Osasco: Meio Ambiente encerra gincana Biodiesel com arrecadação de 3.422 litros de óleo

A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), encerrou na sexta-feira, 8/6, a Gincana Biodiesel nas escolas estaduais, dentro da programação especial da Semana do Meio Ambiente.

O programa, que incentiva as escolas a disputarem por 2 semanas quem arrecada a maior quantidade de óleo de cozinha usado que será transformado em Biodiesel, teve seu encerramento no Parque Chico Mendes, com participação especial da Banda Marcial da EE Professor Armando Gaban.

Participaram da atividade, alunos das escolas estaduais São Paulo da Cruz (Santo Antônio), Orlando Geribola (Jardim Helena), Armando Gaban (Conceição), Américo Marco Antônio (Pestana), Professor José Ribeiro de Souza (Bussocaba) e José Geraldo Vieira (Umuaram), que arrecadaram 3.422 litros de óleo.

A vencedora foi a escola José Geraldo Vieira, que arrecadou 3.302 litros de óleo, recebeu um troféu e também um equipamento necessário para a unidade. “Saibam que esse óleo retirado da natureza não poluirá nossas nascentes. As próximas gerações é que darão valor ao que vocês fizeram agora. Quanto mais arrecadarmos de óleo usado, mais contribuímos com a preservação da natureza”, disse o secretário de Meio Ambiente, Marcelo da Silva.

O que é Biodiesel

É um combustível alternativo, não tóxico e biodegradável. É uma alternativa aos combustíveis derivados de petróleo. Pode ser usado em carros e qualquer outro motor movido a diesel. É extraído de sementes oleaginosas (soja,girassol, mamona, amendoim entre outros), gordura vegetal e animal e óleo de cozinha usado.

Para qualquer pessoa que queria aderir a iniciativa, é fácil. Basta colocar em garrafas pet o óleo das sobras de fritura. Depois de cheias, levá-las ao posto de coleta mais próximo de sua casa. Para mais informações sobre esse programa, ligue 3652-9041 ou 156.

 

Fonte: Café Diário

Alunos do Sesi realizam campanha de coleta de óleo de cozinha usado

Resende- Moradores, empresas e comércio de Resende têm a oportunidade de dar o destino certo ao óleo de cozinha usado até a próxima quinta-feira (14). A campanha ‘Lugar de óleo não é na pia’, criada por alunos da Educação Infantil da Escola Sesi, em parceria com a empresa Óleo Local, com o objetivo conscientizar a comunidade escolar e população sobre a importância do descarte correto do resíduo.

De acordo com a professora Érida Braga, a ideia de abordar sobre a preservação do meio ambiente em sala de aula surgiu quando um aluno de cinco anos pegou seu carrinho e começou a encher a caçamba de lixo, com a ajuda de um amigo. “Quando perguntei o que faziam, eles responderam que estavam cuidando da natureza. Resolvi estender o assunto, que é essencial para formar cidadãos críticos e conscientes do seu papel na sociedade”, explicou.

A partir disso, foi desenvolvido o projeto ‘Lixo nosso de cada dia’, com atividades junto aos estudantes da Educação Infantil sobre o assunto. Eles aprenderam a construir brinquedos com materiais recicláveis, a reaproveitar os alimentos, a separar o lixo a partir das cores que classificam cada resíduo, e a identificar áreas poluídas com lixo, como os rios.

A partir de uma dinâmica de leitura do livro ‘O pequeno Crocodilo’, escolhido pelos alunos por se tratar de um animal grande e assustador, mas com uma atitude nobre de cuidar do outro, eles foram desafiados a construir uma nova história. Preocupados com a sobrevivência dos crocodilos em rios poluídos, decidiram mobilizar a comunidade escolar e promover a arrecadação de óleo de cozinha usado.

