Brasil poderá ter de importar soja com disputa entre EUA e China, diz Anec

Maior exportador de soja do mundo poderá ter de importar até 1 mi de toneladas do grão dos EUA até fim do ano para suprir demanda de processadores locais

São Paulo – O Brasil, maior exportador de soja do mundo, poderá ter de importar até 1 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos até o fim deste ano para suprir a demanda de processadores locais, disse um executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) nesta quinta-feira.

Se a demanda da China por soja brasileira crescer em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos, processadores locais poderão ter de recorrer a importações dos EUA, disse Luis Barbieri, um membro do conselho da Anec.

“Esse é um dos momentos de maior incerteza na história recente do comércio de grãos”, disse ele.

Fonte: Reuters

Biocombustíveis: agência dos EUA propõe aumento de 3% na exigência para 2019

Washington, 04 – A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) propôs os volumes mínimos de combustíveis renováveis que refinarias do país devem misturar a combustíveis fósseis em 2019. O chamado Padrão de Combustíveis Renováveis (RFS) para o ano que vem prevê um aumento de 3% no volume total em relação à exigência para 2018.

A proposta da agência é de 19,88 bilhões de galões (75,2 bilhões de litros) de etanol de milho e outros biocombustíveis, o que representa um aumento de 590 milhões de galões (2,2 bilhões de litros) em relação à exigência para este ano, de 19,29 bilhões de galões (73 bilhões de litros). O volume de combustíveis renováveis convencionais como etanol de milho foi mantido em 15 bilhões de galões (56,8 bilhões de litros).

O volume de biodiesel para 2019 também ficou inalterado ante a exigência para 2018, em 2,1 bilhões de galões (7,95 bilhões de litros), mas passará a 2,43 bilhões de galões (9,2 bilhões de litros) em 2020. Houve aumento no volume para biocombustíveis avançados, como biocombustíveis celulósicos e etanol de cana-de-açúcar, que passou de 4,29 bilhões (16,24 bilhões de litros) para 4,88 bilhões de galões (18,5 bilhões de litros). Dentro dos avançados, o volume exigido de biocombustíveis celulósicos passou de 288 milhões (1,09 bilhão de litros) para 381 milhões de galões (1,44 bilhão de litros).

O RFS foi criado em 2005 com o objetivo de diminuir as emissões de carbono e reduzir a dependência norte-americana do petróleo estrangeiro, num momento em que os preços do combustível fóssil começavam a subir. No entanto, a exigência não tem funcionado como se pretendia, e os níveis de produção de combustíveis renováveis, principalmente etanol, costumam ficar abaixo dos volumes estabelecidos por lei. Muitas refinarias de petróleo estão recorrendo diretamente à EPA para serem desobrigadas da exigência. Desde que Scott Pruitt assumiu o comando da agência, o número de concessões vem aumentando. Pequenas refinarias com capacidade inferior a 75 mil barris por dia, mesmo se controladas por uma grande empresa, podem obter isenções se comprovarem que a exigência está causando “dificuldades econômicas desproporcionais”, segundo o site da EPA.

A Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês), que representa o setor de etanol nos EUA, disse que a proposta da EPA para 2019 é superficial, já que a agência vem permitindo que pequenas refinarias não cumpram a exigência. Segundo o presidente e CEO da RFA, Bob Dinneen, em teoria a manutenção do volume de biocombustíveis convencionais como etanol de milho deveria enviar um sinal positivo para o mercado. No entanto, uma demanda de 1,6 bilhão de galões (6,1 bilhões de litros) foi “destruída por isenções ilegais para pequenas refinarias” e não há um comprometimento da EPA em mudar essa postura, afirmou Dinneen. “Isso não é apenas errado, mas vai de encontro ao compromisso assumido pelo presidente (Trump) junto a agricultores e consumidores que apoiam um maior uso de combustíveis renováveis.”

Nos EUA, o etanol é feito principalmente com milho e a indústria consome cerca de um terço da safra doméstica do cereal.

Fonte: Estadão Conteúdo

Soja em Chicago nessa segunda-feira

A semana começa com estabilidade para os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity subiam entre 1,25 e 2,25 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h10 (horário de Brasília), no pregão desta segunda-feira (2). Dessa forma, o contrato julho/18 tinha US$ 8,60 e o setembro era cotado a US$ 8,70 por bushel.

O mercado segue aguardando por novidades, especialmente em relação à guerra comercial entre chineses e a americanos, bem como se ajusta depois das baixas acumuladas de mais de 4% na última semana e de 16% em todo mês de junho na CBOT.

Além disso, os traders acabam de digerir também os últimos números de estoques trimestrais e área de plantio dos EUA divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (30). E nesta segunda, esperam ainda pelos dados dos embarques semanais e das condições das lavouras americanas, as quais serão reportadas somente após o fechamento do mercado.

