24 de julho de 2019

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Ar seco: como evitar problema de saúde em lugares como São Paulo, onde não chove há 43 dias

Uma espessa camada de poluição desenha um degradê no céu da cidade de São Paulo. Uma sequência de dezenas de dias sem chuva explica as faixas marrom e cinza escuro. Na quarta-feira (25), a capital paulista completou seu 43º dia seguido sem chuvas significativas, a quarta maior marca de seca já registrada pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), da prefeitura.

O recorde foi em 2012, quando a cidade ficou 62 dias sem chuvas, do dia 19 de julho a 18 de setembro. A segunda maior sequência foi de 52 dias, registrada de 17 de junho a 6 de setembro de 2010 e a terceira, de 50 dias, em 2017. O monitoramento é feito pelo CGE desde 1995.

No critério do centro de monitoramento controlado pela prefeitura, o conceito de chuvas significativas são todas as precipitações que vão além de um chuvisco ou uma garoa – que inclusive, foram registradas em alguns pontos da capital paulista nos últimos dias. A última chuva significativa registrada pelo CGE ocorreu no dia 13 de junho, quando a cidade chegou a entrar em estado de alerta para alagamentos.

Desde então, quem vive em São Paulo voltou a se preocupar com a queda no nível de água das represas e a sofrer com a baixa umidade do ar. O nível do sistema Cantareira, o principal conjunto de mananciais que abastece a região metropolitana da capital, está com 40,5% de sua capacidade. No mesmo período de 2017, o nível era de 63,8%.

Em relação à umidade do ar, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece que índices inferiores a 60% não são adequados para a saúde humana. Mas, na última semana, o índice ficou abaixo de 30%.

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Fonte: BBC

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