Apesar dos desafios, 2017 foi um ano sólido para o biodiesel dos EUA

Em termos do mercado norte-americano de biodiesel, 2017 não foi um ano recorde, como foi 2016, mas também não foi um ano ruim para produção e demanda, especialmente considerando que a indústria enfrentou inúmeros desafios.

“Foi um ano de produção recorde de biodiesel para a SeQuential”, disse à revista Biodiesel Tyson Keever, CEO da SeQuential. A empresa mantém sua planta em Salem, Oregon, como uma das pioneiras na produção comercial de biodiesel na Costa Oeste.

“Atualmente estamos expandindo a fábrica em algumas fases”, disse Keever, “e já estamos no ritmo de um novo recorde de produção em 2018.”

De acordo com os dados da EPA (Agência de Proteção Ambiental) para 2017, o mercado norte-americano de biodiesel e diesel renovável atingiu 2,6 bilhões de galões. Em 2016, o mercado havia se aproximado dos 2,9 bilhões de galões.

“O mercado norte-americano de biodiesel e diesel renovável foi o segundo maior em nossa história no ano passado, apesar de enfrentar inúmeros desafios como indústria”, disse Donnell Rehagen, CEO do National Biodiesel Board. “A indústria teve que fazer negócios com o incentivo fiscal de biodiesel caducado, e a EPA emitiu uma proposta no meio do ano para reduzir nossos volumes sob o RFS”.

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Fonte: Biodiesel Magazine

Agência dos EUA dobra investimento estrangeiro em energia solar no 1º ano de Trump

LOS ANGELES (Reuters) – O governo dos Estados Unidos dobrou seu apoio financeiro a projetos de energia solar no exterior no ano passado, sob a política de investimento sustentável redigida nos últimos dias do governo do ex-presidente Barack Obama, de acordo com uma análise da Reuters sobre documentos governamentais.

O crescente apoio dos EUA a projetos de energia solar no exterior ocorre apesar de uma investigação federal em curso sobre empréstimos externos ao setor.

Além disso, isso também aprofunda a confusão sobre a posição do presidente Donald Trump quanto ao apoio do governo às energias renováveis, pois seu governo minimiza a ameaça do aquecimento global e promove agressivamente o desenvolvimento de combustíveis fósseis.

A Overseas Private Investment Corporation (Opic), instituição financeira internacional do governo, emprestou mais de 630 milhões de dólares a projetos estrangeiros de energia em 2017, dos quais 90 por cento eram de energia solar, eólica ou outros empreendimentos de baixa emissão de carbono, segundo documentos.

Isso se compara a 797 milhões de dólares no financiamento total de energia da Opic em 2016, dos quais 61 por cento foram destinados à energia limpa.

Os empréstimos da agência a projetos solares duplicaram para mais de 250 milhões de dólares em 2017, sustentando empreendimentos na Índia, África e América Latina, de acordo com os registros.

A porta-voz da Casa Branca, Kelly Love, não respondeu aos pedidos de comentários.

Fonte: Reuters

O vaivém dos Estados Unidos com o Acordo de Paris

Catástrofes ambientais teimam em não respeitar os limites políticos dos países e tendem a afetar indiscriminadamente a todos

Com o objetivo de reduzir emissões de gases de efeito estufa e, consequentemente, diminuir a temperatura média global até algo próximo dos níveis pré-industriais, 195 países assinaram o Acordo de Paris durante a COP-21, conferência sobre mudança climática promovida pelas Nações Unidas em 2015. Para entrar em vigor, o acordo necessita da ratificação de pelo menos 55 países que, juntos, são responsáveis por 55% das emissões de poluentes atmosféricos.

Os Estados Unidos, do então presidente Barack Obama, assinaram o acordo e ratificaram-no em 2016. Entretanto, em junho de 2017, já sob o governo de Donald Trump, os americanos anunciaram a saída do acordo. Ressalte-se que, pelo teor do tratado, a retirada efetiva de um país só ocorrerá em novembro de 2020. Então, embora tenham anunciado a sua saída, os EUA ainda não saíram.