No cenário climático do Corn Belt, seguem mantidas as boas condições para o desenvolvimento das lavouras.

“O ponto principal é que as condições de umidade do solo na maior parte do Meio-Oeste estão favoráveis e ainda leva algumas semanas para que algumas regiões sequem o suficiente para causar algum stress muito sério. Enquanto isso, no meio tempo, as últimas previsões seguem mostrando uma condição ainda um tanto incerta sobre as variações de temperaturas e chuvas, mas ainda sem indicar um cenário de muito stress até o final do verão”, diz um boletim do instituto internacional World Weather Inc.

Fonte: Notícias Agrícolas

Emissões de metano do setor de óleo e gás dos EUA preocupam

A maior parte das emissões é decorrente de vazamentos, equipamentos antigos e condições inadequadas de funcionamento

São Paulo – A indústria de óleo e gás americana emitiu cerca de 13 milhões de toneladas do potente gás de efeito estufa metano em suas operações no ano passado.

O valor é 60% superior ao anteriormente estimado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), de acordo com um estudo publicado nesta semana na revista científica Science.

A maior parte das emissões é decorrente de vazamentos, equipamentos sem manutenção e outras condições inadequadas de funcionamento.

Segundo o estudo, em 2015, o impacto climático desses vazamentos na indústria de óleo e gás foi equivalente ao impacto das emissões totais da inglória indústria do carvão nos EUA.

Principal composto encontrado no gás natural, o metano é um poderoso gás de efeito estufa – seu potencial de aquecimento é 80 vezes superior ao do dióxido de carbono (CO2), gás que mais contribui para o efeito estufa global produzido pelo homem.

Continue lendo aqui.

Fonte: Exame

Agência dos EUA vai propor alta de 3% no mandato de biocombustíveis, dizem fontes

SÃO PAULO, 22 Jun (Reuters) – A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) vai propor um
mandato de mistura de biocombustíveis de 19,88 bilhões de galões em 2019, dentro da política conhecida como Renewable Fuel Standard (RFS), o que seria uma alta de cerca de 3 por cento ante 2018, de acordo com duas fontes informadas sobre o assunto.

A proposta incluirá 15 bilhões de galões para biocombustíveis convencionais, como o etanol de milho, meta inalterada ante 2018, e 4,88 bilhões de galões para biocombustíveis avançados, ante 4,29 bilhões deste ano, disseram as fontes, pedindo não para ser nomeadas.

O etanol de cana do Brasil é considerado um biocombustível avançado dentro do RFS. As metas para o biodiesel serão de 2,43 bilhões de galões, versus 2,1 bilhões este ano.

Fonte: Reuters

Brasil e EUA trocam informações sobre políticas de biocombustíveis

Trocar informações e experiências sobre as políticas de biocombustíveis do Brasil e dos Estados Unidos foi a tônica da missão da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) enviada ao país norte-americano. O diretor-superintendente da APROBIO, Julio Minelli, participou da delegação, que deu início às visitas e reuniões na segunda-feira (11).

A agenda da comitiva, liderada pelos diretores da ANP Aurélio Amaral e Felipe Kury, incluiu reuniões no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington (foto acima), e nos Departamentos de Meio Ambiente e de Energia, entre outros. “Além de agregar informações para o nosso programa, essa missão foi uma maneira de divulgar as políticas brasileiras, as metas, e mostrar aos americanos que estamos compromissados com a redução das emissões de gases de efeito estufa”, disse Minelli.

Depois da passagem por Washington, a missão brasileira seguiu para Sacramento, na Califórnia. A delegação obteve informações sobre duas políticas dos EUA para os biocombustíveis: o Renewable Fuel Standard (RFS), mantido pela United States Environmental Protection Agency (EPA); e o Low Carbon Fuel Standard (LCFS), regulado pelo California Air Resources Board (CARB). O programa nacional de combustíveis renováveis dos EUA prevê a produção de 136 bilhões de litros de biocombustíveis até 2022.

Na sexta-feira (15), último dia da visita, os brasileiros participaram de um workshop com o UC Davis Policy Institute for Energy, Enviromment & The Economy e o Institute of Transportation Studies.

De acordo com Julio Minelli, os americanos foram bastante receptivos e abertos à troca de informações, principalmente em relação ao programa da Califórnia. “Ele é mais parecido com o que o Brasil está se propondo a fazer e, por isso, foi importante aprendermos com a experiência deles, para evitarmos que se repitam os mesmos erros ou obstáculos que eles enfrentaram aqui”, afirmou o dirigente da APROBIO.

