HOME
ASSOCIAÇÃO
QUEM SOMOS
ASSOCIADAS
PRETENDENTES
LEGISLAÇÃO
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL
RENOVABIO
ESTUDOS TÉCNICOS
PNPB
LEGISLAÇÃO
MERCADO
SUSTENTABILIDADE
NOTÍCIAS
VÍDEOS
CONHECA O BIODIESEL
CONTATO
NOTÍCIA
03 jan 2017 - 07:53
COMPARTILHAR
Compartilhar - Linkedin
Compartilhar - Facebook
Compartilhar - Twitter

Biotecnologia revolucionou a agricultura da Argentina nos últimos 20 anos

Desde sua introdução em 1996, a biotecnologia agrícola gerou ganhos de 126,9 milhões de dólares para a Argentina


De acordo com estudo da ArgenBio, o Conselho Argentino para a Informação e o Desenvolvimento da Biotecnologia, conduzido pelo pesquisador Eduardo Trigo e divulgado em dezembro de 2016, a adoção da biotecnologia agrícola na Argentina, ao longo de 20 anos (1996-2016), resultou em um benefício acumulado de 126,9 milhões de dólares.

Desses ganhos gerados pela adoção dos organismos geneticamente modificados (OGM), 68% ficou com o setor produtivo, 26% com o governo (por meio de arrecadação de impostos com exportações) e 8% com os desenvolvedores das tecnologias (empresas de sementes e de defensivos químicos). O estudo indica ainda que, nesse período, o uso da biotecnologia agrícola gerou mais de 2 milhões de postos de trabalho.

O levantamento também menciona que houve benefícios ambientais. Com a sinergia que existe entre a adoção da transgenia na agricultura e o plantio direto, considerando que a primeira tem potencial de aumentar a produtividade e a segunda é uma prática que preserva o solo, há registros de redução na emissão de gases de efeito estufa e de sequestro adicional de carbono da atmosfera. Trigo alerta que, juntamente com a adoção dos OGM, é fundamental a adoção de boas práticas agrícolas para a manutenção da sustentabilidade e competitividade da agricultura argentina, a exemplo da rotação de culturas e princípios ativos.

A Argentina foi um dos primeiros países do mundo a investir em OGM, iniciando o plantio de sementes transgênicas em 1996. Ainda hoje, o país figura entre os líderes da adoção mundial dessa tecnologia, com 24,5 milhões de hectares (ha) plantados de soja, milho e algodão transgênicos, atrás apenas nos Estados Unidos (70,9 milhões de ha) e do Brasil (44,2 milhões de ha).

De acordo com a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, todos os países que adotaram os transgênicos na agricultura colheram benefícios. 'A Argentina é um caso de sucesso, mas não é o único; países como o os Estados Unidos, a Índia e o Brasil também mostram que aliar inovação e agricultura resulta em benefícios econômicos, sociais e ambientais', afirma.

Como alerta para os próximos 20 anos, o relatório ressalta a importância de a Argentina continuar a investir em tecnologia. Nesse sentido, enfatiza que o futuro exigirá soluções cada vez mais inovadoras para os desafios de se alimentar uma população crescente e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente. Para acessar o estudo completo, clique aqui.

Fonte: SFAgro
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
19 mai 2022

Decreto cria mercado regulador de crédito de carbono no Brasil

+
SAIBA MAIS
19 mai 2022

ONU lança plano para impulsionar uso de energias renováveis

+
SAIBA MAIS
19 mai 2022

Por que engolimos o que a indústria petroleira e os ambientalistas nos dizem?

+
SAIBA MAIS
18 mai 2022

O biodiesel pode ajudar a combater as desigualdades de saúde em comunidades carentes de Justiça Ambiental

+
SAIBA MAIS
18 mai 2022

Dez países que estão recuando nas políticas para biocombustíveis

+
SAIBA MAIS
TODAS AS NOTÍCIAS
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 – cj. 91
Jardim Paulistano
01452-001 – São Paulo/SP
+55 11 3031-4721
APROBIO