Brasil registrará recorde na produção de café e de soja em 2018, diz IBGE

Estimativa da produção do café arábica totalizou 2,6 milhões de toneladas, ou 43,4 milhões de sacas de 60 kg, 2,9% a mais que a do mês anterior

Rio – Assim como a soja, a produção nacional de café deve ser recorde em 2018, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A colheita esperada é de 3,4 milhões de toneladas, ou 57,1 milhões de sacas de 60 kg, um aumento de 3,2% em relação à estimativa de abril. O rendimento médio aumentou 3,3% em maio, em decorrência do clima favorável.

A estimativa da produção do café arábica totalizou 2,6 milhões de toneladas, ou 43,4 milhões de sacas de 60 kg, 2,9% a mais que a do mês anterior, com avanço de 3,2% no rendimento médio.

Para o café canephora (conillon), a estimativa da produção foi de 822,0 mil toneladas, ou 13,7 milhões de sacas de 60 kg, um aumento de 4,1% em relação ao mês anterior. A área plantada cresceu 0,8% ante abril, e a área colhida teve aumento de 0,7%.

O rendimento médio subiu 3,3%. O destaque foi a Bahia, que elevou sua estimativa da produção para 117 mil toneladas (1,9 milhão de sacas), alta de 38,2% em relação a abril. O rendimento médio teve aumento de 29,5%, com 2.438 kg/há, puxado pela abundância e boa distribuição das chuvas.

“A produção de café é recorde na serie histórica do IBGE, tanto para arábica quanto para o conillon. Esse ano é o de bienalidade positiva; é um ano que se esperava que o café (arábica) produzisse bastante. E o clima tem beneficiado as lavouras. Houve recuperação importante da produção do Espírito Santo, depois de três anos de seca”, lembrou Carlos Barradas, gerente na Coordenação de Agropecuária do IBGE.

Soja

A estimativa para a produção também recorde de soja subiu a 115,8 milhões de toneladas em maio, 0,1% a mais que a do mês anterior. Houve atualização das estimativas de Mato Grosso (+0,7% ou 220,3 mil toneladas, para 31,4 milhões de toneladas), Goiás (+0,1% ou 7,0 mil toneladas, para 11,7 milhões de toneladas) e

Tocantins (-3,5% ou 92,5 mil toneladas, para 2,6 milhões de toneladas).

Em relação a 2017, a produção brasileira de soja cresceu 0,7%, em decorrência da área plantada, que aumentou 2,6%. Ao todo, foram cultivados 34,8 milhões de hectares, o que representa 56,9% de toda a área cultivada com cereais, leguminosas e oleaginosas do País.

“A gente caminha para ser no futuro o maior produtor de soja do mundo. Nos próximos dois ou três anos a expectativa é que o Brasil consiga passar a produção americana, atualmente o maior produtor. Nós somos o maior exportador”, apontou Barradas.

“Normalmente, as chuvas começam em setembro. Demorou um pouco mais no ano passado, começaram em outubro, mas vieram em grande intensidade. E possibilitou o recorde de produção. E teve aumento da área plantada de soja. Não batemos o rendimento médio de soja do ano passado, mas a área plantada ajudou a aumentar a produção”, justificou Barradas.

Fonte: Estadão Conteúdo

Abril de 2018, o mês recorde de emissões de CO2

Abril de 2018 registrou recordes de emissões de dióxido de carbono na atmosfera em todo o mundo. Isto é confirmado pelo Instituto Scripps de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego, EUA, depois de comparar uma série histórica de mais de seis décadas.

“Esta é a primeira vez na história que o registro do Observatório Mauna Loa, no Havaí , ultrapassou 410 partes por milhão na média mensal de CO2 ” , disse o instituto em um comunicado. Segundo a entidade, esses altos níveis de poluição representam um aumento de 30% na concentração de dióxido de carbono na atmosfera global desde o início dos estudos de emissão, em 1958.

