Sul do Piauí terá oito parques de produção de energia eólica

A empresa Atlantic Energias Renováveis iniciou a implantação de oito parques de produção de energia eólica em Lagoa do Barro do Piauí (493 km de Teresina).

Os 65 aerogeradores da Atlantic Energias Renováveis serão distribuídos por 8 parques, em uma área de 2.854 hectares, e utilizarão os bons ventos do Nordeste para gerar 195 MW de energia eólica.

As obras do Complexo Eólico Lagoa do Barro estão sendo tocadas e nesta terça-feira (27/03) os transformadores de potência elevatória serão descarregados no empreendimento.

A Atlantic Energias Renováveis iniciou o transporte de seus transformadores de potência elevatória (trafos), que partiram de Blumenau, em Santa Catarina, para chegar nesta terça-feira no Complexo Eólico Lagoa do Barro, localizado no sudoeste do Piauí.

A empresa Atlantic Energias Renováveis informou que com 50% das obras civis, de eletromecânica e relacionadas às linhas de transmissão concluídas, agora o empreendimento irá receber os trafos, partes fundamentais das subestações.

Os tarfos são os responsáveis pela elevação ou redução da tensão, o que resulta no mínimo de perdas energéticas durante o percurso e garante a distribuição da energia pelo Sistema Interligado Nacional (SIN).

Assim, o Complexo Eólico Lagoa do Barro está cada vez mais próximo de entrar em plena operação comercial, cuja previsão é para o segundo semestre deste ano.

O primeiro empreendimento da Atlantic Energias Renováveis no Piauí alcançou 50% das obras gerais concluídas – construção civil, eletromecânica e linha de transmissão.

A implantação da fábrica de torres, responsável pela produção de 1.500 peças que sustentarão os 65 aerogeradores, é o principal destaque do mês. Estão sendo finalizadas as atividades civis e a montagem da usina de concreto para que, ainda em março, seja iniciada a montagem dos pórticos e da cobertura da área de fabricação das dovelas (peças de concreto que compõem as torres dos aerogeradores).

Com a produção da estrutura dos aerogeradores realizada dentro do próprio empreendimento – processo inovador também utilizado no Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar –, o resultado é a “diminuição de riscos com logísticas e maior monitoramento das atividades de produção”, explica o gerente de obras, Armando Barros.

Para que as torres de concreto sejam edificadas já no início do segundo semestre, continuam sendo construídas em março as plataformas (52% concluídas) e fundações diretas dos aerogeradores: 54 escavadas, sendo que 48 já foram concretadas.

Estão em andamento também as obras civis da estação coletora (15,6% finalizadas) e das vias de acesso que ligarão os oito parques do complexo (85% concluídas), além da linha de transmissão que levará energia limpa ao ponto de conexão, em São João do Piauí. “Com o início das fundações das torres da linha de transmissão do último trecho, a implantação da linha está 62,2% concluída”, afirma Armando.

Com operação prevista para o final deste ano, o segundo maior complexo eólico da Atlantic terá 195 megawatts de potência instalada. Para isso, ao longo de seus 2.854 hectares, funcionarão os “maiores e mais potentes aerogeradores do Brasil”, com 120 metros de alturas e pás de 63 metros cada, ressalta Armando Barros.

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Fonte: Meio Norte compartilhado pelo Cidades em Foco

Pesquisador piauiense inova na produção de biodiesel

O mundo todo persegue o uso de energias alternativas especialmente para reduzir os impactos contra o meio ambiente das fontes mais usadas na atualidade. Isso tem acontecido não somente nas matrizes que produzem energia elétrica, onde se busca um maior aproveitamento da energia dos ventos e da energia fotovoltaica, quanto na produção de substitutos para os derivados do petróleo, recurso finito, extremamente impactante, mas que move, literalmente (através dos combustíveis veiculares) o mundo inteiro.