De acordo com o empresário Rafael Cabral, da Óleo Local, o material passará por um processo e será transformado em matéria prima para produção de biodiesel, combustível 70% menos poluente que o diesel convencional. “Cada litro de óleo descartado de forma incorreta pode poluir até 25 mil litros de água. Quando jogado em rios e mares, o resíduo cria uma película na superfície da água que impede, inclusive, a oxigenação e prejudica toda a vida existente neste ambiente”, frisa.

A campanha segue até a próxima quinta-feira (14) e toda população pode participar. O óleo de cozinha usado pode ser deixado na Escola SESI Resende, que fica na Avenida Marcílio Dias, Jardim Jalisco, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Os alunos já conseguiram arrecadar 120 litros do resíduo que é altamente poluente. O material arrecadado será coletado pela empresa Óleo Local no dia 15 de junho, às 10h.

Fonte: Diário do Vale

Ufba transforma óleo de cozinha usado em combustível

Reciclagem do material dá origem ainda à glicerina, matéria-prima para sabão e sabonetes, veja onde descartar

As sobras do óleo de cozinha que a costureira Sheila Alves Lopes, 61 anos, costuma destinar ao ralo da pia da casa onde mora, no bairro Boca do Rio, poderiam ser coletadas, recicladas e originar novos produtos, como detergente, sabão e até mesmo biodiesel – uma fonte de energia limpa e barata em comparação aos combustíveis fósseis. “Vi na TV que é possível descartar, mas nunca soube de um lugar em Salvador que recolhesse esse tipo de material”, justifica.

Uma vez descartado no meio ambiente, o óleo de cozinha libera substâncias que podem contaminar a água e o solo. Por essa razão, o ideal é colocá-lo em uma garrafa plástica ou de vidro e procurar um ponto de entrega. Uma pessoa chega a consumir dois litros de óleo por ano no mundo. Cada litro desse material despejado na rede de esgoto pode afetar aproximadamente um milhão de litros de água, segundo o professor e coordenador de doutorado em energia e ambiente, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ednildo Andrade Torres.

Na Ufba, Torres coordena um projeto chamado “Biodiesel”, que transforma o óleo de cozinha usado nessa fonte energética menos nociva. “Transformamos o que era um problema, em solução”, destaca o especialista. Utilizado em veículos de grande porte (como caminhões e ônibus), o diesel convencional prejudica de forma significativa o meio ambiente por ser poluente. Além disso, sofre constantes reajustes de parte do governo, uma das principais razões da greve dos caminhoneiros.

O processo que transforma o óleo de cozinha em combustível leva de seis a oito horas e passa por diversas etapas. Funciona assim: primeiramente, o óleo é filtrado, para não ter impurezas; depois é passado pelo reator, onde é feita a mistura com “alcoolato” (álcool mais catalizador), e por último, o material vai para o decantador, onde é separado o biodiesel da glicerina – subproduto que é usado na produção de sabão, sabonete e detergente.

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Fonte: Correio* 

Irã: Estudo com nanotecnologia reutiliza óleo de cozinha usado para produzir biodiesel mais barato

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Tabriz, no Irã, conseguiu desenvolver uma nova técnica de processamento eficiente para transformar o óleo de cozinha residual em biodiesel.

Mahtan Pirouzmand, chefe da equipe de pesquisa, disse que a equipe conseguiu produzir biodiesel por meio da síntese de catalisadores nano-estruturados.

“Neste projeto, conseguimos sintetizar catalisadores nano-estruturados para fornecer um novo método para transformar o óleo de cozinha usado em um biodiesel acessível”, disse ela.

Pirouzmand disse que os resultados do projeto mostraram que o biodiesel produzido a partir do óleo de cozinha usado pode ser um substituto barato para o diesel feito à partir de combustíveis fósseis.

O biodiesel pode ser usado com segurança em qualquer motor a diesel, seja um ônibus ou um caminhão.

É desejável como uma alternativa ao combustível de petróleo, uma vez que utiliza recursos renováveis ​​que são menos prejudiciais ao meio ambiente para produzir e emitir menos gases de efeito estufa prejudiciais quando queimados como combustível.

