20 de agosto de 2018

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Governo tem firme compromisso com a causa ambiental, afirma Temer

Meta de redução de emissão de gases estufa foi assinada nesta terça-feira (5) durante cerimônia no Palácio do Planalto

Ao aprovar as metas de redução de emissão de carbono nesta terça-feira (5), o presidente da República, Michel Temer, afirmou que o Governo do Brasil atua com “firme compromisso” com a conservação do meio ambiente ao longo dos últimos dois anos. “Nós temos firme compromisso com a causa ambiental”, afirmou, durante a cerimônia de assinatura das metas do RenovaBio, no Palácio do Planalto.

Entre as ações estão a criação de duas novas áreas de preservação na floresta amazônica e na Bahia, a ampliação de reservas marinhas e a queda de 56% no desmatamento da Mata Atlântica. “Vejam que nós revertemos a curva do desmatamento na Amazônia. E fizemos – este dado é mais ou menos recente –, nós fizemos cair em mais de 56% o desmatamento da Mata Atlântica. São fatos todos desses dois anos do nosso governo”, disse.

(clique aqui para ver o pronunciamento oficial)

Eficiência Energética

Sancionado no fim do ano passado, o Renovabio é uma política para incentivar a indústria de biocombustíveis a diversificar a matriz energética brasileira, resultando em uma energia mais limpa e barata para o brasileiro. Entre outros pontos, ele prevê metas de descarbonização da atmosfera.

“Vamos reduzir de 11,5% para 7% a nossa dependência externa de combustível. O Brasil estará menos exposto à variação internacional do preço do petróleo e do câmbio”, disse . Ele acrescentou que o incentivo a combustíveis renováveis pode evitar que movimentos como a recente paralisação dos caminhoneiros se repitam no futuro.  “Ganha o consumidor, com preços mais baixos e maior poder de escolha. Naturalmente, ganha toda a sociedade”, considerou.

Redução de gases

Um dos objetivos do programa é reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa. Até 2028, a meta é diminuir em 10% a emissão de gases estufa na atmosfera e aumentar de 20% para 28,6% a participação dos combustíveis na matriz energética do País.

Preços

As metas de redução de emissões de gases serão quantificadas em unidades de Créditos de Descarbonização (CBIOs). Cada CBIO corresponderá a uma tonelada de gás carbônico retirada da atmosfera por um combustível renovável ou emitida pelo combustível fóssil. Produtores de bicombustíveis, como etanol, biodiesel e bioquerosene – redutores de emissões – comercializarão os CBIOs. As distribuidoras terão de adquiri-los para atingir as metas individuais de redução, correspondentes à fatia de cada companhia no mercado de combustíveis fósseis.

Cada CBIO tem um valor estimado de R$ 34, ou US$ 10 considerando um câmbio de R$ 3,40 por dólar. Segundo a proposta aprovada no CNPE, mesmo com o comércio de CBIOs onerando o setor de combustíveis fósseis, há uma estimativa de queda de 0,84% nos preços da cesta de combustíveis em 2028, recuo de 2,1% no preço do hidratado, estabilidade nos valores da gasolina nos postos e recuo de 0,36% nos valores do diesel.

A resolução do CNPE foi publicada hoje (06/06) no Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Planalto, com informações Zero HoraMME

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