Uma das alternativas tem sido o uso de biocombustíveis. Algumas experiências se mostraram mais exitosas do que outras, existindo inclusive uma forte discussão na academia quanto a produção de culturas de plantas oleaginosas de onde é possível extrair recursos para produção do biodiesel.

O processo de produção de biodiesel ainda vem sendo estudado, pois existem gargalos como a produção de resíduos que impactam o meio ou o valor de alguns reagentes que inviabilizam economicamente o processo. É o caso de agentes catalizadores (que aceleram as reações químicas) à base de platina, que encarecem muito o processo de produção do biocombustível.

Mas a pesquisa no Piauí pode ter encontrado uma boa alternativa para produção de biodiesel em larga escala e resolvendo alguns destes gargalos.

Recentemente, a tese de Doutorado desenvolvida pelo pesquisador Cícero Oliveira Costa Neto, do curso de Química da UESPI, chegou a descobertas interessantes no sentido de melhor produzir biodiesel. Usando o óleo extraído das amêndoas do babaçu (Attalea speciosa), palmeira abundante em áreas do Piauí e do Maranhão, Cícero Neto, orientado pelo Prof. Dr. Francisco das Chagas Alves Lima (UESPI), conseguiu eliminar a produção da acroleína, resíduo da síntese do Biodiesel, que provoca um odor forte e é considerado um gargalo para o uso do combustível, além de aplicar um novo composto como catalizador, à base do mineral bauxita, com um custo baixíssimo em relação aos catalizadores à base de platina, o que pode viabilizar a produção em larga escala do biodiesel à base da óleo de babaçu, fortalecendo a ideia de se usar fontes alternativas de combustível que tragam menos impactos ao meio ambiente e fortalecendo a ideia da Química Verde. O pesquisador conseguiu ainda projeções, através de cálculos teóricos, que permitem a identificação mais precisas de substâncias, na síntese do Biodiesel, o que representam avanços teóricos do seu trabalho para o processo de produção do combustível alternativo.

Os processos e produtos gerados pela pesquisa do Dr. Cícero Neto representam mais um resultado do promissor programa de Pós-Graduação da Rede Nordeste de Biotecnologia (RENORBIO).

Fonte: Cidade Verde.com

Piauí recebe novos investimentos em energias renováveis

Em reunião, no Palácio de Karnak, na última quinta-feira (1º), o governador Wellington Dias recebeu representantes da Enel Green Power, maior empresa de energia solar da América Latina. A multinacional já atua no Piauí e agora amplia investimentos para os municípios de Lagoa do Barro e São Gonçalo do Gurguéia. Na ocasião, foi apresentado o potencial de geração elétrica de novos investimentos e discutida a parceria para a capacitação de pessoal e infraestrutura necessária.

Com a maior área de exploração de energias renováveis ofertada no último leilão da União, o Piauí tem ampliado os investimentos na geração de energia solar e eólica. “Foram apresentados os investimentos em São Gonçalo do Gurguéia, que será um grande parque solar da região, duas vezes maior do que a de Ribeira do Piauí (Usina de Nova Olinda), e em outras regiões como Lagoa do Barro e Queimada Nova”, informou o secretário de Estado da Mineração e Energias Renováveis, Luís Coelho.

Para o gestor, a energia solar rapidamente irá chegar a 1 gigawat devido às novas aberturas de usinas fotovoltaicas no território piauiense e ao novo leilão da União previsto para 4 de abril. O Piauí possui mais de 1,3 GW só de energia eólica o que, de acordo com o governo, já é maior que o consumo de todo o estado.

Em São Gonçalo do Gurguéia, a planta deve entrar em operação no início de 2021 e gerar mais de 850 GWh de energia renovável por ano quando estiver em plena operação. O Grupo Enel investirá cerca de 355 milhões de dólares na construção dessa planta, em linha com os investimentos previstos no plano estratégico da companhia.