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Fonte: Jornal Saúde e Bem Estar

Energia solar fotovoltaica atinge marca histórica de 200 MW

O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 200 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios e serviços, indústrias, edifícios públicos e na zona rural.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99% das instalações do País.

Pela primeira vez desde 2012, quando foi estabelecida pela ANEEL a regulamentação que rege o segmento, os consumidores dos setores de comércio e serviços passaram a liderar o uso da energia solar fotovoltaica, com 43,1% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais(39,0%), que passaram da primeira para a segunda posição. Na sequência, estão as indústrias (7,8%), consumidores rurais (5,4%), poder público (4,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,6%) e iluminação pública (0,04%).

Em números de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 78% do total. O alto valor é explicado pela potência reduzida dos sistemas, já que as residências consomem menos energia elétrica ao longo de um ano do que comércios, indústrias ou edifícios públicos. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (15,6%), consumidores rurais (2,9%), indústrias (2,3%), e outros tipos, como iluminação pública (0,2%) e serviços públicos (0,03%).

De acordo com a entidade, o Brasil possui hoje 23.175 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a27.610 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,6 bilhão em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

O presidente executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: (i) a forte redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica ao longo da última década; (ii) o forte aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica dos consumidores brasileiros nos últimos anos; e (iii) o aumento no protagonismo, na consciência e na responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais dispostos a economizar dinheiro ajudando, simultaneamente, a preservação do meio ambiente.

“Celebramos com otimismo este passo histórico para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse crescente da população, das empresas e também dos gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comenta Sauaia.

Ranking Nacional Solar Fotovoltaico

Para acompanhar de perto a evolução da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica nos estados brasileiros, a ABSOLAR desenvolveu um Ranking Nacional Solar Fotovoltaico, que compara as potências instaladas em cada Unidade da Federação.

Atualmente, o Estado de Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 50,7 MW, representando 24,3% da potência instalada no País, seguido pelo Rio Grande do Sul com 30,2 MW (14,5%), São Paulo com 26,8 MW (12,8%), Ceará com 12,8 MW (6,2%) e Santa Catarina com 12,0 MW (5,8%).

Fonte: ABSOLAR publicado no Jornal Canal da Bioenergia

Agosto de 2016 bate recorde e é o 16º mês consecutivo mais quente

Mais um recorde relacionado a temperaturas globais foi quebrado no mês passado. Foi o agosto mais quente da história e é 16ª vez consecutiva que um mês ultrapassa recordes anteriores.

Os dados são da NOAA, nos EUA, que monitora atmosfera e oceanos. Desde 1880 a entidade acompanha as temperaturas globais.

O agosto de 2016 foi o mais quente entre todos os agostos registrados pela NOAA (Administração Nacional da Atmosfera e Oceano). Junto aos 15 meses anteriores, esse é o período mais longo de recordes de temperatura quebrados.

Segundo os registros, o intervalo entre janeiro e agosto também foi o mais quente da história. Isso faz com que 2016 esteja prestes a superar o recorde de temperaturas anuais.

Até o momento, 2015 está no topo do ranking dos anos mais quentes. Antes dele, a ponta era ocupada por 2014.

CALOR

O último julho também foi negativamente histórico.

Além de ser o julho mais quente da história, foi o mês, como um todo, com as mais elevadas temperaturas já registradas.

Fonte: Folha de S.Paulo

EUA tem consumo recorde de biodiesel em 2015

Ano passado os consumidores norte-americanos consumiram um recorde de quase 8 bilhões de litros de biodiesel. A indústria afirma que esses números demonstram a crescente popularidade do biocombustível no país. O The National Biodiesel Board ( Conselho Nacional de Biodiesel, em tradução livre) tem discutido com o Congresso Americano a transferência do incentivo fiscal dado ao biodiesel, no valor de $1 por galão, do distribuidor para o produtor. Anne Steckel, Vice-Presidente de Assuntos Nacionais na National Biodiesel Board, diz que esse crédito fiscal é importante para a indústria do biodiesel.