A questão central é que, à época de Obama, os americanos se comprometeram a reduzir entre 26% e 28% suas emissões de gases de efeito estufa até 2025, tendo como referência dados de 2005. Trump considerou o acordo excessivo para os Estados Unidos, reclamando das condições mais favoráveis dadas à China. Ao ratificar o acordo em 2016, os chineses concordaram em ampliar seus estoques florestais, diminuir a intensidade de carbono emitida e aumentar o uso de recursos energéticos não fósseis, atingindo o pico de emissões de gás carbônico até 2030.

Juntos, China e Estados Unidos respondem por cerca de 40% de todas as emissões de gases poluentes na atmosfera.

Recentemente, ao lado da premiê norueguesa, Erna Solberg, o presidente Trump deixou aberta a possibilidade de reintegrar o Acordo de Paris. Sua expressão, literal, foi “honestamente, não tenho qualquer problema com esse acordo em geral, mas tenho um problema com o acordo que foi assinado”, abrindo possibilidades sobre a volta dos Estados Unidos ao tratado.

A questão é mais complexa que um simples “sim” ou “não”. Igualar os países nessa dicotomia de um binário cria um grave problema de trabalhar com perspectivas diferentes: uma é pensar país por país; outra é pensar em termos de planeta Terra ou na Hipótese de Gaia, de James Lovelock!

Na primeira posição, coerente com o discurso de “América em primeiro lugar”, o acordo é prejudicial a setores fortes dos Estados Unidos, como as indústrias de gás, carvão e petróleo – grandes apoiadores de Trump. Além disso, o atual presidente americano tem dito que a China é o principal e desonesto adversário econômico norte-americano e as vantagens concedidas aos chineses são injustas, em detrimento das empresas e dos contribuintes americanos. Natural, portanto, exigir condições mais favoráveis à indústria norte-americana.

Na segunda posição, a questão muda ao pensar na Hipótese de Gaia, pois catástrofes ambientais teimam em não respeitar os limites políticos dos países e tendem a afetar indiscriminadamente a todos. É exatamente tendo por base esse preceito que, desde 1992, periodicamente, países têm construído arcabouços jurídicos voltados ao controle das emissões de poluentes. Dentre esses tratados estão o acordo adotado na Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro (1992); o Protocolo de Kyoto, no Japão (1997); o plano de ação de Montreal, no Canadá (2005); o fundo verde para o clima criado em Durban, na África do Sul (2011); e o Acordo de Paris, na França (2015).

A disputa entre essas duas posições norteia o direito internacional ambiental. Em termos de direito, o respeito aos Estados soberanos é a base. Em termos de meio ambiente, a ideia de uma res communi iuris(coisa comum a todos) ganha uma perspectiva maior, na medida em que o planeta Terra se torne cada vez mais inóspito para a vida humana.

Artigo:Luís Alexandre Carta Winter, doutor pela USP, é professor de Direito Internacional na PUCPR. Colaborou com os dados Juliana Ferreira Montenegro, doutoranda pela PUCPR.

O que acontecerá se os EUA for o maior produtor de petróleo do mundo?

Mudança, que se desenha, também pode afetar diretamente mercados da América do Sul e Europa, além de mais ‘liberdade’ para os americanos em suas ações no Oriente Médio.

Os Estados Unidos estão se aproximando da liderança na corrida pelo domínio do mercado mundial de petróleo.

De acordo com as últimas previsões da Agência Internacional de Energia, a produção americana atingirá neste ano a marca recorde de 10 milhões de barris de petróleo bruto por dia.

Assim, calcula-se que o país desbancará a Arábia Saudita neste ano da posição de liderança que ostenta, com 13,5% da produção mundial.

Seu impulso, promovido pelo apoio do governo de Donald Trump às exportações, é um problema para a Rússia, a terceira colocada nessa disputa.