Na região de Lagoa do Barro, a produção regulada, estabelecida em leilão, é 510 megawatts e vai se extender para os municípios de Queimada Nova e Dom Inocêncio. Uma vez em plena operação, a planta será capaz de gerar, por ano, mais de 2.400 GWh de energia renovável. Com capacidade instalada total de 618 MW, o investimento para a construção da planta, que contará com duas unidades menores no território da Bahia, equivale a aproximadamente 750 milhões de dólares.

Juntos, os novos investimentos da empresa multinacional chegam a U$ 1,1 bilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 3 bilhões.

“Fizemos uma reunião de trabalho para priorizar a contratação de empresas, de pessoas, cuidar da qualificação, da segurança, do licenciamento e da regularização fundiária. E da integração entre os dois municípios e os outros da região”, explicou o governador Wellington Dias.

Fonte: Ascom

Pesquisadores piauienses estudam o potencial do babaçu para a produção de biodiesel

Professor Manoel Gabriel Rodrigues Filho, da Universidade Estadual do Piauí, coordena um estudo que visa obter biodiesel a partir do fruto do babaçu

Com o aumento dos efeitos naturais provocados pela liberação na atmosfera de gases que potencializam o efeito estufa e a possibilidade de esgotamento de fontes mineiras de energia, como o petróleo, as pesquisas que buscam fontes alternativas de combustíveis tem fundamental importância. O efeito estufa é fundamental para a manutenção da vida na terra, já que serve para manter o planeta aquecido. No entanto, algumas atividades humanas têm intensificado este fenômeno e produzido o que conhecemos como aquecimento global, que deixa a atmosfera mais intensa em seus fenômenos climáticos, como a escassez de chuvas em determinadas regiões e excesso em outras.

Neste contexto, a busca por alternativas para contornar estes efeitos tem permeado os estudos nas mais diversas áreas do conhecimento. No Piauí, o doutor em Química Analítica, professor Manoel Gabriel Rodrigues Filho, da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), coordena um estudo que visa obter biodiesel a partir do fruto do babaçu, palmeira típica bastante conhecida no estado.

“A pesquisa partiu da tentativa de agregar valores ao subproduto do babaçu, tendo em vista que nós temos uma das maiores produtividades e uma cadeia em desenvolvimento. Dessa forma, a gente buscou transformar o óleo do babaçu no biodiesel, que é um combustível que vem sendo utilizado e que tem uma tendência de crescimento dentro da cadeia do transporte nacional. Levando em consideração a menor quantidade de poluentes provenientes de combustíveis obtidos de fontes renováveis, em detrimento de combustíveis obtidos através de fontes minerais ou fóssil, no caso o diesel, que é a cadeia de maior produtividade no país”, explica o pesquisador.

De acordo com o professor, o biodiesel obtido através do babaçu tem características que o tornam o biocombustível de melhor qualidade em relação aos demais biodieseis produzidos no Brasil. O produto extraído do babaçu além de ser mais limpo, tem uma vida útil maior.

Professor Manoel Gabriel (Divulgação)
Professor Manoel Gabriel (Divulgação)

O pesquisador explica que grande parte do biodiesel brasileiro é obtida da soja, cujo subproduto tem uma vida útil menor e, por isso, precisa ser aditivado com produtos sintéticos, fato que implica em uma perca da característica renovável do combustível. Manoel Gabriel explica que o biodiesel extraído pode ser usado como aditivo daquele que é extraído da soja, tornando assim, o produto totalmente sustentável.

“Hoje o Brasil tem aproximadamente 70% de biodiesel obtido da fonte, que é o óleo de soja, mas, em contrapartida, esse biodiesel tem um tempo de vida útil muito pequeno, ou seja, ele oxida e envelhece com facilidade, principalmente na região nordeste onde a temperatura é elevada. Desta forma, quando utilizamos o biodiesel obtido da soja temos que aditivar, para que a vida útil do biodiesel passe a ser maior e aí você já perde o foco de um produto renovável, que não teria poluentes, e passa a ter uma poluição proveniente dos aditivos ali colocados”, explica.

