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04 nov 2016 - 16:27
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APROBIO colabora com plano de energia para São Paulo

O diretor superintendente da APROBIO Julio Cesar Minelli participou nesta sexta-feira (4/11) da reunião técnica para elaboração do Novo Plano Paulista de Energia (PPE), na sede da Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo. Minelli apresentou o potencial do mercado local de biodiesel para os objetivos do Plano, de adotar políticas públicas para o aumento da oferta de energias renováveis no Estado.

Segundo ele, São Paulo reúne condições  para aumentar a participação do setor de biocombustíveis na expansão de sua matriz energética. Com uma política fiscal promotora de investimentos, a economia paulista pode aumentar o processamento de soja, a principal matéria prima do biodiesel, no Estado, por onde passam 13 milhões de toneladas do grão por ano para exportação via porto de Santos.

'O aumento da industrialização no complexo soja é uma das condições para a expansão da produção de biodiesel no Brasil" - disse o diretor da APROBIO -, para quem São Paulo pode ser um indutor dessa medida, além do cultivo da macaúba, oleaginosa típica do país já mapeada no plano atual de energia no Estado, o PPE 2020.

São Paulo produz menos de 20% do biodiesel que consome (em torno de 150 milhões de litros/ano). De acordo com Minelli, essa situação pode ser revertida com o incentivo a investimentos para a instalação de mais usinas no Estado, que hoje possui cinco das 50 habilitadas pela Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

[caption id="attachment_10088" align="alignleft" width="300"] Julio Minelli apresenta as contribuições do biodiesel ao PPE 2030[/caption]

'A indústria do biodiesel é transversal nas economias regionalizadas em que atua', afirmou o diretor da APROBIO, referindo-se ao caráter de integração da atividade com outras cadeias produtivas.

O processamento do biocombustível gera 113% mais empregos que o refino de óleo diesel, conforme estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe-USP), além de reduzir a poluição atmosférica nas emissões de gases e, assim, diminuir internações hospitalares por doenças respiratórias e mortes pelos mesmos motivos.

Consequência imediata deste cenário, que em escala internacional contribui para o país atingir as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEEs) fixadas na Conferência do Clima das Nações Unidas em dezembro do ano passado na capital francesa, é a economia de recursos dos sistemas públicos e privados de saúde. Sobretudo os municipais e estaduais.

Além disso, a coleta de óleo usado de cozinha tem aumentado no Estado, o que pode colaborar no aumento da produção sustentável do biodiesel paulista. O óleo reutilizado já representa hoje 14% de toda matéria-prima da produção de biodiesel na região Sudeste

Por fim, Julio Minelli destacou que o Estado pode fomentar o uso do biocombustível no regime especial de mistura com o diesel fóssil, permitido desde o ano passado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) do Ministério das Minas e Energia (MME).

[caption id="attachment_10090" align="alignright" width="300"]julio-3 'O aumento da industrialização no complexo soja é uma das condições para a expansão da produção de biodiesel no Brasil" - disse o diretor da APROBIO - Julio Minelli[/caption]

Nele, as frotas cativas de poderes públicos e empresas podem empregar misturas de 20% de biodiesel por litro do derivado de petróleo, de 30% em transporte ferroviário, em tratores e máquinas agrícolas e até mesmo 100% no uso experimental, específico.

De acordo com dados preparados pelo setor de biodiesel, com participação da APROBIO, a expansão programada do biodiesel no Brasil demandará investimentos de R$ 22 bilhões até 2030 para elevar a produção dos atuais 4 bilhões de litros por ano para 18 bilhões, chegando a 3,31% da matriz energética brasileira, estudo esse feito para atender demanda do MME, na confecção do plano BIO BRASIL 2030.

Assim, o novo PPE paulista pode contribuir ativamente para que o Brasil consiga reduzir as emissões de GEEs em 37% até 2025 e 43% até 2030, conforme o Acordo do Clima, de Paris da ONU, ratificado hoje.

Participaram da reunião, coordenada pelo subsecretário de Energia do Estado, Antonio Celso Abreu Junior,  as entidades ABIOGEN, COGEN, ABIOGAS, ABEOLICA, ABRAPCH e ÚNICA. Os representantes de cada uma delas apresentaram, também, as formas de participação de suas fontes de energia renovável para integrar as políticas públicas do novo PPE.

[caption id="attachment_10092" align="aligncenter" width="494"] Antonio Celso de Abreu Junior subsecretario de Energias Renováveis. 'Em nome da secretaria agradeço a contribuição de cada associação que será fundamental para o novo Plano Paulista de Energia', afirmou Abreu.[/caption]

Fonte: Analítica Comunicação

Contatos: 55 (11) 2579-5520 - (11) 95320-6124 - Antonio Matiello/Daniela Garrafoni
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