Uma variedade de matérias-primas contendo ácidos graxos, tais como óleos vegetais ou gorduras animais, foi avaliada para a produção de biodiesel. Mas o alto preço do óleo vegetal impediu seu uso para produzir biodiesel.

O óleo de cozinha usado é, portanto, a fonte preferida, porque é um resíduo ambiental produzido em altos volumes  em todo o mundo.

Desde 2006, tem havido esforços para usar óleos alimentares não comestíveis ou residuais como matéria-prima para a produção de biodiesel, mas até agora esses processos continuaram complicados e caros.

Fonte: Iran’s View

#ÓleodeCozinha: você doa, nós reciclamos e a natureza agradece

Unidade escolar de Francisco Morato mobiliza a comunidade para a campanha de arrecadação do produto

Com certeza, pelo menos uma vez na vida, você já ouviu alguém dizer que óleo de cozinha usado não pode ser reutilizado. Essa é uma afirmação verdadeira, mas somente em relação ao preparo de alimentos. O óleo que utilizado na cozinha deve ser armazenado e descartado de forma regular. Por saber de tudo isso, um grupo de  alunos do 6º ano da escola Aparecido Roberto Tonelloti, de Francisco Morato, firmou parceria com uma empresa especializada no reuso do material.

Orientados pela professora de Língua Portuguesa Tatiane Costa dos Santos Carvalho e pelo professor de ciências Misael Ferreira Silva, os estudantes participam do projeto “Sou responsável, eu reciclo!”. Durante as aulas, os professores passam filmes sobre o impacto do óleo no meio ambiente e também no esgoto, por conta do descarte ilegal. O projeto ganhou até slogan: você doa, nós reciclamos, a natureza agradece!

Depois, é a vez de ouvir a experiência de cada um em casa, sobre como o resíduo é descartado pelos seus familiares. Os educadores conduzem a roda de conversa direcionando o debate para a forma adequada de descarte.

Juntamente com o professor Misael, a educadora Tatiane tem preparado os estudantes da unidade para que tenham uma vida melhor. Com a iniciativa, eles acabam formando pessoas de bem que podem ser a diferença na sociedade. Segundo Tatiane, “o aluno precisa entender que os recursos naturais são esgotáveis e que eles são indispensáveis para que haja vida. É preciso poupar, economizar, reutilizar, preservar e pensar no meio ambiente, pois ele é o pulmão da terra. É responsabilidade de todos reciclar tudo que possa ser reciclado”, explica a professora.

Não existe uma gincana para alavancar a participação das crianças. O que os motiva é o protagonismo na coleta e organização do óleo na própria escola. Os educandos se tornam, assim, excelentes multiplicadores, pois, além de repassar o conhecimento para as outras séries, acabam coletando o material na vizinhança da unidade escolar e no comércio local, sempre levando o aprendizado aos colaboradores.

A aluna Emilly da Silva Souza explica que a comunidade nem sempre entende o recado. Mas, faz questão de relembrar que “o óleo prejudica o solo, os animais e a água.” A estudante explica que apenas 1 litro de óleo “pode contaminar vários litros de água”, do lençol freático.

A escola recebe um certificado a cada vez que a empresa responsável pela coleta vai retirar o material. Para essa semana, 200 litros de óleo já estão bem guardados e com destino certo: a venda. Com o dinheiro arrecadado, será possível comprar uma mesa de jogos para a escola, na qual o corpo discente poderá brincar durante o intervalo de aulas.

Mas, nem todo o óleo coletado serve para ser vendido. A parte que não se encaixa na categoria aceitável é destinada para a produção de sabão e doado para a faxineira da escola, a dona Celinha. O restante pode ser utilizado para produção de resina para tinta, aditivo para ração, produção de biodiesel, fabricação de detergente e sabão.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Coleta de óleo saturado para cuidar da natureza

Se descartado incorretamente, o óleo de cozinha pode contaminar o meio ambiente e ainda trazer diversos prejuízos à saúde dos seres vivos. No entanto, quando o oposto acontece, além de não prejudicar a natureza, este material pode proporcionar diversos benefícios.

