26 de abril de 2019

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Os efeitos da poluição do ar na saúde, em mortes prematuras e na economia

Confira os principais estudos, artigos e levantamentos que comprovam de maneira técnica que transporte coletivo é essencial para a preservação da vida humana

Dizer que a poluição mata e que as medidas atualmente tomadas pelas cidades em todo mundo são insuficientes não é coisa dos popularmente chamados “ecochatos” e parece até algo óbvio. No entanto, alguns dados ajudam a dimensionar o que já parece ser consenso: a poluição é mais nociva do que muita gente pensa e a ampliação das redes de transportes, tanto por trilhos como por ônibus, é essencial para a preservação da vida humana.

Não existe catastrofismo nestes estudos, mas levantamentos de dados reais. Pelo contrário, em muitos casos, há possibilidade de números subestimados.

Por isso, o Diário do Transporte traz nesta reportagem especial, alguns dos principais estudos nacionais e internacionais que alertam para o problema e, não somente isso, mas mostram soluções para gestores públicos, para a iniciativa privada, para os operadores de serviços de mobilidade urbana e toda a população.

São extensos trabalhos, considerados pela comunidade científica importantes para as discussões dos problemas e também para servir de base para outros estudos. Este é o intuito da reportagem do Diário do Transporte: reunir pelo menos alguns dos materiais presentes no vasto universo acadêmico para contribuir assim na busca para que as cidades ofereçam uma vida melhor a todos.

Além do estímulo ao transporte público, os estudos mostram a necessidade da mudança da matriz energética, não dependendo apenas de combustíveis fósseis, em especial o óleo diesel, para movimentar os ônibus: ônibus híbridos, trólebus, ônibus elétricos a bateria, o ônibus a gás natural, ônibus a etanol, biodiesel, biocombustível, diesel de cana de açúcar… enfim, alternativas não faltam.

Não existe uma fórmula mágica e seria ingenuidade depender apenas de uma alternativa.

Os estudos mostram que o ideal é haver uma frota de ônibus com “mix” de tecnologias para reduzir dependências econômicas e sociais em relação a fabricantes de combustíveis, insumos e veículos.

Continue lendo aqui.

Fonte: Diário do Transporte

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