O avanço dos EUA terá efeitos no mercado do petróleo, bem como reflexos geopolíticos e econômicos em diferentes países.

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, listou cinco possíveis consequências caso os Estados Unidos realmente se tornem o maior produtor de petróleo do mundo, clique aqui para acessar o restante da reportagem.

Fonte: Brasil Agro com informações da Agência BBC Notícias

Argentina reitera preocupação com tarifas dos EUA ao biodiesel

Buenos Aires, 4 fev (EFE).- O governo argentino insistiu neste domingo a preocupação que tem com as tarifas de até 72% que os Estados Unidos impuseram ao biodiesel da Argentina e mostrou interesse em continuar trabalhando para resolver o assunto.

“Temos um diálogo que ainda nos permite buscar soluções em nível bilateral e nas quais estivemos trabalhando nestes dois meses”, apontou o ministro de Relações Exteriores argentino, Jorge Faurie, em coletiva de imprensa com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, na sede órgão em Buenos Aires.

A decisão dos Estados Unidos de aplicar um imposto de 71,45% a 72,28% ao biodiesel – medida que também afeta a Indonésia – entrou em vigor no começo do ano. O sindicato do setor pediu para recorrer na Organização Mundial do Comércio (OMC).

A reunião de Faurie e Tillerson, parte da agenda oficial do americano ao país, se centrou principalmente na colaboração de ambos os países para colocar em prática ações dirigidas a acabar com o tráfico de drogas e com o terrorismo.

“Falamos sobre trabalhar de maneira conjunta para combater estas organizações que se dedicam a lavagem de dinheiro, tráfico de pessoas e vinculação com organizações que realizam atividades terroristas”, revelou o chefe da diplomacia americana.

Faurie destacou que, atualmente, a América Latina é “uma zona de paz” e “não pode ser comprometida” por “grupos externos” que operam na região para buscar financiamento ou cometer ações terroristas.

Tillerson também disse que os dois compartilharam “preocupações” sobre a situação na Síria e, em particular, sobre o possível uso de armas químicas pelo Executivo em Damasco contra a oposição.

Além disso, revelou que os Estados Unidos solicitaram à Rússia que “cumpra com o seu papel como fiador da eliminação” de armas químicas, que não vete as resoluções que são necessárias para investigar este tipo de situações e que forneça “um relatório claro” sobre o que está acontecendo no conflito.

Fonte: EFE

Indonésia apresentará ação para tentar reabrir mercado americano para seu biodiesel

JAKARTA, 2 de fevereiro (Reuters) – A Indonésia planeja apresentar uma ação contra o Departamento de Comércio Americano, no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA, sobre os direitos anti-subsídios aplicados as exportações indonésias do produto ao país, informou um funcionário do Ministério do Comércio nesta sexta-feira.

O governo indonésio planeja ainda, protocolar uma queixa junto a Organização Mundial do Comércio (OMC), sobre o mesmo tema, conforme disse a Reuters a Diretora de Segurança Comercial do Ministério da Indústria do Comércio Indonésio, Pradnyawati Pambagyo. Contudo, ainda não foi definido um cronograma para a ação.

O Departamento de Comércio dos EUA estabeleceu em novembro do ano passado, direitos compensatórios finais, sobre os supostos subsídios concedidos pela Indonésia durante a produção de seu biodiesel, que variam entre 34,45% a 64,73%. Investigações anti-subvenções e antidumping foram lançadas contra o biodiesel argentino e indonésio no ano passado, após um aumento nas importações de biodiesel para os Estados Unidos.

Espera-se que o Departamento de Comércio estabeleça uma nova tarifa logo após a sua investigação antidumping.

“O governo da Indonésia está pronto para defender o interesse da indústria interna de biodiesel. Assim como feito no caso contra a UE, onde saímos vitoriosos da OMC “, disse Pradnyawati.