Estados Unidos e Brasil são os dois maiores produtores mundiais de biocombustíveis. Por isso, a missão brasileira enviada aos EUA foi fundamental para alinhar procedimentos e políticas, de modo a fortalecer as ações para ampliação desse mercado não só nos dois países, mas em todo o mundo.

“A troca de informações dessa missão foi muito importante: são os dois maiores produtores mundiais, que buscam um alinhamento para transformar os biocombustíveis em uma commodity internacional”, afirmou Julio Minelli.

Em 2017, os americanos fabricaram 67,7 bilhões de litros e os brasileiros, 32,8 bilhões de litros. Somados, os dois países respondem por mais de 70% da produção mundial de biocombustíveis.

Confira algumas imagens dos encontros

 

 

 

Assine a newsletter da APROBIO para receber informações e bastidores do setor e da Associação. Envie um e-mail para visaoaprobio@aprobio.com.br

Em missão aos EUA, ANP troca experiências sobre políticas de biocombustíveis

De 11 a 15 de junho, a ANP participou de uma série de reuniões e eventos em Washington, DC e Califórnia (Estados Unidos) sobre políticas de biocombustíveis. A delegação, liderada pelos diretores Aurélio Amaral e Felipe Kury, trocou experiências e obteve subsídios para as resoluções da ANP relativas ao RenovaBio.

A missão teve como foco as políticas de biocombustíveis norte-americanas Low Carbon Fuel Standard (LCFS), regulada pela Environmental Protection Agency (EPA), e Renewable Fuel Standard (RFS), regulada pelo California Air Resources Board (CARB).

O LCFS e o RFS foram os programas utilizados como base para estabelecer o RenovaBio – programa do Governo Federal para expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social, e compatível com o crescimento do mercado.

Em Washington, DC, houve reuniões com o Environmental Protection Agency (EPA), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o US Grains Council, o Renewable Fuels Association, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o National Biodiesel Board, com o objetivo principal de discutir o RenovaBio e o LCFS.

A ANP realizou ainda uma apresentação no evento “Biofuels and the Green Energy Push: Brazil-US. Cooperation in Implementing Carbon Emissions Reduction Policies”, no Wilson Center, sobre o programa brasileiro.

Ainda em Washington, foi realizado encontro no Departamento de Energia (DoE) para estabelecer cooperação na produção de bioquerosene de aviação e nos estudos de Análise de Ciclo de Vida (ACV).

Na Califórnia, a delegação se reuniu com o CARB para o estabelecimento de cooperação e troca de informações. Foi estabelecida a criação de dois grupos bilaterais de cooperação: um de Análise de Ciclo de Vida e outro sobre comercialização dos créditos de descarbonização.

“Queremos desenvolver com o CARB uma parceria formal para obter informações sobre o mercado de comercialização de créditos de carbono do Low Carbon Fuel Standard e trazer melhores práticas para o programa brasileiro, o RenovaBio”, afirmou o diretor Felipe Kury.

Nesta sexta-feira (15/6), último dia da missão, a ANP realizou evento conjunto Brasil-Estados Unidos sobre o Low Carbon Fuel Standard e o RenovaBio na University of California em Davis (UC Davis). O evento tem como objetivos discutir novas rotas para serem incluídas na RenovaCalc, o mercado de comercialização de créditos de descarbonização da Califórnia e apresentar o RenovaBio.

Fonte: ANP

EUA expande usos não alimentares da soja

2% da soja produzida no país norte-americano já é utilizada na produção industrial sem fins alimentícios

Atualmente, aproximadamente 2% das 119 milhões de toneladas de soja produzidas nos Estados Unidos já são utilizadas para a produção industrial não alimentar. A informação foi dada pelo pesquisador Atanu Biswas, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (ARS/USDA), que abordou os usos especiais da soja no VIII Congresso Brasileiro de Soja, promovido pela Embrapa Soja, de 11 a 14 de junho, em Goiânia (GO).

De acordo com Biswass, já estão no mercado mais de 140 produtos de soja como combustível, tinta, e diversos produtos da indústria de cosméticos, entre outros. “O uso de óleo de soja no lugar de óleos à base de petróleo ou como coadjuvante é interessante, porque o óleo de soja é abundante, renovável e ainda guarda os atributos de um produto verde (sustentável)”, avalia pesquisador.

Há vários anos, pesquisas são conduzidas nos Estados Unidos para utilizar a soja na fabricação de tintas e revestimentos. O pesquisador enfatizou os novos usos de tinta para revestimentos de madeira, impressão de jornais e revista e também para pintar as rodovias, o que melhora a visibilidade e a vida útil da pintura.