Um exemplo disso, é o Programa de Coleta de Óleo Saturado desenvolvido pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), dentro do Projeto Verde é Vida. Conforme informações do site da entidade, a iniciativa busca alertar e sensibilizar as pessoas sobre o prejuízo que o óleo saturado de fritura pode causar ao meio ambiente quando descartado incorretamente e, ao mesmo tempo, dar o destino correto para este rejeito.

O programa conta com a parceria de escolas públicas e privadas e instituições filantrópicas de municípios dos três estados do sul do país. O óleo saturado coletado é transformado pela Afubra em biodiesel, que passa a ser utilizado na rota e máquinas da entidade. Além dessa prática proporcionar o destino correto e o reaproveitamento desse rejeito, as instituições que integram o programa também são beneficiadas, pois recebem R$ 0,50 por litro de óleo, gerando um crédito para aquisição de produtos nas lojas Afubra.

Em Venâncio Aires existem 19 pontos de coleta do produto. No ano passado, de acordo com informações da Afubra, o município arrecadou 3.297 litros de óleo saturado. A instituição com maior volume coletado foi a Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Mônica, do bairro Gressler, com 544 litros. Neste ano, de acordo com a diretora da Emei, Nadir Pontin, a escola irá trabalhar de forma ainda mais intensa e pretende aumentar a quantidade já alcançada.

PROJETO QUE SE MULTIPLICA 

Foto: Taís Fortes / Folha do MateDiretora da Emei Mônica fala sobre a importância do projeto junto à instituição
Diretora da Emei Mônica fala sobre a importância do projeto junto à instituição

Nadir explica que, para contribuir com a arrecadação de óleo saturado, além do apoio dos pais e da comunidade, a Emei Mônica tem, desde o início do ano passado, cinco pontos de coleta fixos em restaurantes e lancherias do município. Neste ano, a Emei também iniciou uma gincana com os alunos para arrecadação de óleo saturado, latinhas e vidros de conservas. ‘Acredito que com a gincana vai se ter uma maior conscientização, porque além de conseguirmos um dinheirinho é possível cuidar do meio ambiente’, relata a diretora.

No ano passado, as mercadorias adquiridas com o crédito referente a coleta do óleo saturado foram usadas para a realização de uma rifa que angariou R$ 2 mil. O recurso foi investido na compra de lençóis para os colchonetes usados pelas 114 crianças atendidas pela Emei, um micro-ondas para a sala dos professores, brinquedos para o berçário e livros. ‘Esses R$ 2 mil se transformam com a ajuda dos pais, pois são eles que compram e vendem a rifa’, destaca Nadir.

Para este ano, o objetivo é também realizar uma rifa com os produtos adquiridos por meio da coleta do óleo saturado. O valor arrecadado com a venda dos números será destinado à compra de novos televisores para as salas de aula da escola. De acordo com a diretora é muito interessante desenvolver iniciativas como essa. ‘A recompensa a gente vê quando uma escola está mais bonita, quando as crianças estão bem cuidadas, estão usando brinquedos e lendo livros que adquirimos por meio deste trabalho. Isso que é o gratificante e esse é retorno que a gente tem’, ressalta Nadir.

>>> Pontos de coleta em Venâncio 

Emef Professora Odila Rosa Scherer, Emef Benno Breunig, Emef Dois Irmãos, Emef Dom Pedro II, Emef José Duarte de Macedo, Emei Aloisius Paulino Algayer, Emei Arco Iris, Emei Gente Miúda, Emei Mônica, Emei Osmar Armindo Puthin, Emei Vovô Weber, Emef Alfredo Scherer, Colégio Gaspar Silveira Martins, Emef Bento Gonçalves, Emei Bela Vista, Emei Yolita da Cruz Portella, Escola Estadual de Ensino Fundamental Professor Pedro Beno Bohn, Escola Estadual de Ensino Médio Crescer e Escola Estadual de Ensino Médio Professora Leontina.

