Boletim Mensal do Biodiesel ANP – março de 2018

O Boletim Mensal do Biodiesel vem sendo publicado no sítio da ANP desde novembro de 2008, com o objetivo de difundir as informações relacionadas à atividade de produção de biodiesel no País. Entretanto, com o intuito de dar mais transparência aos dados e facilitar a busca de informações, em abril de 2017, o conteúdo do boletim passou a ser disponibilizado através das planilhas e figuras.

São apresentados gráficos que mostram a capacidade nominal autorizada pela ANP e a produção de biodiesel nacional e regional ao longo do ano vigente, assim como a distribuição nacional e regional das matérias-primas consumidas para produção de biodiesel, considerando os dados informados através do Sistema de Informações de Movimentação de Produtos (I-SIMP).

Atualmente existem 51 plantas produtoras de biodiesel autorizadas pela ANP para operação no País, correspondendo a uma capacidade total autorizada de 22286,81 m3/dia. Há ainda 2 novas
plantas de biodiesel autorizadas para construção e 3 plantas de biodiesel autorizada para aumento da capacidade de produção. Com a finalização das obras e posterior autorização para operação, a
capacidade total de produção de biodiesel autorizada poderá ser aumentada em 2.555 m3/dia, que representa um acréscimo de 11,46% na capacidade atual.

Clique aqui para visualizar os dados.

Fonte: ANP

Programa que premia quem produz biocombustíveis deve ser lançado nos próximos dias

Objetivo do Renovabio é incentivar a produção de combustíveis renováveis e bonificar também o agricultor

O governo está prestes a publicar um medida provisória para a criação do Renovabio, programa de incentivo aos combustíveis renováveis que bonifica quem produz, por exemplo, etanol e biodiesel. O objetivo é premiar também os agricultores.

O programa foi instituído para cumprir um acordo de redução da emissão de gases de efeito estufa que o Brasil fez na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP21), em 2015. Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), que participou das negociações com o governo, o texto deve ser publicado nos próximos dias.

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Fonte: Canal Rural 

Exportação de óleo de Palma pela Malásia avança 1,31% em julho ante junho

Kuala Lumpur, 10/08 – As exportações de óleo de palma pela Malásia totalizaram 1,398 milhão de toneladas em julho, alta de 1,31% ante o mês anterior, informou nesta quinta-feira, 10 o Conselho de Óleo de Palma do país (MPOB, na sigla em inglês).

Em seu relatório mensal, o MPOB disse que a produção de óleo de palma avançou 20,67% em julho, para 1,827 milhão de toneladas. Os estoques de óleo de palma da Malásia somavam 1,784 milhão de toneladas ao fim de julho, alta de 16,83% na comparação mensal.

Na contramão, as exportações de óleo de palma pela Malásia recuaram entre 1º e 10 de agosto na comparação com igual período do mês anterior, segundo empresas de inspeção de cargas. Segundo a SGS, as exportações recuaram 4,8%, para 363 mil toneladas. A Intertek apontou queda de 1,4% no período, para 355 mil toneladas.

Fonte: Dow Jones Newswires

Combustível Brasil: Comitê de Combustíveis realiza primeira reunião

Comitê definiu temas de trabalhos no âmbito da iniciativa Combustível Brasil

O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou a 1ª Reunião do Comitê Técnico Integrado para o Desenvolvimento do Mercado de Combustíveis, demais Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (CT-CB) nesta quarta-feira (09/08). O Comitê avaliou a necessidade de implementação das 32 propostas recebidas durante a Consulta Pública do Programa Combustível Brasil.

Após análise das 32 propostas, foram definidos quatro subcomitês que irão debater os seguintes temas: Infraestrutura, Concorrência, Tributação e Abastecimento. A implementação das propostas será por meio de medidas legais ou infralegais, sempre norteadas pelos princípios estabelecidos no Programa.

O Comitê Técnico é composto pela Casa Civil em parceria com o Ministério da Fazenda (MF); Ministério do Meio Ambiente (MMA); Ministério do Planejamento (MP); Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC); Programa de Parceria de Investimentos (PPI); Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); a Empresa de Pesquisa Energética (EPE); e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE); com coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME).

Também foram convidados para a Primeira Reunião do CT-CB diversas instituições como Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liqüefeito de Petróleo (Sindigás); Sindicado Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom); União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única); Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais (Sindirrefino); Refinaria Rio Grandense, Petrobras, Associação Brasileira de Terminais de Líquidos (ABTL); Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim); Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio); Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás LP (Abragás), entre outras.