“Nós estamos corrigindo o biodiesel de soja, que tem um período de oxidação muito curto, adicionando a ele o biodiesel de babaçu. O próprio biodiesel de babaçu serve como aditivo para o biodiesel de soja, para que não ocorra o processo de oxidação, assim passaríamos a ter uma correção natural, fazendo com que toda a cadeia do biodiesel fosse, além de renovável, sem poluentes sintéticos adicionados à matéria prima”, complementa o professor.

O pesquisador ainda destaca que a produção do biodiesel através do óleo extraído do fruto do babaçu cumpre um papel social importante, tendo em vista que dá visibilidade aos membros da base da cadeia produtiva do babaçu, como a quebradeira de coco, por exemplo.

Na atual fase da pesquisa desenvolvida na Uespi, os pesquisadores estão realizando testes com proporções para definir as concentrações necessárias para que o biodiesel do babaçu tenha o melhor desempenho como aditivo para o biodiesel extraído da soja.

“Nós estamos variando as proporções, buscando a melhor proporcionalidade para que nós tenhamos a vida útil do biodiesel de soja de acordo com as normas da Agência Nacional de Petróleo. A ANP só aceita um biocombustível no mercado se ele tiver um tempo de vida útil de um período de indução de seis horas, hoje a soja pura chega a duas horas, então a gente está em busca desta proporcionalidade para que, com a adição do biodiesel de babaçu, a gente chegue ao exigido pela ANP”, explica o professor.

Manoel Gabriel ressalta que embora o babaçu produza um biodiesel superior aos demais, o produto não teria a capacidade de suprir a cadeia do biodiesel no Brasil, sobretudo, pela carência da matéria prima até porque nós não teríamos matéria prima para isso. Segundo ele, o foco é a correção do biodiesel extraído da soja.

“Hoje, a ideia é que se nós tivéssemos condições de corrigir as propriedades físico-químicas do biodiesel de soja utilizando o biodiesel de babaçu, muito provavelmente esse produto barateava, porque não precisaríamos utilizar aditivos sintéticos”, afirma o pesquisador.

O professor destaca que a grande barreira para o inicio da produção em massa do biodiesel do babaçu é a obtenção da matéria prima e distribuição para o mercado industrial, especialmente pelo caráter artesanal da obtenção dos frutos da palmeira.

“O grande desafio é a saída da matéria prima ou a obtenção dessa matéria prima, onde nós temos gargalos. O maior gargalo da cadeia do babaçu é o mecânico, a coleta do fruto e a extração desse óleo, que, infelizmente, ainda são processos artesanais. Então, para suprirmos um mercado industrial, teríamos que melhorar lá na ponta. A questão cientifica do biodiesel já está basicamente resolvida, agora existe a questão da matéria prima até o passo industrial, para que se tenha o subproduto do babaçu que possa suprir a indústria do biodiesel no Brasil”, finaliza o professor Manoel Gabriel.

Fonte: Ascom Fapepi publicado no Portal do Governo do Estado do Piauí

PI ganhará primeira fábrica de torres de energias renováveis

O Piauí terá uma fábrica para produzir torres de geração de energia eólica na região dos municípios de Lagoa do Barro do Piauí e Queimada Nova, a cerca de 500 km de Teresina. É a primeira fábrica de construção de torre que será instalada no Piauí para a produção de energia renovável no Estado. A empresa espanhola Acciona Winder vai operacionalizar a produção e instalação, que devem começar a ser construídas em maio deste ano.

As informações foram dadas pela diretora de atração para Investimentos do governo do Estado, Lucile Moura, após reunião nesta sexta-feira (20) no Palácio de Karnak com o governador Wellington Dias. A previsão é que as torres estejam prontas até o fim deste ano, segundo Lucile Moura.