A OMC decidiu favoravelmente pela Indonésia contra a União Européia, em setembro passado, e ratificou sua decisão em janeiro desse ano, forçando novamente a comercialização do biocombustível pelo bloco.

Fonte: Reuters (Reportagem de Bernadette Christina Munthe, escrita por Fransiska Nangoy, editada por Ed Davies e Alison Williams)

Trump diz que pode assinar Acordo de Paris “se houver mudanças”

O presidente americano Donald Trump estaria disposto a voltar a ratificar o Acordo de Paris, assinado em 2015 durante a Conferência para o Clima na capital, mas apenas se o texto incluir várias mudanças. A declaração foi dada em uma entrevista que foi ao ar no último domingo (28) no canal de TV britânico ITV.

Na entrevista, Trump diz que o acordo, assinado em 2015 durante a Conferência para o Clima de Paris, seria um desastre para os Estados Unidos, mas disse que poderia voltar atrás em sua decisão se o texto fosse modificado. Esta não é a primeira vez que o presidente americano dá sinais de que poderia rever seu ponto de vista, embora não avance concretamente nessa direção.

Em junho de 2017, o presidente americano anunciou que os Estados Unidos se retirariam do acordo de Paris, assinado pelo ex-presidente Barack Obama. Na época, Trump alegou que o compromisso para lutar contra o aquecimento global era “péssimo” para a economia americana. A decisão foi criticada internacionalmente.

O presidente americano, entretanto, diz que pode assinar um “bom acordo”, sem dar maiores detalhes sobre a questão. Segundo ele, “o documento atual é injusto para os Estados Unidos, seria preciso um acordo totalmente diferente. Sempre há uma chance de voltar atrás”, ressaltou.

Trump diz que “adoraria assinar o acordo”

O tratado histórico foi assinado em Paris por 197 países, em 2015, depois de intensas negociações, com compromissos reais de redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa e o aquecimento global.

Em trechos divulgados pelo canal britânico, Trump diz que “adoraria assinar o acordo” se ele fosse diferente. Ele já havia sinalizado em janeiro, de maneira evasiva, que poderia mudar de opinião.

Fonte: RFi

Minnesota, nos EUA, prepara seu mercado para o B20

À medida que Minnesota se prepara para implementar seu requisito de 20% de biodiesel (B20) no diesel em maio próximo, uma série de oficinas deverá acontecer por todo o estado a partir de 12 de fevereiro. O “Be Ready for B20 Workshop Series” foi concebido para distribuidores, administradores de frotas, agricultores e outros fabricantes, com o objetivo de compartilhar informações sobre os benefícios do biodiesel e como o novo requisito impactará os fornecedores de combustível e os usuários finais.

Vale ressaltar que Minnesota implementou seu mandato B10 em 2014, sem relatos de problemas importantes com o biocombustível x motor desde então.

“Antes de lançarmos o B10, nós realizamos essa série de oficinas em todo estado para que fornecedores de combustível, mecânicos e usuários de diesel pudessem estar preparados para a mudança”, disse Mike Youngerberg, Diretor Sênior de Desenvolvimento e Comercialização de Produtos do Minnesota Soybean e Diretor Executivo do Minnesota Biodiesel Council. “O programa obviamente funcionou, então estamos prontos para fazê-lo novamente”.

As oficinas vão contar com palestrantes do Departamento de Agricultura de Minnesota, a Divisão de Pesos e Medidas do Departamento de Comércio de Minnesota e a empresa de consultoria de combustível MEG Corp. Os tópicos incluirão uma história e visão geral da lei e conformidade de Minnesota, princípios básicos de diesel e biodiesel, manuseio de armazenamento e uso das melhores práticas, a mistura de primavera e outono – o mandato se move de B5 para B20 nos meses de clima quente e volta para B5 novamente para o inverno – e identificando, tratando e prevenindo problemas comuns de diesel.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria no idioma original.