Conselho Nacional de Política Energética

O CT-CB foi criado por meio da Resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nº 15/2017, que estabeleceu as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento do mercado de combustíveis, demais derivados de petróleo e biocombustíveis, com o objetivo de embasar a proposição de medidas, que contribuam para a garantia do abastecimento nacional, estabelecidas dentro do âmbito do Programa Combustível Brasil.

Apresentaçao da 1ª Reunião: CT-CB

Outras informações sobre o assunto estão disponíveis AQUI

Fonte: Assessoria MME

Dia Internacional do Biodiesel

A frase acima, atribuída a Rudolf Diesel, hoje pode ser vista como premonitória, pois, os óleos vegetais, constituem matéria-prima importantíssima para a produção de biodiesel – originado também da gordura animal.

A comemoração deve-se ao fato de que no dia 10 de agosto de 1893 – Diesel utilizou o primeiro motor à combustão interna a pistões que explorava os efeitos de uma reação química, um fenômeno natural, que acontece quando o óleo é injetado num recipiente com oxigênio, causando uma explosão ao misturar-se.

Para realizar o feito, o engenheiro utilizou óleo de amendoim obtido através da transesterificação. O resultado do processo foi o registro da patente de seu motor-reator em 23 de fevereiro de 1897, desenvolvido para trabalhar com óleo de origem vegetal.

Entretanto, em sua homenagem, Diesel acabou “batizando” o produto oleoso obtido na primeira fase de refino do petróleo bruto. Isso não quer dizer que todos os motores a injeção sejam obrigados a funcionar com óleo diesel. Desde que regule a pressão no sistema de injeção, um motor pode passar a funcionar com qualquer tipo de óleo, seja ele de origem vegetal ou animal.

Para você que quer saber mais sobre o biodiesel brasileiro e seus benefícios navegue pelo site ou clique aqui para conferir o conteúdo.

Texto com adaptação – Aprobio

Os efeitos da poluição do ar na saúde, em mortes prematuras e na economia

Confira os principais estudos, artigos e levantamentos que comprovam de maneira técnica que transporte coletivo é essencial para a preservação da vida humana

Dizer que a poluição mata e que as medidas atualmente tomadas pelas cidades em todo mundo são insuficientes não é coisa dos popularmente chamados “ecochatos” e parece até algo óbvio. No entanto, alguns dados ajudam a dimensionar o que já parece ser consenso: a poluição é mais nociva do que muita gente pensa e a ampliação das redes de transportes, tanto por trilhos como por ônibus, é essencial para a preservação da vida humana.

Não existe catastrofismo nestes estudos, mas levantamentos de dados reais. Pelo contrário, em muitos casos, há possibilidade de números subestimados.

Por isso, o Diário do Transporte traz nesta reportagem especial, alguns dos principais estudos nacionais e internacionais que alertam para o problema e, não somente isso, mas mostram soluções para gestores públicos, para a iniciativa privada, para os operadores de serviços de mobilidade urbana e toda a população.

São extensos trabalhos, considerados pela comunidade científica importantes para as discussões dos problemas e também para servir de base para outros estudos. Este é o intuito da reportagem do Diário do Transporte: reunir pelo menos alguns dos materiais presentes no vasto universo acadêmico para contribuir assim na busca para que as cidades ofereçam uma vida melhor a todos.

Além do estímulo ao transporte público, os estudos mostram a necessidade da mudança da matriz energética, não dependendo apenas de combustíveis fósseis, em especial o óleo diesel, para movimentar os ônibus: ônibus híbridos, trólebus, ônibus elétricos a bateria, o ônibus a gás natural, ônibus a etanol, biodiesel, biocombustível, diesel de cana de açúcar… enfim, alternativas não faltam.

Não existe uma fórmula mágica e seria ingenuidade depender apenas de uma alternativa.

Os estudos mostram que o ideal é haver uma frota de ônibus com “mix” de tecnologias para reduzir dependências econômicas e sociais em relação a fabricantes de combustíveis, insumos e veículos.

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Fonte: Diário do Transporte

Política de biocombustíveis prevê expansão sustentável do setor energético

Medida elaborada pelo governo contribuirá para a redução do consumo de combustíveis fósseis na geração de energia e nos transportes

A proposta de Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) foi apresentada, nessa terça-feira (8), em evento no Ministério do Meio Ambiente (MMA) e encaminhado à Casa Civil.