“Atualmente, há um crédito de incentivo para o biodiesel válido até o final deste ano”, disse Steckel. “Esse crédito é dado para o distribuidor que mistura biodiesel em seu combustível como uma compensação especial. Estamos trabalhando muito estreitamente com membros do Congresso para que esse crédito seja transferido para o produtor. Por que isso é tão importante? Porque vai garantir que apenas o biocombustível produzido nos Estados Unidos receba incentivos vindo de impostos”.

O biodiesel é feito a partir de uma variedade de matérias-primas.”Óleo de soja, de canola, óleo de fritura reutilizado, gordura animal, dentre outras. Após processados eles se tornam um combustível alternativo ao diesel fazendo com que o distribuidor receba um incentivo fiscal por sua utilização”, disse Steckel. “O que buscamos é dar aos produtores um incentivo fiscal para que eles também compartilhem dessa compensação e possam ter os custos de produção do biodiesel cobertos”.

Steckel afirma que a maioria das importações já recebem incentivos valiosos no exterior, enquanto as empresas norte-americanas são normalmente impedidas de se aproveitar desse processo.

Confira a matéria original aqui

Fonte: KMA Land 

Geração eólica bate novo recorde na região Sul do Brasil

A geração eólica na região sul do Brasil bateu novo recorde na segunda-feira (16/05), com 1.262 megawatts (MW) médios. A quantidade gerada é suficiente para abastecer aproximadamente 5,6 milhões de unidades consumidoras residenciais, com base no consumo de energia residencial de 2015. Os dados são do Informativo Preliminar Diário da Operação do Operador Nacional do Sistema (ONS).

Com a expansão da geração eólica no país, a fonte vem batendo sucessivos recordes. No dia 4 de janeiro, a geraçãoeólica alcançou 1.240 MW médios no submercado Sul, que foram superados pelo registro de segunda-feira passada. Atualmente a região Sul representa o segundo maior polo da energia eólica no Brasil, atrás apenas da região Nordeste. O recorde de geração eólica no submercado Nordeste ocorreu no dia 20 de abril de 2016, atingindo 3.702 MWmédios.

De acordo com o Histórico da Operação do ONS, a geração de energia eólica alcançou 3.154 MW médios no mês de abril, registro 156% superior quando comparado ao mesmo período de 2015. Para os próximos anos, segundo o Plano de Decenal de Expansão de Energia – PDE 2024, a capacidade instalada eólica no País deve alcançar 24 mil MW até 2024.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Nasa afirma que o planeta teve o mês de abril mais quente da história

Em fevereiro, cientistas começaram a falar de uma emergência climática. Foi o primeiro mês em que a diferença de temperatura também foi recorde.

A Agência Espacial Americana anunciou que o mês passado foi o abril mais quente já registrado na história do planeta.

O nome do mês de abril vem do latim aprire. Abrir, em português. É primavera e as flores abrem no hemisfério Norte. Mas em 2016 bateu um recorde histórico. Foi o mês de abril mais quente já registrado. Aliás, de novembro de 2015 até maio de 2016, todos os meses bateram recorde de calor.

Em fevereiro, os cientistas começaram a falar de uma emergência climática. Foi o primeiro mês em que a diferença de temperatura também foi recorde. Ou seja, esquentou mais do que já tinha esquentado em fevereiro de qualquer outro ano. E isso se repetiu em março.

O alerta vermelho já estava ligado. Agora, quando a Nasa, a Agência Espacial Americana, fechou os dados do mês de abril, os cientistas descobriram que a temperatura média foi 0,24 graus Celsius mais alta mais do que a de abril de 2010, o recorde anterior. Pode parecer pouco, mas não é. Um recorde desses só deveria ser registrado a cada 150 anos. Não em sequência desse jeito.