Fonte: Biodiesel Magazine

Pequenas refinarias dos EUA buscam isenções em biocombustíveis

Os pedidos, feitos à Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), aumentam a pressão sobre o governo do presidente Donald Trump

Nova York – Mais de duas dúzias de pequenas refinarias dos Estados Unidos estão buscando isenções da lei de biocombustíveis do país, um número anormalmente elevado que reflete a crescente resistência da indústria do petróleo ao programa, de acordo com fontes com conhecimento do tema.

Os pedidos, feitos à Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês), aumentam a pressão sobre o governo do presidente Donald Trump para ajudar uma indústria que se queixa que o Padrão de Combustível Renovável dos EUA (RFS, em inglês) custa bilhões de dólares ao ano ao exigir que refinarias misturem crescentes volumes de biocombustíveis, como etanol produzido do milho, na gasolina e diesel do país.

A Philadelphia Energy Solutions, maior refinaria da Costa Leste dos EUA, declarou falência na segunda-feira e culpou o programa por suas dificuldades financeiras.

Enquanto a Casa Branca e o chefe da EPA, Scott Pruitt, expressam preocupações com refinarias e mediam conversas entre representantes da indústria e o lobby do etanol, até o momento se aliaram em grande parte com Estados produtores de milho onde há ampla maioria republicana.

As fontes disseram que a EPA está atualmente revisando 27 pedidos de isenções de pequenas refinarias, cobrindo diversos anos. Elas disseram que mais refinarias fizeram pedidos neste ano do que o comum, encorajadas pela postura anti-regulatória do governo Trump, assim como decisões judiciais recentes que ampliaram os critérios da EPA para garantir isenções.

A EPA possui a autoridade para isentar do programa refinarias com capacidade inferior a 75 mil barris ao dia caso a companhia possa comprovar dificuldades financeiras, mas a agência foi relutante em fazer isso no passado.

Nos quatro anos até 2016, a EPA isentou um total de 29 pequenas refinarias – menos do que oito ao ano em média, de acordo com dados fornecidos à Reuters pela EPA em resposta ao pedido da lei de liberdade de informação.

Há 53 refinarias nos Estados Unidos com capacidade de menos de 75 mil barris ao dia, e seus proprietários incluem algumas das maiores companhias de petróleo do país, como a Chevron e a Andeavor (no passado Tesoro).

Um porta-voz da EPA se negou a comentar.

Fonte: Reuters

Relatório do governo dos EUA fortalece o consenso sobre os benefícios do biodiesel

Um novo estudo sobre os efeitos das emissões de gases de efeito estufa do biodiesel atualiza e reafirma os amplos benefícios de sua utilização. A atualização desses dados, revisados ​​por diversos grupos, quantificam conclusivamente através de estudos transparentes, os benefícios generalizados do combustível renovável para a saúde e a economia.

O relatório produzido pela colaboração entre Argonne National Laboratory, Purdue University e o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA em inglês), e recentemente publicado, representa a análise do ciclo de vida mais atualizada e abrangente  já produzida a respeito do biodiesel no país. Os resultados confirmam que, em comparação com o diesel, o biocombustível reduz as emissões de GEE em 72% e o uso de combustíveis fósseis em 80%.

“Esta é a maior redução, já aferida, de qualquer combustível de transporte pesado e reflete a capacidade natural do biodiesel de armazenar energia solar de forma líquida compatível com os motores de hoje e as tecnologias de geração de energia”, disse Jim Duffield, co-autor de inúmeros relatórios de ciclo de vida para o escritório do USDA.

“É encorajador ver o compromisso com a análise de dados e qualidade reunidos neste estudo”, disse Don Scott, diretor de sustentabilidade do National Biodiesel Board. “Não é novidade que o biodiesel seja bom para o meio ambiente. Onde os resultados credíveis são necessários para políticas sólidas, isso nos ajuda a propiciar uma ciência transparente e confiável “.

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Fonte: Biodiesel Magazine

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