“A grande novidade é essa. A empresa espanhola Acciona apresentou hoje o projeto de construção e instalação das torres. Isso por conta do projeto de energia renovável que está em fase de implantação na região. […] Ainda este ano a fábrica deve estar toda montada, porque é uma obra rápida e acredito que até o final do ano esteja em operação. Será a primeira unidade fabril da cadeia produtiva da energia renovável no Piauí”, explicou a diretora.

De acordo com ela, a Acciona construirá as torres de forma que a energia eólica seja produzida por outra empresa, a Atlantic Energia Renováveis, ganhadora do leilão para a produção 700 megawatts de energia eólica no Piauí, cujo projeto já está em fase de implantação quanto a parte fiscal e de licenciamento.

Ainda conforme Lucile, as torres de concreto terão 120 m de altura e 120 m de diâmetro na parte da hélice e a instalção deve gerar 50 empregos diretos e cerca de 2 mil indiretos. “O governador disse que quanto a qualificação de mão de obra, não vai faltar, porque na região tem campus do IFPI, UESPI e da UFPI que vão servir para suprir essa questão da mão de obra”.

A Acciona irá investir aproximadamente R$ 300 milhões na instalação e produção das torres.

Fonte: Cidade Verde texto de Lyza Freitas

Governo do Piauí e grupo MP3 selam parceria para produção de biodiesel

O governo do Piauí pretende usar biodiesel fabricado em Teresina no abastecimento da frota de veículos oficiais do Estado e no metrô da capital. O assunto foi debatido em audiência, na tarde dessa sexta-feira (20), com membros do MP3 – Movimento Pela Paz na Periferia, ONG que atua no resgate de jovens e adolescentes em situação de risco social.

A ideia é trabalhar em conjunto com a instituição e em parceria com o laboratório da Universidade Federal do Piauí, o Instituto de Águas do Piauí e a Agespisa para produzir o combustível natural.

“Vamos evitar a degradação ambiental recolhendo esse óleo utilizado em restaurantes, hotéis e residências, impedindo que ele seja jogado pelo ralo, dificultando o tratamento do esgoto e poluindo os rios. A proposta é transformar o óleo comestível já utilizado em biodiesel. O Estado se compromete em adquirir esse combustível para uso no metrô e na nossa frota de veículos”, explicou o governador Wellington Dias.

O governador garantiu ainda a liberação de recursos para a retomada do projeto Cine Periferia, iniciativa em que o MP3 leva cinema à comunidades com altos índices de criminalidade. A exibição de filmes nacionais é uma estratégia para atrair a atenção de jovens em situação de risco, apresentando-lhes outras atividades que a ONG oferece.

“Levamos o cinema às favelas e periferias e vamos ouvindo a comunidade. Através dos relatos a gente conhece aqueles que necessitam de ajuda e oferecemos nossos cursos de informática básica, robótica e metareciclagem. Temos inúmeros exemplos de jovens ressocializados” pontuou Ana Maria Pereira da Silva, presidente do MP3.

Inaugurado em 2004, o Movimento Pela Paz na Periferia atende a aproximadamente 1.000 jovens. A ONG não possui fonte de recursos e é mantida com a venda de produtos de informática produzidos a partir de lixo eletrônico doado. O MP3 fará uma parceria com a ATI – Agência de Tecnologia da Informação do Piauí para ampliar a captação desses materiais.

Na audiência o governo se comprometeu ainda em reestruturar a Unidade Escolar Residencial Esplanada, para a implantação do ensino profissionalizante voltado ao público em situação de risco social. A unidade fica numa área marcada pela ação de criminosos e pelo medo entre os moradores. O MP3 está implantando um ponto de atendimento na região. Foi autorizada a reforma da quadra de esportes, reparos na rede de energia e aquisição de equipamentos para a escola.

Fonte: Cidade Verde

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