Indagado se o Brasil deveria reconsiderar a decisão tomada pelo Ibama na semana passada de negar uma permissão para a Total explorar petróleo na delicada bacia da Foz do Amazonas, Salles respondeu que não se deve permitir que a ideologia influencie a decisão e que ela deve se basear somente em fatos.

O país precisa encontrar um equilíbrio entre licenciamento ambiental, seja para agropecuária ou mineração, e desenvolvimento, já que regras muito severas levam pessoas à ilegalidade ou induzem produtores a abandonarem o mercado, disse.

Fonte: Reuters
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
03 ago 2020

Brasil é o único país que consegue produzir e preservar, diz Tereza Cristina

+
SAIBA MAIS
31 jul 2020

Alta do óleo de soja não prejudica biodiesel

+
SAIBA MAIS
30 jul 2020

Indústria abre ofensiva contra revisão nas metas do RenovaBio

+
SAIBA MAIS
28 jul 2020

Mercado para biocombustíveis avançados, com Erasmo Battistella

+
SAIBA MAIS
27 jul 2020

Manifesto em defesa do RenovaBio é encaminhado ao MME, afirma Unica

+
SAIBA MAIS
TODAS AS NOTÍCIAS
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 – cj. 91
Jardim Paulistano
01452-911 – São Paulo/SP
+55 11 3031-4721
APROBIO