Biswass destacou ainda que a indústria química, por meio de modificações no óleo da soja, geraram um aditivo para óleo lubrificante (estólitos), o que melhora a qualidade do óleo lubrificante. Com isso, há menor volatilidade no combustível, alto índice de viscosidade e estabilidade oxidativa. “Ao melhorar a qualidade do óleo lubrificante, a performance dos motores também ganha, visto que a viscosidade do óleo tem maior estabilidade durante o funcionamento, aumentando a vida útil dos motores”.

Biswass exemplificou também a chegada ao mercado, em 2017, da primeira linha de pneus com a adição de óleo de soja na formulação da borracha, resultado de pesquisa da multinacional Goodyear em parceria com a United Soybean Board ( Conselho dos Produtores de Soja dos Estados Unidos). As pesquisas começaram para buscar um pneu mais sustentável, porém os resultados surpreenderam. “A introdução do óleo de soja na formulação da borracha, permitiu mesmo em condições adversas (calor, frio ou umidade), maior garantia de aderência e tração ao pneu”, afirma o pesquisador.

Fonte: Embrapa

ANP realiza missão aos EUA sobre políticas de biocombustíveis

A ANP realiza esta semana (11 a 15/6) missão nos Estados Unidos, liderada pelos diretores Aurélio Amaral e Felipe Kury, sobre as políticas de biocombustíveis norte-americanas Low Carbon Fuel Standard (LCFS), regulado pela Environmental Protection Agency (EPA), e Renewable Fuel Standard (RFS), regulado pelo California Air Resources Board (CARB). O objetivo é trocar experiências e obter subsídios para as resoluções da ANP relativas ao RenovaBio.

O LCFS e o RFS foram os programas utilizados como base pelo governo brasileiro para estabelecer o RenovaBio – programa do Governo Federal para expandir a produção de biocombustíveis no Brasil, baseada na previsibilidade, na sustentabilidade ambiental, econômica e social, e compatível com o crescimento do mercado.

Nesta segunda-feira (11/6), a delegação realizou reunião no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, DC. Durante a missão, também serão visitadas na cidade associações de produtores de biocombustíveis para verificar sua visão sobre o LCFS e o RFS. Estão previstas ainda reuniões com associações de produtores de etanol, biodiesel, biogás e biometano, além da EPA e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que analisa projeções da produção de biocombustíveis, considerando a RFS e a LCFS.

Já em Sacramento, Califórnia, a visita terá como foco o contato com o CARB, agência reguladora responsável pelo LCFS. Está prevista visita ao Institute of Transportation Studies (ITS), responsável por coordenar a rede acadêmica que dá suporte técnico às decisões do CARB.

Reunião no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, DC.

O diretor superintendente da APROBIO, Julio Cesar Minelli, integra a delegação como convidado e representante do setor de biodiesel.

Fonte: ANP com adaptações Aprobio

Acordo com EUA não reduz fôlego da demanda chinesa pela soja brasileira

Soja em Chicago sobe forte com acordo EUA-China, volta das chuvas às regiões produtoras do meio oeste americano e dólar em queda

Na última segunda-feira (21), os preços da soja tiveram uma alta expressiva, de mais de 20 pontos nos principais vencimentos, na Bolsa de Chicago (CBOT). As cotações já trabalham acima dos US$10,20/bushel, após quase perder o patamar dos US$10/bushel na semana anterior.

Como comenta Fernando Pimentel, analista de mercado da Agrosecurity Consultoria, o mercado está ancorado na questão da guerra comercial entre a China e os Estados Unidos, que começam a dar sinais de espaço para negociação e de ampliação da compra de commodities dos norte-americanos por parte dos asiáticos.

Existe uma tentativa dos Estados Unidos de aumentar a demanda chinesa pela soja local nos próximos anos. Por outro lado, a China também tenta ser cada vez mais participativa no mercado global, adquirindo negócios tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

No Brasil, a corrida presidencial segue em aberto e o Banco Central, em frente a movimentos como o dos caminhoneiros, que protestam contra os preços dos combustíveis, se move para conter a alta do dólar.

Os produtores brasileiros que já se planejavam para aumentar a área na próxima safra, na visão de Pimentel, devem “deletar essa história de guerra comercial” porque esse é o modelo de negócios de Trump angariar simpatias internas e antipatias externas.

A longo prazo, ele não acredita que o próximo presidente do Brasil deva interferir no mercado, de forma que o câmbio poderá ser trazido para baixo – mas, neste momento, as cotações do dólar devem se estabilizar até o momento efetivo da corrida presidencial.

Em Chicago, os preços ainda podem sofrer alterações bruscas devido ao mercado climático, que se encontra plenamente ativo em meio à safra norte-americana.

Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Assine nossa newsletter e tenha acesso as principais notícias do setor


aprobio@aprobio.com.br
Av. Brigadeiro Faria Lima, 1903 - Conj. 91 - Jd. Paulistano - 01452-911 - São Paulo - SP - Tel: 55 11 3031- 4721