Fonte: Afubra

Óleo de cozinha será reaproveitado em projeto que tem pontos de coleta em Nova Friburgo, no RJ

Material deve ser armazenado em garrafas pet para ser entregue em um dos três locais no Centro.

O óleo de cozinha será utilizado na fabricação de sabão e produção de biodiesel no projeto que tem três pontos de coleta do material em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio. O material deve ser armazenado em garrafas pet para ser entregue.

A coleta será realizada semanalmente pela cooperativa Cope Brasil, que segundo a Prefeitura, ficará responsável por encaminhar o óleo para locais que fazem o reaproveitamento.

O projeto inclui ainda o cadastramento de instituições beneficentes da cidade que queiram participar de um curso de capacitação para transformação desse material coletado. A instituição que aderir fará a comercialização do produto final, resultado do processo de reaproveitamento. Os interessados devem procurar a Secretaria de Meio Ambiente.

Ainda segundo a Prefeitura, o projeto não tem custos para o município e, economicamente, representa redução de despesas com limpeza de tubulação, dutos de lençol freático e recuperação de filtros, uma vez que o óleo de cozinha despejado nos encanamentos provoca entupimento da rede.

Veja os pontos de coleta

  • Prefeitura (ao lado da guarita) – Avenida Alberto Braune, 225
  • Estação Livre (antiga rodoviária urbana) – Praça Getúlio Vargas
  • Clube Xadrez (Centro) – Avenida Galdino do Vale Filho, 151

Veneza, na Itália, vai investir em óleo reciclado para o transporte público

O combustível para transporte público terá um aumento de 15% da reutilização de óleos domésticos, em sua fórmula, coletados pela cidade

Pra você que planeja visitar Veneza, na Itália, saiba que muito do que consumir nos restaurantes de lá, principalmente Fritatta – uma especialidade da culinária italiana feita a base de ovos e claro, frita em óleo – estará contribuindo para gerar combustível renovável ou como eles denominam, “ecodiesel”.

A  prática da “economia circular”, que consiste em recuperar recursos que de outra forma seriam dispersos, será aplicada a partir de 1 de abril – e por um período de sete meses em forma experimental – no vaporetto que corre ao longo do Grande Canal, um dos destinos turísticos mais populares do planeta.

O município de Veneza, a multinacional petrolífera Eni e as empresas municipais de transporte público da Lagoa assinaram um acordo segundo o qual os veículos de transporte venezianos serão alimentados com o biocombustível produzido a partir do óleo comestível usado pelos moradores e restaurantes da cidade. O processo será realizado na refinaria do Porto Marghera.

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Fonte: Corriere Della Sera

Biodiesel Urbano dá destinação correta para o óleo de cozinha usado

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) e a Secretaria Municipal de Urbanismo e do Meio Ambiente mantêm em conjunto um projeto para dar a destinação correta para óleo de cozinha usado, para evitar que seja despejado na pia, no ralo, no vaso sanitário ou espalhá-lo sobre a terra, o Biodiesel Urbano converte este resíduo em biocombustível.

Biodiesel é uma alternativa aos combustíveis derivado do petróleo. Pode ser usado em carros e qualquer outro veículo com motor diesel. Fabricado a partir de fontes renováveis (óleo de soja, gordura animal, óleo de algodão), é um combustível que emite menos poluentes que o diesel. Saiba aqui porque todos estão falando deste biocombustível.

É uma resposta sustentável ao desafio de inibir o descarte inapropriado do óleo usado, que provocam o entupimento prematuro do encanamento da casa e contaminação de mananciais. Para que se ter ideia da gravidade do problema, um litro de óleo contamina em média 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa durante 14 anos. Ao chegar a rede de esgoto provoca rompimento e vazamentos além da proliferação de ratos e baratas e o tratamento do efluente contendo óleo tem um custo muito maior.

Despejá-lo sobre o solo ou derramá-lo dentro do saco de lixo também não resolvem a questão, pois cria uma camada impermeável sobre a superfície, o que facilita a ocorrência de enchentes e pode poluir as águas do subsolo que vão alimentar os rios.