Construído em articulação com o setor privado e a sociedade civil,  o documento prevê a expansão sustentável do setor e é a primeira iniciativa alinhada às metas assumidas pelo Brasil no contexto do Acordo de Paris sobre mudança do clima. “É uma primeira resposta em que vamos mobilizar recursos e cumprir com nossas metas”, declarou o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

A medida, segundo ele, contribuirá para a redução do consumo de combustíveis fósseis na geração de energia e nos transportes.

O objetivo é estimular uma economia com baixas emissões e, ao mesmo tempo, garantir a conservação ambiental e o desenvolvimento social no País. “Temos de encarar o desafio climático como uma oportunidade para a retomada do crescimento”, afirmou Sarney Filho. O ministro encorajou o envolvimento de todos os setores. “Nenhum assunto da atualidade requer maior coerência entre políticas econômicas, sociais e ambientais do que esse”, acrescentou.

Empregos

A RenovaBio propõe ações voltadas para estabilidade, previsibilidade e criação de empregos. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, a proposta garante, também, a segurança para o setor de biocombustíveis. “É uma política que dá tranquilidade suficiente aos investidores para enxergar que essa é uma prioridade do País”, explicou. Fernando Coelho acrescentou que a medida promove a geração de empregos e renda de forma sustentável.

A relação da agenda com a produção agrícola também foi apontada como prioridade. “Esse é um assunto que fala diretamente com geração de renda e sustentabilidade no campo”, declarou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. O ministro reforçou que o enfrentamento à mudança do clima é um tema convergente em todas as áreas de governo.

COP 23

A expectativa é apresentar a RenovaBio, também, na 23ª Conferência das Partes (COP 23) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que ocorrerá, em novembro, em Bonn, na Alemanha. A medida deverá ser tema de evento oficial do governo brasileiro na COP 23. O encontro também abordará a Plataforma BioFuturo, lançada pelo Brasil em 2016, na COP 22, para promover a pauta de biocombustíveis.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente 

“O Governo está trabalhando para termos um marco no setor de biocombustíveis”, disse Cidinho

Na última terça-feira, 08, o senador Cidinho Santos participou do evento Renovabio e a COP-23, realizado em conjunto pelos Ministérios de Minas e Energia, de Meio Ambiente e da Agricultura. O Renovabio é um programa que visa dar previsibilidade ao setor de biocombustíveis no Brasil e será apresentado na COP-23 como a primeira iniciativa alinhada às metas acordadas durante a COP-21.

Participaram do evento os ministros Blairo Maggi, Sarney Filho e Fernando Coelho Filho, o presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, deputado federal Nilson Leitão, o presidente da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, deputado federal Alexandre Baldy, o presidente da Frente Parlamentar do Biodiesel, deputado federal Evandro Gussi, representantes do setor produtivo e parlamentares.

O incentivo à produção e uso de biocombustíveis no Brasil é uma estratégia que alia sustentabilidade ambiental, agrícola, energética e industrial, diminuindo a quantidade de combustíveis fósseis importados e gerando emprego no mercado interno. A expectativa é que a medida provisória que cria a Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio) chegue no Congresso Nacional nas próximas semanas.

“Me alegra ver o reconhecimento da importância dos biocombustíveis, umas das minhas bandeiras desde que assumi o mandato no Senado. Estamos vendo todo o Governo Federal trabalhando em conjunto para que o Brasil tenha um marco no setor de biocombustíveis”, comemorou Cidinho.

Fonte: Folhamax

Casa Branca revisa relatório sobre mudança climática que contradiz teses de Trump

Relatório feito por cientistas de 13 agências federais liga questões do clima à atividade humana na Terra.

A Casa Branca está revisando um relatório elaborado por cientistas de 13 agências federais que determina com “um grau muito alto de confiança” que a mudança climática está relacionada à atividade humana, fato que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, coloca em dúvida.

Um esboço do relatório, publicado pelos jornais “The New York Times”e “The Washington Post”, considera “extremadamente provável” que “o aumento na temperatura média global desde 1951 tenha sido causado pela influência humana sobre o clima”. O documento completo ainda não foi divulgado.

“Há evidências de um clima em mudança profunda, desde o topo da atmosfera até as profundezes dos oceanos”, afirma o rascunho do relatório, obtido pelo “The New York Times”.

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Fonte: G1

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