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01 dez 2016 - 09:03
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Argentina pode quebrar recorde de exportação de biodiesel em 2016

Buenos Aires, 30 de novembro (Argus) - A Argentina está no caminho certo para exportar um recorde de cerca de 1,7 milhão de toneladas de biodiesel este ano, com melhor perspectiva para o próximo ano, apesar de todos os entraves de negociação com a União Europeia e recentemente com o Peru.


O país exportou 242,797t em outubro, um aumento 135PC em relação ao mesmo mês no ano passado. A marca é a segunda maior, no registro para vendas no exterior, desde o mesmo período em 2014 quando 267,244t foram exportadas.

Nos primeiros 10 meses desse ano, a Argentina exportou 1.4mn t de biodiesel, mais que o dobro das 600,255t vendidas no exterior no período de janeiro a outubro do ano passado. Ao longo do ano, em torno de 90pc das exportações de biodiesel do país foram para os EUA, enquanto o saldo foi vendido para o Peru, de acordo com Guillermo Rossi, analista especializado no setor.

Novembro caminha para prolongar essa tendência, com uma expectativa de embarque de 220,000t em exportações, de acordo com preliminares dos registros de transporte. Esse volume seria quase o dobro do 126,646t exportado em novembro do ano passado.

As exportações de biodiesel do país este ano são calculados em cerca de 1,7 milhão t, de acordo com estimativas preliminares da indústria, marcando um aumento de 116pc dos 788,226 t vendidos no exterior no ano passado.

"Há alguns analistas que falam sobre exportações potencialmente atingindo 2.3-2.5mn t no próximo ano", diz Rossi.

Quanto ao aumento de vendas de biodiesel no exterior em 2017, tudo dependerá se a União Europeia acatará a decisão da Organização Mundial do Comércio e do Tribunal Geral da União Europeia, que retirou as práticas anti-dumping ao biocombustível argentino, firmando novamente o mercado de exportações com o país.

"Nós estamos esperando que as negociações acabem em breve e que 2017 seja o ano em que finalmente seremos capazes de voltar para a Europa", diz Luis Zubizarreta, presidente da câmara de biodiesel argentino, a Carbio.

Mais perto de casa, a indústria está travando uma nova luta legal contra o Peru desde outubro. A medida bloqueou o mercado peruano para o biodiesel argentino,  anteriormente responsável pela compra de cerca de 250,000t / ano do insumo. Embora a ação do comércio do Peru reflita "um mundo cada vez mais fechado", como Zubizarreta descreveu, o setor até agora não vê um risco imediato para o seu mercado mesmo após a eleição de Donald Trump nos EUA.

"Embora haja incerteza a nível mundial, 2017 será um bom ano para as vendas (de biodiesel) para os Estados Unidos e não vemos qualquer razão para nos preocuparmos, pelo menos não a curto prazo", diz Gustavo Idígoras, analista do mercado de biocombustíveis.

Parte desse otimismo decorre de uma decisão no início deste mês pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos que ordenou um aumento na quantidade de biocombustível que as refinarias norte-americanas devem misturar em seu combustível.

A Argentina tem capacidade suficiente para atender o aumento da demanda dos EUA, bem como a reabertura do mercado europeu pois, ainda conta com plantas em volume ocioso. O país pode produzir cerca de 4,2 milhões t / ano e a produção total para este ano é calculada para em torno de 2.7mn t, disse Zubizarreta.

Vale lembrar que o biodiesel da Argentina também é vendido no mercado interno para cumprir um mandato de 10pc de mistura.

Fonte: Argus
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