BIODIESEL URBANO

Indaiatuba é a primeira cidade brasileira a produzir biodiesel com óleo vegetal e gordura animal usados, utilizando tecnologia desenvolvida e patenteada pela Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O biodiesel é um combustível limpo que não polui o meio ambiente e a atmosfera. A usina piloto de Indaiatuba, instalada pela Unicamp, entrou em operação em outubro de 2006.

Nossa cidade é pioneira nessa iniciativa, no aproveitamento do óleo vegetal e da gordura animal, para produção do biocombustível, que não polui o meio ambiente e a atmosfera. Colabore separando em garrafas pet todo o descarte de sua casa e/ou comércio, e deposite em um dos Ecopontos.

Se a quantidade separada for maior que 10 litros, entre em contato pelo telefone 0800 77 22 195, informando corretamente o local, para se fazer a retirada.

Fonte: Unicamp

EuroDisney recicla óleo de cozinha usado para biodiesel

Girona, (EFE) .- Representantes da Environmental Integration Disneyland apresentaram ontem (21), durante o Fórum Internacional de Gerenciamento de Resíduos ‘Wasteinprogress’, que ocorre em Girona, na Itália, seu projeto de reutilização do óleo comestível usado para produzir biodiesel.

Anthony Garcia e Jake Raykhelson atraíram a atenção dos participantes para sua palestra, explicando que, com esse combustível fabricado no próprio parque, os míticos trens a vapor do campo de jogos são abastecidos, além de uma ou outra atração.

A apresentação de Garcia e Raykhelson foi uma das que expuseram modelos de gerenciamento de resíduos em cidades, eventos e espaços onde o turismo tem uma importância primária, eixo da edição atual do Wasteinprogress.

A Disneyland trabalha com o objetivo de atingir um volume de reciclagem de 60% em 2020, apesar de ter milhões de visitantes por ano. “A gestão está comprometida com o nosso sucesso neste campo”, explicou Anthony Garcia, para quem a chave é aplicar diferentes programas de gerenciamento de resíduos com base na área do parque e seu uso.

Em qualquer caso, todas essas ações ambientais são aplicadas a partir da vontade dos visitantes e, apesar da ausência de qualquer obrigação, a taxa de participação excede 90%.

A Disneyland não foi o único modelo que foi exposto aos participantes do primeiro dia de Wasteinprogress, que também teve outros palestrantes como o diretor técnico da empresa de gestão de resíduos municipais na ilha de Krk, na Croácia, Dean Kosic.

Lá, um lugar com uma população de 19.500 pessoas que atinge 135 mil pessoas na temporada de verão, superou em 2014, 50 por cento de coleta seletiva de lixo e deverá atingir 75 por cento em breve, graças a uma série de medidas tomadas . Kosic informou que o projeto começou em 2004 com 1.400 locais de contêineres para reciclagem em cinco frações diferentes.

Sem receber nenhuma sanção, os habitantes de Krk atingiram o objetivo proposto. Contudo, para ir além, o sistema porta-a-porta foi o escolhido para realizar o segundo passo do projeto. Os proprietários de apartamentos ou salas que são alugados aos turistas recebem informações que eles transmitem aos visitantes e o mesmo ocorre em hotéis e acampamentos.

Os supermercados têm instrumentos para pressionar as diferentes frações do lixo, mas a implementação mais marcante é a das patrulhas ecológicas, que provam que o conteúdo de cada recipiente é aquele que está marcado.

Os cubos que são distribuídos aos vizinhos têm um chip que os identifica e que permite que a ecopatrulha detecte algum erro na seleção de resíduos e, em caso de reiteração, entre em contato com essa pessoa.

O Wasteinprogress, acontece em Girona, na Itália, e é organizado por autoridades e especialistas da indústria que buscam aliar os bons modelos de reciclagem com o turismo pelas cidades na Europa.

Fonte: EFE publicado no La Vanguardia

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