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Fonte: NASA

Temperatura de março quebra recorde mundial de 100 anos

A temperatura média global em março atingiu um novo teto para o mês, alcançando, assim, 11 recordes mensais consecutivos de calor registrados desde maio de 2015. A constatação vem de três análises sobre os termômetros no mês passado: da Agência de Meteorologia do Japão, da Nasa e do Serviço Copérnico para Mudanças Climáticas.

Segundo o órgão japonês, o calor em março foi 0,62 grau Celsius mais forte do que a média para o mesmo mês de 1981 a 2010. Da mesma forma, segundo o Instituto Goddard para Estudos Espaciais, da Nasa, as “anomalias” em março tornaram o mês 1,28 grau mais quente do que a média de 1951 a 1980, que a entidade usa como base de comparação. Também foi o mês de calor mais forte desde 1880.

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Fonte: O Globo

Produção de biodiesel bate recorde histórico e atinge 3.937 mil m³ em 2015

Capacidade instalada do óleo autorizada para operação comercial em dezembro atingiu 7.263 mil m³/ano

A produção acumulada de biodiesel no Brasil, em 2015, bateu recorde histórico e atingiu 3.937 mil m³, 15,1% a mais em relação ao total produzido no mesmo período do ano anterior, que foi de 3.420 mil m³. Já o volume registrado no mês de dezembro de 2015 foi de 307 mil m³. Os dados constam na edição nº 96 do Boletim dos Combustíveis Renováveis. A publicação é elaborada pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

A capacidade instalada do biodiesel autorizada a operar comercialmente em dezembro de 2015 alcançou 7.263 mil m³/ano (605 mil m³/mês).  Desse total, 92% são referentes às empresas detentoras do Selo Combustível Social. Nesse período, 50 unidades estavam aptas a operar comercialmente, sendo que 40 detinham o Selo Combustível Social.

A região Centro-Oeste liderou a produção de biodiesel no cenário nacional, em de 2015 registrou participação de 44,4%. Já a região sul foi responsável por 38,4% do produto, seguida pelo nordeste, que produziu 8,0% do biodiesel. As regiões sudeste e norte representaram, respectivamente, 7,5% e 1,7% da soma.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis (ANP), no acumulado até dezembro de 2015, a participação das matérias‐primas utilizadas na produção de biodiesel contou com 77,4% de soja, 18,5% de gordura bovina e 2,0% foi proveniente do algodão, como matérias-primas.

Fonte: Assessoria de Comunicação – MME

Investimentos em energia limpa batem recorde em 2015 e alcançam US$329 bilhões

O sonho dos ambientalistas de alguns anos atrás está se tornando realidade com investimentos cada vez maiores no setor de energia limpa. O último ano registrou um total de US$ 329,3 bilhões gastos em empreendimentos solares e eólicos. O valor é 4% maior que o registrado em 2014, de acordo com um relatório emitido pela Bloomberg New Energy Finance.

 A China lidera o ranking de países que mais investem em energias limpas, com gastos de US$ 110,5 bilhões em 2015. Também se destacaram no último ano a Índia, África do Sul, Chile e México, com mais recursos destinados ao setor. O resultado foi um crescimento global de 30% na capacidade instalada de renováveis, com 64 gigawatts em eólicas e 57 gigawatts em usinas solares fotovoltaicas comissionadas no ano passado.

 

O comportamento dos investidores foi de buscar novas saídas frente a baixa cotação do barril de petróleo, o que acabou por leva-los às fontes renováveis. “Esses dados são um contragolpe deslumbrante a todos que esperavam que o investimento em energia limpa estagnasse frente à queda dos preços do petróleo e do gás”, afirmou Michael Liebreich, fundador do braço de pesquisas da Bloomberg LP.

As economias emergentes são os principais destinos de investimentos no setor, por conta de uma série de fatores, como a possibilidade de atender mais rapidamente à demanda não preenchida por eletricidade, o custo mais barato de produção, a redução da exposição do país aos preços dos combustíveis fósseis, além do caráter ecologicamente sustentável.

Fonte: Petronotícias

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